O documento “Política Nacional de Educação Especial
na Perspectiva Inclusiva” (MEC/SECADI, 2008) afirma
que, na perspectiva da educação inclusiva, a educação
especial passa a constituir a proposta pedagógica da
escola, e apresenta como seu público-alvo os alunos
com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
De acordo com o referido documento, “em todas as etapas e modalidades da educação básica, o atendimento
educacional especializado é organizado para apoiar o
desenvolvimento dos alunos,
Para Lerner (2002), o tempo é um fator de peso na instituição de ensino, pois nunca é suficiente para comunicar
às crianças tudo o que desejaríamos ensinar em cada
ano escolar. Segundo a autora, “quando se opta por
apresentar os objetos de estudo em sua complexidade e
por reconhecer que a aprendizagem progride através de
sucessivas reorganizações do conhecimento, o problema da distribuição do tempo deixa de ser simplesmente quantitativo”. Nesse contexto, Lerner propõe produzir
uma mudança qualitativa na utilização do tempo didático,
e, para concretizar essa mudança, entre outras ações, a
autora afirma que é necessário
Em “Metodologias ativas para uma educação inovadora:
uma abordagem teórica prática” (in: BACICH; MORAN),
Moran afirma que “dois conceitos são especialmente
poderosos para a aprendizagem hoje: aprendizagem
ativa e aprendizagem híbrida”, enquanto Valente considera que “as metodologias ativas são entendidas como
práticas pedagógicas alternativas ao ensino tradicional”.
Dessa forma, de acordo com os autores, é correto afirmar que as metodologias ativas
Carine (2023), em sua obra “Como ser um educador antirracista”, afirma que “mais que uma opção, deve ser um
compromisso histórico, um dever da escola, ser antirracista”. Conforme a autora, a escola e, por sua vez, a professora e o professor precisam, entre outras ações, pautar
a equidade racial em toda a sua estrutura, e isso, entre
outros aspectos, inclui a construção curricular, pautando
Na obra “Qualidade em educação infantil”, Zabalza (1998)
apresenta dez aspectos-chaves que considera importantes para que haja uma educação infantil de qualidade e,
conforme o autor, entre esses aspectos está a
A respeito do processo de formação de um professor
prático-reflexivo, Weisz (1999) afirma que, quando analisamos a prática pedagógica de qualquer professor,
vemos que, por trás de suas ações, há sempre um conjunto de ideias que as orienta, mesmo que ele não tenha
consciência dessas ideias. A referida autora propõe,
entre outras ações, tornar o professor capaz de desentranhar as teorias que guiam a sua prática pedagógica
real, por meio da tematização da prática. É correto afirmar, de acordo com Weisz, que, entre outros aspectos,
a tematização da prática é
Segundo Silva (in: Silva; Hoffmann; Esteban, et. al., 2003),
o paradigma das “aprendizagens significativas” vem se
constituindo um movimento de ressignificação do processo de ensino e aprendizagem e, nesse contexto, o autor
destaca a importância da avaliação formativa-reguladora.
Silva afirma que a avaliação formativa-reguladora possui,
entre outras, as seguintes características: “é democrática,
Ferreiro (2013) descreve uma cena na qual foi solicitado que Santiago, de cinco anos, escrevesse uma lista
de compras; primeiro no papel e depois no computador.
A autora afirma que “Santiago já sabe que não se pode
escrever somente com vogais”. Para escrever a palavra
“soda”, Santiago escreveu SA, no papel, e OD, no monitor. Para escrever “salame”, o garoto escreveu SAM, no
papel, e ALE, no monitor. A autora destaca que, embora
Santiago saiba todas as letras de “soda” e “salame”, ele
não consegue colocá-las todas juntas, e Ferreiro chamou
esse fenômeno de alternâncias grafofônicas.
De acordo com a autora, é correto afirmar que as alternâncias grafofônicas ocorrem
Veiga (2009) afirma que “para que a escola assuma sua
função social e, ao mesmo tempo, enfrente seus desafios
atuais, a educação de qualidade deve ser a meta fundamental a ser atingida”. No texto, a autora declara e defende que a reorganização da escola deverá ser buscada de
dentro para fora e que “o ponto de partida para a realização dessa tarefa é o empenho coletivo
Monteiro (2010) afirma que uma das práticas frequentes,
no ensino de matemática na educação infantil, “é ensinar
um número de cada vez: primeiro o 1, depois o 2 e assim
sucessivamente, enfatizando o seu traçado, o treino e a
percepção, por meio de propostas como passar o lápis
sobre os algarismos pontilhados, colar bolinhas de papel
crepom ou colorir os algarismos, anotar ou ligar o número
à quantidade de objetos correspondente (por exemplo,
ligar o 2 ao desenho de duas bolas)”. A autora afirma que
“esse tipo de prática se apoia na ideia que as crianças
aprendem