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Leia o texto para responder às questões de números 02 a 10.
Manter a cidade limpa
Criada em 2006, a Lei Cidade Limpa promoveu alterações significativas, para melhor, na paisagem urbana da capital paulista.
A publicidade foi retirada do espaço público com a proibição de outdoors e pinturas em fachadas que anunciavam empresas e produtos. A lei também regulou os chamados anúncios indicativos, para identificar as atividades exercidas nas edificações, limitando seus tamanhos e modos de exibição.
O resultado foi, de fato, a limpeza da cidade. A ponto de levar muitos paulistanos a estranhar a poluição visual quando em visita a outros municípios. Infelizmente, com o passar dos anos, o diploma foi sendo desrespeitado.
Hoje, várias formas de publicidade (de painéis luminosos a cavaletes) voltaram a dar as caras na capital, em flagrante desrespeito às normas da legislação.
Em avenidas como Washington Luís e Juscelino Kubitschek, na zona sul, alguns comércios transformaram pavimentos superiores inteiros em vitrines para exibir propaganda em grandes telões. Há também casos de imóveis vazios que alugam o espaço para a publicidade de outras marcas.Telas de LED vendem os lançamentos imobiliários.
O reduzido número de fiscais em atuação na cidade é a principal explicação para a falta de controle. Hoje, 289 agentes são responsáveis por observar o cumprimento de 834 normas do município, como as relativas ao comércio ambulante, o Programa Silêncio Urbano (Psiu) e a Lei Cidade Limpa. A medida que criou os cargos, em 1987, previa 1200 profissionais.
A prefeitura alega que na pandemia as fiscalizações enfatizaram o controle sanitário, o que justificaria menor atenção à Lei Cidade Limpa. Com o fim do estado de emergência de saúde pública, autoridades deveriam se dedicar em manter esse patrimônio paulistano.
(Editorial; Folha de S.Paulo, 19.07.2023. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a regência verbal atende à norma-padrão.
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Leia o texto para responder às questões de números 02 a 10.
Manter a cidade limpa
Criada em 2006, a Lei Cidade Limpa promoveu alterações significativas, para melhor, na paisagem urbana da capital paulista.
A publicidade foi retirada do espaço público com a proibição de outdoors e pinturas em fachadas que anunciavam empresas e produtos. A lei também regulou os chamados anúncios indicativos, para identificar as atividades exercidas nas edificações, limitando seus tamanhos e modos de exibição.
O resultado foi, de fato, a limpeza da cidade. A ponto de levar muitos paulistanos a estranhar a poluição visual quando em visita a outros municípios. Infelizmente, com o passar dos anos, o diploma foi sendo desrespeitado.
Hoje, várias formas de publicidade (de painéis luminosos a cavaletes) voltaram a dar as caras na capital, em flagrante desrespeito às normas da legislação.
Em avenidas como Washington Luís e Juscelino Kubitschek, na zona sul, alguns comércios transformaram pavimentos superiores inteiros em vitrines para exibir propaganda em grandes telões. Há também casos de imóveis vazios que alugam o espaço para a publicidade de outras marcas.Telas de LED vendem os lançamentos imobiliários.
O reduzido número de fiscais em atuação na cidade é a principal explicação para a falta de controle. Hoje, 289 agentes são responsáveis por observar o cumprimento de 834 normas do município, como as relativas ao comércio ambulante, o Programa Silêncio Urbano (Psiu) e a Lei Cidade Limpa. A medida que criou os cargos, em 1987, previa 1200 profissionais.
A prefeitura alega que na pandemia as fiscalizações enfatizaram o controle sanitário, o que justificaria menor atenção à Lei Cidade Limpa. Com o fim do estado de emergência de saúde pública, autoridades deveriam se dedicar em manter esse patrimônio paulistano.
(Editorial; Folha de S.Paulo, 19.07.2023. Adaptado)
A concordância verbal atende à norma-padrão em:
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Manter a cidade limpa
Criada em 2006, a Lei Cidade Limpa promoveu alterações significativas, para melhor, na paisagem urbana da capital paulista.
A publicidade foi retirada do espaço público com a proibição de outdoors e pinturas em fachadas que anunciavam empresas e produtos. A lei também regulou os chamados anúncios indicativos, para identificar as atividades exercidas nas edificações, limitando seus tamanhos e modos de exibição.
O resultado foi, de fato, a limpeza da cidade. A ponto de levar muitos paulistanos a estranhar a poluição visual quando em visita a outros municípios. Infelizmente, com o passar dos anos, o diploma foi sendo desrespeitado.
Hoje, várias formas de publicidade (de painéis luminosos a cavaletes) voltaram a dar as caras na capital, em flagrante desrespeito às normas da legislação.
Em avenidas como Washington Luís e Juscelino Kubitschek, na zona sul, alguns comércios transformaram pavimentos superiores inteiros em vitrines para exibir propaganda em grandes telões. Há também casos de imóveis vazios que alugam o espaço para a publicidade de outras marcas.Telas de LED vendem os lançamentos imobiliários.
O reduzido número de fiscais em atuação na cidade é a principal explicação para a falta de controle. Hoje, 289 agentes são responsáveis por observar o cumprimento de 834 normas do município, como as relativas ao comércio ambulante, o Programa Silêncio Urbano (Psiu) e a Lei Cidade Limpa. A medida que criou os cargos, em 1987, previa 1200 profissionais.
A prefeitura alega que na pandemia as fiscalizações enfatizaram o controle sanitário, o que justificaria menor atenção à Lei Cidade Limpa. Com o fim do estado de emergência de saúde pública, autoridades deveriam se dedicar em manter esse patrimônio paulistano.
(Editorial; Folha de S.Paulo, 19.07.2023. Adaptado)
Considere os trechos:
• … limitando seus tamanhos e modos de exibição. (2º parágrafo)
• … em flagrante desrespeito às normas da legislação. (4º parágrafo)
• A prefeitura alega que na pandemia… (7º parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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Manter a cidade limpa
Criada em 2006, a Lei Cidade Limpa promoveu alterações significativas, para melhor, na paisagem urbana da capital paulista.
A publicidade foi retirada do espaço público com a proibição de outdoors e pinturas em fachadas que anunciavam empresas e produtos. A lei também regulou os chamados anúncios indicativos, para identificar as atividades exercidas nas edificações, limitando seus tamanhos e modos de exibição.
O resultado foi, de fato, a limpeza da cidade. A ponto de levar muitos paulistanos a estranhar a poluição visual quando em visita a outros municípios. Infelizmente, com o passar dos anos, o diploma foi sendo desrespeitado.
Hoje, várias formas de publicidade (de painéis luminosos a cavaletes) voltaram a dar as caras na capital, em flagrante desrespeito às normas da legislação.
Em avenidas como Washington Luís e Juscelino Kubitschek, na zona sul, alguns comércios transformaram pavimentos superiores inteiros em vitrines para exibir propaganda em grandes telões. Há também casos de imóveis vazios que alugam o espaço para a publicidade de outras marcas.Telas de LED vendem os lançamentos imobiliários.
O reduzido número de fiscais em atuação na cidade é a principal explicação para a falta de controle. Hoje, 289 agentes são responsáveis por observar o cumprimento de 834 normas do município, como as relativas ao comércio ambulante, o Programa Silêncio Urbano (Psiu) e a Lei Cidade Limpa. A medida que criou os cargos, em 1987, previa 1200 profissionais.
A prefeitura alega que na pandemia as fiscalizações enfatizaram o controle sanitário, o que justificaria menor atenção à Lei Cidade Limpa. Com o fim do estado de emergência de saúde pública, autoridades deveriam se dedicar em manter esse patrimônio paulistano.
(Editorial; Folha de S.Paulo, 19.07.2023. Adaptado)
Há termo empregado em sentido figurado em:
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Manter a cidade limpa
Criada em 2006, a Lei Cidade Limpa promoveu alterações significativas, para melhor, na paisagem urbana da capital paulista.
A publicidade foi retirada do espaço público com a proibição de outdoors e pinturas em fachadas que anunciavam empresas e produtos. A lei também regulou os chamados anúncios indicativos, para identificar as atividades exercidas nas edificações, limitando seus tamanhos e modos de exibição.
O resultado foi, de fato, a limpeza da cidade. A ponto de levar muitos paulistanos a estranhar a poluição visual quando em visita a outros municípios. Infelizmente, com o passar dos anos, o diploma foi sendo desrespeitado.
Hoje, várias formas de publicidade (de painéis luminosos a cavaletes) voltaram a dar as caras na capital, em flagrante desrespeito às normas da legislação.
Em avenidas como Washington Luís e Juscelino Kubitschek, na zona sul, alguns comércios transformaram pavimentos superiores inteiros em vitrines para exibir propaganda em grandes telões. Há também casos de imóveis vazios que alugam o espaço para a publicidade de outras marcas.Telas de LED vendem os lançamentos imobiliários.
O reduzido número de fiscais em atuação na cidade é a principal explicação para a falta de controle. Hoje, 289 agentes são responsáveis por observar o cumprimento de 834 normas do município, como as relativas ao comércio ambulante, o Programa Silêncio Urbano (Psiu) e a Lei Cidade Limpa. A medida que criou os cargos, em 1987, previa 1200 profissionais.
A prefeitura alega que na pandemia as fiscalizações enfatizaram o controle sanitário, o que justificaria menor atenção à Lei Cidade Limpa. Com o fim do estado de emergência de saúde pública, autoridades deveriam se dedicar em manter esse patrimônio paulistano.
(Editorial; Folha de S.Paulo, 19.07.2023. Adaptado)
Do ponto de vista do jornal, a Lei Cidade Limpa deveria ser
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- Interpretação de TextosInferência Textual
- Interpretação de TextosVariação da LinguagemTemas e Figuras
Leia a tira.

(Laerte, Piratas do Tietê. Folha de S. Paulo, 03.07.2023)
O efeito de humor da tira pode ser sintetizado na ideia de
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Paulo-SP
Com relação aos serviços públicos de esgotos sanitários coletados pela rede geral domiciliar e encaminhados a Estações de Tratamento de Esgotos (ETEs), a cidade de São Paulo apresenta indicadores de cobertura
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Paulo-SP
Para garantir a conservação e recuperação da qualidade das águas dos mananciais que atendem ao Sistema Integrado Metropolitano são necessárias medidas estruturais, especialmente a universalização da coleta e tratamento de esgotos domiciliares nas Áreas de Proteção e Recuperação dos Mananciais (APRMs). No caso dos mananciais Billings e Guarapiranga, os esgotos domésticos produzidos nas respectivas bacias de contribuição devem, no município de São Paulo, ser conduzidos para tratamento
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Paulo-SP
A construção de avenidas de fundo de vale e a canalização – aberta ou fechada – dos cursos de água que ocupavam anteriormente esses fundos de vale, constitui, no município de São Paulo,
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Após anos de investigação, discussão, análise e estudos, foi elaborada uma declaração sobre inovação no setor público pela OCDE, em 2019, adotada pelo Brasil e outros países. Nela estão 5 princípios com ações associadas, que indicam a inovação como função central e estratégica das organizações do setor púbico e do trabalho dos funcionários púbicos. Uma das ações pertinentes ao princípio de Incentivar e Equipar Todos os Funcionários Públicos para Inovar é
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