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As vias de administração (apresentadas na Figura 1 abaixo) compreendem a forma como o medicamento entrará em contato com o organismo, para exercer sua atividade farmacológica. De acordo com algumas condições, como o objetivo a ser alcançado, as propriedades do medicamento, ou as condições clínicas do paciente, haverá a indicação para uma via de administração específica, que apresentará suas vantagens e desvantagens.
Fonte: Vias de administração. Disponível em:
https://www.infoescola.com/farmacologia/vias-de-administracao/. Acesso em: 16 março 2020.
Figura 1: Vias de administração de fármacos.

Fonte: WHALE et al., 2016.
Considerando o texto e a figura acima, analise as afirmativas correlacionando-as às vias de administração de medicamentos:
I - Via em que os medicamentos administrados necessitam de dispositivos auxiliares, como agulhas e seringas, sendo esses métodos considerados invasivos, indicados quando a administração requer rápida ação.
II - Via mais utilizada, por apresentar características como a segurança, economia, além da facilidade de administração e não causar dor, porém contraindicada para pacientes que apresentam náuseas, vômitos, desacordados ou com disfagia.
III - Via que apresenta efeito local ou sistêmico, sendo que a administração é feita através da boca, na forma de nebulização ou pó inalatório para desenvolver a sua ação.
As afirmativas I, II e III correspondem a quais vias de administração de medicamentos, respectivamente?
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Em consulta, um paciente, homem, 65 anos queixa-se de dor e sensação de queimação no estômago e, nos últimos 90 dias, de frequentes engasgos. Relatou ao médico também sentir muito incômodo nas costas, mesmo depois de ter se recuperado de uma cirurgia para reparar fratura na coluna. As dores nunca cessaram completamente, por isso, necessita se automedicar constantemente com analgésicos e anti-inflamatórios como nimesulida e ibuprofeno para aliviar o desconforto. Nega uso de bebidas alcoólicas e tabagismo. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados:
Quadro 1: Resultado de exames laboratoriais.
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Hemograma: Verificou-se diminuição do número de hemácias, valores de hemoglobina próximos aos limites inferiores e discreta hipocromia. Fezes: A pesquisa de hemoglobina humana nas fezes foi positiva pelo método imunocromatográfico. Perfil Lipídico: sem alterações. Perfil Glicêmico: Glicemia em jejum de 128 mg/dL (VR: < 100 mg/dL). Hemoglobina glicosilada de 6,6% (Valor de referência: < 5,7%. |
(Fonte: Dados do autor, Alvarenga, Felipe A. 2019.)
A partir da análise dos resultados associada aos dados clínicos do paciente, pode-se afirmar que:
I - o uso de anti-inflamatórios não esteroidais de forma crônica pode ser a provável causa do desconforto gastrintestinal e anemia, pois esses fármacos por inibirem a COX-1, impedem a síntese de prostaglandinas gástricas, que servem como agente citoprotetores da mucosa gástrica.
II - A presença de sangue nas fezes pela metodologia empregada é inequívoca corroborando para elucidar a ocorrência de sangramento gastrintestinal.
III - O resultado do perfil glicêmico sugere a presença de Diabetes mellitus, porém, a hemoglobina glicosilada revela que os níveis glicêmicos estão dentro das metas de controle metabólico de acordo com sociedades científicas de diabetes.
IV - A anemia apresentada pelo paciente associa-se à perda de sangue evidenciada no exame de fezes, provavelmente devido à lesão gástrica. Essa lesão no sistema digestório corresponde a um efeito adverso devido ao uso crônico e/ou indiscriminado de AINES que são inibidores seletivos da COX 2.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas:
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Um paciente de 42 anos, IMC 32 kg/m2 (Eutrófico: 20 a 24,9kg/m2), realizou exames laboratoriais a pedido médico, devido a apresentar quadro de cefaleia, náusea, vômitos, hiporexia, dor epigástrica e no hipocôndrio direito. Relata evacuação de fezes esbranquiçadas com muco e sangue. Observe os resultados dos exames laboratoriais descritos abaixo.
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Exame |
Resultado |
Valor de referência |
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Glicemia em jejum |
167 mg/dL |
< 100 mg/dL |
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Triglicerídeos |
545 mg/dL |
< 150 mg/dL |
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Colesterol total |
242 mg/dL |
< 200 mg/dL |
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Amilase |
1600 U/L |
< 160 U/L |
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Lipase |
1463 U/L |
< 140 U/L |
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Proteína C reativa |
96 mg/dL |
< 6 mg/dL |
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ALT / TGP |
66 U/L |
< 38 U/L |
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AST / TGO |
57 U/L |
< 42 U/L |
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Gama Glutamil Transferase (GGT) |
198 U/L |
< 40 U/L |
Fonte: Alvarenga, Felipe Q. Dados do autor, 2020.
Com base nos resultados, é possível inferir que:
I - O paciente em questão apresenta dislipidemia mista, hiperglicemia e processo inflamatório agudo, este evidenciado pelo aumento da proteína C reativa.
II - Os valores aumentados de amilase e lipase podem justificar a ocorrência de sintomas como enjoos, hiporexia e dor epigástrica devido à possibilidade de existência de um processo inflamatório no pâncreas.
III - O relato de ocorrência de evacuação de fezes esbranquiçadas pode ser um sinal de alerta para investigação de problemas relacionados à drenagem do sistema biliar, pâncreas e fígado.
IV - A glicemia alterada do paciente em questão é resultante da destruição autoimune das células beta pancreáticas devido ao processo inflamatório detectado no pâncreas.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Silêncio, por favor
O ambiente é tenso. Hád muitas vozes, sons artificiais, timbres monótonos, ruídos irritantes. Hád barulhos e alertas. Também há o estrondo das redes sociais. Estamos imersos no caos sonoro. E mesmo quando procuramos lugares “silenciosos”e, levamos o barulho conosco. Aliásb, quem hoje sai de casa sem celular? Quem caminha no parque sem fones de ouvido?
Se acaso você sec entristeceu com esse cenário,a você pode estar pouco acompanhado. Há um contingente enorme de pessoas que prefere assim. Para esses o silêncio não é fácil. Precisam da confusão e do barulho, precisam falar e ouvir permanentemente, são prisioneiros do ruído físico e mental. E quem não aprecia esse cenário está na contramão. Tudo evolui no sentido contrário ao silêncio. Como se não bastasse o acesso fácil a todas as músicas do mundo, agora há os podcasts. A introspecção e a quietude necessária para ler um livro está perdendo terreno para os audiobooks. Hoje o silêncio é cada vez mais raro, uma espécie de luxo.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/silencio-por-favor/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Sobre a organização sintática do texto, assinale a alternativa CORRETA.
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Slow content: por um conteúdo desacelerado
[...] A pressa entrou por uma porta e o prazer saiu pela outra. Não há tempo para elaborar, nem para usufruir verdadeiramente. Usufruir, palavra linda, de origem latina que nasce da combinação de desfrutar e uso. Pela necessidade de sermos rápidos, na maioria das vezes, apenas usamos e deixamos de desfrutar, tirar real proveito. A velocidade mata o que valorizamos na essência.
Tudo isso também diz respeito à produção de conteúdo. As receitas que dizem o quanto você deve publicar por dia, a multiplicação dos posts, as regras impostas por algoritmos não podem ser maiores que o seu prazer de criar e de partilhar. Como quem prepara um almoço de domingo, sabendo que não é sobre o horário que a comida estará na mesa e sim sobre sua felicidade em prepará-la e a oportunidade de oferecê-la às pessoas que se reúnem ao redor dela. Faça no seu tempo e apenas garanta que o que você produz está alinhado com o que você quer realmente fazer e oferecer. Importa menos a velocidade e mais a direção [...]
Disponível em: https://vidasimples.co/transformar/page/2/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Considerando o trecho “Como quem prepara um almoço de domingo [...]”, o elemento que o autor compara metaforicamente a “um almoço de domingo” é
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Sobre as coisas importantes
Já se vão seis meses desde que a pandemia nos fixou dentro de casa. A rotina que antes exigia movimentação e deslocamento, passou a pedir planejamento dentro de limites muito bem definidos. A casa passou a ser a fronteira da responsabilidade e o lugar seguro. Fomos impulsionados a olhar para ela com olhos de quem olha para um lar. A transformar o lugar de passagem do dia a dia em meio a tantas obrigações, em lugar de permanência. Uma oportunidade preciosa de observá-lo e pensar se ele nos representa.
A casa onde moramos diz muito – senão quase tudo – sobre nós. Como dividimos os ambientes, que cor têm as paredes, se entra luz natural. Que espaço ocupamos, que espaço usamos, que objetos expomos. Diz muito sobre o que consumimos, como nos alimentamos, sobre nossas prioridades.
Durante os meses de quarentena, afinal, no contato íntimo com cada uma das particularidades desse lugar, tivemos a chance de observar o que escolhemos colocar para dentro de nossas vidas, o que escolhemos consumir, como convivemos em família – se é que convivemos. Sorte de quem aproveitou essa chance. Transformar essa experiência desafiadora do isolamento em aprendizado é o pulo do gato.
Disponível em: https://vidasimples.co/conviver/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Da afirmativa da autora “A casa passou a ser a fronteira da responsabilidade e o lugar seguro.”, infere-se que o ato de ficar em casa representa:
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Sobre as coisas importantes
Já se vão seis meses desde que a pandemia nos fixou dentro de casa. A rotina que antes exigia movimentação e deslocamento, passou a pedir planejamento dentro de limites muito bem definidos. A casa passou a ser a fronteira da responsabilidade e o lugar seguro. Fomos impulsionados a olhar para ela com olhos de quem olha para um lar. A transformar o lugar de passagem do dia a dia em meio a tantas obrigações, em lugar de permanência. Uma oportunidade preciosa de observá-lo e pensar se ele nos representa.
A casa onde moramos diz muitoa – senão quase tudo – sobre nós. Como dividimos os ambientes, que cor têm as paredes, se entra luz natural. Que espaço ocupamosb, que espaço usamos, que objetos expomos. Diz muito sobre o que consumimosc, como nos alimentamos, sobre nossas prioridades.
Durante os meses de quarentena, afinal, no contato íntimo com cada uma das particularidades desse lugar, tivemos a chance de observar o que escolhemos colocar para dentro de nossas vidas, o que escolhemos consumir, como convivemos em família – se é que convivemose. Sorte de quem aproveitou essa chance. Transformar essa experiência desafiadora do isolamento em aprendizado é o pulo do gatod.
Disponível em: https://vidasimples.co/conviver/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
A alternativa que apresenta uma ressalva da autora em relação a uma afirmativa que ela própria faz é:
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Uma das opções de restauração de arquivos disponíveis no Windows 10 é lista de versões anteriores disponíveis do arquivo ou pasta. A lista incluirá os arquivos salvos em um backup (se você está usando o Backup do Windows para fazer backup de seus arquivos), bem como os pontos de restauração, se ambos estiverem disponíveis.

https://support.content.office.net/pt-br/media/a4cb8a5f-8bc1-4988-a546-4e0de6c0de7c.jpg
Sobre os procedimentos de restauração das versões anteriores de arquivo, marque a alternativa CORRETA.
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Você pode utilizar a barra de tarefas de forma a personalizá-la de várias maneiras: alterar a cor e o tamanho, fixar seus aplicativos favoritos nele, movê-lo em sua tela e reorganizar ou reorganizar botões da barra de tarefas. Entre os vários itens padrão disponíveis para personalização da barra de tarefas do Windows 10, marque a alternativa CORRETA.
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As Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) recomendam aos pacientes portadores de Diabetes Mellitus a mudança em seu estilo de vida, adotando dietas mais salutares e abandono do sedentarismo para impedir o avanço da doença, dessa forma, os agravos de saúde decorrentes dessa síndrome regrediriam. Fármacos também são indicados objetivando-se o controle da doença, podendo ser utilizados em monoterapias ou em terapias combinadas.
(Fonte: SBD, 2020 – Adaptado).
Os esquemas farmacoterapêuticos descritos abaixo são úteis para o efetivo controle do Diabetes Mellitus. Analiseos.
I - Em pacientes adultos, obesos, recentemente diagnosticados com Diabetes Mellitus Tipo 2, que apresentam resistência periférica à insulina, a metformina é a droga mais utilizada em monoterapia. A metformina tem efeito antihiperglicemiante, reduzindo a produção hepática de glicose, além de ação sensibilizadora periférica mais discreta. É a primeira opção de tratamento, quando o paciente não apresenta contraindicação.
PORQUE
II – A Pacientes com a glicemia inferior a 200 mg/dL, com sintomas leves ou ausentes do diabetes (sem a presença de outras doenças agudas concomitantes), estão indicados os medicamentos que não promovam aumento da secreção de insulina, principalmente se o paciente for obeso. No caso de intolerância à metformina (primeira opção terapêutica), as preparações de ação prolongada podem ser úteis diminuindo a incidência de efeitos gastrintestinais.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA.
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