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Foram encontradas 50 questões.

Analise a seguinte frase:
Com estratégias de contracomunicação e muita criatividade, as manifestações ocuparam o país com palavras e ideias.
Modificou-se o sentido original da frase acima com a alteração feita em:
 

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2455943 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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A Declaração de Salamanca faz saber, no decorrer de seu texto, EXCETO
 

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INSTRUÇÃO: A leitura do texto a seguir serve de base para a questão.
Texto 2
Línguas peculiares
Raquel Cozer
Inspirados textos do linguista francês Claude Hagège, professor do Collège de France que fala mais de 20 idiomas, integram o “Dicionário Amoroso das Línguas”. A Estação Liberdade prevê o livro para março, com tradução de Ana Alencar.
O autor escreve verbetes como “Amo (Eu te.)”, fazendo graça com a ideia pouco entusiasmada que passa a expressão romântica italiana “ti voglio bene” (“eu te quero bem”), e “Obrigadinho”, sobre o jeito peculiar de certos brasileiros agradecerem.
“É o paradoxo dos diminutivos: o sufixo português –inho dá, comumente, à palavra que ele marca, o sentido de alguma coisa bem pequena, mas pode se tratar também de alguma coisa maior, como nesse obrigadinho”.
Disponível em: http://abibliotecaderaquel.blogfolha.uol.com.br/
A palavra ideia não se acentua pelos mesmos princípios gramaticais que justificam a ausência do acento gráfico em:
 

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INSTRUÇÃO: A questão refere -se ao texto 1 a seguir.
Texto 1
A linguagem dos protestos
Com estratégias de contracomunicação e muita criatividade, as manifestações ocuparam o país com palavras e ideias
Por Edgard Murano
A audiência do SPTV 2ª edição, jornalístico da Rede Globo em São Paulo, deve ter estranhado quando luzes verdes refletiram na cabeça do âncora Carlos Tramontina, destoando da iluminação anódina do estúdio. Ao fundo do telejornal, a visão da ponte Octavio Frias de Oliveira, que cruza o rio Pinheiros, na zona sul da cidade, não incluía os cerca de 400 manifestantes que, naquela noite de 11 de julho, protestavam em frente à emissora contra o "monopólio da mídia".
Os feixes de luz que coloriram Tramontina eram canetas-laser apontadas por manifestantes coordenados pelo performer Paulinho Fluxus, que ajudou a preparar a ação com dias de antecedência.
A marcha, uma entre centenas nos últimos dois meses, é um exemplo da sofisticação alcançada pela linguagem de protesto no Brasil. Cada vez mais criativas, provocantes e eficazes na divulgação de suas reivindicações, essas manifestações gravaram seu nome na história da contracomunicação brasileira e desafiaram a mídia tradicional por meio de mensagens que contrariam o establishment. Naquela mesma noite, com um computador e um projetor, o atrevimento dos manifestantes chegou a ponto de estampar na parede do prédio da emissora a frase "Globo sonega", uma alusão às recentes acusações de sonegação fiscal contra a gigante das telecomunicações. E a placa com o nome da ponte que cruza o rio Pinheiros, homenagem ao empresário Octavio Frias (um dos fundadores do jornal Folha de S.Paulo), foi simbolicamente rebatizada como "ponte Jornalista Vladimir Herzog" (morto e torturado pela ditadura em 1975), recebendo um imenso adesivo colado sobre o nome original. A técnica, conhecida como sticker, pertence à chamada street art (com seus grafites, colagens, estênceis etc.), sendo aplicada em sinalizações de trânsito como protesto ou pelo simples prazer de subverter os códigos.
Aparato retórico
Com o atual ímpeto brasileiro de sair às ruas para pedir mudanças e criticar os governantes, atiçado pelo Movimento Passe Livre em São Paulo, um aparato retórico foi mobilizado nas ruas. Cartazes, faixas, slogans, gritos de guerra, pichações, entre outros recursos de contracomunicação, buscaram desestabilizar o discurso institucional e as respostas pré-fabricadas por assessores políticos. Sobretudo, buscaram ressignificar a realidade. Cada palavra dos manifestantes só tinha razão de ser como réplica a um contexto definido de antemão. Para tanto, não raro se valeram da sátira e da paródia para referenciar aquilo a que respondiam.
"A eficácia do discurso do cartaz reside precisamente nesse poder de evocação de discursos anteriormente enunciados e não na relação entre tamanho e quantidade de informação", afirma Eduardo J. M. Camilo no artigo "Minoria tenebrosa, '''Maioria silenciosa'''' – a sátira e a invectiva no cartaz político", no livro Comunicação e Poder [http://bit.ly/14X9xKk].
Entre os cartazes mais fortes fotografados nas ruas desde que os protestos começaram, já virou clássico o que diz "Desculpe o transtorno, estamos mudando o país". A paródia, uma brincadeira com as placas que anunciam obras, rodou o Brasil e foi replicada em diversas manifestações. "Saímos do Facebook", crítica bem-humorada aos chamados "ativistas de sofá", também virou hit. Os altos gastos do governo com a Copa de 2014 também deram a tônica de muitos protestos, e as exigências da Fifa aos brasileiros viraram mote de sátiras virulentas, na linha de "Queremos hospitais padrão Fifa".
"Uma das características do cartaz satírico, numa perspectiva restrita, e da sátira, em geral, é a da reprodução, a da imitação, mas concretizada pelo fenômeno da inversão", explica Eduardo J. M. Camilo.
Bom exemplo do que ele diz é o cartaz "Visite estádio decorado", cujos dizeres foram grafados numa placa em forma de seta que imita anúncios imobiliários, como os pendurados no pescoço de "homens- placas", comuns nas esquinas das grandes cidades.
Reside nessa inversão o principal artifício retórico dos protestos. O próprio ativista, com suas roupas, palavras de ordem e gestual típico de manifestações, é uma tela onde projeta sua mensagem. A pesquisadora Barbara Peccei Szaniecki, em Cartazes Políticos da Contemporaneidade [Redes.com n. 5, em http://bit.ly/14aUIWw], chega a usar o termo "Carnaval" para referir-se às manifestações. "As manifestações carnais são uma recusa de representação transcendente e demanda de cooperação imanente; são o Carnaval de nossos tempos", afirma.
Disponível em: http://revistalingua.uol.com.br/textos/94/a-linguagem-dos-protestos-293651-1.asp [adaptado]
Os altos gastos do governo com a Copa de 2014 também deram a tônica de muitos protestos, e as exigências da Fifa aos brasileiros viraram mote de sátiras virulentas, na linha de "Queremos hospitais padrão Fifa".
Preserva-se o sentido da frase acima, caso a palavra em destaque seja substituída por:
 

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INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto 3 a seguir.
Texto 3
Enunciado 2666774-1
Disponível em: http://www.chargeonline.com.br/doano.htm
Dá-se o nome de modo às várias formas assumidas pelo verbo na expressão de um fato. No enunciado do primeiro quadrinho, os verbos ligar e avisar encontram-se no modo:
 

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2454821 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Leia a seguinte situação: O professor Vicente, preocupado em incorporar tecnologias de informação e comunicação ao planejamento e à prática de suas atividades didáticas, resolveu criar um grupo de discussão pela Internet, atividade que acabou por se consolidar como importante instrumento complementar em relação ao cotidiano das aulas.
A iniciativa desse professor demonstra que
 

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A alternativa em que a base de formação de uma nova palavra NÃO se aplica é:
 

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INSTRUÇÃO: A leitura do texto a seguir serve de base para a questão.
Texto 2
Línguas peculiares
Raquel Cozer
Inspirados textos do linguista francês Claude Hagège, professor do Collège de France que fala mais de 20 idiomas, integram o “Dicionário Amoroso das Línguas”. A Estação Liberdade prevê o livro para março, com tradução de Ana Alencar.
O autor escreve verbetes como “Amo (Eu te.)”, fazendo graça com a ideia pouco entusiasmada que passa a expressão romântica italiana “ti voglio bene” (“eu te quero bem”), e “Obrigadinho”, sobre o jeito peculiar de certos brasileiros agradecerem.
“É o paradoxo dos diminutivos: o sufixo português –inho dá, comumente, à palavra que ele marca, o sentido de alguma coisa bem pequena, mas pode se tratar também de alguma coisa maior, como nesse obrigadinho”.
Disponível em: http://abibliotecaderaquel.blogfolha.uol.com.br/
Considere o seguinte enunciado do texto:
“Inspirados textos do linguista francês Claude Hagège, professor do Collège de France que fala mais de 20 idiomas, integram o ‘Dicionário Amoroso das Línguas’”.
Exerce a função de sujeito no enunciado acima o segmento:
 

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2453419 Ano: 2013
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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O Estatuto da Criança e do Adolescente, no Art. 53, determina que a criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se- lhes todos os direitos abaixo, EXCETO
 

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2453405 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Analise as afirmativas abaixo:
I. A Pedagogia é um campo de conhecimentos sobre a problemática educativa na sua totalidade e historicidade e, ao mesmo tempo, uma diretriz orientadora da ação educativa.
II. A Pedagogia é o campo de conhecimento que se ocupa do estudo sistemático da educação, isto é, do ato educativo, da prática educativa concreta que se realiza na sociedade como um dos ingredientes básicos da configuração da atividade humana.
III. A Pedagogia expressa finalidades sociopolíticas, ou seja, uma direção explícita da ação educativa.
IV. A Pedagogia ocupa-se da educação intencional, investiga os fatores que contribuem para a construção do ser humano como membro de uma determinada sociedade e os processos e meios dessa formação.
Estão CORRETAS as afirmativas
 

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