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Em um documento do word onde, todas as palavras “muito” estão digitadas como “muto”. A forma mais rápida de se corrigir este erro é:
 

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Leia a tirinha a seguir.

Enunciado 2335685-1

O humor dessa tirinha é engatilhado, principalmente, quando:

 

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Analise o gráfico abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre os dados apresentados.

Enunciado 2335684-1

 

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2171670 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES
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Leia o texto abaixo e depois responda o que se pede:

"Diante de uma tripla emergência planetária – uma crise climática, uma crise da natureza e uma crise de poluição – precisamos da ação urgente e decidida de todos e todas, onde quer que estejam", disse o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, para marcar o lançamento do relatório Esverdendo o Azul, da Organização das Nações Unidas Sustentável, do PNUMA (2021).

Neste contexto, o Programa Esverdeando o Azul caracteriza-se por ser:

 

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2171669 Ano: 2022
Disciplina: Geografia
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES
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O objetivo central do Acordo de Mudança Climática de Paris é:
 

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2171247 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES
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Leia o texto a seguir para responder à questão

TEXTO I

Erros e adequação de linguagem - Como evitar o preconceito linguístico?

Jorge Viana de Moraes, Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação.

O filósofo Spinoza escreveu: "Tenho-me esforçado por não rir das ações humanas, por não deplorá-las nem odiá-las, mas por entendê-las." (apud BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico).

Diante desse convidativo pensamento do excomungado filósofo racionalista, cabe-nos uma profunda reflexão quando, ao nos referimos às variedades linguísticas de uma determinada língua - neste caso, as variações de uso da língua portuguesa - as tratamos, muitas vezes, sob o signo do erro.

Precisamente em função disso, seria bom esclarecer que há certas afirmações equivocadas, que ainda são bastante usuais para avaliar o desempenho linguístico em geral dos falantes das variantes não-padrão da língua. Afirmações que, além de equivocadas, não são politicamente corretas e, por isso, devem ser evitadas.

Sendo a língua uma realidade essencialmente variável, em princípio não há formas ou expressões intrinsecamente erradas. Há, na verdade, variações. Assim, caberia a todo falante dessa língua adequar seu discurso a determinadas situações linguísticas de uso, que fossem necessárias à comunicação urgente e eficaz, seja ela culta ou não.

Portanto, dentro dessas variações (desde a norma padrão até a forma mais coloquial possível) há defeitos - e não erros - que deveriam ser observados e reparados. De modo que, quando falamos em linguagem coloquial, soa-nos que esta atua como um termômetro social, que mede o quanto um falante está socialmente mais ou menos afastado de uma elite social, falante de um português padrão culto.

Ora, isso não passa, no mínimo, do desconhecimento de qualquer análise de caráter sociolinguístico. Em princípio, mesmo nos falantes que usualmente utilizam, na maior parte do tempo, a chamada variante padrão, percebe-se também em suas falas a utilização da variante coloquial como forma de expressão.

Nossos discursos não são tão puros assim, de tal forma que, ao falarmos, fazemos separações rigorosas daquilo que é formal do que não é formal. Ademais, devemos atentar para as diferenças existentes entre as modalidades falada e escrita da língua. Essas diferenças devem ser estabelecidas e mostradas a todos, de maneira clara e objetiva, quando se aborda o assunto língua.

A partir dessas observações, usar conceitos como adequação e inadequação, dependendo, é claro, da situação comunicativa em que o falante / escritor está inserido, seria mais proveitoso e menos preconceituoso.

Não podemos incidir no mesmo equívoco que algumas pessoas cometem - em manuais, gramáticas ou livros didáticos - quando comparam a variante padrão, escrita, da língua, com a variante não-padrão, falada, se valendo dos mais arraigados e difundidos preconceitos linguísticos contra os falantes dessas variantes não-padrão, dizendo que estes não conhecem a própria língua, pelo fato de "maltratarem-na", "errarem-na" etc.

Tal comportamento explica-se pelo fato de essas pessoas (que atuam praticamente como verdadeiras donas da língua) perceberem a língua como um bloco monolítico, com uma única possibilidade de realização, e que está estática, tal como uma língua morta. E que qualquer manifestação linguística que não siga os padrões do passado (normalmente literários, que são legitimados pelas gramáticas normativas) é traduzida em erro.

Marcos Bagno mostra-nos exatamente isso, quando afirma: "O preconceito linguístico está ligado, em boa medida, à confusão que foi criada, no curso da história, entre língua e gramática normativa. Nossa tarefa mais urgente é desfazer essa confusão. Uma receita de bolo não é um bolo, o molde de um vestido não é um vestido, um mapa-múndi não é o mundo. [...] Também a gramática não é a língua".

Além do mais, o preconceito linguístico está intimamente relacionado à imagem que cada um dos falantes tem do outro, e não necessariamente sobre o grau de conhecimento efetivo que estes falantes têm do padrão culto da língua.

Sobre isso, Marli Quadros Leite afirma o seguinte: "O preconceito decorre de incompatibilidades entre a pessoa e o ato que ela executa, ou, ao contrário, entre o ato e a pessoa, incluído aí o discurso. Isso quer dizer, se se tiver uma ideia favorável de uma pessoa, tudo o que ele fizer ou disser pode ser aceito, mesmo se o que disser ou fizer for errado, falso ou impreciso. Inversamente, se se tiver uma ideia desfavorável sobre alguém, tudo o que ela disser ou fizer pode ser rejeitado, mesmo se disser verdades ou se se comportar corretamente." Diante desses esclarecimentos, é fundamental que todos os falantes, sabendo exatamente das diferenças acima citadas, ao falarem linguisticamente em errado / certo, atentem para a existência das variações aqui esclarecidas e comecem a tomar a devida cautela quanto ao uso desses referidos conceitos (certo / errado), que, quando mal empregados, acabam por gerar pré-conceitos não somente nas já referidas gramáticas, manuais ou livros didáticos, mas principalmente em nossos mais variados discursos.

https://educacao.uol.com.br

Com qual elemento da comunicação está relacionada a função referencial da linguagem no texto?
 

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2169944 Ano: 2022
Disciplina: Geografia
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES
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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), é o documento nacional que define os conteúdos mínimos que todos os alunos do sistema público e privado de ensino no Brasil precisam aprender a cada etapa da Educação Básica. Sendo assim, um dos objetivos principais da BNCC para o ensino de Geografia, é estimular os alunos a pensarem espacialmente desenvolvendo o raciocínio geográfico. Assim, de acordo com a BNCC, o raciocínio geográfico é:
 

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2168882 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES

Leia a tirinha a seguir.

Enunciado 2168882-1

Nessa tirinha, há uma crítica à figura do ser humano em relação a seu comportamento no trânsito. Tal crítica se estabelece por meio do(da):

 

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2168874 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES
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Conforme a situação comunicativa, o falante pode utilizar a linguagem formal ou informal. A variação linguística que se diferencia segundo estratos sociais é chamada de:
 

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