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Foram encontradas 519 questões.

740372 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Para assegurar a aquisição de conhecimentos pelos alunos compete ao professor, EXCETO:
 

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740356 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Um astronauta, utilizando um dinamômetro, determina o peso de um corpo na Terra e na Lua, encontrando os valores 4,9 N e 0,80 N, respectivamente. Sendo a aceleração da gravidade na superfície da Terra 9,8 m /s². Assinale a alternativa correta.
 

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740349 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
De acordo com a Lei 8.080/1990 as ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde seguem os princípios e diretrizes do SUS, EXCETO:
 

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740346 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Nas línguas de sinais, o termo “sinal” é utilizado para designar o mesmo que palavra ou item lexical como é nomeado nas línguas oral-auditivas. Os sinais são formados pela combinação do movimento das mãos com um determinado formato em um determinado lugar, que pode ser uma parte do corpo (testa, tórax, rosto etc.) ou um espaço em frente ao corpo (espaço neutro). O conjunto destas combinações é chamado de:
 

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740012 Ano: 2015
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Nas rodovias (Via Rural Pavimentada), a velocidade máxima permitida para ônibus e micro-ônibus onde não existir sinalização regulamentadora será de:
 

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740011 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Para Paulo Freire a “prática de pensar a prática é a melhor maneira de pensar certo”. Nesse sentido, o Conselho de Classe surgiu como uma proposta de pensar a prática. Porém, sua realização enfrenta dificuldades, no cotidiano da escola, porque:
 

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739998 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Em relação aos pronomes interrogativos na libras o QUE e QUEM geralmente são usados no início da frase, mas o pronome interrogativo ONDE e o pronome QUEM, quando está sendo usado com o sentido de"quem é" ou "de quem é" são mais usados no final. Diante do exposto podemos considerar que:
 

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739992 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
148 carros estão em fila à espera para atravessar um rio. A balsa pode transportar, no máximo, 25 carros de cada vez. Quantas viagens serão necessárias para atravessar todos os carros?
 

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739975 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
A resposta que o Brasil quer ouvir
(A causa do surto de malformação cerebral em bebês do
Nordeste é mesmo o zika vírus? A inquietação de uma
médica da Paraíba em busca da verdade)
Para a maioria das mulheres, a gravidez é um momento literalmente mágico. Um espaço para as mais doces e livres projeções sobre o futuro dos filhos. Não tem sido assim com centenas de mães que moram em .Pernambuco e em outros seis Estados do Nordeste. Nos últimos seis meses, elas foram obrigadas a confrontar a realidade cedo demais. Nos primeiros exames de imagens feitos durante a gestação (ou logo após o parto), descobriram que seus bebês sofriam de uma malformação cerebral conhecida como microcefalia. Ela compromete gravemente o desenvolvimento da criança. Nada mais será como antes.
O perímetro da cabeça desses bebês, no nascimento, é inferior à média normal de 34 centímetros.
Em cerca de 90% dos casos, essa condição provoca algum tipo de deficiência mental. Outras consequências costumam ocorrer, como crises de epilepsia, dores de cabeça e nas articulações, visão prejudicada, surdez, problemas intestinais. A microcefalia sempre foi uma doença rara, causada por radiação, consumo de drogas pelas gestantes ou infecção por bactérias e vírus. Por alguma razão desconhecida, a anomalia se tornou expressivamente mais frequente no país. Até a semana passada, 399 casos haviam sido informados ao Ministério da Saúde. Quase o triplo das 197 notificações de 2014.
Nos quatro anos anteriores, o padrão se manteve em torno de uma centena de casos. O alerta ganhou corpo quando as autoridades revelaram a principal suspeita: a infecção das mães pelo vírus zika (novo no Brasil e transmitido pelo mesmo mosquito da dengue) seria a responsável pelo surto.
O Ministério da Saúde revelou que o vírus foi detectado no líquido amniótico (o fluido que envolve o feto) extraído de duas gestantes da Paraíba. Isso fecha o diagnóstico? “Quase. Ainda há uma pequena margem de dúvida”, diz o diretor de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch. A associação entre o vírus e a ocorrência de microcefalia nos bebês é inédita no mundo. Se for comprovada, significará um grande feito científico e uma enorme fonte de preocupação. Um país infestado pelo Aedes aegyipt, onde o vírus zika já circula em 14 Estados e segue em franca expansão de território, engravidar pode se tornar uma escolha arriscada. “As mulheres devem pensar duas vezes”, afirmou Maierovitch.
Por trás do anúncio protocolar sobre o estudo realizado com as duas gestantes da Paraíba, há uma história singular, de incansável busca por respostas. Em setembro, a obstetra Adriana Melo, especialista em medicina fetal, começou a atender em Campina Grande, a 130 quilômetros de João Pessoa, casos que fugiam ao padrão. Tanto na clínica privada quanto no Instituto de Saúde Elpídio de Almeida, um serviço público, ela se surpreendeu ao observar o cérebro dos embriões durante os exames de ultrassonografia. Além do crânio menor, em alguns casos não era possível identificar todas as estruturas do cérebro. Adriana notou a ausência do cerebelo – a estrutura responsável pela manutenção do equilíbrio e da aprendizagem motora. Se essa região não se desenvolver, uma criança não consegue correr, andar de bicicleta, jogar bola. Novos exames, realizados três semanas depois, apontavam calcificações grosseiras e comprovavam que a cabeça não crescia.
Com dois doutorados e 17 anos de experiência, Adriana estava inconformada por não poder oferecer uma explicação às mães. Quando as autoridades de Pernambuco relataram um surto de microcefalia e afirmaram que as gestantes haviam tido manchas vermelhas na pele, Adriana começou a ligar os pontos. O mesmo sintoma ocorrera nas pacientes atendidas por ela na Paraíba. A médica convenceu as secretarias de saúde a custear a viagem de duas pacientes a São Paulo.
Durante um congresso internacional de medicina fetal, elas forma examinadas pelo médico Gustavo Malinger, da Universidade de Tel Aviv, em Israel, um dos mais respeitados especialistas no mundo. Ele considerou que os casos realmente fugiam ao padrão e se surpreendeu com o fato de o Brasil, com mais de 200 notificações da doença, ainda não ter descoberto a razão do problema.
Adriana transformou o comentário incômodo em energia para persistir. No início de novembro, ela coletou as amostras do líquido amniótico na 28ª semana de gestação das duas pacientes em Campina Grande e enviou o material para análise na Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro. Três técnicas diferentes constataram a presença do material genético do vírus nessas amostras. Em visita ao Brasil, a diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Margareth Chan, disse que a entidade acompanha as investigações. “É preciso enfatizar que a ligação com o vírus zika ainda não está determinada”, afirmou. “Precisamos continuar o trabalho.”
Na Paraíba, Adriana organiza um mutirão para estudar outras pacientes. “Tenho ouvido que só dois casos não comprovam nada, mas minha maior preocupação era orientar essas mulheres”, diz Adriana.
“Para mim, elas não são números. É a mãe do Guilherme e a da Catarina.” Com menos de 35 anos e na 30ª semana de gestação, elas sofrem em silêncio. “A cada dia, elas têm de enfrentar uma notícia pior”, diz a médica.
O conjunto de interrogações levou o governo federal a declarar estado de emergência em saúde pública. A medida é justificável, na opinião do infectologista Marcos Boulos, diretor da Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria Estadual de Saúde, em São Paulo. “O Ministério da Saúde tomou essa decisão pelo medo do escuro”, diz. “Não sabemos o que está acontecendo.”
A medida permite, entre outras coisas, que os governos façam compras ou contratem serviços sem abrir concorrências públicas. “Por enquanto não identificamos nenhuma necessidade de compra de materiais ou insumos adicionais”, disse Maierovitch. “Se essa necessidade surgir, compraremos sem licitação.” O esclarecimento dos casos não é simples. Caso o zika seja realmente o responsável, a mãe deve ter sido picada pelo mosquito nas primeiras semanas de gestação, quando ocorre o desenvolvimento do cérebro do bebê. Depois do nascimento, a criança, mesmo que tenha sido infectada não apresenta mais sinais do vírus. Não seria ético submeter todas as grávidas de fetos com microcefalia a uma punção do líquido amniótico. Ela oferece riscos, inclusive de abortamento.
Estima-se que dezenas de milhares de brasileiros tenham sido infectados – 80% não tiveram sintomas. Até recentemente, os cientistas acreditavam que o vírus tivesse chegado ao país durante a Copa do Mundo. Um artigo publicado em Outubro na revista Emerging Infectius Diseases apresenta outras versão. As cepas que circulam no Brasil são semelhantes às do grande surto ocorrido na região da Polinésia Francesa entre 2013 e 2014. O vírus teria chegado ao Brasil em agosto de 2014, quando atletas de quatro países afetados pelo vírus naquela região participaram de um campeonato internacional de canoagem, no Rio. A análise do líquido amniótico das gestantes da Paraíba, realizada na Fiocruz, confirmou que o vírus tem, realmente, o genótipo asiático – e não o africano. Para aumentar a vigilância, a Secretaria Estadual de Saúde do Rio passou a exigir a notificação obrigatória de casos de grávidas que apresentarem manchas vermelhas na pele. Os brasileiros ganharam mais uma razão para combater os focos do mosquito, capaz de provocar três epidemias simultâneas (dengue, chikungunya e zika). O governo federal adota o princípio da precaução. “Declaramos nossa ignorância, mas não podemos nos omitir”, afirma Maierovitch. As mães desses bebês merecem mais do que isso. Precisam que o Estado garanta o acesso a recursos de fisioterapia, fonoaudiologia e outras formas de reduzir o impacto das sequelas. Fora da arena científica e burocrática, a luta dessas mulheres é por alguma qualidade de vida.
Texto escrito pela jornalista Cristiane Segatto. Revista Época, edição de
23 de novembro de 2015, n 911, São Paulo, Capital.
“Ele considerou que os casos realmente fugiam ao padrão e se surpreendeu com o fato de o Brasil, com mais de 200 notificações da doença, ainda não ter descoberto a razão do problema.”
De acordo com essa declaração do médico israelense:
 

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739972 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Quanto as providências a serem tomadas em caso de queimaduras, assinale a alternativa incorreta:
 

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