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Em uma repartição pública, um grupo de trabalho para desenvolvimento de uma proposta de regulamentação interna deve ser formado por dois servidores de cargo de nível superior e três servidores de cargo de nível médio, através de eleição. Candidataram-se à comissão cinco servidores de cargo de nível superior e sete servidores de cargo de nível médio. Dessa forma, o número de maneiras distintas para se formar tal comissão é:
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Em uma colônia de férias, 98 crianças participam de alguma das atividades recreativas disponíveis. Sabe-se que 74 crianças participam da excursão na floresta, 66 participam das aulas de defesa pessoal e 59 de ambas as atividades. Dessa forma, o número de crianças que NÃO participam de qualquer dessas duas atividades é:
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Conviver e aprender, conjugue esses verbos como um elixir da juventude
Capital social é conviver. Em todas as esferas da vida. Para começar, manter bons relacionamentos no trabalho (o que não significar puxar o saco de chefe) porque, antes de tudo, passar de 8 a 12 horas do seu dia em pé de guerra com os outros emperra o serviço e faz muito mal à saúde!
Mas trabalho não é tudo, e você vai descobrir isso da forma mais amarga possível se todas as suas referências como ser humano só forem a empresa, porque um dia o sobrenome corporativo deixa de existir. Por isso, não se afaste dos amigos. Se a falta de tempo conspira contra, as redes sociais estão aí para que os contatos e as lembranças não se percam. Um estudo realizado por sociólogos da Universidade da Califórnia, nos EUA, concluiu que o uso moderado do Facebook poderia ser associado a uma expectativa de vida mais longa. Por último, porque é o mais importante, a família é a rede de afeto e proteção para dias ensolarados e de chuvas e trovoadas.
Não resisto e vou usar uns versos de “Epitáfio”, dos Titãs: “Devia ter complicado menos / Trabalhado menos / Ter visto o sol se pôr / Devia ter me importado menos / Com problemas pequenos ...” É claro que todo mundo precisa sobreviver e isso nos tira horas de convívio com familiares e outras pessoas queridas, daí ser tão importante buscar um ambiente de trabalho que não seja tóxico, para que você não desperdice sua energia.
Capital intelectual é aprender, e aprender não é só para crianças e adolescentes. Tudo muda rapidamente à nossa volta e se aferrar ao saudosismo é encarar a vida pelo retrovisor. Sou jornalista há mais de 35 anos e não acho que os velhos tempos é que eram bons – hoje há muito mais ferramentas para se produzir com qualidade, ótimos jovens profissionais e eu quero continuar a fazer parte dessa turma.
Ter que dominar novos conhecimentos é uma aula de aeróbica para o cérebro e pode render amigos, ambientes de convivência e perspectivas diferentes. Que tal perder o medo da tecnologia e usá-la a seu favor? Além das redes sociais, que abrem um leque de opções para os recém-chegados, há tutoriais sobre quase todo tipo de assunto e cursos on-line gratuitos de qualidade. Resumo da ópera: o cérebro também tem que fugir do sedentarismo!
(TAVARES, Mariza. Disponível em: http://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/. Acesso em: 21/11/2016. Adaptado.)
“Resumo da ópera: o cérebro também tem que fugir do sedentarismo!” (5º§) Acerca do trecho em destaque, é correto afirmar que:
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Conviver e aprender, conjugue esses verbos como um elixir da juventude
Capital social é conviver. Em todas as esferas da vida. Para começar, manter bons relacionamentos no trabalho (o que não significar puxar o saco de chefe) porque, antes de tudo, passar de 8 a 12 horas do seu dia em pé de guerra com os outros emperra o serviço e faz muito mal à saúde!
Mas trabalho não é tudo, e você vai descobrir isso da forma mais amarga possível se todas as suas referências como ser humano só forem a empresa, porque um dia o sobrenome corporativo deixa de existir. Por isso, não se afaste dos amigos. Se a falta de tempo conspira contra, as redes sociais estão aí para que os contatos e as lembranças não se percam. Um estudo realizado por sociólogos da Universidade da Califórnia, nos EUA, concluiu que o uso moderado do Facebook poderia ser associado a uma expectativa de vida mais longa. Por último, porque é o mais importante, a família é a rede de afeto e proteção para dias ensolarados e de chuvas e trovoadas.
Não resisto e vou usar uns versos de “Epitáfio”, dos Titãs: “Devia ter complicado menos / Trabalhado menos / Ter visto o sol se pôr / Devia ter me importado menos / Com problemas pequenos ...” É claro que todo mundo precisa sobreviver e isso nos tira horas de convívio com familiares e outras pessoas queridas, daí ser tão importante buscar um ambiente de trabalho que não seja tóxico, para que você não desperdice sua energia.
Capital intelectual é aprender, e aprender não é só para crianças e adolescentes. Tudo muda rapidamente à nossa volta e se aferrar ao saudosismo é encarar a vida pelo retrovisor. Sou jornalista há mais de 35 anos e não acho que os velhos tempos é que eram bons – hoje há muito mais ferramentas para se produzir com qualidade, ótimos jovens profissionais e eu quero continuar a fazer parte dessa turma.
Ter que dominar novos conhecimentos é uma aula de aeróbica para o cérebro e pode render amigos, ambientes de convivência e perspectivas diferentes. Que tal perder o medo da tecnologia e usá-la a seu favor? Além das redes sociais, que abrem um leque de opções para os recém-chegados, há tutoriais sobre quase todo tipo de assunto e cursos on-line gratuitos de qualidade. Resumo da ópera: o cérebro também tem que fugir do sedentarismo!
(TAVARES, Mariza. Disponível em: http://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/. Acesso em: 21/11/2016. Adaptado.)
Acerca dos verbos sublinhados, assinale a alternativa que apresenta o comentário correto.
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Conviver e aprender, conjugue esses verbos como um elixir da juventude
Capital social é conviver. Em todas as esferas da vida. Para começar, manter bons relacionamentos no trabalho (o que não significar puxar o saco de chefe) porque, antes de tudo, passar de 8 a 12 horas do seu dia em pé de guerra com os outros emperra o serviço e faz muito mal à saúde!
Mas trabalho não é tudo, e você vai descobrir isso da forma mais amarga possível se todas as suas referências como ser humano só forem a empresa, porque um dia o sobrenome corporativo deixa de existir. Por isso, não se afaste dos amigos. Se a falta de tempo conspira contra, as redes sociais estão aí para que os contatos e as lembranças não se percam. Um estudo realizado por sociólogos da Universidade da Califórnia, nos EUA, concluiu que o uso moderado do Facebook poderia ser associado a uma expectativa de vida mais longa. Por último, porque é o mais importante, a família é a rede de afeto e proteção para dias ensolarados e de chuvas e trovoadas.
Não resisto e vou usar uns versos de “Epitáfio”, dos Titãs: “Devia ter complicado menos / Trabalhado menos / Ter visto o sol se pôr / Devia ter me importado menos / Com problemas pequenos ...” É claro que todo mundo precisa sobreviver e isso nos tira horas de convívio com familiares e outras pessoas queridas, daí ser tão importante buscar um ambiente de trabalho que não seja tóxico, para que você não desperdice sua energia.
Capital intelectual é aprender, e aprender não é só para crianças e adolescentes. Tudo muda rapidamente à nossa volta e se aferrar ao saudosismo é encarar a vida pelo retrovisor. Sou jornalista há mais de 35 anos e não acho que os velhos tempos é que eram bons – hoje há muito mais ferramentas para se produzir com qualidade, ótimos jovens profissionais e eu quero continuar a fazer parte dessa turma.
Ter que dominar novos conhecimentos é uma aula de aeróbica para o cérebro e pode render amigos, ambientes de convivência e perspectivas diferentes. Que tal perder o medo da tecnologia e usá-la a seu favor? Além das redes sociais, que abrem um leque de opções para os recém-chegados, há tutoriais sobre quase todo tipo de assunto e cursos on-line gratuitos de qualidade. Resumo da ópera: o cérebro também tem que fugir do sedentarismo!
(TAVARES, Mariza. Disponível em: http://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/. Acesso em: 21/11/2016. Adaptado.)
“É claro que todo mundo precisa sobreviver e isso nos tira horas de convívio com familiares e outras pessoas queridas, daí ser tão importante buscar um ambiente de trabalho que não seja tóxico, para que você não desperdice sua energia.” (3º§) A expressão “para que” estabelece no período a ideia de:
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Capital social é conviver. Em todas as esferas da vida. Para começar, manter bons relacionamentos no trabalho (o que não significar puxar o saco de chefe) porque, antes de tudo, passar de 8 a 12 horas do seu dia em pé de guerra com os outros emperra o serviço e faz muito mal à saúde!
Mas trabalho não é tudo, e você vai descobrir isso da forma mais amarga possível se todas as suas referências como ser humano só forem a empresa, porque um dia o sobrenome corporativo deixa de existir. Por isso, não se afaste dos amigos. Se a falta de tempo conspira contra, as redes sociais estão aí para que os contatos e as lembranças não se percam. Um estudo realizado por sociólogos da Universidade da Califórnia, nos EUA, concluiu que o uso moderado do Facebook poderia ser associado a uma expectativa de vida mais longa. Por último, porque é o mais importante, a família é a rede de afeto e proteção para dias ensolarados e de chuvas e trovoadas.
Não resisto e vou usar uns versos de “Epitáfio”, dos Titãs: “Devia ter complicado menos / Trabalhado menos / Ter visto o sol se pôr / Devia ter me importado menos / Com problemas pequenos ...” É claro que todo mundo precisa sobreviver e isso nos tira horas de convívio com familiares e outras pessoas queridas, daí ser tão importante buscar um ambiente de trabalho que não seja tóxico, para que você não desperdice sua energia.
Capital intelectual é aprender, e aprender não é só para crianças e adolescentes. Tudo muda rapidamente à nossa volta e se aferrar ao saudosismo é encarar a vida pelo retrovisor. Sou jornalista há mais de 35 anos e não acho que os velhos tempos é que eram bons – hoje há muito mais ferramentas para se produzir com qualidade, ótimos jovens profissionais e eu quero continuar a fazer parte dessa turma.
Ter que dominar novos conhecimentos é uma aula de aeróbica para o cérebro e pode render amigos, ambientes de convivência e perspectivas diferentes. Que tal perder o medo da tecnologia e usá-la a seu favor? Além das redes sociais, que abrem um leque de opções para os recém-chegados, há tutoriais sobre quase todo tipo de assunto e cursos on-line gratuitos de qualidade. Resumo da ópera: o cérebro também tem que fugir do sedentarismo!
(TAVARES, Mariza. Disponível em: http://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/. Acesso em: 21/11/2016. Adaptado.)
“..., passar de 8 a 12 horas do seu dia em pé de guerra com os outros emperra o serviço e faz muito mal à saúde!” (1º§) No trecho em evidência, o sinal indicador de crase está corretamente empregado. Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao uso do acento grave indicador de crase.
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Capital social é conviver. Em todas as esferas da vida. Para começar, manter bons relacionamentos no trabalho (o que não significar puxar o saco de chefe) porque, antes de tudo, passar de 8 a 12 horas do seu dia em pé de guerra com os outros emperra o serviço e faz muito mal à saúde!
Mas trabalho não é tudo, e você vai descobrir isso da forma mais amarga possível se todas as suas referências como ser humano só forem a empresa, porque um dia o sobrenome corporativo deixa de existir. Por isso, não se afaste dos amigos. Se a falta de tempo conspira contra, as redes sociais estão aí para que os contatos e as lembranças não se percam. Um estudo realizado por sociólogos da Universidade da Califórnia, nos EUA, concluiu que o uso moderado do Facebook poderia ser associado a uma expectativa de vida mais longa. Por último, porque é o mais importante, a família é a rede de afeto e proteção para dias ensolarados e de chuvas e trovoadas.
Não resisto e vou usar uns versos de “Epitáfio”, dos Titãs: “Devia ter complicado menos / Trabalhado menos / Ter visto o sol se pôr / Devia ter me importado menos / Com problemas pequenos ...” É claro que todo mundo precisa sobreviver e isso nos tira horas de convívio com familiares e outras pessoas queridas, daí ser tão importante buscar um ambiente de trabalho que não seja tóxico, para que você não desperdice sua energia.
Capital intelectual é aprender, e aprender não é só para crianças e adolescentes. Tudo muda rapidamente à nossa volta e se aferrar ao saudosismo é encarar a vida pelo retrovisor. Sou jornalista há mais de 35 anos e não acho que os velhos tempos é que eram bons – hoje há muito mais ferramentas para se produzir com qualidade, ótimos jovens profissionais e eu quero continuar a fazer parte dessa turma.
Ter que dominar novos conhecimentos é uma aula de aeróbica para o cérebro e pode render amigos, ambientes de convivência e perspectivas diferentes. Que tal perder o medo da tecnologia e usá-la a seu favor? Além das redes sociais, que abrem um leque de opções para os recém-chegados, há tutoriais sobre quase todo tipo de assunto e cursos on-line gratuitos de qualidade. Resumo da ópera: o cérebro também tem que fugir do sedentarismo!
(TAVARES, Mariza. Disponível em: http://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/. Acesso em: 21/11/2016. Adaptado.)
“É claro que todo mundo precisa sobreviver e isso nos tira horas de convívio com familiares e outras pessoas queridas, daí ser tão importante buscar um ambiente de trabalho que não seja tóxico, para que você não desperdice sua energia.” (3º§) De acordo com a classe de palavras e o contexto, assinale a alternativa correta quanto à classificação das palavras sublinhadas.
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Conviver e aprender, conjugue esses verbos como um elixir da juventude
Capital social é conviver. Em todas as esferas da vida. Para começar, manter bons relacionamentos no trabalho (o que não significar puxar o saco de chefe) porque, antes de tudo, passar de 8 a 12 horas do seu dia em pé de guerra com os outros emperra o serviço e faz muito mal à saúde!
Mas trabalho não é tudo, e você vai descobrir isso da forma mais amarga possível se todas as suas referências como ser humano só forem a empresa, porque um dia o sobrenome corporativo deixa de existir. Por isso, não se afaste dos amigos. Se a falta de tempo conspira contra, as redes sociais estão aí para que os contatos e as lembranças não se percam. Um estudo realizado por sociólogos da Universidade da Califórnia, nos EUA, concluiu que o uso moderado do Facebook poderia ser associado a uma expectativa de vida mais longa. Por último, porque é o mais importante, a família é a rede de afeto e proteção para dias ensolarados e de chuvas e trovoadas.
Não resisto e vou usar uns versos de “Epitáfio”, dos Titãs: “Devia ter complicado menos / Trabalhado menos / Ter visto o sol se pôr / Devia ter me importado menos / Com problemas pequenos ...” É claro que todo mundo precisa sobreviver e isso nos tira horas de convívio com familiares e outras pessoas queridas, daí ser tão importante buscar um ambiente de trabalho que não seja tóxico, para que você não desperdice sua energia.
Capital intelectual é aprender, e aprender não é só para crianças e adolescentes. Tudo muda rapidamente à nossa volta e se aferrar ao saudosismo é encarar a vida pelo retrovisor. Sou jornalista há mais de 35 anos e não acho que os velhos tempos é que eram bons – hoje há muito mais ferramentas para se produzir com qualidade, ótimos jovens profissionais e eu quero continuar a fazer parte dessa turma.
Ter que dominar novos conhecimentos é uma aula de aeróbica para o cérebro e pode render amigos, ambientes de convivência e perspectivas diferentes. Que tal perder o medo da tecnologia e usá-la a seu favor? Além das redes sociais, que abrem um leque de opções para os recém-chegados, há tutoriais sobre quase todo tipo de assunto e cursos on-line gratuitos de qualidade. Resumo da ópera: o cérebro também tem que fugir do sedentarismo!
(TAVARES, Mariza. Disponível em: http://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/. Acesso em: 21/11/2016. Adaptado.)
Assinale a alternativa cujo significado do termo sublinhado, de acordo com o contexto, está corretamente indicado entre parênteses.
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Capital social é conviver. Em todas as esferas da vida. Para começar, manter bons relacionamentos no trabalho (o que não significar puxar o saco de chefe) porque, antes de tudo, passar de 8 a 12 horas do seu dia em pé de guerra com os outros emperra o serviço e faz muito mal à saúde!
Mas trabalho não é tudo, e você vai descobrir isso da forma mais amarga possível se todas as suas referências como ser humano só forem a empresa, porque um dia o sobrenome corporativo deixa de existir. Por isso, não se afaste dos amigos. Se a falta de tempo conspira contra, as redes sociais estão aí para que os contatos e as lembranças não se percam. Um estudo realizado por sociólogos da Universidade da Califórnia, nos EUA, concluiu que o uso moderado do Facebook poderia ser associado a uma expectativa de vida mais longa. Por último, porque é o mais importante, a família é a rede de afeto e proteção para dias ensolarados e de chuvas e trovoadas.
Não resisto e vou usar uns versos de “Epitáfio”, dos Titãs: “Devia ter complicado menos / Trabalhado menos / Ter visto o sol se pôr / Devia ter me importado menos / Com problemas pequenos ...” É claro que todo mundo precisa sobreviver e isso nos tira horas de convívio com familiares e outras pessoas queridas, daí ser tão importante buscar um ambiente de trabalho que não seja tóxico, para que você não desperdice sua energia.
Capital intelectual é aprender, e aprender não é só para crianças e adolescentes. Tudo muda rapidamente à nossa volta e se aferrar ao saudosismo é encarar a vida pelo retrovisor. Sou jornalista há mais de 35 anos e não acho que os velhos tempos é que eram bons – hoje há muito mais ferramentas para se produzir com qualidade, ótimos jovens profissionais e eu quero continuar a fazer parte dessa turma.
Ter que dominar novos conhecimentos é uma aula de aeróbica para o cérebro e pode render amigos, ambientes de convivência e perspectivas diferentes. Que tal perder o medo da tecnologia e usá-la a seu favor? Além das redes sociais, que abrem um leque de opções para os recém-chegados, há tutoriais sobre quase todo tipo de assunto e cursos on-line gratuitos de qualidade. Resumo da ópera: o cérebro também tem que fugir do sedentarismo!
(TAVARES, Mariza. Disponível em: http://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/. Acesso em: 21/11/2016. Adaptado.)
De acordo com a função sintática dos trechos, ou termo sublinhados, assinale aquele que se DIFERE dos demais.
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Capital social é conviver. Em todas as esferas da vida. Para começar, manter bons relacionamentos no trabalho (o que não significar puxar o saco de chefe) porque, antes de tudo, passar de 8 a 12 horas do seu dia em pé de guerra com os outros emperra o serviço e faz muito mal à saúde!
Mas trabalho não é tudo, e você vai descobrir isso da forma mais amarga possível se todas as suas referências como ser humano só forem a empresa, porque um dia o sobrenome corporativo deixa de existir. Por isso, não se afaste dos amigos. Se a falta de tempo conspira contra, as redes sociais estão aí para que os contatos e as lembranças não se percam. Um estudo realizado por sociólogos da Universidade da Califórnia, nos EUA, concluiu que o uso moderado do Facebook poderia ser associado a uma expectativa de vida mais longa. Por último, porque é o mais importante, a família é a rede de afeto e proteção para dias ensolarados e de chuvas e trovoadas.
Não resisto e vou usar uns versos de “Epitáfio”, dos Titãs: “Devia ter complicado menos / Trabalhado menos / Ter visto o sol se pôr / Devia ter me importado menos / Com problemas pequenos ...” É claro que todo mundo precisa sobreviver e isso nos tira horas de convívio com familiares e outras pessoas queridas, daí ser tão importante buscar um ambiente de trabalho que não seja tóxico, para que você não desperdice sua energia.
Capital intelectual é aprender, e aprender não é só para crianças e adolescentes. Tudo muda rapidamente à nossa volta e se aferrar ao saudosismo é encarar a vida pelo retrovisor. Sou jornalista há mais de 35 anos e não acho que os velhos tempos é que eram bons – hoje há muito mais ferramentas para se produzir com qualidade, ótimos jovens profissionais e eu quero continuar a fazer parte dessa turma.
Ter que dominar novos conhecimentos é uma aula de aeróbica para o cérebro e pode render amigos, ambientes de convivência e perspectivas diferentes. Que tal perder o medo da tecnologia e usá-la a seu favor? Além das redes sociais, que abrem um leque de opções para os recém-chegados, há tutoriais sobre quase todo tipo de assunto e cursos on-line gratuitos de qualidade. Resumo da ópera: o cérebro também tem que fugir do sedentarismo!
(TAVARES, Mariza. Disponível em: http://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/. Acesso em: 21/11/2016. Adaptado.)
“Mas trabalho não é tudo, e você vai descobrir isso da forma mais amarga possível se todas as suas referências como ser humano só forem a empresa, porque um dia o sobrenome corporativo deixa de existir. Por isso, não se afaste dos amigos. Se a falta de tempo conspira contra, as redes sociais estão aí para que os contatos e as lembranças não se percam.” (2º§) As palavras que introduzem os períodos, exprimem, respectivamente, a ideia de:
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