Foram encontradas 30 questões.
1917672
Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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O Microsoft Word 2007 contém recursos para a criação de algumas artes. Analisando a imagem abaixo, qual ferramenta foi utilizada para o desenvolvimento da arte?

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1917671
Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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Existe uma determinada aplicação que é utilizada para capturar e analisar pacotes, coletando informações confidenciais de usuários na rede, como login, senha. Qual é essa aplicação?
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1917669
Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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Para ter acesso a internet, o computador precisa de alguns dispositivos. Qual desses dispositivos é essencial para acessar a rede mundial de computadores?
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1917668
Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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No Windows é necessário instalar alguns programas para podermos visualizar alguns arquivos. Que extensão de arquivo a imagem do programa abaixo executa?

Fonte da imagem https://get.adobe.com/br/reader/
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1917270
Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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As turmas A e B de um determinado curso superior possuem o mesmo número de alunos. Na turma A, a razão entre o número de mulheres e o número de homens, nessa ordem, é igual 2/3 e, na turma B, essa razão é 1/5. Se na realização de uma palestra as duas turmas foram juntadas, então essa razão entre o número de mulheres para o número de homens, nessa ordem, passou a ser:
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1917269
Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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O preço de um determinado produto sofreu as seguintes variações sucessivas em um período de um determinado ano: em julho, aumentou 15%; em agosto, reduziu de 12%; e, em setembro, mais uma redução de 3%, sempre em relação ao mês anterior. Sobre essas variações, ao final desses três meses, em relação ao preço original, é correto afirmar que o produto:
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1917260
Ano: 2016
Disciplina: Estatística
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Estatística
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Ponderada (Agrupados por Valor)
A tabela abaixo representa a pontuação obtida em um teste com um conjunto de 10 pessoas:

Se a pontuação média desse conjunto de 10 pessoas foi de 8,0 pontos, então o valor de x é:
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1917259
Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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Em um supermercado, o preço do quilograma (R$/kg) da azeitona preta é R$ 25,60. Um cliente verificou que a etiqueta da sua embalagem não informava a quantidade, em quilogramas, que correspondia ao preço pago por ele.

A quantidade de azeitona preta contida na embalagem desse produto da etiqueta acima é igual a:
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1751798
Ano: 2016
Disciplina: Filosofia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Filosofia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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Para muitos fiéis os acontecimentos históricos que retratam a sua identidade religiosa relatada nos livros sagrados não necessita ser comprovada por meio de métodos científicos de análise que os historiadores fazem uso. Isso pode ser explicado através de um fenômeno denominado:
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1751688
Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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Era uma vez, uma Agulha, que disse a um novelo de Linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa, neste mundo?
— Deixe-me, Senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, Senhora? A Senhora não é alfinete, é Agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas, por quê?
— É boa! Porque coso. Então, os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a Costureira chegou à casa da Baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma Baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a Costureira, pegou do pano, pegou da Agulha, pegou da Linha, enfiou a Linha na Agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da Costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a Agulha:
— Então, Senhora Linha, ainda teima no que dizia, há pouco? Não repara que esta distinta Costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima.
A Linha não respondia nada; ia andando. Buraco aberto pela Agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A Agulha vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a Costureira dobrou a costura, para o dia seguinte; continuou ainda nesse e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a Baronesa vestiu-se. A Costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a Agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E quando compunha o vestido da bela dama, e puxava a um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a Linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da Baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com Ministros e Diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a Agulha não disse nada; mas um Alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre Agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
—Também eu tenho servido de Agulha a muita linha Ordinária!
(Assis, Machado de. www.releituras.com/machadodeassis_apólogo.asp)
Que relevante figura de linguagem há, no seguinte trecho: “Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser.” ?
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