Foram encontradas 40 questões.
A fluência leitora envolve a articulação entre precisão,
ritmo e expressividade na leitura em voz alta, articulada à
compreensão do texto. Pesquisas recentes indicam que
leitores fluentes não apenas reconhecem palavras com
automatismo, mas conseguem integrar essa habilidade
ao processamento de sentidos, ajustando a leitura às
características do texto e aos objetivos comunicativos,
em um processo que relaciona desempenho oral e
construção de significado (RASINSKI, 2017).
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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A estilística investiga os recursos expressivos da língua e
os efeitos de sentido produzidos pelas escolhas
linguísticas feitas pelo enunciador em determinado
contexto. Estudos contemporâneos destacam que
aspectos como seleção lexical, construções sintáticas,
marcas de subjetividade e variações de tom contribuem
para a construção do estilo e para a interpretação do
texto, sem se dissociarem das condições de produção e
da intenção comunicativa (FIORIN, 2018).
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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A linguagem oral compreende práticas discursivas
ancoradas na interação social, enquanto a oralidade
envolve usos situados da fala em diferentes contextos
culturais, e a oralização refere-se à realização vocal de
textos escritos, sem que isso implique, necessariamente,
características da fala espontânea. Estudos recentes
destacam que a distinção entre esses conceitos é
fundamental para o ensino da língua, pois permite
compreender a diversidade dos usos da modalidade oral
e evitar a redução da fala a mera transposição do escrito
(ANTUNES, 2020).
De acordo com o TEXTO-BASE, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o TEXTO-BASE, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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A escrita não se reduz ao domínio técnico da língua, mas
envolve escolhas conscientes, planejamento, revisão e
adequação às condições de produção do texto. Para
autores que investigam os processos de escrita, o
escritor competente mobiliza estratégias cognitivas e
discursivas, ajusta sua linguagem ao interlocutor e ao
objetivo comunicativo e revê constantemente o próprio
texto, compreendendo a escrita como prática social
situada e dinâmica (BAZERMAN, 2015).
O ato de escrever envolve decisões que ultrapassam a correção gramatical, relacionando-se às intenções do autor, às condições de circulação do texto e à interação com o leitor.
O ato de escrever envolve decisões que ultrapassam a correção gramatical, relacionando-se às intenções do autor, às condições de circulação do texto e à interação com o leitor.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os preocupantes efeitos de longo prazo da pandemia
que agora estão sendo observados nas crianças
A professora de pré-escola Rebekah Underwood
percebe diferenças claras na turma de 2025 em
comparação às crianças que ensinava antes da
pandemia de covid-19. Alunos de cinco e seis anos
demonstram maior cautela física, com dificuldades para
pular, dar cambalhotas ou escalar. Esse comportamento
chama a atenção por contrastar com gerações anteriores
e levanta a hipótese de que a restrição à exploração ao
ar livre, vivida quando eram bebês, tenha influenciado
seu desenvolvimento motor e a confiança corporal.
Em março de 2020, o fechamento das escolas em todo o
mundo alterou profundamente a rotina de mais de dois
bilhões de crianças e jovens. O confinamento
prolongado, o ensino remoto e a substituição da
convivência presencial por interações mediadas por telas
romperam o ritmo cotidiano da infância. Experiências
importantes — esportes, brincadeiras coletivas e eventos
escolares — foram interrompidas, e muitos alunos passaram meses ou até mais de um ano sem contato
presencial com colegas.
Pesquisadores observam que essas interrupções
deixaram marcas no comportamento, na saúde mental,
nas habilidades sociais e na aprendizagem. Crianças
pequenas passaram a apresentar maior sensibilidade a
estímulos sonoros e visuais, além de dificuldades em
ambientes barulhentos e caóticos. Em algumas escolas,
atividades práticas, como aulas de música, precisaram
ser suspensas e depois reintroduzidas gradualmente,
devido à sobrecarga sensorial vivida pelos alunos.
Estudos recentes indicam que bebês que passaram os
primeiros meses de vida durante os confinamentos
apresentam vocabulário mais restrito e dificuldades em
habilidades cognitivas mais complexas. A redução das
interações sociais e da diversidade de estímulos em
espaços públicos é apontada como fator relevante, já
que os primeiros anos são decisivos para o
desenvolvimento da comunicação e das funções
executivas.
Na área educacional, estima-se que cerca de quase dois
bilhões de estudantes tenham sido prejudicados.
Relatórios internacionais apontam perdas expressivas de
aprendizagem, sobretudo em matemática, mais intensas
entre alunos de famílias de baixa renda e grupos
marginalizados. Essas defasagens mostraram-se
persistentes mesmo após a reabertura das escolas e se
recuperam de forma desigual, ampliando disparidades
educacionais e gerando impactos econômicos de longo
prazo.
Além da educação, pesquisas identificaram aumento da
obesidade infantil e maior incidência de ansiedade,
depressão e problemas comportamentais. Por outro lado,
alguns estudos registram melhora na maturidade
emocional, possivelmente relacionada à exposição
precoce a adversidades e a temas complexos durante a
pandemia, o que pode ter acelerado certos aspectos do
amadurecimento psicológico.
Especialistas alertam que, sem ações coordenadas entre
políticas públicas, famílias e escolas, as consequências
negativas se prolongarão ao longo dos anos. Ainda
assim, Underwood observa sinais de avanço em sua
turma mais recente: as crianças demonstram maior
disposição para atividades físicas, retomam brincadeiras
com mais confiança e participam melhor das aulas de
música, embora o desenvolvimento socioemocional
continue a exigir acompanhamento atento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e4xxd02xlo.adaptado.
De acordo com as regras de regência verbal, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os preocupantes efeitos de longo prazo da pandemia
que agora estão sendo observados nas crianças
A professora de pré-escola Rebekah Underwood
percebe diferenças claras na turma de 2025 em
comparação às crianças que ensinava antes da
pandemia de covid-19. Alunos de cinco e seis anos
demonstram maior cautela física, com dificuldades para
pular, dar cambalhotas ou escalar. Esse comportamento
chama a atenção por contrastar com gerações anteriores
e levanta a hipótese de que a restrição à exploração ao
ar livre, vivida quando eram bebês, tenha influenciado
seu desenvolvimento motor e a confiança corporal.
Em março de 2020, o fechamento das escolas em todo o
mundo alterou profundamente a rotina de mais de dois
bilhões de crianças e jovens. O confinamento
prolongado, o ensino remoto e a substituição da
convivência presencial por interações mediadas por telas
romperam o ritmo cotidiano da infância. Experiências
importantes — esportes, brincadeiras coletivas e eventos
escolares — foram interrompidas, e muitos alunos passaram meses ou até mais de um ano sem contato
presencial com colegas.
Pesquisadores observam que essas interrupções
deixaram marcas no comportamento, na saúde mental,
nas habilidades sociais e na aprendizagem. Crianças
pequenas passaram a apresentar maior sensibilidade a
estímulos sonoros e visuais, além de dificuldades em
ambientes barulhentos e caóticos. Em algumas escolas,
atividades práticas, como aulas de música, precisaram
ser suspensas e depois reintroduzidas gradualmente,
devido à sobrecarga sensorial vivida pelos alunos.
Estudos recentes indicam que bebês que passaram os
primeiros meses de vida durante os confinamentos
apresentam vocabulário mais restrito e dificuldades em
habilidades cognitivas mais complexas. A redução das
interações sociais e da diversidade de estímulos em
espaços públicos é apontada como fator relevante, já
que os primeiros anos são decisivos para o
desenvolvimento da comunicação e das funções
executivas.
Na área educacional, estima-se que cerca de quase dois
bilhões de estudantes tenham sido prejudicados.
Relatórios internacionais apontam perdas expressivas de
aprendizagem, sobretudo em matemática, mais intensas
entre alunos de famílias de baixa renda e grupos
marginalizados. Essas defasagens mostraram-se
persistentes mesmo após a reabertura das escolas e se
recuperam de forma desigual, ampliando disparidades
educacionais e gerando impactos econômicos de longo
prazo.
Além da educação, pesquisas identificaram aumento da
obesidade infantil e maior incidência de ansiedade,
depressão e problemas comportamentais. Por outro lado,
alguns estudos registram melhora na maturidade
emocional, possivelmente relacionada à exposição
precoce a adversidades e a temas complexos durante a
pandemia, o que pode ter acelerado certos aspectos do
amadurecimento psicológico.
Especialistas alertam que, sem ações coordenadas entre
políticas públicas, famílias e escolas, as consequências
negativas se prolongarão ao longo dos anos. Ainda
assim, Underwood observa sinais de avanço em sua
turma mais recente: as crianças demonstram maior
disposição para atividades físicas, retomam brincadeiras
com mais confiança e participam melhor das aulas de
música, embora o desenvolvimento socioemocional
continue a exigir acompanhamento atento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e4xxd02xlo.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os preocupantes efeitos de longo prazo da pandemia
que agora estão sendo observados nas crianças
A professora de pré-escola Rebekah Underwood
percebe diferenças claras na turma de 2025 em
comparação às crianças que ensinava antes da
pandemia de covid-19. Alunos de cinco e seis anos
demonstram maior cautela física, com dificuldades para
pular, dar cambalhotas ou escalar. Esse comportamento
chama a atenção por contrastar com gerações anteriores
e levanta a hipótese de que a restrição à exploração ao
ar livre, vivida quando eram bebês, tenha influenciado
seu desenvolvimento motor e a confiança corporal.
Em março de 2020, o fechamento das escolas em todo o
mundo alterou profundamente a rotina de mais de dois
bilhões de crianças e jovens. O confinamento
prolongado, o ensino remoto e a substituição da
convivência presencial por interações mediadas por telas
romperam o ritmo cotidiano da infância. Experiências
importantes — esportes, brincadeiras coletivas e eventos
escolares — foram interrompidas, e muitos alunos passaram meses ou até mais de um ano sem contato
presencial com colegas.
Pesquisadores observam que essas interrupções
deixaram marcas no comportamento, na saúde mental,
nas habilidades sociais e na aprendizagem. Crianças
pequenas passaram a apresentar maior sensibilidade a
estímulos sonoros e visuais, além de dificuldades em
ambientes barulhentos e caóticos. Em algumas escolas,
atividades práticas, como aulas de música, precisaram
ser suspensas e depois reintroduzidas gradualmente,
devido à sobrecarga sensorial vivida pelos alunos.
Estudos recentes indicam que bebês que passaram os
primeiros meses de vida durante os confinamentos
apresentam vocabulário mais restrito e dificuldades em
habilidades cognitivas mais complexas. A redução das
interações sociais e da diversidade de estímulos em
espaços públicos é apontada como fator relevante, já
que os primeiros anos são decisivos para o
desenvolvimento da comunicação e das funções
executivas.
Na área educacional, estima-se que cerca de quase dois
bilhões de estudantes tenham sido prejudicados.
Relatórios internacionais apontam perdas expressivas de
aprendizagem, sobretudo em matemática, mais intensas
entre alunos de famílias de baixa renda e grupos
marginalizados. Essas defasagens mostraram-se
persistentes mesmo após a reabertura das escolas e se
recuperam de forma desigual, ampliando disparidades
educacionais e gerando impactos econômicos de longo
prazo.
Além da educação, pesquisas identificaram aumento da
obesidade infantil e maior incidência de ansiedade,
depressão e problemas comportamentais. Por outro lado,
alguns estudos registram melhora na maturidade
emocional, possivelmente relacionada à exposição
precoce a adversidades e a temas complexos durante a
pandemia, o que pode ter acelerado certos aspectos do
amadurecimento psicológico.
Especialistas alertam que, sem ações coordenadas entre
políticas públicas, famílias e escolas, as consequências
negativas se prolongarão ao longo dos anos. Ainda
assim, Underwood observa sinais de avanço em sua
turma mais recente: as crianças demonstram maior
disposição para atividades físicas, retomam brincadeiras
com mais confiança e participam melhor das aulas de
música, embora o desenvolvimento socioemocional
continue a exigir acompanhamento atento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e4xxd02xlo.adaptado.
De acordo com a classificação do período, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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Os preocupantes efeitos de longo prazo da pandemia
que agora estão sendo observados nas crianças
A professora de pré-escola Rebekah Underwood
percebe diferenças claras na turma de 2025 em
comparação às crianças que ensinava antes da
pandemia de covid-19. Alunos de cinco e seis anos
demonstram maior cautela física, com dificuldades para
pular, dar cambalhotas ou escalar. Esse comportamento
chama a atenção por contrastar com gerações anteriores
e levanta a hipótese de que a restrição à exploração ao
ar livre, vivida quando eram bebês, tenha influenciado
seu desenvolvimento motor e a confiança corporal.
Em março de 2020, o fechamento das escolas em todo o
mundo alterou profundamente a rotina de mais de dois
bilhões de crianças e jovens. O confinamento
prolongado, o ensino remoto e a substituição da
convivência presencial por interações mediadas por telas
romperam o ritmo cotidiano da infância. Experiências
importantes — esportes, brincadeiras coletivas e eventos
escolares — foram interrompidas, e muitos alunos passaram meses ou até mais de um ano sem contato
presencial com colegas.
Pesquisadores observam que essas interrupções
deixaram marcas no comportamento, na saúde mental,
nas habilidades sociais e na aprendizagem. Crianças
pequenas passaram a apresentar maior sensibilidade a
estímulos sonoros e visuais, além de dificuldades em
ambientes barulhentos e caóticos. Em algumas escolas,
atividades práticas, como aulas de música, precisaram
ser suspensas e depois reintroduzidas gradualmente,
devido à sobrecarga sensorial vivida pelos alunos.
Estudos recentes indicam que bebês que passaram os
primeiros meses de vida durante os confinamentos
apresentam vocabulário mais restrito e dificuldades em
habilidades cognitivas mais complexas. A redução das
interações sociais e da diversidade de estímulos em
espaços públicos é apontada como fator relevante, já
que os primeiros anos são decisivos para o
desenvolvimento da comunicação e das funções
executivas.
Na área educacional, estima-se que cerca de quase dois
bilhões de estudantes tenham sido prejudicados.
Relatórios internacionais apontam perdas expressivas de
aprendizagem, sobretudo em matemática, mais intensas
entre alunos de famílias de baixa renda e grupos
marginalizados. Essas defasagens mostraram-se
persistentes mesmo após a reabertura das escolas e se
recuperam de forma desigual, ampliando disparidades
educacionais e gerando impactos econômicos de longo
prazo.
Além da educação, pesquisas identificaram aumento da
obesidade infantil e maior incidência de ansiedade,
depressão e problemas comportamentais. Por outro lado,
alguns estudos registram melhora na maturidade
emocional, possivelmente relacionada à exposição
precoce a adversidades e a temas complexos durante a
pandemia, o que pode ter acelerado certos aspectos do
amadurecimento psicológico.
Especialistas alertam que, sem ações coordenadas entre
políticas públicas, famílias e escolas, as consequências
negativas se prolongarão ao longo dos anos. Ainda
assim, Underwood observa sinais de avanço em sua
turma mais recente: as crianças demonstram maior
disposição para atividades físicas, retomam brincadeiras
com mais confiança e participam melhor das aulas de
música, embora o desenvolvimento socioemocional
continue a exigir acompanhamento atento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e4xxd02xlo.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os preocupantes efeitos de longo prazo da pandemia
que agora estão sendo observados nas crianças
A professora de pré-escola Rebekah Underwood
percebe diferenças claras na turma de 2025 em
comparação às crianças que ensinava antes da
pandemia de covid-19. Alunos de cinco e seis anos
demonstram maior cautela física, com dificuldades para
pular, dar cambalhotas ou escalar. Esse comportamento
chama a atenção por contrastar com gerações anteriores
e levanta a hipótese de que a restrição à exploração ao
ar livre, vivida quando eram bebês, tenha influenciado
seu desenvolvimento motor e a confiança corporal.
Em março de 2020, o fechamento das escolas em todo o
mundo alterou profundamente a rotina de mais de dois
bilhões de crianças e jovens. O confinamento
prolongado, o ensino remoto e a substituição da
convivência presencial por interações mediadas por telas
romperam o ritmo cotidiano da infância. Experiências
importantes — esportes, brincadeiras coletivas e eventos
escolares — foram interrompidas, e muitos alunos passaram meses ou até mais de um ano sem contato
presencial com colegas.
Pesquisadores observam que essas interrupções
deixaram marcas no comportamento, na saúde mental,
nas habilidades sociais e na aprendizagem. Crianças
pequenas passaram a apresentar maior sensibilidade a
estímulos sonoros e visuais, além de dificuldades em
ambientes barulhentos e caóticos. Em algumas escolas,
atividades práticas, como aulas de música, precisaram
ser suspensas e depois reintroduzidas gradualmente,
devido à sobrecarga sensorial vivida pelos alunos.
Estudos recentes indicam que bebês que passaram os
primeiros meses de vida durante os confinamentos
apresentam vocabulário mais restrito e dificuldades em
habilidades cognitivas mais complexas. A redução das
interações sociais e da diversidade de estímulos em
espaços públicos é apontada como fator relevante, já
que os primeiros anos são decisivos para o
desenvolvimento da comunicação e das funções
executivas.
Na área educacional, estima-se que cerca de quase dois
bilhões de estudantes tenham sido prejudicados.
Relatórios internacionais apontam perdas expressivas de
aprendizagem, sobretudo em matemática, mais intensas
entre alunos de famílias de baixa renda e grupos
marginalizados. Essas defasagens mostraram-se
persistentes mesmo após a reabertura das escolas e se
recuperam de forma desigual, ampliando disparidades
educacionais e gerando impactos econômicos de longo
prazo.
Além da educação, pesquisas identificaram aumento da
obesidade infantil e maior incidência de ansiedade,
depressão e problemas comportamentais. Por outro lado,
alguns estudos registram melhora na maturidade
emocional, possivelmente relacionada à exposição
precoce a adversidades e a temas complexos durante a
pandemia, o que pode ter acelerado certos aspectos do
amadurecimento psicológico.
Especialistas alertam que, sem ações coordenadas entre
políticas públicas, famílias e escolas, as consequências
negativas se prolongarão ao longo dos anos. Ainda
assim, Underwood observa sinais de avanço em sua
turma mais recente: as crianças demonstram maior
disposição para atividades físicas, retomam brincadeiras
com mais confiança e participam melhor das aulas de
música, embora o desenvolvimento socioemocional
continue a exigir acompanhamento atento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e4xxd02xlo.adaptado.
De acordo com a sintaxe da oração, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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Os preocupantes efeitos de longo prazo da pandemia
que agora estão sendo observados nas crianças
A professora de pré-escola Rebekah Underwood
percebe diferenças claras na turma de 2025 em
comparação às crianças que ensinava antes da
pandemia de covid-19. Alunos de cinco e seis anos
demonstram maior cautela física, com dificuldades para
pular, dar cambalhotas ou escalar. Esse comportamento
chama a atenção por contrastar com gerações anteriores
e levanta a hipótese de que a restrição à exploração ao
ar livre, vivida quando eram bebês, tenha influenciado
seu desenvolvimento motor e a confiança corporal.
Em março de 2020, o fechamento das escolas em todo o
mundo alterou profundamente a rotina de mais de dois
bilhões de crianças e jovens. O confinamento
prolongado, o ensino remoto e a substituição da
convivência presencial por interações mediadas por telas
romperam o ritmo cotidiano da infância. Experiências
importantes — esportes, brincadeiras coletivas e eventos
escolares — foram interrompidas, e muitos alunos passaram meses ou até mais de um ano sem contato
presencial com colegas.
Pesquisadores observam que essas interrupções
deixaram marcas no comportamento, na saúde mental,
nas habilidades sociais e na aprendizagem. Crianças
pequenas passaram a apresentar maior sensibilidade a
estímulos sonoros e visuais, além de dificuldades em
ambientes barulhentos e caóticos. Em algumas escolas,
atividades práticas, como aulas de música, precisaram
ser suspensas e depois reintroduzidas gradualmente,
devido à sobrecarga sensorial vivida pelos alunos.
Estudos recentes indicam que bebês que passaram os
primeiros meses de vida durante os confinamentos
apresentam vocabulário mais restrito e dificuldades em
habilidades cognitivas mais complexas. A redução das
interações sociais e da diversidade de estímulos em
espaços públicos é apontada como fator relevante, já
que os primeiros anos são decisivos para o
desenvolvimento da comunicação e das funções
executivas.
Na área educacional, estima-se que cerca de quase dois
bilhões de estudantes tenham sido prejudicados.
Relatórios internacionais apontam perdas expressivas de
aprendizagem, sobretudo em matemática, mais intensas
entre alunos de famílias de baixa renda e grupos
marginalizados. Essas defasagens mostraram-se
persistentes mesmo após a reabertura das escolas e se
recuperam de forma desigual, ampliando disparidades
educacionais e gerando impactos econômicos de longo
prazo.
Além da educação, pesquisas identificaram aumento da
obesidade infantil e maior incidência de ansiedade,
depressão e problemas comportamentais. Por outro lado,
alguns estudos registram melhora na maturidade
emocional, possivelmente relacionada à exposição
precoce a adversidades e a temas complexos durante a
pandemia, o que pode ter acelerado certos aspectos do
amadurecimento psicológico.
Especialistas alertam que, sem ações coordenadas entre
políticas públicas, famílias e escolas, as consequências
negativas se prolongarão ao longo dos anos. Ainda
assim, Underwood observa sinais de avanço em sua
turma mais recente: as crianças demonstram maior
disposição para atividades físicas, retomam brincadeiras
com mais confiança e participam melhor das aulas de
música, embora o desenvolvimento socioemocional
continue a exigir acompanhamento atento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e4xxd02xlo.adaptado.
De acordo com a sintaxe de concordância nominal, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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