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Foram encontradas 1.358 questões.

506151 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
Conforme o Parecer CNE/CEB nº 20/2009, “as instituições de Educação Infantil devem assegurar a educação em sua integralidade, entendendo o cuidado como algo indissociável ao processo educativo”. Sendo assim, é correto afirmar que
 

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506148 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
“Muitos são os educadores que entendem como necessidade a identificação e o respeito pelas diferenças e pleiteiam uma escola autônoma e capaz de construir e explicitar coletivamente seus rumos ou, em outras palavras, seu próprio projeto político-pedagógico” (Resende, In: Veiga, 1998).
O caminho da construção do projeto político-pedagógico da escola pressupõe
 

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Ao elaborar o plano anual de trabalho da escola, a equipe de uma Escola Municipal do interior de São Paulo incluiu projeto interdisciplinar na área de ciências da natureza, envolvendo o cuidado com a terra, a preservação do meio ambiente e a história local. Esse projeto, de acordo com a Resolução CNE/CEB nº 07/2010 e a Resolução CNE/CEB nº 04/2010,
 

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506145 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
Sobre o trabalho com a oralidade, Irandé Antunes (2003) remete o leitor a alguns equívocos identificados nas práticas escolares. Entre eles está
 

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506143 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
A variação linguística é hoje tema presente nos currículos escolares. A respeito do seu ensino, os Parâmetros Curriculares de Língua Portuguesa asseveram que
 

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506142 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
Leia o texto para responder a questão.
Ligeiro e nasalado, sotaque paulista teve influência de índios e migrantes
Ligeiro e nasalado, o português paulista tem pressa. Atropela os plurais das frases e suprime o “lh” das palavras.
Em São Paulo se toma dois café com dois pão na chapa por quinze real. E filha, milho, velho e mulher são reduzidos a fia, mio, véio e muié.
Ainda que incomodem os ouvidos mais sensíveis, esses usos da língua têm origem na mistura do português dos colonizadores com algumas das 350 línguas indígenas que existiam no território brasileiro à época do descobrimento – hoje são cerca de 180.
O cruzamento do idioma de Portugal com o tupi deu origem à chamada língua geral, utilizada no cotidiano da nova colônia até a segunda metade do século 18.
Uma de suas marcas, que hoje caracteriza o português paulista, era o “r” retroflexo, também conhecido como ‘r” caipira. Ele substituiu o “r” chiado dos portugueses, que os índios não conseguiam pronunciar. Na sintaxe indígena, o plural não redunda ao longo da sentença, o que poderia explicar o hábito paulista.
(https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano. 23.04.2018. Adaptado)
Supondo que o texto fosse levado para discussão em sala de aula e os alunos conversassem entre si, buscando identificar como seria expressa em norma-padrão do português a frase – Em São Paulo se toma dois café com dois pão na chapa por quinze real. –, o docente deveria mediar essa discussão e explicar que
 

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506141 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
De acordo com Parâmetros Nacionais de Língua Portuguesa – Ensino Médio, “toda e qualquer análise gramatical, estilística, textual deve consolidar a dimensão dialógica da linguagem como ponto de partida”. Com isso, entende-se que tal ponto de partida caracteriza-se por
 

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506140 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
Leia o texto para responder a questão.
08 de junho … Hoje eu fiz almoço. Quando tem carne… eu fico mais animada. Mas, quando é polenta eu já sei que vou ter complicações com as crianças. Feijão, arroz e pasteis. Já faz tempo que os meninos estão pedindo pasteis. O João está sorrindo atoa. O pasteis é um acontecimento aqui em casa.
Quando eu digo casa, penso que estou ofendendo as casas de tijolos. Hoje os favelados estão apreciando os briguentos. São dois irmãos. O Vicente e o João Coque. Lá em frente ao mercadinho estão brigando dois baianos, e são irmãos. Nem parece que geraram no mesmo ventre.
… Os visinhos de alvenaria olha os favelados com repugnancia. Percebo seus olhares de odio porque eles não quer a favela aqui. Que a favela deturpou o bairro. Que tem nojo da pobresa. Esquecem eles que na morte todos ficam pobres.
(Carolina Maria de Jesus, Quarto de despejo – diário de uma favelada)
Tânia Maria Alkmim (Sociolinguística. Em Mussalim e Bentes [orgs.]: V1, 2005) afirma que “a variação social ou diastrática relaciona-se a um conjunto de fatores que têm a ver com a finalidade dos falantes e também com a organização sociocultural da comunidade de fala.” No texto de Carolina Maria de Jesus, o elemento preponderante que determina a variação linguística é
 

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506139 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
Leia o texto para responder a questão.
08 de junho … Hoje eu fiz almoço. Quando tem carne… eu fico mais animada. Mas, quando é polenta eu já sei que vou ter complicações com as crianças. Feijão, arroz e pasteis. Já faz tempo que os meninos estão pedindo pasteis. O João está sorrindo atoa. O pasteis é um acontecimento aqui em casa.
Quando eu digo casa, penso que estou ofendendo as casas de tijolos. Hoje os favelados estão apreciando os briguentos. São dois irmãos. O Vicente e o João Coque. Lá em frente ao mercadinho estão brigando dois baianos, e são irmãos. Nem parece que geraram no mesmo ventre.
… Os visinhos de alvenaria olha os favelados com repugnancia. Percebo seus olhares de odio porque eles não quer a favela aqui. Que a favela deturpou o bairro. Que tem nojo da pobresa. Esquecem eles que na morte todos ficam pobres.
(Carolina Maria de Jesus, Quarto de despejo – diário de uma favelada)
Com base em Koch e Elias (2011), entende-se que, na passagem – Percebo seus olhares de odio porque eles não quer a favela aqui. Que a favela deturpou o bairro. Que tem nojo da pobresa. –, o termo em destaque funciona como elemento de
 

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506138 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
Ao analisar a forma como funcionam os multiletramentos, Roxane Rojo (em Rojo e Moura [orgs.]: 2012) explica que “os estudos são unânimes em apontar algumas características importantes: a) eles são interativos; mais que isso, colaborativos; b) eles fraturam e transgridem as relações de poder estabelecidas, em especial as relações de propriedades (das máquinas, das ferramentas, das ideias, dos textos [verbais ou não]); c) eles são híbridos, fronteiriços, mestiços (de linguagem, modos, mídias e culturas).” Tais constatações decorrem do fato de os multiletramentos
 

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