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Considere os números !$ { \large 2 \over 5,} {\large 1 \over 25}, { \large 1 \over 4}, {\large 3 \over 8} !$ O maior deles é
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A figura que representa o botão “Aumentar recuo” do Microsoft Word, versão português do Office XP, é:
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A média aritmética das raízes da equação !$ 4x^3 - 8x^2 - 3x + 20 = 0 !$ é igual a
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TEXTO 1 (Parte 3)
Na minha visão, só existem, assim, dois cenários em que é objetivamente melhor ser ético do que não. O primeiro é se você é uma pessoa religiosa e acredita que os pecados deste mundo serão punidos no próximo. Não é o meu caso. O segundo é se você vive em uma sociedade ética em que os desvios de comportamento são punidos pela coletividade, quer na forma de sanções penais, quer na forma do ostracismo social. O que não é o caso do Brasil. Não se sabe se De Gaulle disse ou não a frase, mas ela é verdadeira: o Brasil não é um país sério.
Assim é que, criando filhos brasileiros morando no Brasil, estou às voltas com um deprimente dilema. Acredito que o papel de um pai é preparar o seu filho para a vida. Essa é a nossa responsabilidade: dar a nossos filhos os instrumentos para que naveguem, com segurança e destreza, pelas dificuldades do mundo real. E acredito que a ética e a honestidade são valores axiomáticos, inquestionáveis. Eis aí o dilema: será que o melhor que poderia fazer para preparar meus filhos para viver no Brasil seria não aprisioná-los na cela da consciência, do diálogo consigo mesmos, da preocupação com a integridade? Tenho certeza de que nunca chegaria a ponto de incentivá-los a serem escroques, mas poderia, como pai, simplesmente ser mais omisso quanto a essas questões. Tolerar algumas mentiras, não me importar com atrasos, não insistir para que não colem na escola, não instruir para que devolvam o troco recebido a mais...
Tenho pensado bastante sobre isso ultimamente. Simplesmente o fato de pensar a respeito, e de viver em um país em que existe um dilema entre o ensino da ética e o bom exercício da paternidade, já é causa para tristeza. Em última análise, decidi dar a meus filhos a mesma educação que recebi de meu pai. Não porque ache que eles serão mais felizes assim - pelo contrário -, nem porque acredite que, no fim, o bem compensa. Mas sim porque, em primeiro lugar, não conseguiria conviver comigo mesmo, e com a memória de meu pai, se criasse meus filhos para serem pessoas do tipo que ele me ensinou a desprezar. E, segundo, tentando um esboço de resposta mais lógica, porque sociedades e culturas mudam. Muitos dos países hoje desenvolvidos e honestos eram antros de corrupção e sordidez 100 anos atrás. Um dia o Brasil há de seguir o mesmo caminho, e aí a retidão que espero inculcar em meus filhos (e meus filhos em seus filhos) há de ser uma vantagem, e não um fardo. Oxalá.
Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/gustavo-ioschpe-devo-educar-meus-filhos-para-serem-eticos Acesso em: 17 set. 2013 (Adaptado)
Apesar dos dilemas demonstrados em relação à educação de seus filhos, o locutor decide dar a seus filhos a mesma educação que recebeu. Pode-se constatar que essa decisão foi tomada, EXCETO porque ele
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Leia, atentamente, o texto para responder à questão.
SEM ESFORÇO E SEM EXEMPLO
Lya Luft
Não creio que a gente ande tão ruim de português por causa das redes sociais, dos torpedos no celular. Essa reclamação tem cheiro de mofo.
O interessante é que, embora digam que se lê pouco, as editoras vendem mais que nunca, bienais e feiras ficam lotadas, e mesmo assim não conseguimos nos expressar direito, nem oralmente nem por escrito. Se lemos mais, por que escrevemos e falamos mal?
Penso que, coisas verificadas há trinta anos em meus tempos de professora universitária, andamos com problema de raciocínio. Não aprendemos a pensar, observar, argumentar (qualquer esforço maior foi banido de muitas escolas), portanto não sabemos organizar nosso pensamento, muito menos expressá-lo por escrito ou mesmo falando. "Eu sei, mas não sei dizer", "Eu sei, mas não consigo escrever isso"" são frases ouvidas há muito tempo, tempo demais.
A exigência aos alunos baixou de nível assustadoramente, e com isso o ensino entrou em queda vertiginosa. Tudo deve parecer brincadeira. Na infância, ensinam a chamar as professoras de tias, coisa com que, pouco simpática, sempre impliquei: tias são parentes. Professoras, ou o carinhoso profes, ou pros, são pessoas que estão ali para cuidar, sim, mas também para educar já os bem pequenos. Modos à mesa, civilidade, dividir brinquedos, não morder nem bater, socializar-se enfim da maneira menos selvagem possível.
Depois, sim, devem educar e ensinar. Sala de aula é para trabalhar: pátio é para brincar. Não precisa ser sacrifício, mas dar uma sensação de coisa séria, produtiva e boa.
Por alguma razão, lá pela década de 60 inventamos — melhor: importamos — a ideia de que ensinar é antipático e aprender, ou estudar, é crueldade infligida pelos adultos. Tabuada, nem pensar. Ortografia, longe de nós. Notas, abolidas: agora só os vagos conceitos. Reprovação seria o anátema [a condenação]. É preciso esforçar-se, e caprichar, para ser reprovado.
Resultado: alunos saindo do ensino médio para a faculdade sem saber redigir uma página ou parágrafo coerente e em boa ortografia em seu próprio idioma!
O acesso à universidade, devido a esse baixo nível do ensino médio, reduziu-se a um facilitarismo assustador. Hordas de jovens entram na universidade sem o menor preparo. São os futuros bacharéis que não vão passar no exame da Ordem. Na medicina e na engenharia, o resultado pode ser catastrófico: ali se lida com vidas e construções. Em lugar de querer melhorar o nível desse ensino, cogita-se abolir o exame da Ordem. Outras providências desse tipo virão depois. Em vez de elevarmos o nível do ensino básico, vamos adotar o método da não reprovação. Em lugar de exigirmos mais no ensino médio, vamos deixar todos à vontade, pois com tantas cotas e outros recursos vão ingressar na universidade de qualquer jeito. Além do ensino e do aprendizado, facilitamos incrivelmente as coisas no nível da educação, isto é, comportamento, compostura, postura, respeito, civilidade.
Alunos comem, jogam no celular, conversam, riem na sala de aula — na presença do professor que tenta exercer sua dura profissão — como se estivessem no bar. Tente o professor impor autoridade, e possivelmente ele, não o aluno malcriado, será chamado pela direção e admoestado. Caso tenha sido mais severo, quem sabe será processado pelos pais.
Não estou inventando: nesta coluna não escreve a ficcionista, mas a observadora da realidade.
A continuar esse processo antieducação, e nos altos escalões o desfile de péssimos exemplos, impunidades, negociatas e deboches — além do desastroso resultado do julgamento do mensalão, apesar de firulas jurídicas —, teremos problemas bem interessantes nos próximos anos em matéria de dignidade e honradez. Pois tudo isso contamina o sentimento do povo que somos todos nós, e pior: desanima os jovens que precisam de liderança positiva.
Resta buscar ânimo em outras pastagens, para não desistir de ser um cidadão produtivo e decente.
Revista Veja, 06 de outubro de 2013.
As palavras destacadas estão corretamente interpretadas entre parênteses, EXCETO em
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INSTRUÇÃO: Em uma pesquisa realizada na cidade de Sete Lagoas, descobriu-se que ali são consumidos três tipos de produtos que vamos denominar de A, B e C. Os resultados dessa pesquisa estão indicados no diagrama abaixo. Observe, pense, descubra e responda à questão.

Quantas pessoas consomem, ao mesmo tempo, dois dos produtos?
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Com um terreno plano de 3 hectares, é possível demarcar quantos lotes de 400m2 ?
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Um copo cheio de água possui 350 g. Se retirarmos metade da água, passa a ter 275 g. Qual é a massa do copo vazio?
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2469193
Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Na Constituição Federal de 1988, a educação é um direito social fundante da cidadania e a educação no ensino fundamental, gratuito e obrigatório, tornou-se direito público subjetivo. Direito público subjetivo é aquele pelo qual
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INSTRUÇÃO: A questão foram formuladas com base na Proposta Curricular de Educação Física do Ensino Fundamental da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais.
Os Conteúdos Básicos Comuns (CBC.) partem do pressuposto de que não existem fórmula mágica ou receitas prontas de como ensinar, porque o ensino, como um processo de construção coletiva, é mediado pela relação professor/aluno/conhecimento. Mas o compromisso da área da Educação Física com a formação cidadã demanda que o processo ensino-aprendizagem seja orientado, sobretudo, pelos seguintes princípios metodológicos:
I. Reconhecimento e valorização das experiências e conhecimentos prévios dos alunos.
II. Consideração da diversidade cultural como ponto de partida da educação inclusiva.
III. Valorização de conteúdos essencialmente na dimensão procedimental.
IV. Interdisciplinaridade.
V. Articulação coerente entre conteúdos, métodos e recursos didáticos.
VI. Ressignificação da concepção dos espaços e tempos.
VII. Avaliação por normas.
VIII. Aprendizagem continuada.
II. Consideração da diversidade cultural como ponto de partida da educação inclusiva.
III. Valorização de conteúdos essencialmente na dimensão procedimental.
IV. Interdisciplinaridade.
V. Articulação coerente entre conteúdos, métodos e recursos didáticos.
VI. Ressignificação da concepção dos espaços e tempos.
VII. Avaliação por normas.
VIII. Aprendizagem continuada.
Estão CORRETAS apenas as proposições:
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