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Tempos Loucos – Parte 2
Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a educação escolar virou item de consumo agora. A ordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo. Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá-la ao show do RBD, e este leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos. Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo, podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é à toa que os pequenos furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de consumo, condição social, entre outras coisas.
A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e pela publicidade. Tempos loucos, ou não?
SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – parte - 2 Disponível em http://blogaroselysayao.blog.uol.com.br
O texto pode ser considerado:
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Conforme a sua origem, os distúrbios do equilíbrio ácido-base podem ser metabólicos ou respiratórios, por desequilíbrio do delicado balanço existente entre os componentes que determinam a estabilidade do pH do sangue e demais líquidos orgânicos. A diminuição da eliminação do dióxido de carbono do organismo produz:
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É um evento sério, com risco significativo de morbidade e mortalidade materna, fetal e neonatal. É espontâneo-traumático e expõe o compartimento uterino interno à cavidade peritonial. O enunciado refere-se à:
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O Fenômeno de Cushing refere-se à combinação ominosa de aumento significativo da pressão sanguínea arterial e consequente bradicardia que pode ocorrer quando um trauma específico acomete o corpo de um ser humano. O trauma em questão é um:
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O conjunto de procedimentos adotados que visam impedir a introdução de germes patogênicos no organismo é conhecido como:
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Considerando a reanimação neonatal, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequencia CORRETA de cima para baixo.
( ) As Paradas Cardiorrespiratórias (PCRs) neonatais são predominantemente asfíxicas, sendo mantida a sequência de reanimação A-BC.
( ) A relação compressão ventilação do recém – nascido recomendada é de 5:2.
( ) Em um recém-nascido sem frequência cardíaca detectável, a qual permaneça indetectável por 10 minutos, é apropriado considerar interromper a ressuscitação.
( ) A profundidade de compressão torácica do recém-nascido deve ser de, no mínimo, 3 polegadas (6cm)
( ) A profundidade de compressão torácica do recém-nascido deve ser de, no mínimo, 3 polegadas (6cm)
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Para evitar perda de tempo no transporte de pacientes do local do acidente a um hospital apropriado muito distante, indique a alternativa CORRETA:
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Da leitura da publicidade a seguir, pode-se depreender:

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Paciente em crise epilética recebeu diazepan sem sucesso, a transferência para o Pronto Socorro mais próximo será demorada e é prescrito fenitoína-solução injetável. É um cuidado com esse medicamento:
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Paciente feminina de 43 anos, parda, solicita o SAMU com história de dor do tipo “constritiva”, intensa, contínua, em região retroesternal, junto ao rebordo esternal esquerdo, que irradia para o pescoço e para o dorso, e que se agrava com a respiração, com os movimentos do tronco, principalmente na cama (acordou com a dor), e com a deglutição. Relata que a dor começou há mais de 14 horas e que alivia um pouco quando inclina o tórax para frente ou quando se coloca na posição genupeitoral. Ao exame físico, notou-se que as bulhas cardíacas estavam abafadas e ouviu-se uma espécie de “atrito” retroesternal. Com base nessas informações, o diagnóstico mais provável é:
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