Foram encontradas 1.358 questões.
João e Maria têm 5 filhos. Sabendo-se que o nascimento
deles ocorreu com intervalos de dois anos e que a soma
das idades de todos os seus filhos é de 55 anos, a soma
da idade do filho mais velho e do caçula, em anos, é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um estudante possui livros de matemática e de português, num total de 10 livros. Se esse estudante tivesse
um livro de português a menos, o número de livros de
português seria a metade do número de livros de matemática. O número de livros de matemática que esse
estudante possui é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
André fabrica e vende um produto líquido. Para a fabricação desse produto, ele utiliza uma matéria prima que é comprada ao preço de R$ 6,00 o litro, e, com 10 litros dessa matéria prima, ele fabrica 35 litros do produto que vende. Se André comercializa o produto que fabrica ao preço de R$ 8,00 o litro, e, em determinado dia, ele vendeu o total de R$ 1.288,00 desse produto, então o custo com a matéria prima para a fabricação da quantidade por ele vendida, no referido dia, foi de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Chovia demais naquela manhã, uma chuva calma que
molhava o piso de vermelhão da varanda da casa onde morávamos, naquela época já de aluguel. Uma casa velha de
madeira, a varanda circundada pela mureta de alvenaria. A
chuva alagando o território onde aquele que fui brincava de
escorregar no piso. Depois, ao longo da infância, eu ia continuar preferindo estas brincadeiras em pisos molhados aos
rios e às piscinas, sendo esta, inclusive, uma das razões de
nunca ter aprendido a nadar.
Havia umas figurinhas de decalque a água, provavelmente presente de meu pai, e comecei a molhá-las no chão e
transferi-las para a parede da casa. A chuva continuava seu
trabalho lá fora, e eu fazia minhas pequenas mágicas, deixando inscrita nas paredes uma mensagem qualquer.
Não sei do que tratavam aquelas figurinhas, não me lembro nem da cor, nem da quantidade, nem da procedência,
mas tudo isso não importa, o que marcou como minha primeira lembrança foi este ato primitivo de desenhar nas paredes
da caverna, de deixar uma mensagem. Meus três anos não
permitiam mais do que o ato vazio de tentar uma comunicação. Sozinho na varanda, a chuva a me isolar dos amigos e
da família, a sensação de abandono me punha a escrever
nas paredes, náufrago de um tempo lutando para estabelecer
contatos.
Quem seria este interlocutor que o menino procurava?
Um amigo? Alguém da família? O pai sempre ausente,
sempre fazendo negócios em outra cidade? As meninas que
moravam na casa ao lado? Talvez todos, mas principalmente
o adulto que a criança se tornaria. Essa criança queria falar
comigo, por isso a imagem me ficou tão nítida na lembrança.
Há algumas cenas da rua que não consigo descrever.
Mas a rua está perdida, lembro-me de um armazém grande
numa esquina, a Casa Verde, de um portão que dava para
um pátio, de algumas cercas de balaústres, e só. É melhor
esquecer a geografia, ela não ficou arquivada em fotos – não
tínhamos o hábito de fotografar.
(Chove sobre minha infância. Record, 2014. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere a tira para responder à questão.

Provas
Questão presente nas seguintes provas
Elas vão substituir você
Quando, em 1956, o cientista da computação americano
John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante
uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados
Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de
livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade,
porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para
construir um programa de computador que saiba e, também,
conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição
que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma
narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava,
milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem,
feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média,
alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por
eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que
o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano
das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi
formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração
que se confunde com a história. No entanto, no momento em
que a humanidade parece estar perto de construir um robô
capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de
unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais
softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de
destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento
anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos.
Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a
soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos
próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais
afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana
McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas
como repetitivas serão automatizadas na próxima década.
Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores
serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado
da mecanização avançada será de até 800 milhões de
pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse
total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair
no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas
ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de
Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são
extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam
no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão
mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança
tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas

O comentário de Mafalda à resposta de sua mãe revela que, para a menina,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia a tira a seguir, para responder à questão.

O comentário de Mafalda à resposta de sua mãe revela que, para a menina,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Lidando com o ’mimimi’
Quase todo mundo conhece a expressão “mimimi” da linguagem informal. Eu me espantei ao saber que ela surgiu
com o personagem Chaves, de um seriado cultuado até hoje.
Chaves, um moleque órfão, sempre que contrariado, emitia
esse som “mimimi” para indicar seu choro. Essa expressão
passou a ser usada, sempre de modo pejorativo, para indicar
reclamações sem justa causa, frescura, manha etc.
Agora, professores e pais têm usado a expressão com
bastante frequência para nomear diversos comportamentos
dos mais novos. Tudo agora virou mimimi.
Nós, educadores formais e informais, temos dado atenção a muitas reclamações de filhos e alunos, o que emperra
e/ou paralisa o processo de crescimento e de aprendizagem
deles, e não apenas no aspecto cognitivo.
Filhos reclamam das tarefas domésticas que devem realizar, do tamanho ou da dificuldade das lições que precisam
fazer ou estudar, dos colegas que se comportam desta ou
daquela maneira etc. E, quase sempre, os pais atendem, ou
seja, dão importância a tais reclamações, e interferem.
O problema é que dar conta sozinhas de suas obrigações
– todas possíveis – e enfrentar as adversidades da vida fortalece as crianças porque permite que elas criem mecanismos
pessoais de defesa e, principalmente, de resiliência. Em todas
essas situações a interferência dos pais prejudica o desenvolvimento dos filhos em vez de ajudar! O que eles podem fazer
de melhor nesses momentos é acolher as reclamações como
legítimas, mas incentivar e encorajar o filho a realizar o que
precisa, mesmo que isso exija muito esforço e dedicação.
A criança percebe, ao realizar sozinha suas responsabilidades, seu potencial sendo colocado em ação, o que lhe dá
mais confiança em si mesma.
Na escola, quando os professores cedem, perdem sua
autoridade e, principalmente, passam a ideia de falta de compromisso com a formação de seus alunos. Pressionar e exigir
são conceitos diferentes do conceito de cobrar. Os mais novos
precisam ser cobrados a crescer já que esse é o destino deles.
(Folha de S.Paulo, 29.11.2016. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Interpretação de TextosIntertextualidade
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros Textuais
Leia a tira.

A produção de sentido na tira se dá com a utilização de discurso semelhante ao discurso padrão da área da aviação com instruções aos passageiros em situações de emergência. De acordo com Koch e Elias (2011), quando um gênero textual assume a função de outro, ocorre
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container