Foram encontradas 40 questões.
Tempos Loucos – Parte 2
Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a educação escolar virou item de consumo agora. A ordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo. Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá-la ao show do RBD, e este leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos. Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo, podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é à toa que os pequenos furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de consumo, condição social, entre outras coisas.
A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e pela publicidade. Tempos loucos, ou não?
SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – parte - 2 Disponível em http://blogaroselysayao.blog.uol.com.br
O texto pode ser considerado:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A microcefalia é uma malformação congênita em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. É caracterizada por um perímetro cefálico inferior ao esperado para a idade e sexo e, dependendo de sua etiologia, pode ser associada a malformações estruturais do cérebro ou ser secundária a causas diversas.
No Brasil, dados do Sinasc mostram que houve um aumento substancial na prevalência de microcefalia ao nascer, em 2015. Além disso, foram consolidadas evidências que corroboram o reconhecimento da relação entre a presença do vírus zika e o aumento da ocorrência de
casos de microcefalia no País (BRASIL, 2016).
casos de microcefalia no País (BRASIL, 2016).
Quanto à microcefalia, podemos afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O diabetes mellitus (DM) não controlado, pode provocar, a longo prazo, disfunção e falência de vários órgãos. O diabetes mellitus é responsável por gastos expressivos em saúde, além de substancial redução da capacidade de trabalho e da expectativa de vida (SCHMIDT et al., 2010). São consideradas complicações agudas do diabetes mellitus, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Prevalência refere-se ao número total de casos de uma doença existentes em uma população em um determinado local e período. Que fatores influenciam no aumento das taxas de prevalência de uma doença?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A enfermagem compreende um componente próprio de conhecimentos científicos e técnicos, construído e reproduzido por um conjunto de práticas sociais, éticas e políticas que se processa pelo ensino, pesquisa e assistência. Realiza-se na prestação de serviços à pessoa, família e coletividade, no seu contexto e circunstâncias de vida. Nas relações com a pessoa, família e coletividade, é um direito seu:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A consulta de enfermagem faz parte da estratégia dirigida a grupos de risco que propõe intervenção educativa em indivíduos com valores de PA limítrofes, predispostos à hipertensão. As medidas são equivalentes às propostas para tratamento não medicamentoso da HAS, também chamadas de promoção de mudança no estilo de vida (MEV). O foco do processo educativo durante a consulta de enfermagem deverá estimular:
I. Hábitos alimentares adequados para manutenção do peso corporal e de um perfil lipídico desejável.
II. Estímulo à vida ativa e aos exercícios físicos regulares.
III. Redução da ingestão de sódio.
IV. Redução do consumo de bebidas alcoólicas.
V. Redução do estresse e abandono do tabagismo.
II. Estímulo à vida ativa e aos exercícios físicos regulares.
III. Redução da ingestão de sódio.
IV. Redução do consumo de bebidas alcoólicas.
V. Redução do estresse e abandono do tabagismo.
Estão CORRETAS:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A vacina BCG – Bacilo de Calmette Guérin – é prioritariamente indicada para crianças de 0 a 4 anos de idade, com obrigatoriedade para menores de um ano. A vacina não protege os indivíduos já infectados pelo Mycobacterium tuberculosis nem evita o adoecimento por infecção endógena ou exógena, mas oferece proteção a não infectados contra as formas mais graves, tais como a meningoencefalite tuberculosa e a tuberculose miliar. Em relação à administração da vacina BCG, é CORRETO o que se afirma na seguinte alternativa:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Da leitura da publicidade a seguir, pode-se depreender:

Provas
Questão presente nas seguintes provas
Segundo o Decreto 7.508 de 28 de Junho de 2011, a Região de Saúde constitui um “espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades culturais, econômicas e sociais e de redes de comunicação e infraestrutura de transportes compartilhados, com a finalidade de integrar a organização, o planejamento e a execução de ações e serviços de saúde”. A instituição de uma Região de Saúde deve observar o cronograma pactuado nas Comissões Intergestores e conter no mínimo ações e serviços de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O grupo etário de maior prevalência (e, portanto, de maior risco) de anemia é aquele composto por crianças entre 6 e 24 meses de idade, pelo rápido crescimento associado à ingestão frequentemente inadequada de ferro na referida faixa etária. O Programa Nacional de Suplementação de Ferro recomenda suplementação a todas as crianças de 6 a 18 meses (a partir dos 4 meses para as que não estiverem em aleitamento materno exclusivo) e mais cedo para as de baixo peso ao nascer e as prematuras. Diante disso leia as assertivas abaixo:
I. Crianças em aleitamento materno exclusivo até os 6 meses, 1 a 2mg/kg/dia de ferro dos 6 aos 18 meses. Se não tiver sido suplementada, solicite hemograma entre 9 e 12 meses.
II. Crianças em aleitamento materno exclusivo até os 6 meses, 1 a 2mg/kg/dia de ferro dos 6 aos 18 meses. Se não tiver sido suplementada, não há necessidade de hemograma entre 9 e 12 meses.
III. Crianças em uso de fórmulas com leite de vaca não enriquecidas com ferro, 1 a 2mg/kg/dia de ferro dos 4 aos 18 meses. Se não tiver sido suplementada, solicite hemograma entre 9 e 12 meses.
IV. Prematuros sadios e bebês pequenos para a idade gestacional (PIG), indica-se 2mg/kg/dia após 1 mês de vida por 2 meses. Depois, reduza a dose para 1 a 2mg/kg/dia até os 18 meses. Solicite hemograma aos 15 meses.
Está(ão) CORRETA(S) apenas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container