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Leia o fragmento abaixo.
“[...] em relação às crianças moradoras de condomínios brasileiros, é senso comum a afirmação de que elas são espacialmente confinadas. No entanto, os relatos das famílias mostram1 que elas desfrutam de muita mobilidade pelo condomínio, pela cidade e fora dela, além de experimentarem diversos meios de transporte, embora pouco andem2 a pé e quase nunca desacompanhadas.
Na cidade de Belo Horizonte, nos últimos anos, tem sido3 comum a realização, nesses estratos sociais, de festas infantis “em trânsito”. Seja em uma boatebus ou em uma luxuosa limusine, as crianças comemoram com os amigos dentro de um veículo em circulação, com parada em pontos da cidade para fotos. Assim, a mobilidade, mais do que o confinamento, é que parece4 caracterizar a socialização dessas crianças, para quem o domínio do espaço é favorecido por práticas multiespaciais. No entanto, esses diversos deslocamentos não garantem5 a essas crianças vivências e relações diversificadas. Ao contrário: embora os deslocamentos sejam intensos, os espaços frequentados são, assim como os condomínios, fortemente selecionados e monitorados. [...]”
CARVALHO, Cibele Noronha de; NOGUEIRA, Maria Alice. “Nascer em berço de ouro”: o quarto infantil como instância socializatória. Educação & Sociedade, Campinas, v. 41, e234058, 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es/a/Dnc9NfW8x4443rSbZx63wpQ/?format=pdf &lang=pt. Acesso em: 10 mar. 2022.
Assinale a alternativa que apresenta uma explicação correta sobre a concordância dos verbos assinalados nesse fragmento.
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Leia o excerto abaixo, atentando-se à sua estruturação.
“Em dezembro de 1957 pouco mais de 2.200 pessoas moravam na Cidade Livre, nome original do que hoje conhecemos como Núcleo Bandeirante. Era o centro comercial da capital que estava sendo construída, atendendo aos mais de seis mil moradores do Plano Piloto e outros três mil que ficavam nos acampamentos das construtoras.
A cidade tinha apenas um ano de idade, desde que Bernardo Sayão havia assentado pessoalmente o restaurante Pellechia, um hotel, dois mercados e um açougue. Já tinha outros hotéis, lojas, casas noturnas e até algumas indústrias pequenas, muitas oficinas mecânicas e até uma moagem de café.
Foi ali que, no dia 14 de dezembro, desabou o primeiro temporal que se tem notícia no que seria o Distrito Federal.
As construções eram todas precárias, porque aquela cidade nasceu para ser demolida assim que Brasília fosse inaugurada. Paredes e pisos de madeira, teto de zinco ou palha, puxados de lona, ruas de terra batida, conforto mínimo; parecia com as cidades do velho-oeste norte-americano que se via nos filmes – a diferença é que não eram permitidas armas.
Era uma época de muito trabalho para o incipiente Corpo de Bombeiros. Com tanto material de fácil combustão, fogões de lenha, tempo seco e vento forte, o fogo se alastrava com velocidade. E havia também a esperteza da população: cada sinistro era compensado com uma casa de alvenaria construída pelo governo no mesmo lugar do incêndio… [...]”
PESTANA, Paulo. Água que vem do céu. Correio Braziliense, 06 de março de 2022. Crônicas. Disponível em:https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/agua-que-vemdo-ceu/. Acesso em: 11 mar. 2022.
Com base em suas características, pode-se afirmar que há, nesse trecho, o predomínio de passagens
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Leia atentamente o excerto a seguir.
“Muito antes da covid-19, a Educação pública brasileira já enfrentava graves problemas. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e Cenpec Educação indicavam que, no ano anterior à pandemia, mais de 1 milhão de crianças e adolescentes brasileiros em idade escolar estavam fora das escolas.
Além disso, um estudo do Todos Pela Educação mostrou que, até 2019, 61,1% dos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental possuíam nível de proficiência adequada em Língua Portuguesa e pouco mais da metade (51,5%) obtiveram a proficiência esperada em Matemática. O cenário apontava melhora em relação às dez últimas edições do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), mas também indicava que ainda havia muito trabalho a ser feito. [...]”
SANTOS, Victor. O que é recomposição de aprendizagens e como ela acontece no dia a dia das escolas públicas. Nova Escola, 23 de fevereiro de 2022. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/20976/oque-e-recomposicao-de-aprendizagens-e-como-ela-acontece-no-dia-a-dia-das-escolas-publicas. Acesso em: 10 mar. 2022.
O vocábulo “proficiência” está repetido nesse trecho. A fim de se evitar tal repetição e mantendo-se o sentido original do enunciado, a segunda ocorrência dessa palavra pode ser substituída por:
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Leia atentamente o excerto a seguir.
“Tínhamos o hábito de, ao entrarmos na sala de aula, jogar nossos bonés ao chão para ficarmos com as mãos mais livres. Da soleira da porta nós os atirávamos sobre as carteiras, fazendo-os bater nas paredes para levantar bastante poeira.
Mas, fosse porque não tivesse percebido a manobra ou porque não quisesse praticá-la, o novato mantinha ainda seu boné sobre os joelhos quando acabávamos de rezar. Era uma dessas coisas heterogêneas, onde se encontram os elementos da boina, do “chapska”, do chapéu redondo, do boné de caça e do de algodão, uma dessas pobres coisas cuja muda feiura tem profundezas de expressão como o rosto de um imbecil. Ovoide e armada com barbatanas, começava por três abas circulares; em seguida se alternavam, separadas por uma faixa vermelha, losangos de veludo e de pele de coelho. Logo depois vinha uma espécie de saco que terminava num polígono contornado, trabalhosamente costurado e de onde pendia na ponta de um cordão muito fino, um bordado e fio de ouro. O boné era novo: a pala brilhava.”
FLAUBERT, Gustave. Madame Bovary. Ed. especial (trad. Sérgio Duarte). Rio de Janeiro: Nova Fronteira: 2011.
Com base nos elementos que compõem esse trecho, pode-se afirmar que o tipo textual predominante nele é o:
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A obra Antropogeografia afirma que as leis regedoras da história humana são as mesmas que regem as espécies vegetais e animais. Desse modo, o homem é produto do meio geográfico em que vive e o meio natural exerce uma ação dominadora sobre o homem, o qual deve se submeter àquele meio.
A alternativa que identifica o geógrafo que desenvolveu o conceito de determinismo geográfico é:
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Divergindo das demais correntes geográficas, surgiu, inicialmente na França e depois difundindo-se para boa partes dos países ocidentais, uma nova vertente da Geografia, que tinha como objetivo principal combater as injustiças sociais, preservar o meio ambiente, apoiar as lutas de classe legítimas, debater as questões de gênero e outros temas nunca antes discutidos publicamente.
(BARCELOS DE LIMA, L.; FERNANDA MEYER DA SILVA, L. Geografia Crítica: origens e perspectivas. Anais do Salão Internacional de Ensino, Pesquisa e Extensão, v. 4, n. 3, 15 mar. 2013 adaptado).
A corrente geográfica citada acima denomina-se:
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