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Foram encontradas 50 questões.

846016 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Leia o texto para responder à questão.
Uma adolescente alemã de quinze anos de idade, morta no campo de concentração alemão de Bergen-Belsen, na Baixa Saxônia, deu rosto ao holocausto – extermínio de aproximadamente seis milhões de judeus promovido pelo regime nazista ao longo da Segunda Guerra Mundial, sob o comando de Adolf Hitler. Seu nome: Anne Frank. Ela foi assassinada em fevereiro de 1945. Se não tivesse caído nas mãos de seus algozes, na quarta-feira passada [12.06.2019], estaria comemorando noventa anos. Anne tornou-se símbolo de uma luta contra toda e qualquer tirania pelas três versões do “Diário” que deixou, já traduzidas para sessenta idiomas com mais de 40 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Para homenageá-la na data de seu aniversário, na última semana a fundação que leva o seu nome e abriga vasto acervo sobre a sua vida lançou na Holanda o livro “Obra reunida”. Trata-se, agora, não de depoimentos ou da narração do dia a dia de Anne nos cruéis tempos de guerra mas, isso sim, da compilação de textos que a mostram quando criança. Eles têm extremo valor histórico.
(Antonio Carlos Prado, “Os inéditos de Anne Frank”. IstoÉ, 19.06.2019. Adaptado)
Considere as passagens:
• Se não tivesse caído nas mãos de seus algozes, na quarta-feira passada [12.06.2019], estaria comemorando noventa anos. • Para homenageá-la na data de seu aniversário, na última semana a fundação que leva o seu nome e abriga vasto acervo sobre a sua vida lançou na Holanda o livro “Obra reunida”... • Trata-se, agora, não de depoimentos ou da narração do dia a dia de Anne nos cruéis tempos de guerra mas, isso sim, da compilação de textos que a mostram quando criança.
De acordo com Koch e Elias (2011) e Marcuschi (2008), as relações lógico-semânticas estabelecidas nos trechos são de, respectivamente:
 

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846011 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Leia a tira para responder à questão.

enunciado 846011-1

(Bill Watterson, “O melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos)
A análise linguística de expressões empregadas por Calvin identifica a presença de linguagem conotativa em:
 

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846009 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Leia a tira para responder à questão.

enunciado 846009-1

(Bill Watterson, “O melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos)
Com base nos suportes discursivos apresentados em Marcuschi (2008), a tira de Calvin tem como suporte
 

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846007 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Leia a tira para responder à questão.

enunciado 846007-1

(Bill Watterson, “O melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos)
Embora seja um texto escrito, como reproduz uma situação de oralidade, a tira incorpora algumas marcas de informalidade e de continuadores típicos da fala, a saber:
 

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846006 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Leia o texto para responder à questão.
Uma adolescente alemã de quinze anos de idade, morta no campo de concentração alemão de Bergen-Belsen, na Baixa Saxônia, deu rosto ao holocausto – extermínio de aproximadamente seis milhões de judeus promovido pelo regime nazista ao longo da Segunda Guerra Mundial, sob o comando de Adolf Hitler. Seu nome: Anne Frank. Ela foi assassinada em fevereiro de 1945. Se não tivesse caído nas mãos de seus algozes, na quarta-feira passada [12.06.2019], estaria comemorando noventa anos. Anne tornou-se símbolo de uma luta contra toda e qualquer tirania pelas três versões do “Diário” que deixou, já traduzidas para sessenta idiomas com mais de 40 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Para homenageá-la na data de seu aniversário, na última semana a fundação que leva o seu nome e abriga vasto acervo sobre a sua vida lançou na Holanda o livro “Obra reunida”. Trata-se, agora, não de depoimentos ou da narração do dia a dia de Anne nos cruéis tempos de guerra mas, isso sim, da compilação de textos que a mostram quando criança. Eles têm extremo valor histórico.
(Antonio Carlos Prado, “Os inéditos de Anne Frank”. IstoÉ, 19.06.2019. Adaptado)
Nos trechos “Uma adolescente alemã de quinze anos de idade [...] deu rosto ao holocausto...” e “Anne tornou-se símbolo de uma luta contra toda e qualquer tirania...”, considerando-se a relação que as expressões destacadas estabelecem entre si, conclui-se elas são empregadas como
 

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846004 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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No âmbito do Campo artístico-literário, trata-se de possibilitar o contato com as manifestações artísticas em geral, e, de forma particular e especial, com a arte literária e de oferecer as condições para que se possa reconhecer, valorizar e fruir essas manifestações. Está em jogo a continuidade da formação do leitor literário, com especial destaque para o desenvolvimento da fruição, de modo a evidenciar a condição estética desse tipo de leitura e de escrita. Para que a função utilitária da literatura – e da arte em geral – possa dar lugar à sua dimensão humanizadora, transformadora e mobilizadora, é preciso supor – e, portanto, garantir a formação de – um leitor-fruidor, ou seja, de um sujeito que seja capaz de se implicar na leitura dos textos, de “desvendar” suas múltiplas camadas de sentido, de responder às suas demandas e de firmar pactos de leitura. (BNCC)
Comparando os objetivos para o ensino de literatura delineados com a perspectiva de Lígia Chiappini de Moraes Leite (“Gramática e Literatura: desencontros e esperanças”, em: Geraldi, 1997), conclui-se que a literatura deve funcionar em um projeto de educação
 

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846003 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Leia a tira para responder à questão.

enunciado 846003-1

(Fernando Gonsales, “Níquel Náusea”. Folha de S.Paulo, 27.04.2019)
De acordo com a BNCC, “Em função do privilégio social e cultural dado à escrita, tendemos a tratar as outras linguagens como tratamos o linguístico – buscando a narrativa/relato/exposição, a relação com o verbal –, os elementos presentes, suas formas de combinação, sem muitas vezes prestarmos atenção em outras características das outras semioses que produzem sentido, como variações de graus de tons, ritmos, intensidades, volumes, ocupação no espaço (presente também no escrito, mas tradicionalmente pouco explorado) etc.” Com base nessas informações, é correto concluir que, no plano da semiose imagética, a combinação dos elementos na tira visa à criação do sentido de
 

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846000 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Leia a tira para responder à questão.

enunciado 846000-1

(Bill Watterson, “O melhor de Calvin”.https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos)
om base nos elementos prosódicos apresentados por Gladis Massini-Cagliari e Luiz Carlos Cagliari (“Fonética”, em Mussalim e Bentes, Vol.1, 2005), no 3º quadrinho, o aspecto fonético reproduzido na escrita com os negritos na fala do garoto e o sentido que eles denotam são, respectivamente:
 

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845999 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
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Leia o texto para responder à questão.
Uma adolescente alemã de quinze anos de idade, morta no campo de concentração alemão de Bergen-Belsen, na Baixa Saxônia, deu rosto ao holocausto – extermínio de aproximadamente seis milhões de judeus promovido pelo regime nazista ao longo da Segunda Guerra Mundial, sob o comando de Adolf Hitler. Seu nome: Anne Frank. Ela foi assassinada em fevereiro de 1945. Se não tivesse caído nas mãos de seus algozes, na quarta-feira passada [12.06.2019], estaria comemorando noventa anos. Anne tornou-se símbolo de uma luta contra toda e qualquer tirania pelas três versões do “Diário” que deixou, já traduzidas para sessenta idiomas com mais de 40 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Para homenageá-la na data de seu aniversário, na última semana a fundação que leva o seu nome e abriga vasto acervo sobre a sua vida lançou na Holanda o livro “Obra reunida”. Trata-se, agora, não de depoimentos ou da narração do dia a dia de Anne nos cruéis tempos de guerra mas, isso sim, da compilação de textos que a mostram quando criança. Eles têm extremo valor histórico.
(Antonio Carlos Prado, “Os inéditos de Anne Frank”. IstoÉ, 19.06.2019. Adaptado)
No trabalho de produção textual em sala de aula, é importante que docentes ressaltem o papel que a pontuação assume no estabelecimento de sentido. Assim, explorando-se práticas de reescrita, espera-se que os alunos identifiquem alteração de sentido com a reformulação de:
 

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Faz alguns anos que um grupo de amigos se reúne comigo para ler poesia. Numa dessas reuniões nos deparamos com esta afirmação de Gandhi: “Eu nunca acreditei que a sobrevivência fosse um valor último. A vida, para ser bela, deve estar cercada de vontade, de bondade e de liberdade. Essas são coisas pelas quais vale a pena morrer”. Essas palavras provocaram um silêncio meditativo, até que um dos membros do grupo, que se chama Canoeiros, sugeriu que fizéssemos um exercício espiritual. Um joguinho de “faz de conta”. “Vamos fazer de conta que sabemos que temos apenas um ano a mais de vida. Como é que viveremos sabendo que o tempo é curto?”

A consciência da morte nos dá uma maravilhosa lucidez. D. Juan, o bruxo do livro de Carlos Castañeda, Viagem a Ixtlan, advertia seu discípulo: “Essa bem pode ser a sua última batalha sobre a terra”. Sim, bem pode ser. Somente os tolos pensam de outra forma. E se ela pode ser a última batalha, que seja uma batalha que valha a pena. E, com isso, nos libertamos de uma infinidade de coisas ptolas e mesquinhas que permitimos se aninhem em nossos pensamentos e coração. Resta então a pergunta: “O que é o essencial?”. Um conhecido meu, ao saber que tinha um câncer no cérebro e que lhe restavam não mais que seis meses de vida, começou uma vida nova. As etiquetas sociais não mais faziam sentido. Passou a receber somente as pessoas que desejava receber, os amigos, com quem podia compartilhar seus sentimentos. Eliot se refere a um tempo em que ficamos livres da compulsão prática – fazer, fazer, fazer. Não havia mais nada a fazer. Era hora de se entregar inteiramente ao deleite da vida: ver os cenários que ele amava, ouvir as músicas que lhe davam prazer, ler os textos antigos que o haviam alimentado.

O fato é que, sem que o saibamos, todos nós estamos enfermos de morte e é preciso viver a vida com sabedoria para que ela, a vida, não seja estragada pela loucura que nos cerca.

(Rubem Alves. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette. São Paulo, Editora Planeta do Brasil, 2011. Adaptado)

Apresentam sentidos opostos na construção da argumentação as seguintes expressões do 2° parágrafo:
 

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