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895706 Ano: 2016
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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A moradora informa que seu pai (idoso com 72 anos) encontra-se internado e ela gostaria de permanecer ao seu lado, no hospital. Nesse caso, o Agente Comunitário de Saúde deve orientar a família, informando-a de que, de acordo com o Estatuto do Idoso,
 

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895551 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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Leia o texto para responder à questão.
Mais que ouvir
A comunicação é, sem dúvida, um dos grandes entraves na sociedade e no mundo corporativo. A questão nem é tanto a comunicação verbal, o falar, mas, sim, o escutar, por isso venho observando o quanto a paciência e a tolerância com o processo de escuta, importantíssimo para que haja efetivamente a troca de informações, parecem estar reduzidas.
Nada me tira da cabeça que os índices de violência do país refletem, de certo modo, a falta de escuta dos governantes e dos gestores sobre as carências e as insatisfações da população.
As pessoas não se sentem ouvidas, então berram por meio dos atos de violência. Querem a atenção dos demais mas ficam frustradas, pois se sentem ignoradas ou marginalizadas.
No mundo do trabalho também. Entre as maiores queixas dos profissionais está a falta de reconhecimento dos colegas, e é possível incluir nesse pacote a falta de escuta.
Será que estamos atarefados demais para olhar o outro? Será que o contato virtual nos rouba o real? Será que nos acostumamos com estatísticas e números e ficamos menos disponíveis para perceber o outro?
Lembro que escutar é diferente de ouvir. Se você não tem problemas no aparelho auditivo, você ouve. Mas escutar implica estar atento ao que o outro está dizendo e compreendê-lo: não só com palavras, mas também com gestos, postura, expressão facial e tom de voz.
A escuta é uma exigência para as relações sociais, mas está em baixa.
Fazer esse exercício implica olhar e observar cuidadosamente seu interlocutor, compreender o que ele diz e os sentimentos envolvidos, sem julgamentos. É ficar atento também para a fluidez do discurso e as vacilações, pois todos esses detalhes podem revelar o que as palavras não conseguem dizer.
Quando a pessoa sente que é escutada, dá mais abertura para a mudança de atitudes e passa a agir de forma menos melindrada e mais flexível.
(Adriana Gomes. Folha de S. Paulo, 11.05.2014. Adaptado)
No último parágrafo, segundo a autora, a pessoa que se sente escutada passa a agir de forma
 

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895477 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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Uma das características importantes do burnout é
 

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895457 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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Leia o texto para responder à questão.
Quase quatro anos se passaram, e a população da cidade de Itapetim, no sertão pernambucano, continua sem água nas torneiras. São abundantes as caixas d'água espalhadas pelas ruas e dentro de casas, à espera de receber água para as atividades básicas.
O cenário – clima quente e bastante água parada – é propício para a reprodução do mosquito Aedes aegypti.
(g1.globo.com/PE/caruaru-regiao/noticia/2015/12. Adaptado)
Os dois travessões empregados no final do texto poderiam ser substituídos por duas vírgulas, e é correto afirmar que eles servem para
 

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893742 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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Leia o poema de Mário Quintana para responder à questão.
Não te abras com teu amigo
Que ele um outro amigo tem
E o amigo do teu amigo
Possui amigos também...
Nesse poema, há uma recomendação para que, principalmente, se
 

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893729 Ano: 2016
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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Deseja-se representar a projeção de uma marquise no projeto arquitetônico de um edifício. Essa representação deverá ser na forma
 

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892996 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Leia a crônica “Não parta”, de Antonio Prata, para responder à questão.
Ter trinta e poucos anos significa, entre outras coisas, que é praticamente impossível reunir cinco casais num jantar sem que haja pelo menos uma grávida. E estar na presença de uma grávida significa, entre outras coisas, que é praticamente impossível falar de qualquer outro assunto que não daquele rotundo e miraculoso acontecimento, a desenrolar-se do lado de lá do umbigo em expansão.
Enquanto a conversa gira em torno dos nomes cogitados, da emoção do ultrassom, dos diferentes modelos de carrinho, o clima costuma ser agradável e os convivas se aprazem diante da vida que se aproxima. Mas eis então que alguém pergunta: “e aí, vai ser parto normal ou cesárea?”, e toda possível harmonia vai pra cucuia.
Num extremo, estão as mulheres que querem parir de cócoras, ao pé de um abacateiro, sob os cuidados de uma parteira de cem anos, tendo como anestesia apenas um chá de flor de macaúba e cantigas de roda de 1924. Na outra ponta, estão as que têm tremedeiras só de pensar em parto normal, pretendem ir direto pra cesárea, tomar uma injeção e acordar algumas horas depois, tendo no colo um bebê devidamente parido, lavado, escovado, penteado e com aquela pulseirinha vip no braço, já com nome, número de série e código de barras.
Os dois lados acusam o outro de violência: as naturebas dizem que a cesárea é um choque; as artificialebas alegam que dar as costas à medicina é uma irresponsabilidade. Eu, que durante meses ouvi calado as discussões, pesei bastante os argumentos e cheguei, enfim, a uma conclusão: abaixo o nascimento! Viva a gravidez!
Imaginem só a situação: os primeiros grãos de consciência germinam em seu cérebro. Você boia num líquido morninho – nem a gravidade, essa pequena e constante chateação, te aborrece. Você recebe alimento pelo umbigo. Você dorme, acorda, dorme, acorda e jamais tem que cortar as unhas dos pés. Então, de repente, o líquido se vai, as paredes te espremem, a fonte seca, a luz te cega e, daí pra frente, meu amigo, é só decadência: cólicas, fome, sede, pernilongos, decepções, contas a pagar. Eis um resumo de nossa existência: nove meses no paraíso, noventa anos no purgatório.
Freud diz que todo amor que buscamos é um pálido substituto de nosso primeiro, único e grande amor: a mãe. Discordo. A mãe já é um pálido substituto de nosso primeiro, único e grande amor: a placenta. Tudo, daí pra frente – as religiões, os relacionamentos amorosos, a música pop, a semiótica* e a novela das oito – é apenas uma busca inútil e desesperada por um novo cordão umbilical, aquele cabo USB por onde fazíamos, em banda larga, o download da felicidade. Do parto em diante, meu caro leitor, meu caro companheiro de infortúnio, a vida é conexão discada, wi-fi mequetrefe, e em vão nos arrastamos por aí, atrás daquela impossível protoconexão.
No próximo jantar, se estiver do lado de uma grávida, jogarei um talher no chão e, ao abaixar para pegá-lo, cochicharei bem rente à barriga: “te segura, garoto! Quando começar a tremedeira, agarra bem nas paredes, se enrola no cordão, carca os pés na borda e não sai, mesmo que te cutuquem com um fórceps, te estendam uma mão falsamente amiga, te sussurrem belas cantigas de roda, de 1924. Te segura, que o negócio aqui é roubada!”.
(Revista Ser Médico. Edição 57 – Outubro/Novembro/Dezembro de 2011. www.cremesp.org.br. Adaptado)
*semiótica: ciência dos modos de produção, de funcionamento e de recepção dos diferentes sistemas de sinais de comunicação entre indivíduos ou coletividades.
Pela leitura do texto, é correto afirmar que, para o cronista,
 

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892852 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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Leia o texto para responder à questão.
Bitucas jogadas no chão em SP enchem um apartamento por dia
Ao final de cada dia, o paulistano descarta 34 milhões de bitucas de cigarro nas ruas. Pequena e dispersa por todo canto, ela parece não incomodar, mas os restos equivalentes ao consumo de 1,7 milhão de maços de cigarro dariam para encher um apartamento de 70 metros quadrados. O cálculo é da organização social “Rede Papel Bituca”.
Para lidar com o problema, empresas e órgãos públicos de São Paulo têm inserido, de forma tímida, nos seus espaços, as chamadas “bituqueiras” – equipamento que acondiciona o resíduo. E, na capital paulista – onde regiões com grande circulação de pessoas, ambientes com alto nível de estresse ou que concentram bares são as mais infestadas pelas bitucas –, um projeto de lei tramita desde o ano passado com proposta que prevê multa de até R$ 100 para o “sujão” flagrado.
O treinador de corretores de imóveis, R. Silva, 33, trabalha em uma dessas regiões. Quatro vezes ao dia, ele repete o mesmo ritual: sai do ambiente de trabalho para fumar. Quando o cigarro chega ao fim, o destino é um só: a rua. “Sempre jogo a bituca na vala. Nunca na calçada, porque a chuva vem e leva”, diz.
Silva diz que dessa forma “diminui o dano” devido à falta de um lugar adequado na região para dar um fim à bituca.
“A bituca em contato com a água libera substâncias tóxicas e também acaba entupindo a rede pluvial da cidade. Além de, visualmente, fomentar uma paisagem de degradação”, afirma Rafael Rodrigues, 31, gestor da Rede Papel Bituca. As pontas de cigarro também provocam incêndios. Em 2013, o Corpo de Bombeiros conteve 530 ocorrências do tipo apenas na capital.
Segundo Cleide Sousa, doutora em psicologia ambiental da UnB (Universidade de Brasília), bitucas de cigarro são o resíduo “mais descartado em todo o mundo”.
Para a pesquisadora, o ato mostra “falta de informação” e representa uma “atitude egoísta”. “Quem joga uma bituca no chão não faz uma autocrítica em relação ao próprio comportamento e sempre joga a responsabilidade para o poder público. Mas há uma responsabilidade individual nesse processo que nunca é levada em consideração”, explica a especialista.
(Dhiego Maia. In: http://goo.gl/nJnbbr. Adaptado)
No quarto parágrafo, a expressão dessa forma refere-se ao fato de R. Silva
 

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892784 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Um pãozinho francês tem 50 g. Sabendo que uma pessoa consome 2 pãezinhos por dia, a quantidade, em quilogramas, de pãezinhos que ela consumirá em 30 dias será
 

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892783 Ano: 2016
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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Para que o dobramento de cópias de desenho técnico seja correto, este deve ser feito em dobras
 

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