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Foram encontradas 60 questões.

Não obstante as variações que as abordagens de diferentes autores possam ostentar, a metodologia de análise ergonômica do trabalho se distingue por comportar algumas etapas, como
 

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Leia o texto para responder à questão.

É inegável que os novos meios de comunicação facilitam a vida, ao acelerar os contatos e a colaboração entre pessoas de regiões e continentes distantes. No entanto, isso não se dá sem consequências para o cérebro. A internet, as mensagens instantâneas e o correio eletrônico obedecem a um tempo virtual, um tempo acelerado, descolado e diferente do tempo do mundo real. Este se desenrola de forma mais lenta. É o tempo ao qual o cérebro se adaptou para desenvolver suas funções cognitivas ao longo da evolução da nossa espécie.

Não é apenas a velocidade dos novos meios digitais que estimula e impacta o cérebro. A multiplicidade de tarefas que realizamos ao mesmo tempo graças aos meios digitais também cobra um preço das funções cognitivas: adaptar-se ao tempo acelerado do mundo virtual.

Essa adaptação do cérebro a um acelerado mundo multitarefa é tão mais fácil e mais rápida quanto mais jovens somos. Não por acaso, as crianças e adolescentes que nasceram e cresceram fazendo uso das novas tecnologias têm mais facilidade para processar e fazer uso do volume crescente de informação da nossa civilização tecnológica.

A capacidade do cérebro das crianças e adolescentes para se adaptar a um mundo com múltiplas tarefas também tem custo: a dificuldade de concentração. Há estudiosos que se apressam em enxergar nessa dificuldade uma primeira evidência dos malefícios cognitivos da era da informação. Enxergam aí a raiz para o que consideram o efeito emburrecedor da internet sobre os adolescentes. É uma conclusão apressada. Ainda é muito cedo para sabermos quais serão as alternativas cerebrais e cognitivas que o atual dilúvio de informações produzirá no cérebro humano.

O ser humano de nossa civilização tecnológica é estimulado a desenvolver e usar funções cerebrais mais complexas e sofisticadas que as exigidas no passado – e por lapsos de tempo mais prolongados. Até o momento, graças à incrível capacidade de adaptação do nosso cérebro, o Homo sapiens tem conseguido responder às pressões do meio, sejam elas provenientes do mundo real ou do mundo virtual. Estamos ficando cada vez mais inteligentes, – não o contrário. Nada indica que esse processo atingiu seu limite. Não sabemos qual será esse limite nem se ele existe.

(Antonio Damásio, Época, 31.10.2011. Adaptado)

Considere o trecho – É o tempo ao qual o cérebro se adaptou para desenvolver suas funções cognitivas ao longo da evolução da nossa espécie. – para responder à questão.

A expressão “ao qual”, no contexto, pode ser substituída por:

 

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A instalação e a operação da serra circular não podem prescindir de medidas de prevenção de acidentes específicas, como
 

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Foi realizado um levantamento da idade, em anos completos, em uma fila para atendimento de clientes em um banco. Os resultados são os mostrados na tabela a seguir.

Idade
(anos completos)
Número de pessoas
25 2
28 4
32 3
33 5
40 6

A média aritmética ponderada da idade aproximada dos clientes que participaram desse levantamento, em anos completos, é

 

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Leia o texto para responder à questão.

É inegável que os novos meios de comunicação facilitam a vida, ao acelerar os contatos e a colaboração entre pessoas de regiões e continentes distantes. No entanto, isso não se dá sem consequências para o cérebro. A internet, as mensagens instantâneas e o correio eletrônico obedecem a um tempo virtual, um tempo acelerado, descolado e diferente do tempo do mundo real. Este se desenrola de forma mais lenta. É o tempo ao qual o cérebro se adaptou para desenvolver suas funções cognitivas ao longo da evolução da nossa espécie.

Não é apenas a velocidade dos novos meios digitais que estimula e impacta o cérebro. A multiplicidade de tarefas que realizamos ao mesmo tempo graças aos meios digitais também cobra um preço das funções cognitivas: adaptar-se ao tempo acelerado do mundo virtual.

Essa adaptação do cérebro a um acelerado mundo multitarefa é tão mais fácil e mais rápida quanto mais jovens somos. Não por acaso, as crianças e adolescentes que nasceram e cresceram fazendo uso das novas tecnologias têm mais facilidade para processar e fazer uso do volume crescente de informação da nossa civilização tecnológica.

A capacidade do cérebro das crianças e adolescentes para se adaptar a um mundo com múltiplas tarefas também tem custo: a dificuldade de concentração. Há estudiosos que se apressam em enxergar nessa dificuldade uma primeira evidência dos malefícios cognitivos da era da informação. Enxergam aí a raiz para o que consideram o efeito emburrecedor da internet sobre os adolescentes. É uma conclusão apressada. Ainda é muito cedo para sabermos quais serão as alternativas cerebrais e cognitivas que o atual dilúvio de informações produzirá no cérebro humano.

O ser humano de nossa civilização tecnológica é estimulado a desenvolver e usar funções cerebrais mais complexas e sofisticadas que as exigidas no passado – e por lapsos de tempo mais prolongados. Até o momento, graças à incrível capacidade de adaptação do nosso cérebro, o Homo sapiens tem conseguido responder às pressões do meio, sejam elas provenientes do mundo real ou do mundo virtual. Estamos ficando cada vez mais inteligentes, – não o contrário. Nada indica que esse processo atingiu seu limite. Não sabemos qual será esse limite nem se ele existe.

(Antonio Damásio, Época, 31.10.2011. Adaptado)

Os verbos em destaque em – A capacidade do cérebro para se adaptar a um mundo com múltiplas tarefas também tem custo.../ Ainda é muito cedo para sabermos quais serão as alternativas cerebrais e cognitivas que o atual dilúvio de informações produzirá no cérebro humano – estão, correta e respectivamente, substituídos, de acordo com a norma culta, em

 

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Leia o texto para responder à questão.

É inegável que os novos meios de comunicação facilitam a vida, ao acelerar os contatos e a colaboração entre pessoas de regiões e continentes distantes. No entanto, isso não se dá sem consequências para o cérebro. A internet, as mensagens instantâneas e o correio eletrônico obedecem a um tempo virtual, um tempo acelerado, descolado e diferente do tempo do mundo real. Este se desenrola de forma mais lenta. É o tempo ao qual o cérebro se adaptou para desenvolver suas funções cognitivas ao longo da evolução da nossa espécie.

Não é apenas a velocidade dos novos meios digitais que estimula e impacta o cérebro. A multiplicidade de tarefas que realizamos ao mesmo tempo graças aos meios digitais também cobra um preço das funções cognitivas: adaptar-se ao tempo acelerado do mundo virtual.

Essa adaptação do cérebro a um acelerado mundo multitarefa é tão mais fácil e mais rápida quanto mais jovens somos. Não por acaso, as crianças e adolescentes que nasceram e cresceram fazendo uso das novas tecnologias têm mais facilidade para processar e fazer uso do volume crescente de informação da nossa civilização tecnológica.

A capacidade do cérebro das crianças e adolescentes para se adaptar a um mundo com múltiplas tarefas também tem custo: a dificuldade de concentração. Há estudiosos que se apressam em enxergar nessa dificuldade uma primeira evidência dos malefícios cognitivos da era da informação. Enxergam aí a raiz para o que consideram o efeito emburrecedor da internet sobre os adolescentes. É uma conclusão apressada. Ainda é muito cedo para sabermos quais serão as alternativas cerebrais e cognitivas que o atual dilúvio de informações produzirá no cérebro humano.

O ser humano de nossa civilização tecnológica é estimulado a desenvolver e usar funções cerebrais mais complexas e sofisticadas que as exigidas no passado – e por lapsos de tempo mais prolongados. Até o momento, graças à incrível capacidade de adaptação do nosso cérebro, o Homo sapiens tem conseguido responder às pressões do meio, sejam elas provenientes do mundo real ou do mundo virtual. Estamos ficando cada vez mais inteligentes, – não o contrário. Nada indica que esse processo atingiu seu limite. Não sabemos qual será esse limite nem se ele existe.

(Antonio Damásio, Época, 31.10.2011. Adaptado)

Lendo-se o trecho em destaque, no primeiro parágrafo, conclui-se que

 

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Leia o poema de Mário Quintana, para responder à questão.

Seiscentos e sessenta e seis

A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas: há tempo...
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, passaram 60 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
E se me dessem – um dia, outra oportunidade,

eu nem olhava o relógio.
seguia sempre em frente...

e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

A conjunção “E” em – E se me dessem – um dia, outra oportunidade – expressa, no contexto, sentido de

 

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Existem atividades profissionais nas quais os trabalhadores são expostos a altas pressões, sendo que esse tipo de condição de trabalho traz implicações para a segurança e a saúde dos trabalhadores. A esse respeito, é correto afirmar que:
 

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Um determinado ambiente de trabalho tem sua atmosfera contaminada por quatro diferentes agentes tóxicos X, Y, W, e Z. A quantificação dos efeitos desses agentes no organismo dos trabalhadores expostos é representada, respectivamente, pelos valores 3; 5; 2 e 4. Se considerarmos a exposição a misturas formadas por dois desses agentes e um valor representativo do possível efeito tóxico, decorrente da exposição a tais misturas, haverá
 

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Conforme a Norma Regulamentadora 33 (Segurança e saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados),
 

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