Foram encontradas 50 questões.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto seguinte.
Nos cantos escuros da casa, ratos ágeis e sorrateiros exploravam silenciosamente cada fresta e rachadura em busca de comida. Os ratos possuem uma habilidade extraordinária de escapar de locais apertados, devemos nossa dificuldade em controlá-los.
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Tudo se perde – e nos transforma.
Há de existir em cada aresta deste planeta um buraco negro
de meias desquitadas, elásticos de cabelo exilados e chaves de
casa fugitivas. Uma espécie de país das maravilhas, um mundo
invertido acessível apenas ao santo dos três pulinhos — não
importa o quanto você revire o sofá, olhe embaixo da cama ou
verifique a geladeira (afinal, por que não?). O mistério universal
dos objetos perdidos é tema central de dois livros infantojuvenis recém-chegados às livrarias brasileiras. Em Doutor Sumiço
(Companhia das Letrinhas), o cartunista paulista Caco Galhardo dá vida a Lico, um garoto que tem o superpoder de fazer
as coisas desaparecerem, mas acaba fazendo mau uso desse
dom. Já em A costura (Pequena Zahar), a escritora e ilustradora
argentina Isol nos conduz pela busca da menina Lila por itens
perdidos, que ela crê terem caído em buracos pelo mundo, fissuras que decide procurar e costurar.
Em comum às duas histórias há o destaque à figura da
avó, não só como porto seguro para os netos, mas também
como detentora e guardiã de saberes ancestrais. “No livro,
a avó traz o afeto, o amor e a compreensão, sem contar os
bolinhos de queijo. E é na casa dela que estão todas as lendas dos nossos antepassados que vão ficando pelo caminho”,
conta Galhardo.
Embora pouco afeitos a moralidades, os autores deixam
esfumaçadas algumas lições valiosas. Por trás da sucessão de
perdas que vivenciamos, há uma bonita lição a ser aprendida
sobre acolher a impermanência, a efemeridade, o fluxo incessante de chegadas e partidas que dão cadência à vida. As coisas que são deixadas para trás sem que se saiba onde também
nos convidam a aceitar o inexplicável como parte intrínseca da
jornada. Afinal, mistério sempre há de pintar por aí.
(Marília Kodic. Revista Quatro Cinco Um. 30 de maio de 2023. Adaptado)
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Tudo se perde – e nos transforma.
Há de existir em cada aresta deste planeta um buraco negro
de meias desquitadas, elásticos de cabelo exilados e chaves de
casa fugitivas. Uma espécie de país das maravilhas, um mundo
invertido acessível apenas ao santo dos três pulinhos — não
importa o quanto você revire o sofá, olhe embaixo da cama ou
verifique a geladeira (afinal, por que não?). O mistério universal
dos objetos perdidos é tema central de dois livros infantojuvenis recém-chegados às livrarias brasileiras. Em Doutor Sumiço
(Companhia das Letrinhas), o cartunista paulista Caco Galhardo dá vida a Lico, um garoto que tem o superpoder de fazer
as coisas desaparecerem, mas acaba fazendo mau uso desse
dom. Já em A costura (Pequena Zahar), a escritora e ilustradora
argentina Isol nos conduz pela busca da menina Lila por itens
perdidos, que ela crê terem caído em buracos pelo mundo, fissuras que decide procurar e costurar.
Em comum às duas histórias há o destaque à figura da
avó, não só como porto seguro para os netos, mas também
como detentora e guardiã de saberes ancestrais. “No livro,
a avó traz o afeto, o amor e a compreensão, sem contar os
bolinhos de queijo. E é na casa dela que estão todas as lendas dos nossos antepassados que vão ficando pelo caminho”,
conta Galhardo.
Embora pouco afeitos a moralidades, os autores deixam
esfumaçadas algumas lições valiosas. Por trás da sucessão de
perdas que vivenciamos, há uma bonita lição a ser aprendida
sobre acolher a impermanência, a efemeridade, o fluxo incessante de chegadas e partidas que dão cadência à vida. As coisas que são deixadas para trás sem que se saiba onde também
nos convidam a aceitar o inexplicável como parte intrínseca da
jornada. Afinal, mistério sempre há de pintar por aí.
(Marília Kodic. Revista Quatro Cinco Um. 30 de maio de 2023. Adaptado)
• ... um garoto que tem o superpoder de fazer as coisas desaparecerem, mas acaba fazendo mau uso desse dom. (1º parágrafo) • Embora pouco afeitos a moralidades, os autores deixam esfumaçadas algumas lições valiosas. (3º parágrafo)
Os vocábulos em destaque introduzem, respectivamente, as ideias de
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Tudo se perde – e nos transforma.
Há de existir em cada aresta deste planeta um buraco negro
de meias desquitadas, elásticos de cabelo exilados e chaves de
casa fugitivas. Uma espécie de país das maravilhas, um mundo
invertido acessível apenas ao santo dos três pulinhos — não
importa o quanto você revire o sofá, olhe embaixo da cama ou
verifique a geladeira (afinal, por que não?). O mistério universal
dos objetos perdidos é tema central de dois livros infantojuvenis recém-chegados às livrarias brasileiras. Em Doutor Sumiço
(Companhia das Letrinhas), o cartunista paulista Caco Galhardo dá vida a Lico, um garoto que tem o superpoder de fazer
as coisas desaparecerem, mas acaba fazendo mau uso desse
dom. Já em A costura (Pequena Zahar), a escritora e ilustradora
argentina Isol nos conduz pela busca da menina Lila por itens
perdidos, que ela crê terem caído em buracos pelo mundo, fissuras que decide procurar e costurar.
Em comum às duas histórias há o destaque à figura da
avó, não só como porto seguro para os netos, mas também
como detentora e guardiã de saberes ancestrais. “No livro,
a avó traz o afeto, o amor e a compreensão, sem contar os
bolinhos de queijo. E é na casa dela que estão todas as lendas dos nossos antepassados que vão ficando pelo caminho”,
conta Galhardo.
Embora pouco afeitos a moralidades, os autores deixam
esfumaçadas algumas lições valiosas. Por trás da sucessão de
perdas que vivenciamos, há uma bonita lição a ser aprendida
sobre acolher a impermanência, a efemeridade, o fluxo incessante de chegadas e partidas que dão cadência à vida. As coisas que são deixadas para trás sem que se saiba onde também
nos convidam a aceitar o inexplicável como parte intrínseca da
jornada. Afinal, mistério sempre há de pintar por aí.
(Marília Kodic. Revista Quatro Cinco Um. 30 de maio de 2023. Adaptado)
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Tudo se perde – e nos transforma.
Há de existir em cada aresta deste planeta um buraco negro
de meias desquitadas, elásticos de cabelo exilados e chaves de
casa fugitivas. Uma espécie de país das maravilhas, um mundo
invertido acessível apenas ao santo dos três pulinhos — não
importa o quanto você revire o sofá, olhe embaixo da cama ou
verifique a geladeira (afinal, por que não?). O mistério universal
dos objetos perdidos é tema central de dois livros infantojuvenis recém-chegados às livrarias brasileiras. Em Doutor Sumiço
(Companhia das Letrinhas), o cartunista paulista Caco Galhardo dá vida a Lico, um garoto que tem o superpoder de fazer
as coisas desaparecerem, mas acaba fazendo mau uso desse
dom. Já em A costura (Pequena Zahar), a escritora e ilustradora
argentina Isol nos conduz pela busca da menina Lila por itens
perdidos, que ela crê terem caído em buracos pelo mundo, fissuras que decide procurar e costurar.
Em comum às duas histórias há o destaque à figura da
avó, não só como porto seguro para os netos, mas também
como detentora e guardiã de saberes ancestrais. “No livro,
a avó traz o afeto, o amor e a compreensão, sem contar os
bolinhos de queijo. E é na casa dela que estão todas as lendas dos nossos antepassados que vão ficando pelo caminho”,
conta Galhardo.
Embora pouco afeitos a moralidades, os autores deixam
esfumaçadas algumas lições valiosas. Por trás da sucessão de
perdas que vivenciamos, há uma bonita lição a ser aprendida
sobre acolher a impermanência, a efemeridade, o fluxo incessante de chegadas e partidas que dão cadência à vida. As coisas que são deixadas para trás sem que se saiba onde também
nos convidam a aceitar o inexplicável como parte intrínseca da
jornada. Afinal, mistério sempre há de pintar por aí.
(Marília Kodic. Revista Quatro Cinco Um. 30 de maio de 2023. Adaptado)
• As coisas que são deixadas para trás sem que se saiba onde também nos convidam a aceitar o inexplicável como parte intrínseca da jornada. (3º parágrafo)
O trecho em destaque pode ser substituído, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical, por
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Há de existir em cada aresta deste planeta um buraco negro
de meias desquitadas, elásticos de cabelo exilados e chaves de
casa fugitivas. Uma espécie de país das maravilhas, um mundo
invertido acessível apenas ao santo dos três pulinhos — não
importa o quanto você revire o sofá, olhe embaixo da cama ou
verifique a geladeira (afinal, por que não?). O mistério universal
dos objetos perdidos é tema central de dois livros infantojuvenis recém-chegados às livrarias brasileiras. Em Doutor Sumiço
(Companhia das Letrinhas), o cartunista paulista Caco Galhardo dá vida a Lico, um garoto que tem o superpoder de fazer
as coisas desaparecerem, mas acaba fazendo mau uso desse
dom. Já em A costura (Pequena Zahar), a escritora e ilustradora
argentina Isol nos conduz pela busca da menina Lila por itens
perdidos, que ela crê terem caído em buracos pelo mundo, fissuras que decide procurar e costurar.
Em comum às duas histórias há o destaque à figura da
avó, não só como porto seguro para os netos, mas também
como detentora e guardiã de saberes ancestrais. “No livro,
a avó traz o afeto, o amor e a compreensão, sem contar os
bolinhos de queijo. E é na casa dela que estão todas as lendas dos nossos antepassados que vão ficando pelo caminho”,
conta Galhardo.
Embora pouco afeitos a moralidades, os autores deixam
esfumaçadas algumas lições valiosas. Por trás da sucessão de
perdas que vivenciamos, há uma bonita lição a ser aprendida
sobre acolher a impermanência, a efemeridade, o fluxo incessante de chegadas e partidas que dão cadência à vida. As coisas que são deixadas para trás sem que se saiba onde também
nos convidam a aceitar o inexplicável como parte intrínseca da
jornada. Afinal, mistério sempre há de pintar por aí.
(Marília Kodic. Revista Quatro Cinco Um. 30 de maio de 2023. Adaptado)
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Há de existir em cada aresta deste planeta um buraco negro
de meias desquitadas, elásticos de cabelo exilados e chaves de
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invertido acessível apenas ao santo dos três pulinhos — não
importa o quanto você revire o sofá, olhe embaixo da cama ou
verifique a geladeira (afinal, por que não?). O mistério universal
dos objetos perdidos é tema central de dois livros infantojuvenis recém-chegados às livrarias brasileiras. Em Doutor Sumiço
(Companhia das Letrinhas), o cartunista paulista Caco Galhardo dá vida a Lico, um garoto que tem o superpoder de fazer
as coisas desaparecerem, mas acaba fazendo mau uso desse
dom. Já em A costura (Pequena Zahar), a escritora e ilustradora
argentina Isol nos conduz pela busca da menina Lila por itens
perdidos, que ela crê terem caído em buracos pelo mundo, fissuras que decide procurar e costurar.
Em comum às duas histórias há o destaque à figura da
avó, não só como porto seguro para os netos, mas também
como detentora e guardiã de saberes ancestrais. “No livro,
a avó traz o afeto, o amor e a compreensão, sem contar os
bolinhos de queijo. E é na casa dela que estão todas as lendas dos nossos antepassados que vão ficando pelo caminho”,
conta Galhardo.
Embora pouco afeitos a moralidades, os autores deixam
esfumaçadas algumas lições valiosas. Por trás da sucessão de
perdas que vivenciamos, há uma bonita lição a ser aprendida
sobre acolher a impermanência, a efemeridade, o fluxo incessante de chegadas e partidas que dão cadência à vida. As coisas que são deixadas para trás sem que se saiba onde também
nos convidam a aceitar o inexplicável como parte intrínseca da
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invertido acessível apenas ao santo dos três pulinhos — não
importa o quanto você revire o sofá, olhe embaixo da cama ou
verifique a geladeira (afinal, por que não?). O mistério universal
dos objetos perdidos é tema central de dois livros infantojuvenis recém-chegados às livrarias brasileiras. Em Doutor Sumiço
(Companhia das Letrinhas), o cartunista paulista Caco Galhardo dá vida a Lico, um garoto que tem o superpoder de fazer
as coisas desaparecerem, mas acaba fazendo mau uso desse
dom. Já em A costura (Pequena Zahar), a escritora e ilustradora
argentina Isol nos conduz pela busca da menina Lila por itens
perdidos, que ela crê terem caído em buracos pelo mundo, fissuras que decide procurar e costurar.
Em comum às duas histórias há o destaque à figura da
avó, não só como porto seguro para os netos, mas também
como detentora e guardiã de saberes ancestrais. “No livro,
a avó traz o afeto, o amor e a compreensão, sem contar os
bolinhos de queijo. E é na casa dela que estão todas as lendas dos nossos antepassados que vão ficando pelo caminho”,
conta Galhardo.
Embora pouco afeitos a moralidades, os autores deixam
esfumaçadas algumas lições valiosas. Por trás da sucessão de
perdas que vivenciamos, há uma bonita lição a ser aprendida
sobre acolher a impermanência, a efemeridade, o fluxo incessante de chegadas e partidas que dão cadência à vida. As coisas que são deixadas para trás sem que se saiba onde também
nos convidam a aceitar o inexplicável como parte intrínseca da
jornada. Afinal, mistério sempre há de pintar por aí.
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