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Paciente do sexo masculino, 62 anos, HAS, DM, vai à consulta por conta de um episódio de síncope há um mês, encaminhado por clínico geral com investigação prévia baseada nos seguintes exames: Ressonância Magnética de crânio com microangiopatia, ecocardiograma com diâmetro de átrio esquerdo de 38 mm, Fração de Ejeção de 56%, Holter sem alterações, AngioTC intracraniana sem alterações, AngioTC de pescoço com 55% de obstrução de carótida interna esquerda, EEG normal, Tilt Test negativo. Nega histórico de doenças cardiocerebrovasculares. Em uso de AAS, Sinvastatina e anti-hipertensivos. A melhor conduta, dentre as abaixo:
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Paciente do sexo feminino, 57 anos, vai à consulta por causa de achado incidental de aneurisma sacular de carótida interna esquerda de 4 mm, em segmento de seio cavernoso à esquerda, sem queixas neurológicas. Nega história patológica pregressa ou história familiar de hemorragia subaracnoide. Portadora de HAS e DM, em uso de AAS e Sinvastatina. A conduta correta seguindo a orientação do Stroke Council of the American Heart Association:
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Um paciente sexo masculino, de 32 anos, vai ao pronto-socorro referindo cefaleia e febre autolimitadas há cerca de 3 dias. Há 1 dia não está conseguindo enxergar muito bem (com piora vespertina). Ao exame neurológico, notam-se apenas: discreta ptose palpebral à direita, diplopia binocular para todas as miradas, oftalmoparesia leve à direita, reflexos osteotendíneos ausentes. Exames laboratoriais normais (exceto autoanticorpos, não disponíveis num P.S.), TC de crânio com AngioTC (arterial e venosa) normais, liquor normal (incluindo manometria). Após algumas horas no pronto-socorro, iniciou quadro de dispneia e dessaturação. A melhor conduta frente ao caso:
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Uma criança, de 10 anos, apresenta histórico de crises parciais extremamente duradouras e frequentes em quase todo hemicorpo direito, associadas a hemiparesia discreta ipsilateral com espasticidade. Nos exames anteriores, observa-se: liquor normal, exames laboratoriais normais, laudo de EEG compatível com "Epilepsia Partialis Continua” e Ressonância Magnética de Encéfalo com Angioressonância com o laudo: presença de hipersinal T2/FLAIR extenso em substância branca do hemisfério cerebral esquerdo, com discreta atrofia ipsilateral. O quadro teve início há cerca de 3 anos, com evolução lenta e progressiva. Não há nenhum dado digno de nota em histórico familiar ou histórico pessoal, exceto por perda ponderal não intencional e anemia ainda em investigação (parto normal a termo sem intercorrências, desenvolvimento neuropsicomotor normal, pais não consanguíneos). Diagnóstico mais provável:
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Sobre a Esclerose Múltipla, é correto afirmar:
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Existem dificuldades comuns na diferenciação entre enxaqueca e cefaleia tensional na propedêutica e tratamento nos casos de crianças. Sobre tais dificuldades, assinale a alternativa correta:
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A Apneia Obstrutiva do Sono
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Sobre o manejo de epilepsias no pronto-socorro, é correto afirmar:
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A vigabatrina
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Uma mãe desesperada refere que em quase todas as madrugadas, sempre por volta das 3 h da manhã, sua filha de 7 anos faz movimentos bruscos e repetidos de membros inferiores − como se estivesse “pedalando”. Duram cerca de 2 minutos, por vezes com um grito estranho antecedendo o sintoma. Nega pesadelos e alucinações; não sai da cama durante os episódios, não acorda assustada ou chorando. Nega movimentos involuntários diurnos ou sintomas sugestivos de “ausência”. Traz consigo TC de crânio com contraste normal, EEG normal (prolongado e com todas as provas de ativação), polissonografia com atonia em sono REM e demais parâmetros inalterados, exames laboratoriais normais. Exame neurológico normal e bom desempenho escolar. Melhor conduta:
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