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Foram encontradas 11 questões.

769396 Ano: 2019
Disciplina: Libras
Banca: Itame
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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A Língua Brasileira de Sinais possui expressões que diferem de região para região, trazendo legitimidade e acabando com o estereótipo que são gestos soltos e que possui estrutura gramatical própria. Mas existem alguns mitos que ainda devem ser rompidos. Sendo assim, leia as alternativas a seguir e marque apenas a correta:
 

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769395 Ano: 2019
Disciplina: Libras
Banca: Itame
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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“Entrega aos especialistas uma criança surda saudável, mas que se torna uma criança deficiente ao ser avaliada, que agora é rotulada com um modelo de enfermidade baseado no grau de surdez” (STROBEL, 2009, p. 31).
Considerando esse contexto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. Sabe-se que a questão da surdez não impede o processo de aprendizagem do indivíduo, apenas o limita, sendo necessária a criação de métodos, ferramentas e profissionais habilitados para conduzir este processo PORQUE II. O surdo é um indivíduo capaz de adquirir conhecimento somente por meio da Língua de Sinais.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
 

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769394 Ano: 2019
Disciplina: Libras
Banca: Itame
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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De acordo com Brito (1993, p. 38), o sinal, na Língua de Sinais, “[...] é formado a partir da combinação do movimento das mãos com um determinado formato em um determinado lugar, podendo este lugar ser uma parte do corpo ou um espaço em frente ao corpo”.
Esses conceitos trabalhados pela autora dizem respeito:
 

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769393 Ano: 2019
Disciplina: Libras
Banca: Itame
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Sobre a história do Surdo no Brasil, avalie as afirmativas a seguir e assinale V (Verdadeiro) ou F (Falso):
I. ( ) Somente a partir de 2002, com a promulgação de uma lei que reconhece a Libras é que esta passa a ser considerada como meio legal de comunicação e expressão do sujeito surdo. II. ( ) O surdo sempre foi visto como um sujeito participante ativo da sociedade brasileira. III. ( ) O sujeito surdo teve seu espaço social representado, de forma efetiva, somente a partir do século XX. IV. ( ) Com a criação do Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), em 1957, os alunos surdos passaram a usar a Libras para se comunicar em sala de aula e fora dela.
Em relação às assertivas, marque a sequência correta.
 

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769392 Ano: 2019
Disciplina: Libras
Banca: Itame
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Surdo ou deficiente auditivo? Essas são as duas formas que comumente se identifica o indivíduo surdo. No entanto, há diferença entre elas. Sobre esse tema, podemos afirmar que:
 

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769391 Ano: 2019
Disciplina: Libras
Banca: Itame
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Durante muito tempo, o indivíduo surdo foi tido como inapto à aprendizagem, tendo em vista que a abordagem era oral. Atualmente, no entanto, o surdo ganhou espaço na sociedade e, sobretudo, no ambiente escolar. Em relação a esse ambiente, é correto somente o que se afirma em:
 

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769348 Ano: 2019
Disciplina: Braille
Banca: Itame
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Sobre o sistema Braile no processo de inclusão da pessoa cega é incorreto afirmar:
 

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769250 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Itame
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Sobre as políticas voltadas à educação pública do Município de Senador Canedo, marque a alternativa correta:
 

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De acordo com as regras de concordância verbal, marque a alternativa correta.
 

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Leia o texto para responder a questão
O germinal
Émile Zola
No meio dos campos de trigo e beterraba, o conjunto habitacional dos Deux-Cent Quarante dormia sob a noite negra. Distinguiam-se vagamente os quatro imensos corpos de pequenas casas encostadas umas às outras, corpos de caserna ou de hospital, geométricos, paralelos, que separavam as três largas avenidas divididas em jardins iguais. E, no planalto deserto, ouvia-se apenas a queixa do vento por entre as sebes arrancadas.
Em casa dos Maheu, no número dezesseis do segundo grupo de casas, tudo era sossego. O único quarto do primeiro andar estava imerso nas trevas, como se estas quisessem esmagar com seu peso o sono das pessoas que se pressentiam lá, amontoadas, boca aberta, mortas de cansaço. Apesar do frio mordente do exterior, o ar pesado desse quarto tinha um calor vivo, esse calor rançoso dos dormitórios, que, mesmo asseados, cheiram a gado humano.
O cuco da sala do térreo deu quatro horas, mas ninguém se moveu. As respirações fracas continuaram a soprar, acompanhadas de dois roncos sonoros. Bruscamente, Catherine levantou-se. No seu cansaço, tinha ela, pela força do hábito, contado as quatro badaladas que atravessaram o soalho, mas continuara sem o ânimo necessário para acordar de todo. Depois, com as pernas para fora das cobertas, apalpou, riscou um fósforo e acendeu a vela. Mas continuou sentada, a cabeça tão pesada que tombava nos ombros, cedendo ao desejo invencível de voltar ao travesseiro.
Agora, a vela iluminava o quarto, quadrado, com duas janelas, atravancado com três camas. Havia um armário, uma mesa e duas cadeiras de nogueira velha, cujo tom escuro manchava duramente as paredes pintadas de amarelo-claro. E nada mais, a não ser roupa de uso diário pendurada em pregos, uma moringa no chão ao lado de um tacho vermelho que servia de bacia. Na cama da esquerda, Zacharie, o mais velho, um rapaz de vinte e um anos, estava deitado com o irmão, Jeanlin, com quase doze anos; na da direita, dois pequenos, Lénore e Henri, a primeira de seis anos, o segundo de quatro, dormiam abraçados; Catherine partilhava a terceira cama com a irmã Alzire, tão fraca para os seus nove anos, que ela nem a sentiria ao seu lado, não fosse a corcunda que deformava as costas da pequena enferma. A porta envidraçada estava aberta, podiam-se ver o corredor do patamar e o cubículo onde pai e mãe ocupavam uma quarta cama, contra a qual tiveram de instalar o berço da recém-nascida, Estelle, de apenas três meses.
Entretanto, Catherine fez um esforço desesperado. Espreguiçava-se, crispava as mãos nos cabelos ruivos que se emaranhavam na testa e na nuca. Franzina para os seus quinze anos, não mostrava dos membros senão uns pés azulados, como tatuados com carvão, que saíam da bainha da camisola estreita, e braços delicados, alvos como leite, contrastando com a cor pálida do rosto, já estragado pelas contínuas lavagens com sabão preto. Um último bocejo abriulhe a boca um pouco grande, com dentes magníficos incrustados na palidez clorótica das gengivas, enquanto seus olhos cinzentos choravam de tanto combater o sono. Era uma expressão dolorosa e abatida que parecia encher de cansaço toda a sua nudez. (...)
No fragmento “Um último bocejo abriu-lhe a boca um pouco grande, com dentes magníficos incrustados na palidez clorótica das gengivas, enquanto seus olhos cinzentos choravam de tanto combater o sono.” Esse fragmento não perde sua principal ideia se as palavras destacadas forem substituídas por:
 

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