Foram encontradas 40 questões.
Arthur é jardineiro e precisa cobrir com grama uma área
retangular de 12 metros de comprimento por 5 metros de largura:
Qual é a área total (A) que ele precisa cobrir?
Qual é a área total (A) que ele precisa cobrir?
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Uma escola de André realizou uma gincana de
Matemática, e os três alunos da melhor equipe obtiveram
as seguintes notas: 7, 8 e 9. Qual foi a média desta
equipe?
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Uma das máquinas de uma fábrica passa por inspeção a
cada 6 horas, e outra a cada 8 horas. Se as duas
máquinas passaram por inspeção ao mesmo tempo
neste momento, em quantas horas isso acontecerá
novamente?
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Uma gráfica, que normalmente imprime 150 cartazes em
5 horas, aumentou o turno de trabalho para 8 horas, a
fim de cumprir o prazo de uma encomenda. Quantos
cartazes foram pedidos nesta encomenda?
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Pedro aplica R$12.000,00 em uma conta que rende juros
simples 2% ao mês. Quanto ele receberá de juros após 6
meses?
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A separação silábica é um elemento essencial da
fonologia do português e exige atenção especial às
regras que envolvem vogais idênticas, hiatos, dígrafos e
encontros consonantais. Assinale a alternativa em que a
divisão silábica das palavras Cafeeira, saúde e terra foi
feita corretamente:
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O hífen é um sinal gráfico que cumpre funções
específicas na língua portuguesa, como a ligação de
palavras compostas, a união de pronomes a verbos, a
formação de adjetivos compostos e a junção de
elementos e prefixos acentuados. O uso incorreto ou
desatento do hífen é uma das principais causas de erros
ortográficos. Considerando as regras ortográficas para o
uso do hífen, analise as afirmativas abaixo:
I.A criança frequentará a pré-escola a partir do próximo mês.
II.Comprou-se um guarda-chuva novo para os dias de chuva.
III.Ela é uma bem-vinda colaboradora na equipe.
IV.O anti-higiênico foi colocado sobre-a-mesa do laboratório.
V.O arco-íris colorido encantou as crianças na escola.
Assinale a alternativa que indica apenas os usos corretos do hífen:
I.A criança frequentará a pré-escola a partir do próximo mês.
II.Comprou-se um guarda-chuva novo para os dias de chuva.
III.Ela é uma bem-vinda colaboradora na equipe.
IV.O anti-higiênico foi colocado sobre-a-mesa do laboratório.
V.O arco-íris colorido encantou as crianças na escola.
Assinale a alternativa que indica apenas os usos corretos do hífen:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas
"Coisa de Fumante"
O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao
tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em
transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença
afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também
aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de
risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro
comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de
cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.
Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns
especialmente entre jovens, liberam aerossóis com
múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos
recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de
metais pesados e outras toxinas em dispositivos
descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de
vigilância sanitária, dada a falta de padronização e
controle desses produtos, cuja venda é proibida no
Brasil.
Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer
de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica,
sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes
do tráfego de veículos automotores. Pesquisas
europeias mostraram uma associação consistente entre
a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da
incidência de câncer de pulmão, efeito que também é
observado entre pessoas que nunca fumaram, tema
abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.
Do ponto de vista clínico e de saúde pública,
compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva
a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas
de controle do tabaco para incluir dispositivos
eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais
rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da
exposição ocupacional nas estratégias de prevenção,
por meio do monitoramento ambiental e de ações para
reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas
têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir
a carga da doença a médio prazo.
Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale
destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande
parte, evitável. A combinação entre tabagismo
tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar
explica a evolução da doença, reforçando a urgência de
ações coordenadas para frear essa tendência e proteger
as gerações futuras.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao
-deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas
"Coisa de Fumante"
O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao
tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em
transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença
afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também
aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de
risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro
comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de
cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.
Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns
especialmente entre jovens, liberam aerossóis com
múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos
recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de
metais pesados e outras toxinas em dispositivos
descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de
vigilância sanitária, dada a falta de padronização e
controle desses produtos, cuja venda é proibida no
Brasil.
Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer
de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica,
sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes
do tráfego de veículos automotores. Pesquisas
europeias mostraram uma associação consistente entre
a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da
incidência de câncer de pulmão, efeito que também é
observado entre pessoas que nunca fumaram, tema
abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.
Do ponto de vista clínico e de saúde pública,
compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva
a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas
de controle do tabaco para incluir dispositivos
eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais
rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da
exposição ocupacional nas estratégias de prevenção,
por meio do monitoramento ambiental e de ações para
reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas
têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir
a carga da doença a médio prazo.
Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale
destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande
parte, evitável. A combinação entre tabagismo
tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar
explica a evolução da doença, reforçando a urgência de
ações coordenadas para frear essa tendência e proteger
as gerações futuras.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao
-deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas
"Coisa de Fumante"
O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao
tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em
transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença
afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também
aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de
risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro
comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de
cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.
Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns
especialmente entre jovens, liberam aerossóis com
múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos
recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de
metais pesados e outras toxinas em dispositivos
descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de
vigilância sanitária, dada a falta de padronização e
controle desses produtos, cuja venda é proibida no
Brasil.
Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer
de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica,
sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes
do tráfego de veículos automotores. Pesquisas
europeias mostraram uma associação consistente entre
a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da
incidência de câncer de pulmão, efeito que também é
observado entre pessoas que nunca fumaram, tema
abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.
Do ponto de vista clínico e de saúde pública,
compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva
a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas
de controle do tabaco para incluir dispositivos
eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais
rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da
exposição ocupacional nas estratégias de prevenção,
por meio do monitoramento ambiental e de ações para
reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas
têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir
a carga da doença a médio prazo.
Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale
destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande
parte, evitável. A combinação entre tabagismo
tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar
explica a evolução da doença, reforçando a urgência de
ações coordenadas para frear essa tendência e proteger
as gerações futuras.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao
-deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/
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