Foram encontradas 49 questões.
Paciente do sexo feminino, 64 anos, com relato de apatia, perda de interesse de cuidar das crianças órfãs da igreja, tarefa a que tanto se dedicava anteriormente. Família refere comentários inapropriados publicamente, causando constrangimento social e comportamento infantilizado. Ao exame de rastreio cognitivo, apresenta somente perda de pontos no cálculo ao MEEM, e, no teste do relógio, errou ao colocar os números e os ponteiros. Família nega alucinações associadas ao quadro ou história prévia de depressão. Melhor opção terapêutica para o quadro dessa paciente:
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Paciente do sexo feminino, 75 anos, portadora de diabetes e depressão, procura neurologista por queixa de perda de memória. Família relata que paciente tem evoluído bastante retraída, esquecendo consultas marcadas com médico e horários das medicações. Faz perguntas repetitivas e esquece objetos com frequência exacerbada. Trabalhou a vida inteira como faxineira, não terminou segundo grau escolar. Possui história familiar positiva para Doença de Alzheimer com caso de sua mãe iniciando a doença aos 80 anos de idade. Dentre as abaixo, a única que NÃO configura fator de risco para demência no caso acima descrito:
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Paciente do sexo feminino, 24 anos, com história de neurite óptica revertida após algumas semanas, retorna ao consultório com queixa de diplopia. Ao exame físico, à mirada do olhar conjugado para direita, apresenta perda da adução de olho esquerdo e nistagmo de olho direito. Ao realizar teste de convergência, apresenta adução de ambos os olhos normal. Provável localização da lesão:
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Paciente apresentando quadro de neuralgia do trigêmeo, tentado tratamento com carbamazepina e oxcarbazepina, ambas com efeito colateral de hiponatremia sintomática. Melhor linha de tratamento a seguir:
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Paciente do sexo masculino, 76 anos, com diagnóstico de Doença de Parkinson, forma tremulante, há 9 anos, em uso de levodopa + benserazida 100/25 mg 4×/d, entacapona 200 mg 4×/d, Pramipexol 1 mg 3×/d e rasagilina 1 mg/d. Apresenta sintomas parkinsonianos controlados, porém quadro de síndrome demencial relatado por esposa. Melhor conduta, seguindo a orientação da Academia Brasileira de Neurologia:
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Paciente do sexo feminino, 26 anos, apresenta-se à emergência com relato de cefaleia, turvação visual e episódio de crise convulsiva. Ao exame físico, foi detectado papiledema bilateral. TC de crânio demonstrou infarto e foco de hemorragia intraparenquimatosa em região posterior de lobo temporal esquerdo sem efeito de massa. AngioTC venosa demonstrou falha de enchimento em seios transverso e sigmoide esquerdos. A conduta correta:
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Paciente de sexo masculino, 42 anos, deu entrada à emergência neurológica após cefaleia súbita com intensidade máxima desde o início. TC de crânio demonstrou hemorragia subaracnoide em escala de FISHER = 2, sem efeitos de massa ou desvio de linha média. Ao exame físico, apresenta Escala de Coma de Glasgow = 13, sem déficit motor, PA: 150 × 100 mmHg, FC: 102 bpm, FR: 18 ipm, SatO!$ _2 !$: 92% em ar ambiente. Foi transferido para leito de CTI e foram prescritas medidas de neuroproteção. Próximo passo na terapêutica do paciente:
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Paciente do sexo masculino, 46 anos, garimpeiro, apresentando, segundo relato da esposa, quadro arrastado de comportamento sexual inadequado, alucinações auditivas, agitação excessiva, agressividade e prejuízo na memória. Ao exame físico, apresenta reflexos exacerbados, ausência de rigidez, tremor ou bradicinesia, e presença de pupilas arreagentes ao estímulo luminoso, mas com contração à convergência e acomodação à aproximação de objetos. Diagnóstico provável:
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Paciente do sexo feminino, 32 anos, apresenta ataxia subaguda da marcha e diplopia associada. Ao exame neurológico, detectaram-se ausência de reflexos osteotendíneos e presença de paralisia do nervo abducente bilateralmente. Realizado rastreamento infeccioso com resultados negativos, TC de crânio sem alterações. Exame de liquor evidenciou normocelularidade, ausência de hemáceas e hiperproteinorraquia. Não há relato de alterações comportamentais ou crises convulsivas. Anticorpo(s) mais típico(s) e frequentemente associado(s) ao quadro acima:
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Paciente do sexo masculino, 55 anos, procura emergência médica às 14h35 após déficit súbito de hemiparesia à direita, iniciada em torno das 9h20 da manhã e totalmente revertida 1 hora e 10 minutos depois. Ao ser prontamente avaliado por neurologista, refere estar assintomático. Relata histórico de DM e ser portador de enxaqueca de longa data com aura. O exame neurológico foi considerado normal, PA: 150 × 100 mmHg, FR: 16 irpm, normocárdico, bom estado geral. TC de crânio de emergência sem alterações. Foram prescritos AAS e estatina. Melhor conduta a seguir:
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