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Foram encontradas 30 questões.

1918214 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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Sobre as unidades constituintes de um sistema convencional de abastecimento de água é correto afirmar:
 

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1918213 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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“A população de Barcarena, no Pará, vem sofrendo com a contaminação do solo e do lençol freático. Em junho de 2007, um vazamento numa bacia de rejeitos da Imerys Rio Capim Caulim, causou derramamento de mais de 200 mil m3 de caulim, que percorreram 19 Km nos igarapés Curuperé e Dendê, atingindo o rio Pará e tornando a água imprópria para consumo humano. Nos anos seguintes foram identificados novos vazamentos.” Fonte: (CETEM, 2014)
“Em 2014, o Ministério Público do Estado do Pará (MPE) e o Ministério Público Federal (MPF) confirmaram que ocorreu um novo vazamento de caulim no igarapé Curuperé, em Barcarena, o que agravou a situação dos moradores.” Fonte: (g1.globo.com, 2014)
Sobre a problemática ambiental que acontece em Barcarena, e seus desdobramentos, é incorreto afirmar que:
 

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1918212 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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A implementação de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA), repercute em diversas vantagens para as empresas ou organizações envolvidas. Marque a alternativa que não representa uma vantagem da adoção de um Sistema de Gestão Ambiental.
 

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De acordo com o estabelecido na Lei Orgânica do Município de São Sebastião de Boa Vista – PA, a Política Habitacional do Município integrada as do Estado e União, objetivará a solução da carência habitacional. Nesse sentido, aponte a alternativa que contém um dos princípios da referida Lei:

 

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Conforme a Lei Orgânica do Município de São Sebastião da Boa Vista - PA, constitui patrimônio cultural do Município os bens de natureza material e imaterial tomados individualmente ou em conjunto. Por ações e memórias de grupos formados da sociedade boa-vistense temos como algumas inclusões:

 

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Uma bomba de sucção retira água de um reservatório cujo formato é de um paralelepípedo reto retângulo, ilustrado abaixo, numa razão constante em função do tempo, ou seja, a quantidade de água que é retirada do reservatório a cada intervalo de tempo é sempre a mesma. Se este reservatório estivesse cheio antes de ligarmos a bomba de sucção, então o gráfico que melhor representa a altura da água em função do tempo é:
Enunciado 3285709-1
 

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Era uma vez, uma Agulha, que disse a um novelo de Linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa, neste mundo?
— Deixe-me, Senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, Senhora? A Senhora não é alfinete, é Agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas, por quê?
— É boa! Porque coso. Então, os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a Costureira chegou à casa da Baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma Baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a Costureira, pegou do pano, pegou da Agulha, pegou da Linha, enfiou a Linha na Agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da Costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a Agulha:
— Então, Senhora Linha, ainda teima no que dizia, há pouco? Não repara que esta distinta Costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima.
A Linha não respondia nada; ia andando. Buraco aberto pela Agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A Agulha vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a Costureira dobrou a costura, para o dia seguinte; continuou ainda nesse e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a Baronesa vestiu-se. A Costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a Agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E quando compunha o vestido da bela dama, e puxava a um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a Linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da Baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com Ministros e Diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a Agulha não disse nada; mas um Alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre Agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
—Também eu tenho servido de Agulha a muita linha Ordinária!
(Assis, Machado de. www.releituras.com/machadodeassis_apólogo.asp)
Assinale a alternativa que classifica corretamente, e respectivamente, as figuras de linguagem presentes, nas seguintes estruturas abaixo:
I. A freguesa perguntou mil vezes se a feirante poderia baixar o preço das frutas.
II. A feirante má humilhou a freguesa, sendo a verdadeira Agulha da obra “Um Apólogo”.
III. O mais incrível é que ela nunca havia lido Machado de Assis.
 

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No decorrer da história, o Município de São Sebastião da Boa Vista – PA foi caracterizado como a “Veneza do Marajo”. Qual a alternativa correta que confirma essa característica?

 

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Qual o novo objetivo proposto pela Associação Cultural Boa-Vistense Papa Manga – ACBPAM?

 

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Quanto ao regime disciplinar que consta na promulgação da lei nº 249/2014 CP/PMSSBV, são previstas as seguintes penalidades:
 

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