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Considere a norma-padrão da língua portuguesa para responder à questão.
Para informar os pais sobre a próxima reunião, a Direção da escola enviará a mensagem a seguir.
Senhores Pais
Dia 15 de fevereiro, ao meio-dia e ____________, faremos uma rápida reunião no pátio da escola para organizarmos a distribuição dos livros e dos uniformes.
A fim de evitar transtornos, esperamos que todos _________ na escola no horário determinado.
_________
a Direção
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
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Disciplina: Direito Sanitário
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Leia o texto para responder à questão.
É inegável que os novos meios de comunicação facilitam a vida, ao acelerar os contatos e a colaboração entre pessoas de regiões e continentes distantes. No entanto, isso não se dá sem consequências para o cérebro. A internet, as mensagens instantâneas e o correio eletrônico obedecem a um tempo virtual, um tempo acelerado, descolado e diferente do tempo do mundo real. Este se desenrola de forma mais lenta. É o tempo ao qual o cérebro se adaptou para desenvolver suas funções cognitivas ao longo da evolução da nossa espécie.
Não é apenas a velocidade dos novos meios digitais que estimula e impacta o cérebro. A multiplicidade de tarefas que realizamos ao mesmo tempo graças aos meios digitais também cobra um preço das funções cognitivas: adaptar-se ao tempo acelerado do mundo virtual.
Essa adaptação do cérebro a um acelerado mundo multitarefa é tão mais fácil e mais rápida quanto mais jovens somos. Não por acaso, as crianças e adolescentes que nasceram e cresceram fazendo uso das novas tecnologias têm mais facilidade para processar e fazer uso do volume crescente de informação da nossa civilização tecnológica.
A capacidade do cérebro das crianças e adolescentes para se adaptar a um mundo com múltiplas tarefas também tem custo: a dificuldade de concentração. Há estudiosos que se apressam em enxergar nessa dificuldade uma primeira evidência dos malefícios cognitivos da era da informação. Enxergam aí a raiz para o que consideram o efeito emburrecedor da internet sobre os adolescentes. É uma conclusão apressada. Ainda é muito cedo para sabermos quais serão as alternativas cerebrais e cognitivas que o atual dilúvio de informações produzirá no cérebro humano.
O ser humano de nossa civilização tecnológica é estimulado a desenvolver e usar funções cerebrais mais complexas e sofisticadas que as exigidas no passado – e por lapsos de tempo mais prolongados. Até o momento, graças à incrível capacidade de adaptação do nosso cérebro, o Homo sapiens tem conseguido responder às pressões do meio, sejam elas provenientes do mundo real ou do mundo virtual. Estamos ficando cada vez mais inteligentes, – não o contrário. Nada indica que esse processo atingiu seu limite. Não sabemos qual será esse limite nem se ele existe.
(Antonio Damásio, Época, 31.10.2011. Adaptado)
Observa-se emprego correto na concordância das formas verbais e no uso indicativo da crase no trecho:
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Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP

a e b em série, o equipamento b deve ser montado __________ do a.
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Leia o texto para responder à questão.
É inegável que os novos meios de comunicação facilitam a vida, ao acelerar os contatos e a colaboração entre pessoas de regiões e continentes distantes. No entanto, isso não se dá sem consequências para o cérebro. A internet, as mensagens instantâneas e o correio eletrônico obedecem a um tempo virtual, um tempo acelerado, descolado e diferente do tempo do mundo real. Este se desenrola de forma mais lenta. É o tempo ao qual o cérebro se adaptou para desenvolver suas funções cognitivas ao longo da evolução da nossa espécie.
Não é apenas a velocidade dos novos meios digitais que estimula e impacta o cérebro. A multiplicidade de tarefas que realizamos ao mesmo tempo graças aos meios digitais também cobra um preço das funções cognitivas: adaptar-se ao tempo acelerado do mundo virtual.
Essa adaptação do cérebro a um acelerado mundo multitarefa é tão mais fácil e mais rápida quanto mais jovens somos. Não por acaso, as crianças e adolescentes que nasceram e cresceram fazendo uso das novas tecnologias têm mais facilidade para processar e fazer uso do volume crescente de informação da nossa civilização tecnológica.
A capacidade do cérebro das crianças e adolescentes para se adaptar a um mundo com múltiplas tarefas também tem custo: a dificuldade de concentração. Há estudiosos que se apressam em enxergar nessa dificuldade uma primeira evidência dos malefícios cognitivos da era da informação. Enxergam aí a raiz para o que consideram o efeito emburrecedor da internet sobre os adolescentes. É uma conclusão apressada. Ainda é muito cedo para sabermos quais serão as alternativas cerebrais e cognitivas que o atual dilúvio de informações produzirá no cérebro humano.
O ser humano de nossa civilização tecnológica é estimulado a desenvolver e usar funções cerebrais mais complexas e sofisticadas que as exigidas no passado – e por lapsos de tempo mais prolongados. Até o momento, graças à incrível capacidade de adaptação do nosso cérebro, o Homo sapiens tem conseguido responder às pressões do meio, sejam elas provenientes do mundo real ou do mundo virtual. Estamos ficando cada vez mais inteligentes, – não o contrário. Nada indica que esse processo atingiu seu limite. Não sabemos qual será esse limite nem se ele existe.
(Antonio Damásio, Época, 31.10.2011. Adaptado)
O autor, em relação às consequências da aceleração do tempo virtual, assume posição
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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A questão baseia-se no texto a seguir.
Grande consumidora de recursos naturais, a construção civil gera mais de 60% de todo o resíduo sólido das cidades – na forma de entulho. Um modo de minimizar esse problema é a reciclagem, prática que permite a reutilização dos materiais e assim reduz a extração de matéria-prima, diminuindo os preços da construção. Também proporciona economia aos municípios, já que custa menos do que remover e aterrar o entulho depositado irregularmente. Apesar de a reciclagem dos resíduos de obra não exigir equipamento sofisticado, seu uso em larga escala ainda não é uma realidade.
(Arquitetura & Construção, junho de 2011)
No contexto em que está empregado, na frase final do texto, o adjetivo “sofisticado” significa
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