Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

3934767 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
Provas:
Arthur é jardineiro e precisa cobrir com grama uma área retangular de 12 metros de comprimento por 5 metros de largura:

Enunciado 4783256-1

Qual é a área total (A) que ele precisa cobrir?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3934766 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
Provas:
Uma escola de André realizou uma gincana de Matemática, e os três alunos da melhor equipe obtiveram as seguintes notas: 7, 8 e 9. Qual foi a média desta equipe?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3934765 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
Provas:
Uma das máquinas de uma fábrica passa por inspeção a cada 6 horas, e outra a cada 8 horas. Se as duas máquinas passaram por inspeção ao mesmo tempo neste momento, em quantas horas isso acontecerá novamente?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3934764 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
Provas:
Uma gráfica, que normalmente imprime 150 cartazes em 5 horas, aumentou o turno de trabalho para 8 horas, a fim de cumprir o prazo de uma encomenda. Quantos cartazes foram pedidos nesta encomenda?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3934763 Ano: 2025
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
Provas:
Pedro aplica R$12.000,00 em uma conta que rende juros simples 2% ao mês. Quanto ele receberá de juros após 6 meses?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3934762 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
Provas:
A separação silábica é um elemento essencial da fonologia do português e exige atenção especial às regras que envolvem vogais idênticas, hiatos, dígrafos e encontros consonantais. Assinale a alternativa em que a divisão silábica das palavras Cafeeira, saúde e terra foi feita corretamente:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3934761 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
Provas:
O hífen é um sinal gráfico que cumpre funções específicas na língua portuguesa, como a ligação de palavras compostas, a união de pronomes a verbos, a formação de adjetivos compostos e a junção de elementos e prefixos acentuados. O uso incorreto ou desatento do hífen é uma das principais causas de erros ortográficos. Considerando as regras ortográficas para o uso do hífen, analise as afirmativas abaixo:

I.A criança frequentará a pré-escola a partir do próximo mês.
II.Comprou-se um guarda-chuva novo para os dias de chuva.
III.Ela é uma bem-vinda colaboradora na equipe.
IV.O anti-higiênico foi colocado sobre-a-mesa do laboratório.
V.O arco-íris colorido encantou as crianças na escola.

Assinale a alternativa que indica apenas os usos corretos do hífen:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3934760 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
Provas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"


O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.


Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.


Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.


Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.


Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/ 
Os avanços científicos e a observação epidemiológica têm mostrado que certas doenças, antes associadas a um perfil bem definido de pacientes, podem sofrer alterações significativas ao longo do tempo. No caso do câncer de pulmão, nota-se uma mudança no grupo atingido e nos fatores de risco relacionados. Diante dessa transformação, qual interpretação é adequada segundo o texto apresentado?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3934759 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
Provas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"


O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.


Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.


Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.


Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.


Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/ 
As mudanças no perfil epidemiológico de certas doenças exigem novas formas de enfrentamento por parte da saúde pública. No caso do câncer de pulmão, observa-se que a prevenção não pode mais se restringir a medidas tradicionais, mas deve abranger diferentes frentes de atuação. Considerando as informações do texto, qual interpretação representa de forma fiel a proposta apresentada pelos pesquisadores?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3934758 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Seara-SC
Provas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"


O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.


Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.


Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.


Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.


Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/ 
O avanço das pesquisas médicas tem evidenciado que doenças tradicionalmente relacionadas a hábitos individuais podem também estar ligadas a fatores ambientais mais amplos. No caso do câncer de pulmão em pessoas que nunca fumaram, as análises científicas apontam novos elementos que merecem atenção. Considerando as informações do texto, qual conclusão é a adequada?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas