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O jornal Folha de S. Paulo publicou, em outubro de 2013,a seguinte informação sobre os problemas respiratórios em bebês ao nascer:

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Um dentista comprou determinado antisséptico bucal concentrado
e, para utilizá-lo, precisa diluí-lo na seguinte
proporção: 20 mL de antisséptico em 50 mL de água. Se esse
dentista comprar 2,5 litros desse antisséptico, a quantidade
de solução (antisséptico + água), em mL, que será feita, é:
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Em um posto de saúde, um médico gasta 5 horas por dia no
atendimento a pacientes, demorando 15 minutos em cada
atendimento. Se ele demorasse 10 minutos em cada atendimento,
o número de pacientes que ele poderia atender a
mais, nesse dia, trabalhando o mesmo número de horas,
seria:
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A capacidade para o trabalho aos 50 anos
A dificuldade para conseguir emprego aos 50 ou mais anos
de idade é reconhecida em todas as atividades.
No entanto, o ICT (Índice de Capacidade para o Trabalho)
mostra desempenho similar, isto é, sem diferença, em testes realizados
comparando trabalhadores acima dos 50 anos e pessoas
abaixo dessa idade, segundo uma pesquisa publicada no periódico
“Brazilian Journal of Physical Therapy”.
O estudo “Índice de capacidade para o trabalho e capacidade
funcional em trabalhadores mais velhos”, de Rosemeire S. Padula
e colaboradores da pós-graduação em fisioterapia da Unicid (Universidade
Cidade de São Paulo), aponta que o número de doenças
e de medicamentos regularmente usados foi maior entre os trabalhadores
mais longevos.
Entretanto, condições de saúde desfavoráveis parecem não
afetar a capacidade deles para o trabalho.
Os trabalhadores mais velhos participantes do estudo eram casados,
mais escolarizados e tinham maior renda, uma relação direta
e positiva para a capacidade de trabalho, asseguram os autores.
A explicação: em todas as profissões, aquelas pessoas com
mais anos de estudo e maior renda têm experiência profissional
mais rica, demonstram melhor desempenho intelectual e também
têm melhor saúde.
Aquelas com menor renda e menos escolarizadas apresentam
tendência para maior fragilidade biológica e psicológica à
medida que envelhecem.
(Folha de S.Paulo, 1.º de fevereiro de 2014. Plantão Médico, Julio Abramczyk.
Adaptado)
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A capacidade para o trabalho aos 50 anos
A dificuldade para conseguir emprego aos 50 ou mais anos
de idade é reconhecida em todas as atividades.
No entanto, o ICT (Índice de Capacidade para o Trabalho)
mostra desempenho similar, isto é, sem diferença, em testes realizados
comparando trabalhadores acima dos 50 anos e pessoas
abaixo dessa idade, segundo uma pesquisa publicada no periódico
“Brazilian Journal of Physical Therapy”.
O estudo “Índice de capacidade para o trabalho e capacidade
funcional em trabalhadores mais velhos”, de Rosemeire S. Padula
e colaboradores da pós-graduação em fisioterapia da Unicid (Universidade
Cidade de São Paulo), aponta que o número de doenças
e de medicamentos regularmente usados foi maior entre os trabalhadores
mais longevos.
Entretanto, condições de saúde desfavoráveis parecem não
afetar a capacidade deles para o trabalho.
Os trabalhadores mais velhos participantes do estudo eram casados,
mais escolarizados e tinham maior renda, uma relação direta
e positiva para a capacidade de trabalho, asseguram os autores.
A explicação: em todas as profissões, aquelas pessoas com
mais anos de estudo e maior renda têm experiência profissional
mais rica, demonstram melhor desempenho intelectual e também
têm melhor saúde.
Aquelas com menor renda e menos escolarizadas apresentam
tendência para maior fragilidade biológica e psicológica à
medida que envelhecem.
(Folha de S.Paulo, 1.º de fevereiro de 2014. Plantão Médico, Julio Abramczyk.
Adaptado)
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A capacidade para o trabalho aos 50 anos
A dificuldade para conseguir emprego aos 50 ou mais anos
de idade é reconhecida em todas as atividades.
No entanto, o ICT (Índice de Capacidade para o Trabalho)
mostra desempenho similar, isto é, sem diferença, em testes realizados
comparando trabalhadores acima dos 50 anos e pessoas
abaixo dessa idade, segundo uma pesquisa publicada no periódico
“Brazilian Journal of Physical Therapy”.
O estudo “Índice de capacidade para o trabalho e capacidade
funcional em trabalhadores mais velhos”, de Rosemeire S. Padula
e colaboradores da pós-graduação em fisioterapia da Unicid (Universidade
Cidade de São Paulo), aponta que o número de doenças
e de medicamentos regularmente usados foi maior entre os trabalhadores
mais longevos.
Entretanto, condições de saúde desfavoráveis parecem não
afetar a capacidade deles para o trabalho.
Os trabalhadores mais velhos participantes do estudo eram casados,
mais escolarizados e tinham maior renda, uma relação direta
e positiva para a capacidade de trabalho, asseguram os autores.
A explicação: em todas as profissões, aquelas pessoas com
mais anos de estudo e maior renda têm experiência profissional
mais rica, demonstram melhor desempenho intelectual e também
têm melhor saúde.
Aquelas com menor renda e menos escolarizadas apresentam
tendência para maior fragilidade biológica e psicológica à
medida que envelhecem.
(Folha de S.Paulo, 1.º de fevereiro de 2014. Plantão Médico, Julio Abramczyk.
Adaptado)
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A capacidade para o trabalho aos 50 anos
A dificuldade para conseguir emprego aos 50 ou mais anos
de idade é reconhecida em todas as atividades.
No entanto, o ICT (Índice de Capacidade para o Trabalho)
mostra desempenho similar, isto é, sem diferença, em testes realizados
comparando trabalhadores acima dos 50 anos e pessoas
abaixo dessa idade, segundo uma pesquisa publicada no periódico
“Brazilian Journal of Physical Therapy”.
O estudo “Índice de capacidade para o trabalho e capacidade
funcional em trabalhadores mais velhos”, de Rosemeire S. Padula
e colaboradores da pós-graduação em fisioterapia da Unicid (Universidade
Cidade de São Paulo), aponta que o número de doenças
e de medicamentos regularmente usados foi maior entre os trabalhadores
mais longevos.
Entretanto, condições de saúde desfavoráveis parecem não
afetar a capacidade deles para o trabalho.
Os trabalhadores mais velhos participantes do estudo eram casados,
mais escolarizados e tinham maior renda, uma relação direta
e positiva para a capacidade de trabalho, asseguram os autores.
A explicação: em todas as profissões, aquelas pessoas com
mais anos de estudo e maior renda têm experiência profissional
mais rica, demonstram melhor desempenho intelectual e também
têm melhor saúde.
Aquelas com menor renda e menos escolarizadas apresentam
tendência para maior fragilidade biológica e psicológica à
medida que envelhecem.
(Folha de S.Paulo, 1.º de fevereiro de 2014. Plantão Médico, Julio Abramczyk.
Adaptado)
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A capacidade para o trabalho aos 50 anos
A dificuldade para conseguir emprego aos 50 ou mais anos
de idade é reconhecida em todas as atividades.
No entanto, o ICT (Índice de Capacidade para o Trabalho)
mostra desempenho similar, isto é, sem diferença, em testes realizados
comparando trabalhadores acima dos 50 anos e pessoas
abaixo dessa idade, segundo uma pesquisa publicada no periódico
“Brazilian Journal of Physical Therapy”.
O estudo “Índice de capacidade para o trabalho e capacidade
funcional em trabalhadores mais velhos”, de Rosemeire S. Padula
e colaboradores da pós-graduação em fisioterapia da Unicid (Universidade
Cidade de São Paulo), aponta que o número de doenças
e de medicamentos regularmente usados foi maior entre os trabalhadores
mais longevos.
Entretanto, condições de saúde desfavoráveis parecem não
afetar a capacidade deles para o trabalho.
Os trabalhadores mais velhos participantes do estudo eram casados,
mais escolarizados e tinham maior renda, uma relação direta
e positiva para a capacidade de trabalho, asseguram os autores.
A explicação: em todas as profissões, aquelas pessoas com
mais anos de estudo e maior renda têm experiência profissional
mais rica, demonstram melhor desempenho intelectual e também
têm melhor saúde.
Aquelas com menor renda e menos escolarizadas apresentam
tendência para maior fragilidade biológica e psicológica à
medida que envelhecem.
(Folha de S.Paulo, 1.º de fevereiro de 2014. Plantão Médico, Julio Abramczyk.
Adaptado)
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A capacidade para o trabalho aos 50 anos
A dificuldade para conseguir emprego aos 50 ou mais anos
de idade é reconhecida em todas as atividades.
No entanto, o ICT (Índice de Capacidade para o Trabalho)
mostra desempenho similar, isto é, sem diferença, em testes realizados
comparando trabalhadores acima dos 50 anos e pessoas
abaixo dessa idade, segundo uma pesquisa publicada no periódico
“Brazilian Journal of Physical Therapy”.
O estudo “Índice de capacidade para o trabalho e capacidade
funcional em trabalhadores mais velhos”, de Rosemeire S. Padula
e colaboradores da pós-graduação em fisioterapia da Unicid (Universidade
Cidade de São Paulo), aponta que o número de doenças
e de medicamentos regularmente usados foi maior entre os trabalhadores
mais longevos.
Entretanto, condições de saúde desfavoráveis parecem não
afetar a capacidade deles para o trabalho.
Os trabalhadores mais velhos participantes do estudo eram casados,
mais escolarizados e tinham maior renda, uma relação direta
e positiva para a capacidade de trabalho, asseguram os autores.
A explicação: em todas as profissões, aquelas pessoas com
mais anos de estudo e maior renda têm experiência profissional
mais rica, demonstram melhor desempenho intelectual e também
têm melhor saúde.
Aquelas com menor renda e menos escolarizadas apresentam
tendência para maior fragilidade biológica e psicológica à
medida que envelhecem.
(Folha de S.Paulo, 1.º de fevereiro de 2014. Plantão Médico, Julio Abramczyk.
Adaptado)
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Leia o quadrinho.

O humor decorrente do texto se deve
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