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Foram encontradas 519 questões.

740536 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Respectivamente: Cabedelo-PB, Campina Grande- PB, Sobrado-PB e Areia-PB fazem parte de quais mesorregiões paraibanas? Marque a alternativa que apresenta a correta correlação entre os municípios e as mesorregiões a seguir:

I – Borborema ( ) Cabedelo

II – Zona da Mata ( ) Campina Grande

III – Sertão ( ) Sobrado

IV – Agreste ( ) Areia

 

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740522 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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A criança M.C.C. com 6 meses foi encaminhada para unidade básica de saúde para ser vacinada.
Observou-se que todas as vacinas de rotina até os 4 meses já haviam sido administradas. Quais as vacinas serão aplicadas nessa criança ao chegar na unidade?
 

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740517 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Acerca da estrutura da personalidade segundo Freud, em sua primeira tópica, a personalidade é composta por três grandes sistemas: id, ego e superego. O id, é o sistema que rege o princípio do prazer e o superego é o sistema representante dos valores ideais tradicionais da sociedade, ou seja, a moral. Desse modo, marque a alternativa que, de acordo com a teoria freudiana, corresponde ao ego:
 

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740516 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Sabendo-se dos critérios de diagnóstico da Febre Reumática, a partir dos critérios de Jones, a opção que nos dá certeza de diagnóstico, frente a uma infecção estreptocócica prévia nos últimos 45 dias é:
 

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740514 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Reforma Agrária
Com coisa séria não se brinca, e o problema da reforma agrária é sério demais. Verdade é que, de tanto se falar nisso, a coisa vai caindo no terreno da galhofa. O próprio Francisco Julião afirmou certa vez que está vendo o dia em que a reforma agrária se fará, no Teatro Municipal, entre números de canto lírico...
Mas a verdade é que a reforma agrária dá margem a alguns instantes de bom humor, como tudo o que é trágico, aliás. O referido Julião – que não brinca em serviço – tem as suas piadas.
Certa vez foi chamado pelo governador de um estado importante onde começavam a se organizar ligas camponesas.
- Deputado Julião – disse o governador -, não tenho nada contra as ligas, mas quero lhe dizer que sou inteiramente contra o comunismo e não permitirei agitação no meu estado.
- Senhor governador – falou o deputado – não sei bem o que Vossa Excelência entende por agitação.
Em certos casos, é preciso agitar um pouquinho. Tanto que até alguns remédios trazem escrito na bula: agite antes de usar. Se não agitar, governador, não faz efeito...
Um episódio engraçado sucedeu em Goiás, onde agora os latifundiários e grileiros voltaram a atacar os lavradores. Certo fazendeiro, muito preocupado com a situação, resolveu dedicar-se ao esclarecimento dos agricultores que trabalhavam em suas terras, a fim de evitar que eles fossem também chamados a se integrar em alguma liga camponesa. Montou o cavalo e foi, de porta em porta, conversando como quem não quer nada.
- Juvêncio – disse a um deles -, você já ouviu falar em comunismo?
- Não, coronel.
- Comunismo, Juvêncio, é um negócio ruim como o diabo, faz você trabalhar e toma tudo o que você planta. Toma a terra, toma o porco, toma a safra.
Você não tem direito a nada.
Juvêncio, que ouvira tudo atentamente, comentou:
- Ué, coronel, então nós tamos aqui num comunismo brabo danado!
GULLAR, Ferreira: crônicas para jovens / seleção, prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha.
– 1ª ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para jovens).
“Verdade é que, de tanto se falar nisso, a coisa vai caindo no terreno da galhofa.”
Aponte um sinônimo para a palavra grifada:
 

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740507 Ano: 2015
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
A ................., segundo a Associação Americana do Desenvolvimento AAIDD, caracteriza-se por um funcionamento inferior à média (QI), associado a limitações adaptativas em pelo menos duas áreas de habilidades (comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho), que ocorrem antes dos 18 anos de idade.
 

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740496 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Acerca da teoria do desenvolvimento e aprendizagem proposta por Vygotesky, julgue os itens abaixo, assinalando "V" para as propostas verdadeiras e "F" para as propostas falsas.
( ) Afirma que as aprendizagens se dão primeiro entre as pessoas, de forma interpessoal, para depois serem internalizada, de forma intrapessoal.
( ) Tece críticas as teorias que separam aprendizagem e desenvolvimento
( ) Conceitua o processo de assimilação como sendo a capacidade do organismo enfrentar novas situações e problema com seu conjunto atual de mecanismos
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
 

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740473 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
A principal complicação clínica que leva o paciente com HIV/SIDA à emergência é:
 

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740458 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Se dedicou ao estudo das chamadas funções psicológicas superiores, que consistem no modo de funcionamento psicológico tipicamente humano, tais como a capacidade de planejamento, memória voluntária, imaginação, etc; sua teoria se baseia no materialismo dialético.
Estamos falando de qual autor da psicologia?
 

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740449 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Cenas brasileiras

Desprezados, doentes e com medo

(Malvistos pela população e caçados pelos criminosos,

os policiais militares do Rio de Janeiro estão abalados

como soldados em guerras e mais suscetíveis a cometer

erros fatais)

Todos os dias, na hora de sair de casa para o trabalho, Bianca Silva ouve o apelo da filha, Maria, de 9 anos. “Mamãe, você vai morrer?”, diz Maria, que invariavelmente, chora e abraça forte a mãe. “Por que você não escolhe outra profissão?” Bianca é capitã da Polícia Militar do Rio de Janeiro e, desde setembro de 2014, é toda a família que Maria tem. O pai, o capitão da PM Uanderson Silva, foi morto aos 34 anos durante um confronto com traficantes no Complexo Alemão.

Comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Nova Brasília, a mais violenta entre as favelas incluídas no programa, Uanderson foi morto pela bala de um de seus soldados ao ficar no meio do fogo cruzado. Bianca passeava em um shopping quando recebeu a notícia de que o marido havia sido baleado. Antes de ir ao hospital, passou no batalhão para trocar o vestido pela farda, temendo que o ciumento Uanderson reprovasse o traje de passeio. Uanderson morreu antes que ela pudesse vê-lo. “Os danos psicológicos são inevitáveis”, diz Bianca. “O tempo inteiro só convivemos com o medo de morrer.” Bianca não cogita desistir da profissão, apesar da tristeza da filha, que toma tranquilizantes e é acompanhada por psiquiatras da Polícia Militar.

Bianca e Uanderson se conheceram na academia de formação de oficiais da PM do Rio de Janeiro e trabalhavam na mesma região. Só no primeiro semestre do ano passado, policiais das UPPs do Complexo do Alemão e da Penha estiveram envolvidos em 260 tiroteios, mais de um por dia. Na favela Nova Brasília, o clima entre policiais e moradores é de animosidade. A polícia é tratada como mais um inimigo, não um aliado.

Para amainar a situação, no passado Bianca considerou criar um programa de distribuição de presentes no Dia das Crianças. Mas o projeto minguou, segundo ela, pela resistência da população local. “Sentia o medo das crianças em falar comigo”, diz. “Elas crescem com a visão de que o policial é violento.”

É comum entre os PMs a percepção de que a população sente medo, repulsa e até desprezo por eles, como mostra a pesquisa UPPs: o que pensam os policiais, feita recentemente pelo Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes. Para a maioria dos policiais entrevistados, os sentimentos dos moradores em relação a eles são de ódio, raiva, aversão, desconfiança, resistência e medo. O cabo Rodrigo Cunha sentiu isso nas vielas do Morro São Carlos, onde uma UPP foi instalada em 2011. “Existem lugares em que o Estado está lá de intruso.”, diz. “Você dá bom dia à criança e a mãe vem correndo levá-la embora. ‘Não fala com polícia.’ Acham que seria melhor se não estivéssemos lá.” Comerciantes se recusavam a vender garrafas de água a Rodrigo e moradores cuspiam no chão quando ele e os colegas passavam.

Barbaridades cometidas por alguns PMs ao longo dos anos, como tortura, agressões, execuções de inocentes e fraudes para camuflar assassinos a sanguefrio, criaram essa rejeição em parte da população. Para ficar em um exemplo rumoroso, desde julho de 2013 não se sabe o que aconteceu ao pedreiro Amarildo, que desapareceu depois de ser levado para a sede da UPP da Rocinha. Vinte e cinco policiais da unidade são acusados de participar da tortura, morte e do sumiço do corpo. Chagas como essa não apenas não cicatrizam, como contaminam a rotina dos policiais que trabalham direito. Entrevistamos militares, levantamos estatísticas e tivemos acesso a pesquisas inéditas sobre a situaçãolimite em que vivem os policiais do Rio de Janeiro. Os policiais têm índices piores que a média da população de doenças causadas por sedentarismo, sentem-se desanimados, com medo, e usam álcool, remédios e drogas. Os policiais sabem que são malvistos, sentem-se ameaçados e têm muito, muito medo de morrer – justamente por serem policiais.

(...)

“Coloque-se no meu lugar e imagine ver a pessoa que você mais ama tendo de trocar sua fralda.”, diz o soldado Alexsandro Fávaro, de 35 anos, referindo-se à mulher, Lígia, sua companheira há 17 anos. Na cadeira de rodas, Fávaro se lembra de seu início na UPP.

“Moradores nos aplaudiam e gritavam palavras de apoio”, recorda. Mas ele logo percebeu que os aplausos eram só uma forma de alertar os traficantes sobre a patrulha.

Fávaro usava estratégias inusitadas. Banhou em ouro o anel de prata com a imagem de São Jorge, pois exibir joias reluzentes é uma característica dos policiais corruptos, os “arregados”, que recebem propina de traficantes. Fazendo-se passar por um deles, Fávaro conseguiu se aproximar de criminosos e prendê-los. Em uma investigação, descobriu uma passagem secreta dos traficantes, ao lado de um bar numa das principais ruas do Morro do Fogueteiro. Num sábado, Fávaro e sete policiais montaram uma operação para prender os bandidos, mas foram surpreendidos por 15 homens armados com fuzis, em um beco estreito, sem ter para onde correr. Ele havia passado o fuzil para um colega e tinha nas mãos apenas uma escopeta com balas de borracha. Sacou a pistola, mas, já ferido, caiu no chão.

“Quem chegaria primeiro aonde eu estava caído: minha equipe ou os bandidos?” Os policiais o alcançaram antes, mas um dos tiros atingira sua garganta e saíra pelo pescoço, rompendo-lhe as vértebras.

A PM tem 95 psicólogos que atendem policiais em 26 dos 45 batalhões fluminenses. Em 2014 foram 25 mil consultas, e a corporação pretende contratar mais profissionais em 2016 para atender seus 47 mil policiais.

Os médicos e psicólogos trabalham de branco e pedem aos policiais que “troquem a ‘fantasia’ de Super-Homem pela de Clark Kent”, como explica a major médica Rosana Cardoso. Coletes à prova de balas, armas e até a gandola (a camisa da farda) ficam na antessala do consultório dos psicólogos, e, em casos mais graves, dos psiquiatras. Mas nem todos conseguem: um cabo do 41º Batalhão sob atendimento psicológico disse que não consegue acesso ao psiquiatra – carência admitida pela corporação. “Quase morri em tiroteio e o comandante nem me agradeceu”, diz outro policial. “Estou pedindo de joelhos para sair da rua.” Atualmente, 6% dos PMs estão afastados das ruas por problemas de saúde física ou mental. “Policiais não são máquinas de produzir segurança. Sua jornada é exercida em condições adversas e extenuantes. A impossibilidade de expressar e ver acolhido seu sofrimento se transforma em adoecimentos, disfunções cardíacas, insônia, irritação, depressão e outros agravos físicos e mentais.”, afirma, em artigo da Fiocruz, a pesquisadora Cecília Minayo. Obviamente, pessoas nesse estado não estão em condições de cumprir a contento a missão de proteger milhões de cidadãos.

Texto escrito por Hudson Corrêa e Raphael Gomide.

Revista Época, edição de 01 de fevereiro de 2016, n 920,

São Paulo, Capital

Em relação aos apontamentos de literatura infantil, é CORRETO afirmar o seguinte:

 

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