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Foram encontradas 30 questões.

1918496 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
A Educação do Campo é oferecida e regulamentada, no território nacional, por meio dos seus Entes da federação e, para tal, ampara-se legalmente na resolução nº 02 de 28 de abril de 2008. Quais Entes da federação que poderão assegurar tais políticas públicas, no âmbito de suas atuações?
 

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1918495 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
No que diz respeito à luta pela terra no território brasileiro e, considerando o processo de representação e força política dos movimentos sociais, podemos considerar qual o verdadeiro papel dessas organizações político social, na luta definitiva pela terra?
 

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1918492 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
No período durante as décadas de 1950 e 1960, no Estado Brasileiro democrático, alguns movimentos sociais manifestaram suas presenças em lutas e organização política e contribuíram para o processo inicial de emancipação dos povos do campo. Estamos falando, de fato e de direito, de que movimentos sociais brasileiros?
 

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1918491 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Alguns programas e projetos em Educação do Campo vêm sendo desenvolvidos e executados por meio do esforço de políticas públicas do Estado em parceria com o governo federal e movimentos sociais promovendo, assim, a expansão e aprofundamento da Educação do Campo. Diante do exposto, quais as ações dos Governos federal e estadual que mais podemos destacar, na atualidade, na área do campo?
 

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De acordo com o estabelecido na Lei Orgânica do Município de São Sebastião de Boa Vista – PA, a Política Habitacional do Município integrada as do Estado e União, objetivará a solução da carência habitacional. Nesse sentido, aponte a alternativa que contém um dos princípios da referida Lei:

 

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Conforme a Lei Orgânica do Município de São Sebastião da Boa Vista - PA, constitui patrimônio cultural do Município os bens de natureza material e imaterial tomados individualmente ou em conjunto. Por ações e memórias de grupos formados da sociedade boa-vistense temos como algumas inclusões:

 

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Uma bomba de sucção retira água de um reservatório cujo formato é de um paralelepípedo reto retângulo, ilustrado abaixo, numa razão constante em função do tempo, ou seja, a quantidade de água que é retirada do reservatório a cada intervalo de tempo é sempre a mesma. Se este reservatório estivesse cheio antes de ligarmos a bomba de sucção, então o gráfico que melhor representa a altura da água em função do tempo é:
Enunciado 3285709-1
 

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Era uma vez, uma Agulha, que disse a um novelo de Linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa, neste mundo?
— Deixe-me, Senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, Senhora? A Senhora não é alfinete, é Agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas, por quê?
— É boa! Porque coso. Então, os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a Costureira chegou à casa da Baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma Baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a Costureira, pegou do pano, pegou da Agulha, pegou da Linha, enfiou a Linha na Agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da Costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a Agulha:
— Então, Senhora Linha, ainda teima no que dizia, há pouco? Não repara que esta distinta Costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima.
A Linha não respondia nada; ia andando. Buraco aberto pela Agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A Agulha vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a Costureira dobrou a costura, para o dia seguinte; continuou ainda nesse e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a Baronesa vestiu-se. A Costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a Agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E quando compunha o vestido da bela dama, e puxava a um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a Linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da Baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com Ministros e Diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a Agulha não disse nada; mas um Alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre Agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
—Também eu tenho servido de Agulha a muita linha Ordinária!
(Assis, Machado de. www.releituras.com/machadodeassis_apólogo.asp)
Assinale a alternativa que classifica corretamente, e respectivamente, as figuras de linguagem presentes, nas seguintes estruturas abaixo:
I. A freguesa perguntou mil vezes se a feirante poderia baixar o preço das frutas.
II. A feirante má humilhou a freguesa, sendo a verdadeira Agulha da obra “Um Apólogo”.
III. O mais incrível é que ela nunca havia lido Machado de Assis.
 

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No decorrer da história, o Município de São Sebastião da Boa Vista – PA foi caracterizado como a “Veneza do Marajo”. Qual a alternativa correta que confirma essa característica?

 

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Qual o novo objetivo proposto pela Associação Cultural Boa-Vistense Papa Manga – ACBPAM?

 

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