Foram encontradas 350 questões.
Durante uma aula o professor pediu a seus alunos que pegassem, ao acaso, uma bolinha de uma urna que continha várias bolinhas coloridas, anotassem a cor e a devolvessem à urna. Pediu ainda que repetissem várias vezes esse procedimento e que, ao final, calculassem o porcentual de vezes em que foi sorteada uma bolinha de cor preta. Estes foram os resultados:

Com base nos resultados dessa tabela, os alunos concluíram que a probabilidade de ser sorteada uma bolinha preta da urna era igual a 32%. Essa conclusão, tirada pelos alunos, está:
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Segundo os autores, o pressuposto básico a que o texto se refere revela o potencial educativo de um museu, pois o discurso museográfico permite
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Considere os itens abaixo.
I. A relação com o passado deve ser cultivada, desde que se tenha uma compreensão do tempo como algo dinâmico, mas não simplesmente linear e seqüencial.
II. Nada mais significativo e importante, para a construção da cidadania, do que a compreensão de que a cultura não existiria sem a socialização das conquistas humanas.
III. O sujeito anônimo é, na verdade, o grande artesão dos tecidos da história.
IV. A produção do conhecimento está diretamente associada à dimensão da razão objetiva, desvalorizando-se outros tipos de experiências ou mesmo expressões outras da sensibilidade.
V. O resgate do passado histórico deve ser realizado priorizando-se o utilitarismo das experiências passadas, evitando-se considerar as possibilidades afetivas, lúdicas e estéticas de entender o mundo.
VI. Em nome da velocidade do progresso, deveriam ser criados valores únicos e universais necessariamente aceitos por todos os povos para o desenvolvimento da sociedade.
Os itens que NÃO estão de acordo com a concepção histórica presente nas novas Diretrizes Curriculares Nacionais são APENAS
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Sobre o tema Leitura e Escrita na História, de Fernando Seffner, considere os itens abaixo.
I. A leitura de textos que estabeleçam correlação entre acontecimentos, em diferentes locais e tempos, possibilita ao aluno incorporar a história passada da humanidade em seu repertório de vida e na construção de sua vida social.
II. A leitura é também uma chave para a integração política do jovem, no sentido grego do termo, a integração à pólis, aos códigos de discussão da comunidade política. A leitura e a escrita constituem um caráter público para o indivíduo.
III. Os conhecimentos históricos podem servir de apoio na leitura de qualquer outra modalidade de texto, em qualquer outra área, na medida em que o texto é datado historicamente, vinculado a determinada visão de mundo ou conjuntura.
IV. As atividades de leitura e escrita associadas ao ensino de história devem possibilitar ao aluno elaborar seu projeto social a partir da análise de outros projetos. Fazer do aluno um agente social é ensiná-lo a reconhecer diferentes projetos sociais embutidos nas diferentes falas sociais, e ajudá-lo a construir sua trajetória a partir destes referenciais.
Para o autor é correto o que se afirma em
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Na sala de aula, um aluno questiona o professor se o estudo da história da mulher tem importância para a sociedade. Baseado nos fundamentos das novas diretrizes curriculares nacionais, o professor deve responder que
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As figuras abaixo referem-se às questões de números 35 e 36.


A comparação de ilustrações reproduzidas em momentos diferentes são importantes para que os alunos possam
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As figuras abaixo referem-se às questões de números 35 e 36.


Um professor apresenta uma atividade envolvendo as figuras I e II. A intenção do professor é de que os alunos percebam, respectivamente,
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O Conselho Nacional de Educação estabeleceu, no Parecer CNE/CEB nº 11/2000, Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos. Analise as proposições abaixo sobre possíveis ações que o professor de história deveria levar em consideração de acordo com essas diretrizes.
I. É importante o professor reforçar para os seus alunos a visão dual sobre a realidade histórica brasileira - "Dois Brasis", "oficial e real", "Casa Grande e Senzala", "o tradicional e o moderno", capital e interior, urbano e rural, cosmopolita e provinciano, litoral e sertão como forma de estimular os jovens e adultos a exercerem um papel mais ativo na sociedade, visando sua ascensão econômica e social.
II. O professor poderia resgatar experiências históricas de seus próprios alunos, uma vez que muitos destes jovens e adultos, dentro da pluralidade e diversidade de regiões do país, dentro dos mais diferentes estratos sociais, desenvolveram uma rica cultura baseada na oralidade da qual nos dão prova, entre muitos outros, a literatura de cordel, o teatro popular, o cancioneiro regional, os repentistas, as festas populares, as festas religiosas e os registros de memória das culturas afro-brasileira e indígena.
III. O professor poderá analisar com seus alunos aspectos das condições políticas, socioeconômicas e culturais que impediram que grupos sociais fossem alijados dos direitos ao pleno exercício da cidadania, e que a sala de aula poderá tornar-se um instrumento de reparação desta realidade, dívida inscrita em nossa história social e na vida de tantos indivíduos.
IV. Um professor de história, engajado com as transformações socioeconômicas do seu tempo e do seu país, deve estimular seus alunos a adquirirem, neste "século do conhecimento", saberes aliados às competências que eles desenvolverão no mundo do trabalho; evitando, portanto, a visão critica sobre a realidade global que o cerca, enfatizando mais a vocação do
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A autora faz uma crítica às atuais propostas curriculares de História, propondo a ampliação do conceito de cidadania, com a introdução e explicitação de cidadania social, pois essa ampliação
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Considere os textos.


A partir dos textos, pode-se afirmar que trabalhar com bens culturais do patrimônio histórico no processo ensinoaprendizagem de História contribui para estimular nos alunos
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