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O Império Bizantino, também conhecido como Império
Romano do Oriente, foi uma das entidades políticas e
culturais mais duradouras da história, existindo de 330 a
1453 d.C. e desempenhando um papel crucial na
preservação, transformação e transmissão do legado
clássico greco-romano à Europa medieval e ao mundo
islâmico. Sua capital, Constantinopla, foi concebida como
a "Nova Roma", centro espiritual e político de um império
que combinava o aparato administrativo romano, a
cultura grega e a religião cristã. A estrutura do Império
Bizantino manteve, em sua origem, a continuidade
institucional do Império Romano, mas com
transformações que se acentuaram a partir do século VII.
Sobre esse assunto, assinale a alternativa CORRETA.
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O Congresso de Viena, realizado entre setembro de
1814 e junho de 1815, constituiu um marco fundamental
na reorganização política da Europa após as Guerras
Napoleônicas. A organização do congresso foi conduzida
pelo chanceler austríaco Klemens von Metternich, figura
central da diplomacia conservadora europeia do século
XIX. Sob sua liderança, Viena tornou-se o centro de uma
complexa rede de negociações multilaterais, que
envolviam não apenas questões territoriais, mas também
princípios ideológicos e jurídicos. No plano institucional,
o Congresso de Viena estabeleceu o que se
convencionou chamar de "Sistema de Viena" que
CORRETAMENTE seria:
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A Fenícia, situada na estreita faixa costeira do Levante,
correspondente ao atual Líbano e partes da Síria e
Israel, não constituiu uma unidade política centralizada,
mas um conjunto de cidades-estado autônomas (como
Tiro, Sídon, Biblos e Arados) que partilhavam língua,
cultura e religião comuns. Acerca dessa civilização,
julgue as proposições abaixo.
I. O princípio organizador do Império Fenício foi a política de tolerância e integração: Ciro e seus sucessores, como Dario I e Xerxes, preservaram as religiões, línguas e costumes locais dos povos conquistados, em troca de lealdade política e tributos. Essa concepção de poder, pautada pela legitimidade e pela estabilidade administrativa, permitiu a coesão de um vasto território sem a imposição cultural.
II. Seu território montanhoso e escasso em recursos agrícolas favoreceu o desenvolvimento do comércio marítimo e da navegação como principal atividade econômica e meio de sobrevivência. A partir do segundo milênio a.C., os fenícios tornaram-se intermediários entre as grandes civilizações do Oriente (Mesopotâmia e Egito) e os povos do Mediterrâneo, difundindo produtos, técnicas e ideias.
III. A política expansionista fenícia levou ao confronto com as cidades gregas durante as Guerras Médicas (490 −479 a.C.), nas quais buscaram submeter a Grécia, sem sucesso. Apesar das derrotas em Maratona, Salamina e Plateia, os fenícios mantiveram-se como a principal potência do Oriente Próximo até a conquista de Alexandre, o Grande, em 330 a.C.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
I. O princípio organizador do Império Fenício foi a política de tolerância e integração: Ciro e seus sucessores, como Dario I e Xerxes, preservaram as religiões, línguas e costumes locais dos povos conquistados, em troca de lealdade política e tributos. Essa concepção de poder, pautada pela legitimidade e pela estabilidade administrativa, permitiu a coesão de um vasto território sem a imposição cultural.
II. Seu território montanhoso e escasso em recursos agrícolas favoreceu o desenvolvimento do comércio marítimo e da navegação como principal atividade econômica e meio de sobrevivência. A partir do segundo milênio a.C., os fenícios tornaram-se intermediários entre as grandes civilizações do Oriente (Mesopotâmia e Egito) e os povos do Mediterrâneo, difundindo produtos, técnicas e ideias.
III. A política expansionista fenícia levou ao confronto com as cidades gregas durante as Guerras Médicas (490 −479 a.C.), nas quais buscaram submeter a Grécia, sem sucesso. Apesar das derrotas em Maratona, Salamina e Plateia, os fenícios mantiveram-se como a principal potência do Oriente Próximo até a conquista de Alexandre, o Grande, em 330 a.C.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
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A Guerra do Paraguai (1864-1870), também conhecida
como Guerra da Tríplice Aliança, foi o mais devastador
conflito armado da América do Sul no século XIX,
envolvendo o Paraguai e a coalizão formada por Brasil,
Argentina e Uruguai. Julgue as sentenças abaixo como
VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F).
(__) Suas origens residem em uma complexa teia de disputas territoriais, rivalidades políticas e transformações econômicas regionais, que refletiam as tensões entre os projetos nacionais em formação no Cone Sul. A guerra não apenas redefiniu as fronteiras e o equilíbrio de poder na região, como também teve efeitos profundos sobre a economia, a política e a sociedade dos países envolvidos, especialmente o Paraguai, cuja população e infraestrutura foram dizimadas.
(__) O contexto geopolítico que antecedeu a guerra foi marcado pela fragmentação do antigo Vice-Reinado do Rio da Prata e pelas disputas pela hegemonia sobre a Bacia do Prata. O Paraguai, sob o governo de Francisco Solano López, havia consolidado um modelo de desenvolvimento voltado para o capital externo e descentralizado, baseado em uma economia industrial. Influenciado pelos ideais de modernização e pela visão de independência econômica, López procurava garantir ao Paraguai acesso livre aos rios da região, essenciais ao comércio exterior.
(__) No plano ideológico, a guerra gerou intensos debates historiográficos e políticos. As narrativas tradicionais, de matriz liberal e positivista, interpretaram o conflito como a vitória da civilização e do progresso sobre o autoritarismo representado por Solano López. No entanto, a partir do século XX, historiadores revisionistas latino-americanos, como León Pomer e Juan O'Leary, reinterpretaram a guerra como um episódio de agressão imperialista promovido pelo Brasil e pela Inglaterra, interessada em abrir o mercado paraguaio às economias capitalistas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
(__) Suas origens residem em uma complexa teia de disputas territoriais, rivalidades políticas e transformações econômicas regionais, que refletiam as tensões entre os projetos nacionais em formação no Cone Sul. A guerra não apenas redefiniu as fronteiras e o equilíbrio de poder na região, como também teve efeitos profundos sobre a economia, a política e a sociedade dos países envolvidos, especialmente o Paraguai, cuja população e infraestrutura foram dizimadas.
(__) O contexto geopolítico que antecedeu a guerra foi marcado pela fragmentação do antigo Vice-Reinado do Rio da Prata e pelas disputas pela hegemonia sobre a Bacia do Prata. O Paraguai, sob o governo de Francisco Solano López, havia consolidado um modelo de desenvolvimento voltado para o capital externo e descentralizado, baseado em uma economia industrial. Influenciado pelos ideais de modernização e pela visão de independência econômica, López procurava garantir ao Paraguai acesso livre aos rios da região, essenciais ao comércio exterior.
(__) No plano ideológico, a guerra gerou intensos debates historiográficos e políticos. As narrativas tradicionais, de matriz liberal e positivista, interpretaram o conflito como a vitória da civilização e do progresso sobre o autoritarismo representado por Solano López. No entanto, a partir do século XX, historiadores revisionistas latino-americanos, como León Pomer e Juan O'Leary, reinterpretaram a guerra como um episódio de agressão imperialista promovido pelo Brasil e pela Inglaterra, interessada em abrir o mercado paraguaio às economias capitalistas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
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Leia o excerto abaixo:
A civilização inca foi a mais complexa e centralizada das sociedades andinas pré-colombianas, constituindo, entre os séculos XV e XVI, o maior império da América pré-hispânica. Conhecido como Tawantinsuyu , "as quatro partes do mundo", o Império Inca abrangia cerca de 4.000 km de extensão ao longo da Cordilheira dos Andes, desde o atual Equador até o norte do Chile e a Argentina, incluindo territórios do Peru e da Bolívia. Sua capital, Cuzco, localizada no altiplano peruano, funcionava como centro político, religioso e simbólico de um Estado que combinava um sistema teocrático com uma administração altamente racionalizada. A estrutura política do império baseava-se na figura do _________, considerado filho do sol (Inti ) e, portanto, de natureza divina.
Preencha a lacuna acima e assinale a alternativa correta.
A civilização inca foi a mais complexa e centralizada das sociedades andinas pré-colombianas, constituindo, entre os séculos XV e XVI, o maior império da América pré-hispânica. Conhecido como Tawantinsuyu , "as quatro partes do mundo", o Império Inca abrangia cerca de 4.000 km de extensão ao longo da Cordilheira dos Andes, desde o atual Equador até o norte do Chile e a Argentina, incluindo territórios do Peru e da Bolívia. Sua capital, Cuzco, localizada no altiplano peruano, funcionava como centro político, religioso e simbólico de um Estado que combinava um sistema teocrático com uma administração altamente racionalizada. A estrutura política do império baseava-se na figura do _________, considerado filho do sol (Inti ) e, portanto, de natureza divina.
Preencha a lacuna acima e assinale a alternativa correta.
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As Cruzadas constituem um dos fenômenos mais
complexos da história medieval europeia, articulando
dimensões religiosas, políticas, econômicas e culturais.
Tradicionalmente definidas como expedições militares
cristãs com o objetivo de reconquistar Jerusalém e os
lugares sagrados da Palestina das mãos muçulmanas,
as Cruzadas foram, na realidade, expressão de uma
ampla transformação no mundo ocidental entre os
séculos XI e XIII. Acerca desse assunto, julgue as
proposições abaixo.
I. O ponto de partida das Cruzadas está ligado ao discurso do papa Leão I, pronunciado no Concílio de Vermont em 1095. Nesse momento, o papa convocou os cavaleiros e fiéis da cristandade a empunhar as armas para auxiliar o Império Bizantino, ameaçado pelos árabes seljúcidas, e libertar o Santo Sepulcro em Jerusalém. A Primeira Cruzada (1096-1099) resultou na conquista de Jerusalém e na criação dos Estados Latinos do Oriente.
II. As cruzadas resultaram da combinação entre o fervor religioso, o fortalecimento do papado, o crescimento demográfico e econômico da Europa, e a busca por novas formas de expansão e legitimação do poder. O termo "cruzada", derivado do latim crux , simbolizava o compromisso espiritual assumido pelos participantes que, ao "tomar a cruz", juravam combater em nome da fé, acreditando obter indulgência plena concedida pela Igreja.
III. As motivações para as Cruzadas ultrapassavam o ideal religioso. Elas se inseriam em um contexto de expansão econômica e reorganização social da Europa feudal. O aumento da produção agrícola, o renascimento urbano e o ressurgimento do comércio mediterrâneo criaram excedentes e novas necessidades de circulação. Para a nobreza, a guerra santa oferecia não apenas mérito espiritual, mas também oportunidade de conquista de terras, prestígio e riqueza.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
I. O ponto de partida das Cruzadas está ligado ao discurso do papa Leão I, pronunciado no Concílio de Vermont em 1095. Nesse momento, o papa convocou os cavaleiros e fiéis da cristandade a empunhar as armas para auxiliar o Império Bizantino, ameaçado pelos árabes seljúcidas, e libertar o Santo Sepulcro em Jerusalém. A Primeira Cruzada (1096-1099) resultou na conquista de Jerusalém e na criação dos Estados Latinos do Oriente.
II. As cruzadas resultaram da combinação entre o fervor religioso, o fortalecimento do papado, o crescimento demográfico e econômico da Europa, e a busca por novas formas de expansão e legitimação do poder. O termo "cruzada", derivado do latim crux , simbolizava o compromisso espiritual assumido pelos participantes que, ao "tomar a cruz", juravam combater em nome da fé, acreditando obter indulgência plena concedida pela Igreja.
III. As motivações para as Cruzadas ultrapassavam o ideal religioso. Elas se inseriam em um contexto de expansão econômica e reorganização social da Europa feudal. O aumento da produção agrícola, o renascimento urbano e o ressurgimento do comércio mediterrâneo criaram excedentes e novas necessidades de circulação. Para a nobreza, a guerra santa oferecia não apenas mérito espiritual, mas também oportunidade de conquista de terras, prestígio e riqueza.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
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- História da América LatinaIndependências das regiões hispano-americanas: México, América Central e América do Sul
A Revolução Mexicana (1910-1920) representa um
marco paradigmático da transição social e política no
México e um dos eventos definidores da América Latina
do século XX. Julgue as sentenças abaixo como
VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F).
(__) No cerne das causas da revolução está o entrelaçamento de fatores econômicos, sociais, políticos e culturais. Sob o Porfiriato consolidou-se um modelo de desenvolvimento exportador que, embora tenha promovido infraestrutura (ferrovias, minas, portos), aprofundou a concentração de terras em grandes latifúndios e restringiu os direitos dos camponeses e comunidades indígenas.
(__) Em 1917, um importante ponto de inflexão ocorreu com a promulgação da nova Constituição mexicana, cujo arcabouço incorporou avanços significativos: direito à reforma agrária, reconhecimento dos sindicatos, limitação das propriedades e intervenção do Estado na economia.
(__) No plano internacional, a revolução refletiu a inserção do México no sistema capitalista mundial e as tensões derivadas da presença estrangeira (notadamente dos Estados Unidos) no investimento e exploração de recursos. A instabilidade e o conflito comprometeram os interesses externos, e a política mexicana teve de se ajustar a pressões externas, além de administrar as suas contradições internas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
(__) No cerne das causas da revolução está o entrelaçamento de fatores econômicos, sociais, políticos e culturais. Sob o Porfiriato consolidou-se um modelo de desenvolvimento exportador que, embora tenha promovido infraestrutura (ferrovias, minas, portos), aprofundou a concentração de terras em grandes latifúndios e restringiu os direitos dos camponeses e comunidades indígenas.
(__) Em 1917, um importante ponto de inflexão ocorreu com a promulgação da nova Constituição mexicana, cujo arcabouço incorporou avanços significativos: direito à reforma agrária, reconhecimento dos sindicatos, limitação das propriedades e intervenção do Estado na economia.
(__) No plano internacional, a revolução refletiu a inserção do México no sistema capitalista mundial e as tensões derivadas da presença estrangeira (notadamente dos Estados Unidos) no investimento e exploração de recursos. A instabilidade e o conflito comprometeram os interesses externos, e a política mexicana teve de se ajustar a pressões externas, além de administrar as suas contradições internas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
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No processo de transição do Império para a República,
surgiram intensos debates sobre o papel da religião na
vida pública brasileira. No contexto das transformações
políticas que culminaram na Proclamação da República,
assinale a alternativa CORRETA.
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O Egito Antigo constitui uma das civilizações mais
complexas, duradouras e influentes da Antiguidade, cuja
formação se deu às margens do rio Nilo, no nordeste da
África, a partir de aproximadamente 3.200 a.C. até a
conquista romana em 30 a.C. Acerca dessa civilização,
julgue as proposições abaixo.
I. Do ponto de vista histórico, o Egito Antigo é tradicionalmente dividido em três grandes períodos de unificação e estabilidade (Antigo, Médio e Novo Império) intercalados por fases de fragmentação conhecidas como Períodos Intermediários.
II. A estrutura política do Egito Antigo era fortemente centralizada, sustentada por uma burocracia complexa que assegurava o controle do território e da produção agrícola. Escribas, sacerdotes e altos funcionários formavam a elite administrativa responsável pelo registro de impostos, censos e rituais religiosos. Essa organização permitiu a manutenção de um Estado teocrático, no qual o poder era legitimado pela crença de que o faraó encarnava o princípio divino.
III. A economia egípcia era essencialmente manufaturada, mas sustentava também um intenso sistema de trocas internas e externas, envolvendo o comércio com a Núbia, o Levante e o Mediterrâneo. O Estado controlava a produção e a distribuição de bens, garantindo o sustento dos templos, do exército e da administração.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
I. Do ponto de vista histórico, o Egito Antigo é tradicionalmente dividido em três grandes períodos de unificação e estabilidade (Antigo, Médio e Novo Império) intercalados por fases de fragmentação conhecidas como Períodos Intermediários.
II. A estrutura política do Egito Antigo era fortemente centralizada, sustentada por uma burocracia complexa que assegurava o controle do território e da produção agrícola. Escribas, sacerdotes e altos funcionários formavam a elite administrativa responsável pelo registro de impostos, censos e rituais religiosos. Essa organização permitiu a manutenção de um Estado teocrático, no qual o poder era legitimado pela crença de que o faraó encarnava o princípio divino.
III. A economia egípcia era essencialmente manufaturada, mas sustentava também um intenso sistema de trocas internas e externas, envolvendo o comércio com a Núbia, o Levante e o Mediterrâneo. O Estado controlava a produção e a distribuição de bens, garantindo o sustento dos templos, do exército e da administração.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
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Nos primeiros cinquenta anos de presença no Brasil
(1549-1599), a Companhia de Jesus desempenhou
papel fundamental na constituição das bases religiosas,
educacionais e culturais da colonização portuguesa.
Sobre esse assunto, assinale a alternativa INCORRETA.
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