Magna Concursos

Foram encontradas 445 questões.

2514222 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
Provas:
No Brasil, desde o dia 1º de julho de 2011, a NBR 14136 (baseada na norma internacional IEC 60906-1) é o padrão oficial de tomadas elétricas. Segundo o novo padrão, assinale a alternativa que indica a posição adequada dos fios na nova tomada.
Enunciado 2737900-1
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Na sentença “Não faça, por favor !”, se mudarmos a posição da vírgula para antes do verbo fazer, é CORRETO afirmarmos que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2514184 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
Provas:
Qual o tipo de equipamento que não é necessário na execução de pavimento flexível do tipo CBUQ?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2514166 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
Provas:
Para Sarmento (In: BRUNO, ALMEIDA e CHRISTOV, 2002), os coordenadores e/ou supervisores educacionais podem ajudar os professores a trabalhar de forma qualificada com as novas tecnologias nas escolas. O princípio elementar é que o coordenador e/ou supervisor pedagógico deve ter intimidade com o computador e suas expressões. São exemplos de ações básicas nesta direção, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2514113 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
Provas:
Texto
Eu e a serra
Olho o espinhaço da serra, encaroçado de gigantescas pedras parecendo contas de um rosário a se debulharem no oratório das nuvens. A serra sempre me desafiou. Muitas vezes, tenho planejado subi-la, mas me esmaece a vontade, na perspectiva de vê-la desaparecer, depois da posse. Assim, tenho preferido encantar-me de longe, mais uma miragem de céu e terra, do que o confronto com as pedras a desfazer o milagre.
Já uma vez, tentei escalá-la. Nem fui ao meio do caminho. À medida que subia o encantamento se desmanchava em tropeços e escorregões, como se eu fosse, pouco a pouco, acordando de um sonho bom, para a aspereza da vida. De longe, é melhor, pois solto a imaginação a ver gigantes encapuzados de nuvens, mistérios de locas escuras e úmidas, algumas flores pendentes das pedras como candelabros macios da festa de Deus.
Parece mesmo que, na distância, eu e a serra comungamos maior pureza, um sem desnudar-se ao outro, no êxtase de uma secreta paixão, para o orgasmo dos olhos deslumbrados. A distância e o perto têm dissonâncias. O intocável tem algo de místico, de transcendente, até o absurdo que é a fertilidade da imaginação. De perto, tudo esmorece, esmaece, apaga-se, a luz não é a mesma, a possibilidade do estreito contato perde o encanto do inatingível. [...]
MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande, Latus, 2014. p.165
No enunciado “À medida que subia o encantamento se desmanchava em tropeços e escorregões”.
Os verbos em destaque mantêm o paralelismo gramatical, porque:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2514024 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
Provas:
Sobre a forma de conveniência de um preparo cavitário podemos afirmar:
I. É a característica que se deve dar ao preparo cavitário a fim de facilitar o acesso, a conformação e a instrumentação da cavidade. Estes procedimentos se relacionam com as características específicas do material restaurador selecionado.
II. Estes procedimentos se relacionam com as características específicas do material restaurador selecionado, por exemplo: afastamento mecânico dos dentes, isolamento absoluto, afastamento gengival.
III. No final do Século XX foram propostos novos desenhos cavitários com acesso menos invasivo. Assim, Almquist (1973), Crocckett (1975), Roggemkamp (1982), Knight e Hunt (1984) idealizaram cavidades, com o intuito de preservar os tecidos dentais sadios e consequentemente com um menor comprometimento da resistência dental.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2513559 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
Provas:
O ocorrência de epidemias como as que acontecem atualmente no Brasil, como a transmissão de vírus pelo Aedes egyptis (Zika, Dengue, Chikungunya), leva a se acionar a Vigilância Epidemiológica e Informação, posto que se torna obrigatório no território nacional se notificarem os casos, isto porque:
I - De acordo com a Lei Orgânica da Saúde, Lei nº 8.080, de 1990, a Vigilância Epidemiológica (VE) é definida como "um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças e agravos".
II - Para atender à sua finalidade, a VE tem que ser alimentada com informações sobre as doenças e agravos que estão sob vigilância ou que possam ocorrer de modo inusitado.
III - A notificação compulsória é feita na situação em que a norma legal obriga os profissionais de saúde e pessoas da comunidade a comunicar a autoridade sanitária a ocorrência de doença ou agravo que estão sob vigilância epidemiológica.
IV - Notificação é a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autoridade sanitária por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, para fins de adoção das medidas de intervenção pertinentes.
Portanto, estão CORRETAS:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2513546 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
Quanto à Segunda Guerra Mundial é CORRETO afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Ler com atenção o texto abaixo e responder o que se pede.
Texto
Os erros mais comuns de quem estuda para concursos públicos.
Se você tinha facilidade para estudar para provas quando estava na escola, nada garante que saiba como se preparar para um concurso público.
É que os processos seletivos para conquistar uma vaga na máquina pública são muito mais complexos - e diferentes entre si - do que os exames acadêmicos a que somos submetidos ao longo da vida.
Para começar, diz Nestor Távora, coordenador do curso preparatório LFG, há um elemento único, desconhecido pela maioria das pessoas, que faz toda a diferença para o sucesso do candidato: o edital.
O problema é que o documento, que compila informações como a sequência, o conteúdo e o peso de cada prova, não recebe atenção suficiente da maioria dos candidatos. “Parece um erro bobo, mas muita gente já começa a abrir os livros sem ter familiaridade com o edital, o que compromete toda a sua estratégia de estudo”, diz Távora.
Mas as falhas na preparação para a grande prova vão muito além disso. Veja a seguir as mais frequentes, segundo professores ouvidos por EXAME.com:
1. Não estabelecer um ritmo para os estudos. A preparação para um concurso público pode ser tão cansativa quanto uma bateria de exercícios na academia. Por isso, calibrar a intensidade e a frequência das sessões de estudo é fundamental. De acordo com Távora, alguns candidatos vão ao esgotamento total num único dia, só para depois passar semanas sem tocar nos livros. “Você precisa planejar um cronograma que seja, ao mesmo tempo, constante e saudável”, afirma o professor.
2. Estudar por materiais “duvidosos”. Pela pressa ou desconhecimento, é comum que o concurseiro confie em livros, videoaulas e cursos de má qualidade. “Além de incompletos, eles podem não estar atualizados de acordo com as últimas retificações do edital”, diz Rodrigo Menezes, diretor do site Concurso Virtual. Estudar por material desatualizado é “cair em casca de banana na certa”, segundo Rodrigo Lelis, professor do Universo do Concurso. Isso porque os avaliadores "adoram" fazer pegadinhas que envolvam a mudança trazida por uma lei recentemente atualizada.
3. Começar a preparação só depois da publicação do edital. De acordo com Marcus Bittencourt, advogado da União e professor do Damásio Educacional, muitos candidatos esperam a publicação do edital para abrir os livros. O problema é que o documento costuma sair poucos meses antes da primeira prova do concurso - um prazo muito curto para a preparação. Por isso, é melhor começar a estudar com base em editais anteriores. “Quando for publicado o novo, você terá tempo para fazer as adaptações necessárias e revisar os pontos já estudados, dando ênfase nas disciplinas de maior peso”, explica o professor.
4. Não distribuir bem as matérias ao longo da semana. Segundo Távora, muitos candidatos estudam de forma aleatória e caótica. O risco dessa atitude é chegar à prova sem ter coberto todos os assuntos mais importantes de cada área. Não adianta estudar só as matérias que você adora, porque assuntos importantes vão ficar de fora. Também não vale se dedicar apenas aos conteúdos mais difíceis, diz o professor, porque você vai se cansar. A melhor tática é estabelecer para a semana um “mix de disciplinas” completo, equilibrado e minimamente agradável.
5. Desconhecer a banca examinadora. Cada concurso é um universo com regras próprias. A maior parte das peculiaridades de cada processo seletivo se deve ao estilo dos avaliadores. Se você desconhece o estilo e as preferências dos seus avaliadores, horas e horas de estudo podem ser desperdiçadas. Enquanto algumas bancas gostam de elaborar provas enxutas e apegadas ao texto da lei, outras preferem exames mais longos e baseados em jurisprudência, exemplifica Távora. A Cespe/UnB, por exemplo, é uma banca que costuma elaborar exames em que cada resposta errada anula uma certa. Ignorar as regras de contagem de pontos, nesse caso, é fatal.
6. Estudar até a exaustão. No afã de conquistar a aprovação, muita gente estuda de manhã, à tarde e à noite, sem pausas. “É uma grande loucura”, diz Lelis, do Universo do Concurso. “É uma rotina que acaba com o equilíbrio emocional e gera muito estresse”. Segundo o professor, qualidade vale mais do que quantidade: é preferível estudar pouco, mas com afinco, do que passar por horas e horas debruçado sobre os livros. “O candidato exausto e estressado tem muito mais chances de ter um 'branco' ou até passar mal no dia da prova”, afirma o professor.
7. Não treinar. Outro erro frequente é restringir a sua preparação à leitura da matéria. “Claro que você precisa estudar textos, doutrinas e leis, mas não pode acreditar que isso será suficiente”, afirma Távora. Fazer exercícios e simulados é fundamental para a aprovação, e não só para testar o seu conhecimento. O treino também ajuda a se preparar para o formato das questões e dominar o tempo disponível para resolvê-las.
8. Estudar pensando em curto prazo. Segundo Rodrigo Menezes, diretor do site Concurso Virtual, outro erro frequente é esquecer que alguns editais demoram anos para ser publicados. A depender do seu objetivo, é preciso estudar com o foco no longo prazo.” O ideal para esse caso é usar técnicas de resumo e revisões para que o conteúdo não seja esquecido após um tempo”, afirma o especialista.
Disponível em: >http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-erros-mais-
comuns-de-quem-estuda-para-concursos-publicos. <. Data da consulta: 23/02/2016.

A expressão sublinhada em “Estudar por materiais 'duvidosos'” pode significar, no contexto:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2513297 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
Juscelino Kubitschek traçou seu governo dentro de uma política desenvolvimentista, baseada no crescimento industrial. O conjunto de ações para se atingir o desenvolvimento de “cinquenta anos em cinco” ficou conhecido como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas