Foram encontradas 60 questões.
- OrtografiaPontuaçãoPonto de Exclamação e Interrogação
- Sintaxe
- MorfologiaPreposições
- Interpretação de Textos
Observe a frase: “A felicidade consiste em ser feliz. Não consiste
em fazer crer aos demais que o somos.”
Assinale a opção que apresenta a observação adequada sobre a estrutura ou componentes dessa frase.
Assinale a opção que apresenta a observação adequada sobre a estrutura ou componentes dessa frase.
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Um dos problemas mais comuns da escrita é a troca entre
parônimos.
Assinale a opção em que isso ocorre com a palavra sublinhada.
Assinale a opção em que isso ocorre com a palavra sublinhada.
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Quando narramos, devemos situar as ações narradas no tempo
de forma a mostrá-las em sucessão cronológica.
A frase em que a indicação de tempo tem o valor de sucessão é:
A frase em que a indicação de tempo tem o valor de sucessão é:
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A linguagem dos escritores modernistas em muitos casos
contrariava a norma culta da língua tradicional; estudos mostram
uma série de pontos em que essa “revolução” foi praticada.
Assinale a opção cujo exemplo não corresponde à modificação indicada no início.
Assinale a opção cujo exemplo não corresponde à modificação indicada no início.
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observe a relação vocabular entre os seguintes vocábulos: doente
/ adoecer / doença.
Assinale a opção que apresenta as palavras cognatas que exemplificam, de forma adequada, as mesmas classes das palavras destacadas.
Assinale a opção que apresenta as palavras cognatas que exemplificam, de forma adequada, as mesmas classes das palavras destacadas.
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A questão deve ser respondida a partir do
Texto.
A educação no Brasil precisa ser vista como um problema
social, a fim de que as suas deficiências educacionais sejam
enfrentadas através de técnicas sociais adequadas. Sem isso, a
sociedade sofre as consequências negativas de um ensino
insatisfatório, sem ter para combatê-lo o necessário
comportamento coletivo organizado. “Não existe um mínimo de
consenso, sequer, no reconhecimento das necessidades
educacionais prementes e na escolha das soluções que elas
parecem impor de forma inevitável.”
Esse é o teor de um artigo do sociólogo e professor da USP
Florestan Fernandes (1920-1995) publicado em 1960 na revista
Comentário, do Rio de Janeiro. Intitulado A Educação como
Problema Social, o artigo é um exemplo da atualidade do
pensamento de Florestan sobre um dos temas a que ele mais se
dedicou – a educação.
No artigo escrito há seis décadas, Florestan expõe problemas
ainda presentes na educação brasileira. Um deles se refere ao
“alheamento” a que os professores foram relegados no País. “O
mestre-escola (professor de instrução primária) e o professor
constituem a verdadeira mola-mestra de qualquer sistema de
ensino. Por maiores que sejam os progressos alcançados nas
esferas da teoria da educação e da reforma educacional, tudo
não passará de letra morta se os resultados não se evidenciarem
no campo do trabalho do mestre-escola e do professor”, defende
o sociólogo. Apesar de sua importância fundamental, continua
Florestan, os professores foram convertidos numa espécie de
“formiga-operária”, da qual se espera apenas uma produção
estereotipada, obtida por vias rotineiras. “Enquanto perdurar
essa situação, será impossível imprimir novos rumos à educação
brasileira. Haverá sempre um abismo intransponível entre os
objetivos educacionais, definidos pela teoria pedagógica posta
em prática através das reformas do ensino, e os processos
pedagógicos reais.”
Sobre esse tipo de trabalho, assinale a opção que mostra uma afirmação adequada.
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A questão deve ser respondida a partir do
Texto.
A educação no Brasil precisa ser vista como um problema
social, a fim de que as suas deficiências educacionais sejam
enfrentadas através de técnicas sociais adequadas. Sem isso, a
sociedade sofre as consequências negativas de um ensino
insatisfatório, sem ter para combatê-lo o necessário
comportamento coletivo organizado. “Não existe um mínimo de
consenso, sequer, no reconhecimento das necessidades
educacionais prementes e na escolha das soluções que elas
parecem impor de forma inevitável.”
Esse é o teor de um artigo do sociólogo e professor da USP
Florestan Fernandes (1920-1995) publicado em 1960 na revista
Comentário, do Rio de Janeiro. Intitulado A Educação como
Problema Social, o artigo é um exemplo da atualidade do
pensamento de Florestan sobre um dos temas a que ele mais se
dedicou – a educação.
No artigo escrito há seis décadas, Florestan expõe problemas
ainda presentes na educação brasileira. Um deles se refere ao
“alheamento” a que os professores foram relegados no País. “O
mestre-escola (professor de instrução primária) e o professor
constituem a verdadeira mola-mestra de qualquer sistema de
ensino. Por maiores que sejam os progressos alcançados nas
esferas da teoria da educação e da reforma educacional, tudo
não passará de letra morta se os resultados não se evidenciarem
no campo do trabalho do mestre-escola e do professor”, defende
o sociólogo. Apesar de sua importância fundamental, continua
Florestan, os professores foram convertidos numa espécie de
“formiga-operária”, da qual se espera apenas uma produção
estereotipada, obtida por vias rotineiras. “Enquanto perdurar
essa situação, será impossível imprimir novos rumos à educação
brasileira. Haverá sempre um abismo intransponível entre os
objetivos educacionais, definidos pela teoria pedagógica posta
em prática através das reformas do ensino, e os processos
pedagógicos reais.”
Esse segmento do Texto significa que Florestan Fernandes
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A questão deve ser respondida a partir do
Texto.
A educação no Brasil precisa ser vista como um problema
social, a fim de que as suas deficiências educacionais sejam
enfrentadas através de técnicas sociais adequadas. Sem isso, a
sociedade sofre as consequências negativas de um ensino
insatisfatório, sem ter para combatê-lo o necessário
comportamento coletivo organizado. “Não existe um mínimo de
consenso, sequer, no reconhecimento das necessidades
educacionais prementes e na escolha das soluções que elas
parecem impor de forma inevitável.”
Esse é o teor de um artigo do sociólogo e professor da USP
Florestan Fernandes (1920-1995) publicado em 1960 na revista
Comentário, do Rio de Janeiro. Intitulado A Educação como
Problema Social, o artigo é um exemplo da atualidade do
pensamento de Florestan sobre um dos temas a que ele mais se
dedicou – a educação.
No artigo escrito há seis décadas, Florestan expõe problemas
ainda presentes na educação brasileira. Um deles se refere ao
“alheamento” a que os professores foram relegados no País. “O
mestre-escola (professor de instrução primária) e o professor
constituem a verdadeira mola-mestra de qualquer sistema de
ensino. Por maiores que sejam os progressos alcançados nas
esferas da teoria da educação e da reforma educacional, tudo
não passará de letra morta se os resultados não se evidenciarem
no campo do trabalho do mestre-escola e do professor”, defende
o sociólogo. Apesar de sua importância fundamental, continua
Florestan, os professores foram convertidos numa espécie de
“formiga-operária”, da qual se espera apenas uma produção
estereotipada, obtida por vias rotineiras. “Enquanto perdurar
essa situação, será impossível imprimir novos rumos à educação
brasileira. Haverá sempre um abismo intransponível entre os
objetivos educacionais, definidos pela teoria pedagógica posta
em prática através das reformas do ensino, e os processos
pedagógicos reais.”
Nesse segmento do texto, alguns adjetivos estão sublinhados. Assinale a opção em que os dois adjetivos destacados mostram uma opinião do autor do texto.
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A questão deve ser respondida a partir do
Texto.
A educação no Brasil precisa ser vista como um problema
social, a fim de que as suas deficiências educacionais sejam
enfrentadas através de técnicas sociais adequadas. Sem isso, a
sociedade sofre as consequências negativas de um ensino
insatisfatório, sem ter para combatê-lo o necessário
comportamento coletivo organizado. “Não existe um mínimo de
consenso, sequer, no reconhecimento das necessidades
educacionais prementes e na escolha das soluções que elas
parecem impor de forma inevitável.”
Esse é o teor de um artigo do sociólogo e professor da USP
Florestan Fernandes (1920-1995) publicado em 1960 na revista
Comentário, do Rio de Janeiro. Intitulado A Educação como
Problema Social, o artigo é um exemplo da atualidade do
pensamento de Florestan sobre um dos temas a que ele mais se
dedicou – a educação.
No artigo escrito há seis décadas, Florestan expõe problemas
ainda presentes na educação brasileira. Um deles se refere ao
“alheamento” a que os professores foram relegados no País. “O
mestre-escola (professor de instrução primária) e o professor
constituem a verdadeira mola-mestra de qualquer sistema de
ensino. Por maiores que sejam os progressos alcançados nas
esferas da teoria da educação e da reforma educacional, tudo
não passará de letra morta se os resultados não se evidenciarem
no campo do trabalho do mestre-escola e do professor”, defende
o sociólogo. Apesar de sua importância fundamental, continua
Florestan, os professores foram convertidos numa espécie de
“formiga-operária”, da qual se espera apenas uma produção
estereotipada, obtida por vias rotineiras. “Enquanto perdurar
essa situação, será impossível imprimir novos rumos à educação
brasileira. Haverá sempre um abismo intransponível entre os
objetivos educacionais, definidos pela teoria pedagógica posta
em prática através das reformas do ensino, e os processos
pedagógicos reais.”
Esse é o teor de um artigo do sociólogo e professor da USP Florestan Fernandes.
Nesse segmento do texto há um conjunto de termos que estabelecem coesão com termos anteriores. Assinale a opção que apresenta o termo destacado que tem seu antecedente indicado de forma correta.
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A questão deve ser respondida a partir do
Texto.
A educação no Brasil precisa ser vista como um problema
social, a fim de que as suas deficiências educacionais sejam
enfrentadas através de técnicas sociais adequadas. Sem isso, a
sociedade sofre as consequências negativas de um ensino
insatisfatório, sem ter para combatê-lo o necessário
comportamento coletivo organizado. “Não existe um mínimo de
consenso, sequer, no reconhecimento das necessidades
educacionais prementes e na escolha das soluções que elas
parecem impor de forma inevitável.”
Esse é o teor de um artigo do sociólogo e professor da USP
Florestan Fernandes (1920-1995) publicado em 1960 na revista
Comentário, do Rio de Janeiro. Intitulado A Educação como
Problema Social, o artigo é um exemplo da atualidade do
pensamento de Florestan sobre um dos temas a que ele mais se
dedicou – a educação.
No artigo escrito há seis décadas, Florestan expõe problemas
ainda presentes na educação brasileira. Um deles se refere ao
“alheamento” a que os professores foram relegados no País. “O
mestre-escola (professor de instrução primária) e o professor
constituem a verdadeira mola-mestra de qualquer sistema de
ensino. Por maiores que sejam os progressos alcançados nas
esferas da teoria da educação e da reforma educacional, tudo
não passará de letra morta se os resultados não se evidenciarem
no campo do trabalho do mestre-escola e do professor”, defende
o sociólogo. Apesar de sua importância fundamental, continua
Florestan, os professores foram convertidos numa espécie de
“formiga-operária”, da qual se espera apenas uma produção
estereotipada, obtida por vias rotineiras. “Enquanto perdurar
essa situação, será impossível imprimir novos rumos à educação
brasileira. Haverá sempre um abismo intransponível entre os
objetivos educacionais, definidos pela teoria pedagógica posta
em prática através das reformas do ensino, e os processos
pedagógicos reais.”
Esse é o primeiro período do Texto. Esse segmento poderia mostrar melhor redação, se trocássemos
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