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Foram encontradas 40 questões.

3583546 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP

Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância.

 

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3583545 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP

Leia a tira para responder às questões de números 08 a 09.

Enunciado 4217291-1

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. Disponível em: https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com/)

A frase do 3º quadro pode ser reescrita em conformidade com a norma-padrão de regência como:

 

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3583544 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP

Leia a tira para responder às questões de números 08 a 09.

Enunciado 4217290-1

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. Disponível em: https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com/)

Pode-se concluir corretamente, a partir das informações da tira, que

 

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3583543 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.

Viagem silenciosa

Certas histórias causam mais impacto quando contadas em silêncio. Em Migrantes, a artista peruana Issa Watanabe acerta ao ir por esse caminho, relatando a jornada de um grupo que se desloca de um lugar para o outro em um livro sem palavras, no qual tudo é dito por meio de ilustrações. A ausência de texto, assim como a representação dos personagens como animais, sem características que os identifiquem com uma nacionalidade ou um grupo étnico específico, ajudam a tornar o relato tão universal quanto a problemática que retrata.

São elefantes, coelhos, cabras, girafas, búfalos, tucanos, sapos, galos e rinocerontes, mas poderiam ser sírios ou somalis que se lançam ao Mediterrâneo em barcos precários, haitianos que atravessam a América por terra tentando chegar aos Estados Unidos, venezuelanos que se dirigem a pé para os países vizinhos e tantos outros fluxos de refugiados que coexistem neste instante no mundo. A opção pela fantasia ao retratar os migrantes tem o mérito de conectar os leitores à história. Crianças têm empatia natural por animais, lembrou Watanabe em uma entrevista, e ela define seu livro justamente como uma obra sobre empatia, que pretende despertar um sentimento de solidariedade em relação àqueles que precisam deixar tudo para trás em busca de sobrevivência.

O uso de luz e sombra e as expressões carregadas de humanidade dos personagens dão à história uma profundidade tocante. É uma leitura que pode suscitar perguntas difíceis, mas aborda um fenômeno que bate recorde ano após ano — são mais de 100 milhões de pessoas em situação de deslocamento forçado— com honestidade e poesia, menos pelo didatismo e mais pelo sentimento.

(Flávia Mantovani. Viagem silenciosa. Revista Quatro Cinco Um. 1º de fevereiro de 2023)

Assinale a alternativa em que há vírgula(s) empregada(s) para isolar expressão com sentido explicativo.

 

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3583542 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.

Viagem silenciosa

Certas histórias causam mais impacto quando contadas em silêncio. Em Migrantes, a artista peruana Issa Watanabe acerta ao ir por esse caminho, relatando a jornada de um grupo que se desloca de um lugar para o outro em um livro sem palavras, no qual tudo é dito por meio de ilustrações. A ausência de texto, assim como a representação dos personagens como animais, sem características que os identifiquem com uma nacionalidade ou um grupo étnico específico, ajudam a tornar o relato tão universal quanto a problemática que retrata.

São elefantes, coelhos, cabras, girafas, búfalos, tucanos, sapos, galos e rinocerontes, mas poderiam ser sírios ou somalis que se lançam ao Mediterrâneo em barcos precários, haitianos que atravessam a América por terra tentando chegar aos Estados Unidos, venezuelanos que se dirigem a pé para os países vizinhos e tantos outros fluxos de refugiados que coexistem neste instante no mundo. A opção pela fantasia ao retratar os migrantes tem o mérito de conectar os leitores à história. Crianças têm empatia natural por animais, lembrou Watanabe em uma entrevista, e ela define seu livro justamente como uma obra sobre empatia, que pretende despertar um sentimento de solidariedade em relação àqueles que precisam deixar tudo para trás em busca de sobrevivência.

O uso de luz e sombra e as expressões carregadas de humanidade dos personagens dão à história uma profundidade tocante. É uma leitura que pode suscitar perguntas difíceis, mas aborda um fenômeno que bate recorde ano após ano — são mais de 100 milhões de pessoas em situação de deslocamento forçado— com honestidade e poesia, menos pelo didatismo e mais pelo sentimento.

(Flávia Mantovani. Viagem silenciosa. Revista Quatro Cinco Um. 1º de fevereiro de 2023)

Considere o trecho.

• ... ela define seu livro justamente como uma obra sobre empatia, que pretende despertar um sentimento de solidariedade em relação àqueles que precisam deixar tudo para trás em busca de sobrevivência. (2º parágrafo)

As expressões em destaque podem ser substituídas, correta e respectivamente, por

 

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3583541 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.

Viagem silenciosa

Certas histórias causam mais impacto quando contadas em silêncio. Em Migrantes, a artista peruana Issa Watanabe acerta ao ir por esse caminho, relatando a jornada de um grupo que se desloca de um lugar para o outro em um livro sem palavras, no qual tudo é dito por meio de ilustrações. A ausência de texto, assim como a representação dos personagens como animais, sem características que os identifiquem com uma nacionalidade ou um grupo étnico específico, ajudam a tornar o relato tão universal quanto a problemática que retrata.

São elefantes, coelhos, cabras, girafas, búfalos, tucanos, sapos, galos e rinocerontes, mas poderiam ser sírios ou somalis que se lançam ao Mediterrâneo em barcos precários, haitianos que atravessam a América por terra tentando chegar aos Estados Unidos, venezuelanos que se dirigem a pé para os países vizinhos e tantos outros fluxos de refugiados que coexistem neste instante no mundo. A opção pela fantasia ao retratar os migrantes tem o mérito de conectar os leitores à história. Crianças têm empatia natural por animais, lembrou Watanabe em uma entrevista, e ela define seu livro justamente como uma obra sobre empatia, que pretende despertar um sentimento de solidariedade em relação àqueles que precisam deixar tudo para trás em busca de sobrevivência.

O uso de luz e sombra e as expressões carregadas de humanidade dos personagens dão à história uma profundidade tocante. É uma leitura que pode suscitar perguntas difíceis, mas aborda um fenômeno que bate recorde ano após ano — são mais de 100 milhões de pessoas em situação de deslocamento forçado— com honestidade e poesia, menos pelo didatismo e mais pelo sentimento.

(Flávia Mantovani. Viagem silenciosa. Revista Quatro Cinco Um. 1º de fevereiro de 2023)

No contexto em que foi empregado (3º parágrafo), o vocábulo “suscitar” é sinônimo de

 

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3583540 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.

Viagem silenciosa

Certas histórias causam mais impacto quando contadas em silêncio. Em Migrantes, a artista peruana Issa Watanabe acerta ao ir por esse caminho, relatando a jornada de um grupo que se desloca de um lugar para o outro em um livro sem palavras, no qual tudo é dito por meio de ilustrações. A ausência de texto, assim como a representação dos personagens como animais, sem características que os identifiquem com uma nacionalidade ou um grupo étnico específico, ajudam a tornar o relato tão universal quanto a problemática que retrata.

São elefantes, coelhos, cabras, girafas, búfalos, tucanos, sapos, galos e rinocerontes, mas poderiam ser sírios ou somalis que se lançam ao Mediterrâneo em barcos precários, haitianos que atravessam a América por terra tentando chegar aos Estados Unidos, venezuelanos que se dirigem a pé para os países vizinhos e tantos outros fluxos de refugiados que coexistem neste instante no mundo. A opção pela fantasia ao retratar os migrantes tem o mérito de conectar os leitores à história. Crianças têm empatia natural por animais, lembrou Watanabe em uma entrevista, e ela define seu livro justamente como uma obra sobre empatia, que pretende despertar um sentimento de solidariedade em relação àqueles que precisam deixar tudo para trás em busca de sobrevivência.

O uso de luz e sombra e as expressões carregadas de humanidade dos personagens dão à história uma profundidade tocante. É uma leitura que pode suscitar perguntas difíceis, mas aborda um fenômeno que bate recorde ano após ano — são mais de 100 milhões de pessoas em situação de deslocamento forçado— com honestidade e poesia, menos pelo didatismo e mais pelo sentimento.

(Flávia Mantovani. Viagem silenciosa. Revista Quatro Cinco Um. 1º de fevereiro de 2023)

O advérbio destacado no trecho “... ela define seu livro justamente como uma obra sobre empatia...” (2º parágrafo) expressa a circunstância de

 

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3583539 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.

Viagem silenciosa

Certas histórias causam mais impacto quando contadas em silêncio. Em Migrantes, a artista peruana Issa Watanabe acerta ao ir por esse caminho, relatando a jornada de um grupo que se desloca de um lugar para o outro em um livro sem palavras, no qual tudo é dito por meio de ilustrações. A ausência de texto, assim como a representação dos personagens como animais, sem características que os identifiquem com uma nacionalidade ou um grupo étnico específico, ajudam a tornar o relato tão universal quanto a problemática que retrata.

São elefantes, coelhos, cabras, girafas, búfalos, tucanos, sapos, galos e rinocerontes, mas poderiam ser sírios ou somalis que se lançam ao Mediterrâneo em barcos precários, haitianos que atravessam a América por terra tentando chegar aos Estados Unidos, venezuelanos que se dirigem a pé para os países vizinhos e tantos outros fluxos de refugiados que coexistem neste instante no mundo. A opção pela fantasia ao retratar os migrantes tem o mérito de conectar os leitores à história. Crianças têm empatia natural por animais, lembrou Watanabe em uma entrevista, e ela define seu livro justamente como uma obra sobre empatia, que pretende despertar um sentimento de solidariedade em relação àqueles que precisam deixar tudo para trás em busca de sobrevivência.

O uso de luz e sombra e as expressões carregadas de humanidade dos personagens dão à história uma profundidade tocante. É uma leitura que pode suscitar perguntas difíceis, mas aborda um fenômeno que bate recorde ano após ano — são mais de 100 milhões de pessoas em situação de deslocamento forçado— com honestidade e poesia, menos pelo didatismo e mais pelo sentimento.

(Flávia Mantovani. Viagem silenciosa. Revista Quatro Cinco Um. 1º de fevereiro de 2023)

Está empregado em sentido figurado o termo destacado em

 

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Questão presente nas seguintes provas
3583538 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.

Viagem silenciosa

Certas histórias causam mais impacto quando contadas em silêncio. Em Migrantes, a artista peruana Issa Watanabe acerta ao ir por esse caminho, relatando a jornada de um grupo que se desloca de um lugar para o outro em um livro sem palavras, no qual tudo é dito por meio de ilustrações. A ausência de texto, assim como a representação dos personagens como animais, sem características que os identifiquem com uma nacionalidade ou um grupo étnico específico, ajudam a tornar o relato tão universal quanto a problemática que retrata.

São elefantes, coelhos, cabras, girafas, búfalos, tucanos, sapos, galos e rinocerontes, mas poderiam ser sírios ou somalis que se lançam ao Mediterrâneo em barcos precários, haitianos que atravessam a América por terra tentando chegar aos Estados Unidos, venezuelanos que se dirigem a pé para os países vizinhos e tantos outros fluxos de refugiados que coexistem neste instante no mundo. A opção pela fantasia ao retratar os migrantes tem o mérito de conectar os leitores à história. Crianças têm empatia natural por animais, lembrou Watanabe em uma entrevista, e ela define seu livro justamente como uma obra sobre empatia, que pretende despertar um sentimento de solidariedade em relação àqueles que precisam deixar tudo para trás em busca de sobrevivência.

O uso de luz e sombra e as expressões carregadas de humanidade dos personagens dão à história uma profundidade tocante. É uma leitura que pode suscitar perguntas difíceis, mas aborda um fenômeno que bate recorde ano após ano — são mais de 100 milhões de pessoas em situação de deslocamento forçado— com honestidade e poesia, menos pelo didatismo e mais pelo sentimento.

(Flávia Mantovani. Viagem silenciosa. Revista Quatro Cinco Um. 1º de fevereiro de 2023)

É correto afirmar que Flávia Mantovani, autora da resenha,

 

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3583537 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.

Viagem silenciosa

Certas histórias causam mais impacto quando contadas em silêncio. Em Migrantes, a artista peruana Issa Watanabe acerta ao ir por esse caminho, relatando a jornada de um grupo que se desloca de um lugar para o outro em um livro sem palavras, no qual tudo é dito por meio de ilustrações. A ausência de texto, assim como a representação dos personagens como animais, sem características que os identifiquem com uma nacionalidade ou um grupo étnico específico, ajudam a tornar o relato tão universal quanto a problemática que retrata.

São elefantes, coelhos, cabras, girafas, búfalos, tucanos, sapos, galos e rinocerontes, mas poderiam ser sírios ou somalis que se lançam ao Mediterrâneo em barcos precários, haitianos que atravessam a América por terra tentando chegar aos Estados Unidos, venezuelanos que se dirigem a pé para os países vizinhos e tantos outros fluxos de refugiados que coexistem neste instante no mundo. A opção pela fantasia ao retratar os migrantes tem o mérito de conectar os leitores à história. Crianças têm empatia natural por animais, lembrou Watanabe em uma entrevista, e ela define seu livro justamente como uma obra sobre empatia, que pretende despertar um sentimento de solidariedade em relação àqueles que precisam deixar tudo para trás em busca de sobrevivência.

O uso de luz e sombra e as expressões carregadas de humanidade dos personagens dão à história uma profundidade tocante. É uma leitura que pode suscitar perguntas difíceis, mas aborda um fenômeno que bate recorde ano após ano — são mais de 100 milhões de pessoas em situação de deslocamento forçado— com honestidade e poesia, menos pelo didatismo e mais pelo sentimento.

(Flávia Mantovani. Viagem silenciosa. Revista Quatro Cinco Um. 1º de fevereiro de 2023)

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que a obra Migrantes, de Issa Watanabe

 

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