Foram encontradas 535 questões.
Marque a alternativa que NÃO corresponde a uma modalidade de atendimento educacional especializado para apoiar a escolarização de alunos especiais incluídos em classes comuns.
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Segundo a concepção Piagetiana, no desenvolvimento humano destaca-se:
Indique (V) para verdadeiro e com (F) para falso.
( ) A aquisição do conhecimento depende tanto das estruturas cognitivas do sujeito como de sua relação com os objetos.
( ) A aquisição do conhecimento e o desenvolvimento cognitivo é um processo de sucessivas mudanças das estruturas cognitivas. Essas construções seguem um padrão denominado de estágios.
( ) A aquisição do conhecimento só ocorre mediante a consolidação de diversos esquemas neurológicos que não necessitam passar de um estágio para outro.
( ) A aquisição do conhecimento tem uma consequência negativa se for reforçada, aumentando a probabilidade de acertos pedagógicos.
( ) A aquisição do conhecimento refere-se ao procedimento através do qual ocorre o estímulo resposta.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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Texto I
Como o Brasil eliminou o mosquito da dengue nos anos de 1950 e por que é tão difícil repetir a tarefa. (21/02/2016).
No início deste mês, o governo surpreendeu ao editar uma medida provisória que permite o acesso forçado a imóveis no combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite, além da dengue, o zika vírus. Embora pareça invasivo, esse foi um dos métodos usados no início do século passado pelo diretor de Saúde Pública do Rio de Janeiro, Oswaldo Cruz, que ajudou a erradicar o vetor. O temor naquela época eram a febre amarela e a varíola.
O sanitarista montou uma brigada que seguia um modelo militar no combate ao mosquito e aos ratos. Os agentes entravam nas casas das pessoas em busca dos transmissores das doenças. A população também foi incentivada a caçá-los, e o combate ocorria independentemente da época do ano. Em pouco tempo as medidas surtiram efeito e em 1907 a febre amarela foi erradicada do Rio de Janeiro.
Só mais tarde, em 1955, o Brasil inteiro foi considerado livre do mosquito Aedes aegypti. Ima Aparecida Braga, do Programa Nacional de Controle da Dengue, e Denise Valle, do Departamento de Entomologia da Fiocruz, explicam em um artigo que a eliminação do mosquito no Brasil veio de uma ação articulada da Organização Pan-Americana da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, iniciada em 1947. As duas organizações decidiram coordenar a erradicação do mosquito no continente, por intermédio do Programa de Erradicação do Aedes aegypti no Hemisfério Oeste. “O Brasil participou da campanha de erradicação continental do mosquito e teve êxito na primeira eliminação desse vetor em 1955. O último foco do mosquito foi extinto no dia 2 de abril daquele ano, na zona rural do Município de Santa Terezinha, Bahia.”
Em 1967, o mosquito foi novamente introduzido no Brasil e eliminado em 1973. Autora do artigo 'Um desafio para a saúde pública brasileira: o controle da dengue', Maria Lucia Penna explica que a erradicação “se deu pela utilização do método perifocal que constituía na aplicação de inseticidas de efeito residual de seis meses em paredes externas e internas de todos os depósitos domiciliares com ou sem água, assim como nas paredes próximas até 1m de distância dos eventuais criadouros. Tal método torna os criadouros preferenciais do mosquito armadilhas mortais para fêmeas, além de eliminar as larvas provenientes dos ovos aderidos às paredes dos recipientes quando estes são novamente preenchidos por água.”
Se o Brasil já conseguiu eliminar o mosquito mais de uma vez, por que parece mais difícil agora? Maria Lucia explica no texto que “a organização atual do espaço dos grandes centros urbanos e a situação da população de mosquitos no País levaram à conclusão de que a erradicação do Aedes aegypti de forma semelhante não é mais viável.”
O pessimismo relacionado à dificuldade de eliminar o mosquito é antigo. Em 2002, o especialista em doenças infecciosas Marcos Boulos disse, em entrevista à Folha de S. Paulo, que é “inviável erradicar o mosquito”.
Na época, ele já dizia que era preciso conscientizar a população no combate ao mosquito também fora da época em que ele se prolifera e argumentava que a expansão da população impedia o controle, como foi feito há mais de cem anos.
Ao HuffPost Brasil, o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, ressaltou que o combate ao mosquito depende da questão sanitária: “Pouca gente olha a cidade como um todo. O Brasil é muito carente nisso. Só agora estão dando mais atenção ao saneamento básico de forma geral. Não é só a casa das pessoas, mas também na infraestrutura que cabe aos prefeitos, governadores.”
Em nota, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) classificou o momento que o Brasil vive como uma “tragédia sanitária”.
Erradicar o inimigo número 1 do Brasil, como o ministro da Saúde, Marcelo Castro, se refere ao mosquito, é uma tarefa que, segundo os sanitaristas, exige muito investimento em infraestrutura e um amplo trabalho de conscientização da população e dos governantes. A expectativa deles é que o País aproveite o momento para perceber a importância do saneamento básico.
Disponível em> http://www.tratabrasil.org.br/como-o-brasil
-eliminou-o-mosquito-da-dengue-nos-anos-1950-e-por-que-e-tao-dificil-repetir a-tarefa-2<. Data da consulta: 22/02/2016.
Na sentença “ Se o Brasil já conseguiu eliminar o mosquito mais de uma vez, por que parece mais difícil agora?”, extraída do texto I, as palavras sublinhadas são classificadas morfologicamente, na sequência, como:
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Durante o processo analítico, o terapeuta deve apresentar o mínimo possível de sua personalidade ao paciente como forma de garantir a eficácia terapêutica da ação. Porém, há situações vivenciadas nesse processo que devem ser tratadas com parcimônia. Assim, as reações oriundas do inconsciente do analista vinculadas às experiências da sua infância e projetadas na relação analítica são denominadas de:
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Acerca da charge abaixo (Texto II) atente às sentenças abaixo e responda o que se pede:

Disponível em: > https://www.google.com.br/search?q=charges+sobre+a+zika&newwindow=1&tbm=isch&imgil<. Data da consulta: 17/02/2016.
I. Sugere-se na charge que o mosquito transmissor da Zika vírus (referência e feminino de Zico, ex-jogador e camisa 10 do Flamengo- RJ) zomba (chuta.) o Governo, representado pelo símbolo do Ministério da Saúde, claramente uma vitória da doença sobre os mecanismos de combate ao mosquito, encabeçados pelo Governo Federal.
II. Sugere-se na charge que o mosquito transmissor da Zika vírus (referência e feminino de Zico, ex-jogador e camisa 10 do Flamengo) é derrotado pelo Governo, representado pelo símbolo do Ministério da Saúde, claramente uma vitória da doença sobre os mecanismos de combate ao vírus.
III. Não há crítica alguma às ações governamentais promovidas pelo Governo, através do Ministério da Saúde, para combater a Zika.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
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A proposição: “os jogadores deste time não são fracos ou não sabem driblar” é logicamente equivalente a:
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É um evento sério, com risco significativo de morbidade e mortalidade materna, fetal e neonatal. É espontâneo-traumático e expõe o compartimento uterino interno à cavidade peritonial. O enunciado refere-se à:
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Considere as seguintes proposições:
I. De regra, a entidade competente para instituir o tributo é também o sujeito ativo da respectiva obrigação tributária.
II. Embora a entidade competente para instituir o tributo seja, sempre, o sujeito ativo da respectiva obrigação tributária, algumas vezes, identifica-se com o substituto tributário.
III. Somente a União é entidade competente para instituir tributos; as demais entidades da federação só poderão ser sujeitos ativos da obrigação tributária.
Podemos concluir que:
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Um dos pontos polêmicos e de destaque na reforma psiquiátrica brasileira é a chamada “desospitalização”. Entretanto, considerando a necessidade premente de se hospitalizar paciente com transtornos mentais, justifica-se a internação uma vez que:
I - A imensa maioria dos "hospitais psiquiátricos" brasileiros merecem ser fechados, pois sequer poderiam ser denominados de hospitais. Muitos deles constituem apenas um depósito desumanizado de pacientes, funcionando como elemento intensificador de doenças, pois não é possível denominar-se tratamento a uma consulta semanal de poucos minutos.
II - Situações clínicas que representem risco para o paciente ou para outras pessoas, bem como a instituição de procedimentos terapêuticos que demandam acompanhamento especializado contínuo, implicam necessariamente a internação do paciente como medida protetiva.
III - Essa internação, sempre que possível em serviço próximo a moradia do paciente, poderá se dar – na dependência de características nosológicas, terapêuticas e mesmo individuais – em enfermarias psiquiátricas de hospitais gerais ou mesmo em hospitais psiquiátricos (mesmo extra- hospitalares) considerados de qualidade, bem como a sua distribuição ao longo do território nacional.
Portanto, está(ão) CORRETA(S) apenas:
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O diabetes mellitus (DM) não controlado, pode provocar, a longo prazo, disfunção e falência de vários órgãos. O diabetes mellitus é responsável por gastos expressivos em saúde, além de substancial redução da capacidade de trabalho e da expectativa de vida (SCHMIDT et al., 2010). São consideradas complicações agudas do diabetes mellitus, EXCETO:
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