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1314220 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Ao dividir o número 6 por 7, encontramos um resultado decimal em que o 200º termo é
 

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1296977 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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PAIS, FILHOS E BOAS MANEIRAS
Luiz Caversan
Dia desses enfrentei um estresse típico de grande cidade, mas que acabou por oferecer bons momentos de reflexão [...].
Tarde da noite, estava ao volante subindo uma alça de um dos muitos viadutos de São Paulo, quando, no final da curva, vejo um veículo que, ao tentar desviar de outro, quebrado, empreendia uma manobra arriscada na pista.
Não deu outra: os freios e a mudança brusca de direção foram insuficientes para evitar o impacto.
Felizmente, apenas danos materiais, tanto no meu veículo quanto no outro, de onde logo saíram dois jovens na casa dos vinte e tantos anos, um deles, o motorista, bem nervosinho.
“Está tudo bem aí?”, perguntei.
“Claro que não, seu barbeiro, olha o que você fez no meu carro.”
Ainda bem que, em sua grosseria, o rapaz não me chamou de tio, porque aí soaria mais ofensivo...
De qualquer maneira, tentei acalmá-lo, dizendo que ele estava numa manobra arriscada e que eu de fato não consegui parar.
Foi a conta para que ele quisesse partir pra ignorância. Mas outros carros e motoristas já estavam atulhados na pista, e pessoas mais equilibradas impediram que o rapaz cometesse alguma impropriedade.
“Ok, vamos chamar a polícia”, disse eu, já que o caminho da conversa civilizada estava fatalmente obstruído.
"Isso mesmo!", gritou o rapaz. "Vamos chamar a polícia, porque você não sabe com quem está falando!”
Pronto, estava armado o circo.
O menino tinha as “costas quentes” e estava ali louco para exercer o seu poder.
“E porventura com quem eu estou falando?”
“Meu pai é coronel da PM e vai resolver rapidinho isso aqui. Você vai se dar mal...”
Bem, para encurtar a história, logo chegou uma viatura com dois policiais, que educadamente vieram ouvir minha versão e, em seguida, foram conversar com o rapaz, que não titubeou em dar ordens, exigindo que eles me inculpassem e, pelo rádio, localizassem o tal coronel.
Ficamos nessa lengalenga durante uns 40 minutos, os PMs já pelas tampas com o garoto, até que desce de um automóvel um senhor grisalho, magro e que calmamente olhou os dois carros batidos. Foi logo assediado pelo nervosinho que, gesticulando muito, começou a esbravejar. Mas logo se viu contido por um indiscutível "cala boca" do pai-coronel.
Em seguida, o senhor sacou sua identificação funcional e foi conversar com os policiais, que bateram continência e relataram a situação e as atitudes do filho. Menos de cinco minutos depois, ele dirigiu-se a mim educadamente e com ar grave e ligeiramente envergonhado, disse: “Eu peço sinceramente que o senhor desculpe as atitudes do meu filho. Em nossa família, não toleramos esse tipo de comportamento e ele vai se haver comigo. Eis meu cartão, o sr. providencie o conserto do seu carro e me mande a conta, por gentileza.”
Imediatamente ele chamou o filho num canto e passou uma descompostura tão grande, mas tão grande no rapaz que deu até pena. Não alterou a voz, não fez gestos bruscos, apenas exerceu, como se deve, o papel, o direito e o dever de pai de um jovem abusado, colocando-o em seu devido lugar.
Claro que me lembrei do coronel, quando vi o pai de um dos agressores da doméstica dizendo mais recentemente que seu filho era uma “criança” e não deveria estar “preso junto com bandidos”.
Ao invés de sentir vergonha pelo seu fracasso como pai, quis remediar o irremediável pelo lado mais nefasto, o da desfaçatez, o da dissimulação, o da mentira. "Os pais não têm culpa", chegou a dizer o cidadão, Ludovico Ramalho.
Se pudesse, eu gostaria de dizer o seguinte a esse pai: tem culpa sim, eu me sentiria um lixo, um desnaturado se, por desventura, viesse a enfrentar uma situação dessas, em que, com a desculpa de proteger o filho, perde-se a noção da vergonha e do mínimo bom senso.
São pais assim que criam filhos assado...
Ainda bem que ainda há cidadãos como o coronel da outra noite.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizcaversan/310088-pais-filhos-e-boas-maneiras.shtml. Acesso em: 20 out. 2014 (Adaptado)
Os termos destacados são adjetivos, EXCETO em:
 

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720435 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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PAIS, FILHOS E BOAS MANEIRAS
Luiz Caversan
Dia desses enfrentei um estresse típico de grande cidade, mas que acabou por oferecer bons momentos de reflexão [...].
Tarde da noite, estava ao volante subindo uma alça de um dos muitos viadutos de São Paulo, quando, no final da curva, vejo um veículo que, ao tentar desviar de outro, quebrado, empreendia uma manobra arriscada na pista.
Não deu outra: os freios e a mudança brusca de direção foram insuficientes para evitar o impacto.
Felizmente, apenas danos materiais, tanto no meu veículo quanto no outro, de onde logo saíram dois jovens na casa dos vinte e tantos anos, um deles, o motorista, bem nervosinho.
“Está tudo bem aí?”, perguntei.
“Claro que não, seu barbeiro, olha o que você fez no meu carro.”
Ainda bem que, em sua grosseria, o rapaz não me chamou de tio, porque aí soaria mais ofensivo...
De qualquer maneira, tentei acalmá-lo, dizendo que ele estava numa manobra arriscada e que eu de fato não consegui parar.
Foi a conta para que ele quisesse partir pra ignorância. Mas outros carros e motoristas já estavam atulhados na pista, e pessoas mais equilibradas impediram que o rapaz cometesse alguma impropriedade.
“Ok, vamos chamar a polícia”, disse eu, já que o caminho da conversa civilizada estava fatalmente obstruído.
"Isso mesmo!", gritou o rapaz. "Vamos chamar a polícia, porque você não sabe com quem está falando!”
Pronto, estava armado o circo.
O menino tinha as “costas quentes” e estava ali louco para exercer o seu poder.
“E porventura com quem eu estou falando?”
“Meu pai é coronel da PM e vai resolver rapidinho isso aqui. Você vai se dar mal...”
Bem, para encurtar a história, logo chegou uma viatura com dois policiais, que educadamente vieram ouvir minha versão e, em seguida, foram conversar com o rapaz, que não titubeou em dar ordens, exigindo que eles me inculpassem e, pelo rádio, localizassem o tal coronel.
Ficamos nessa lengalenga durante uns 40 minutos, os PMs já pelas tampas com o garoto, até que desce de um automóvel um senhor grisalho, magro e que calmamente olhou os dois carros batidos. Foi logo assediado pelo nervosinho que, gesticulando muito, começou a esbravejar. Mas logo se viu contido por um indiscutível "cala boca" do pai-coronel.
Em seguida, o senhor sacou sua identificação funcional e foi conversar com os policiais, que bateram continência e relataram a situação e as atitudes do filho. Menos de cinco minutos depois, ele dirigiu-se a mim educadamente e com ar grave e ligeiramente envergonhado, disse: “Eu peço sinceramente que o senhor desculpe as atitudes do meu filho. Em nossa família, não toleramos esse tipo de comportamento e ele vai se haver comigo. Eis meu cartão, o sr. providencie o conserto do seu carro e me mande a conta, por gentileza.”
Imediatamente ele chamou o filho num canto e passou uma descompostura tão grande, mas tão grande no rapaz que deu até pena. Não alterou a voz, não fez gestos bruscos, apenas exerceu, como se deve, o papel, o direito e o dever de pai de um jovem abusado, colocando-o em seu devido lugar.
Claro que me lembrei do coronel, quando vi o pai de um dos agressores da doméstica dizendo mais recentemente que seu filho era uma “criança” e não deveria estar “preso junto com bandidos”.
Ao invés de sentir vergonha pelo seu fracasso como pai, quis remediar o irremediável pelo lado mais nefasto, o da desfaçatez, o da dissimulação, o da mentira. "Os pais não têm culpa", chegou a dizer o cidadão, Ludovico Ramalho.
Se pudesse, eu gostaria de dizer o seguinte a esse pai: tem culpa sim, eu me sentiria um lixo, um desnaturado se, por desventura, viesse a enfrentar uma situação dessas, em que, com a desculpa de proteger o filho, perde-se a noção da vergonha e do mínimo bom senso.
São pais assim que criam filhos assado...
Ainda bem que ainda há cidadãos como o coronel da outra noite.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizcaversan/310088-pais-filhos-e-boas-maneiras.shtml. Acesso em: 20 out. 2014 (Adaptado)
Os termos destacados são pronomes, EXCETO em:
 

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719599 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Provas:
PAIS, FILHOS E BOAS MANEIRAS
Luiz Caversan
Dia desses enfrentei um estresse típico de grande cidade, mas que acabou por oferecer bons momentos de reflexão [...].
Tarde da noite, estava ao volante subindo uma alça de um dos muitos viadutos de São Paulo, quando, no final da curva, vejo um veículo que, ao tentar desviar de outro, quebrado, empreendia uma manobra arriscada na pista.
Não deu outra: os freios e a mudança brusca de direção foram insuficientes para evitar o impacto.
Felizmente, apenas danos materiais, tanto no meu veículo quanto no outro, de onde logo saíram dois jovens na casa dos vinte e tantos anos, um deles, o motorista, bem nervosinho.
“Está tudo bem aí?”, perguntei.
“Claro que não, seu barbeiro, olha o que você fez no meu carro.”
Ainda bem que, em sua grosseria, o rapaz não me chamou de tio, porque aí soaria mais ofensivo...
De qualquer maneira, tentei acalmá-lo, dizendo que ele estava numa manobra arriscada e que eu de fato não consegui parar.
Foi a conta para que ele quisesse partir pra ignorância. Mas outros carros e motoristas já estavam atulhados na pista, e pessoas mais equilibradas impediram que o rapaz cometesse alguma impropriedade.
“Ok, vamos chamar a polícia”, disse eu, já que o caminho da conversa civilizada estava fatalmente obstruído.
"Isso mesmo!", gritou o rapaz. "Vamos chamar a polícia, porque você não sabe com quem está falando!”
Pronto, estava armado o circo.
O menino tinha as “costas quentes” e estava ali louco para exercer o seu poder.
“E porventura com quem eu estou falando?”
“Meu pai é coronel da PM e vai resolver rapidinho isso aqui. Você vai se dar mal...”
Bem, para encurtar a história, logo chegou uma viatura com dois policiais, que educadamente vieram ouvir minha versão e, em seguida, foram conversar com o rapaz, que não titubeou em dar ordens, exigindo que eles me inculpassem e, pelo rádio, localizassem o tal coronel.
Ficamos nessa lengalenga durante uns 40 minutos, os PMs já pelas tampas com o garoto, até que desce de um automóvel um senhor grisalho, magro e que calmamente olhou os dois carros batidos. Foi logo assediado pelo nervosinho que, gesticulando muito, começou a esbravejar. Mas logo se viu contido por um indiscutível "cala boca" do pai-coronel.
Em seguida, o senhor sacou sua identificação funcional e foi conversar com os policiais, que bateram continência e relataram a situação e as atitudes do filho. Menos de cinco minutos depois, ele dirigiu-se a mim educadamente e com ar grave e ligeiramente envergonhado, disse: “Eu peço sinceramente que o senhor desculpe as atitudes do meu filho. Em nossa família, não toleramos esse tipo de comportamento e ele vai se haver comigo. Eis meu cartão, o sr. providencie o conserto do seu carro e me mande a conta, por gentileza.”
Imediatamente ele chamou o filho num canto e passou uma descompostura tão grande, mas tão grande no rapaz que deu até pena. Não alterou a voz, não fez gestos bruscos, apenas exerceu, como se deve, o papel, o direito e o dever de pai de um jovem abusado, colocando-o em seu devido lugar.
Claro que me lembrei do coronel, quando vi o pai de um dos agressores da doméstica dizendo mais recentemente que seu filho era uma “criança” e não deveria estar “preso junto com bandidos”.
Ao invés de sentir vergonha pelo seu fracasso como pai, quis remediar o irremediável pelo lado mais nefasto, o da desfaçatez, o da dissimulação, o da mentira. "Os pais não têm culpa", chegou a dizer o cidadão, Ludovico Ramalho.
Se pudesse, eu gostaria de dizer o seguinte a esse pai: tem culpa sim, eu me sentiria um lixo, um desnaturado se, por desventura, viesse a enfrentar uma situação dessas, em que, com a desculpa de proteger o filho, perde-se a noção da vergonha e do mínimo bom senso.
São pais assim que criam filhos assado...
Ainda bem que ainda há cidadãos como o coronel da outra noite.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizcaversan/310088-pais-filhos-e-boas-maneiras.shtml. Acesso em: 20 out. 2014 (Adaptado)
Os termos destacados exercem a função de adjunto adverbial, EXCETO em:
 

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682622 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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O valor da expressão 1 + 1 + 1 + 1 × 7 + 1 + 1 × 0 + 1 – 1 é igual a
 

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672132 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Provas:
Certo apresentador de um programa de prêmios na TV fez uma proposta para um telespectador participante que já tinha ganhado um prêmio de R$ 10.000,00. A proposta foi a seguinte:
“ - Você trocaria o seu prêmio por 1 milhão de centavos de reais?”
Considerando a proposta, é CORRETO afirmar que
 

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671708 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Enunciado 671708-1
O Processo Petrosix, patenteado pela Petrobras, inicialmente desenvolvido para retortagem exclusiva de xisto, foi modificado para o aproveitamento e a reciclagem adequados do conteúdo energético de pneus usados e inservíveis. Sabe-se que são descartados anualmente cerca de 27 milhões de pneus no Brasil.
Se 200 pneus equivalem a aproximadamente a 1 tonelada, o total de pneus descartados no país equivale a
 

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671620 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Provas:
Considerando cada cubo com medida de aresta igual a 3x, o volume total da figura abaixo será igual a
Enunciado 671620-1
 

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668926 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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José é um pintor profissional e sabe que, para pintar uma parede de 100 dm2, ele precisa de uma lata pequena de tinta. De quantas latas iguais a essa ele precisaria para pintar uma parede de dimensões 3,0 m por 5,0 m?
 

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659368 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
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Observe o caça-palavras abaixo:
Enunciado 659368-1
A palavra que você deverá encontrar possui sua primeira letra localizada na linha x e na coluna 6 da tabela (ordenadas segundo as setas indicativas).
Sabendo-se que x é a raiz da equação 2.(2x – 5) + 6x + 8 = –10x + 58, a palavra procurada será
 

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