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204219 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Sorocaba-SP

Aprendendo com e ao longo da vida

José Manuel Moran

A educação é um lento processo de aprender o que é significativo para a vida, de aprender a tornar-se cada vez mais livre, mais independente de tudo o que nos foi imposto, trazido de fora.

A educação é aprender a discernir, escolher o que vale a pena entre tantas informações, emoções e valores que nos transmitiram.

A educação é um processo contraditório de libertação, de fazer nossas escolhas conscientes, de viver nossa vida e não a dos outros, de evoluir na direção de uma maior autonomia e realização.

A educação é um processo complexo, rico, tenso de tornar a vida importante, de achar o lugar, as atividades, as pessoas significativas.

O maior desafio que temos é aprender a transformar-nos em pessoas cada vez mais humanas, sensíveis, afetivas e realizadas. De nada adianta, saber muito, se não o aplicamos nas nossas vidas.

A educação, sem dúvida, tem uma dimensão claramente social, de aprender com a experiência dos outros, de saber conviver com as diferenças, de contribuir para melhorar a sociedade em que nos encontramos. Mas possui também uma dimensão que não se valoriza muito hoje na escola: a do desenvolvimento pessoal integrado, constante e transformador. A educação pessoal acontece ao longo de nossa vida, no desafio maravilhoso de crescer, de evoluir mais em todas as áreas, de tornar-nos pessoas mais livres, de aprender a conviver com nossas dificuldades, de aprender a conviver com as pessoas, com os animais, com o planeta, com o universo.

A educação é eficaz quando consegue que cada um de nós se sinta motivado internamente a querer conhecer mais e a procurar mudar o seu comportamento, as atitudes e os valores ao longo da vida.

Aprendemos pouco, quando só focamos o lado profissional, quando só queremos aprender para ganhar mais dinheiro. Aprendemos pouco quando nos acomodamos e não acreditamos que possamos evoluir mais. Aprendemos pouco quando mostramos uma face externa para os outros que não corresponde ao que intimamente percebemos; aprendemos pouco quando não acreditamos que valha a pena perseverar no processo de crescer sempre, de entender melhor, de aceitar-se, de tentar as mudanças possíveis.

A educação é eficaz quando nos ajuda a enfrentar as crises, as etapas de incerteza, de decepção, de fracasso em qualquer área e nos ajuda a encontrar forças para avançar e achar novos caminhos de realização.

A educação é eficaz a longo prazo, no “Enade” da vida, quando, em determinados períodos, olhamos para trás e avaliamos o que construímos, onde avançamos, onde nos perdemos; e quando olhamos para o presente e analisamos se continuamos aprendendo, se nos sentimos pessoas mais amadurecidas emocionalmente, intelectualmente, eticamente.

Hoje estamos tão preocupados pelo julgamento social, que, muitas vezes, agimos como atores, representando papéis que nos desfiguram. A educação precisa insistir mais na aprendizagem a relacionar-nos com as nossas expectativas e contradições, na construção de uma identidade coerente, que integre o pessoal, o profissional e o social.

Ao citar a “construção de uma identidade coerente”, o autor tem a intenção de dizer que devemos ser

 

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204218 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Sorocaba-SP

Aprendendo com e ao longo da vida

José Manuel Moran

A educação é um lento processo de aprender o que é significativo para a vida, de aprender a tornar-se cada vez mais livre, mais independente de tudo o que nos foi imposto, trazido de fora.

A educação é aprender a discernir, escolher o que vale a pena entre tantas informações, emoções e valores que nos transmitiram.

A educação é um processo contraditório de libertação, de fazer nossas escolhas conscientes, de viver nossa vida e não a dos outros, de evoluir na direção de uma maior autonomia e realização.

A educação é um processo complexo, rico, tenso de tornar a vida importante, de achar o lugar, as atividades, as pessoas significativas.

O maior desafio que temos é aprender a transformar-nos em pessoas cada vez mais humanas, sensíveis, afetivas e realizadas. De nada adianta, saber muito, se não o aplicamos nas nossas vidas.

A educação, sem dúvida, tem uma dimensão claramente social, de aprender com a experiência dos outros, de saber conviver com as diferenças, de contribuir para melhorar a sociedade em que nos encontramos. Mas possui também uma dimensão que não se valoriza muito hoje na escola: a do desenvolvimento pessoal integrado, constante e transformador. A educação pessoal acontece ao longo de nossa vida, no desafio maravilhoso de crescer, de evoluir mais em todas as áreas, de tornar-nos pessoas mais livres, de aprender a conviver com nossas dificuldades, de aprender a conviver com as pessoas, com os animais, com o planeta, com o universo.

A educação é eficaz quando consegue que cada um de nós se sinta motivado internamente a querer conhecer mais e a procurar mudar o seu comportamento, as atitudes e os valores ao longo da vida.

Aprendemos pouco, quando só focamos o lado profissional, quando só queremos aprender para ganhar mais dinheiro. Aprendemos pouco quando nos acomodamos e não acreditamos que possamos evoluir mais. Aprendemos pouco quando mostramos uma face externa para os outros que não corresponde ao que intimamente percebemos; aprendemos pouco quando não acreditamos que valha a pena perseverar no processo de crescer sempre, de entender melhor, de aceitar-se, de tentar as mudanças possíveis.

A educação é eficaz quando nos ajuda a enfrentar as crises, as etapas de incerteza, de decepção, de fracasso em qualquer área e nos ajuda a encontrar forças para avançar e achar novos caminhos de realização.

A educação é eficaz a longo prazo, no “Enade” da vida, quando, em determinados períodos, olhamos para trás e avaliamos o que construímos, onde avançamos, onde nos perdemos; e quando olhamos para o presente e analisamos se continuamos aprendendo, se nos sentimos pessoas mais amadurecidas emocionalmente, intelectualmente, eticamente.

Hoje estamos tão preocupados pelo julgamento social, que, muitas vezes, agimos como atores, representando papéis que nos desfiguram. A educação precisa insistir mais na aprendizagem a relacionar-nos com as nossas expectativas e contradições, na construção de uma identidade coerente, que integre o pessoal, o profissional e o social.

De acordo com o texto, assinale a alternativa que não corresponda ao contexto de uma boa educação.

 

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204217 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Sorocaba-SP

Aprendendo com e ao longo da vida

José Manuel Moran

A educação é um lento processo de aprender o que é significativo para a vida, de aprender a tornar-se cada vez mais livre, mais independente de tudo o que nos foi imposto, trazido de fora.

A educação é aprender a discernir, escolher o que vale a pena entre tantas informações, emoções e valores que nos transmitiram.

A educação é um processo contraditório de libertação, de fazer nossas escolhas conscientes, de viver nossa vida e não a dos outros, de evoluir na direção de uma maior autonomia e realização.

A educação é um processo complexo, rico, tenso de tornar a vida importante, de achar o lugar, as atividades, as pessoas significativas.

O maior desafio que temos é aprender a transformar-nos em pessoas cada vez mais humanas, sensíveis, afetivas e realizadas. De nada adianta, saber muito, se não o aplicamos nas nossas vidas.

A educação, sem dúvida, tem uma dimensão claramente social, de aprender com a experiência dos outros, de saber conviver com as diferenças, de contribuir para melhorar a sociedade em que nos encontramos. Mas possui também uma dimensão que não se valoriza muito hoje na escola: a do desenvolvimento pessoal integrado, constante e transformador. A educação pessoal acontece ao longo de nossa vida, no desafio maravilhoso de crescer, de evoluir mais em todas as áreas, de tornar-nos pessoas mais livres, de aprender a conviver com nossas dificuldades, de aprender a conviver com as pessoas, com os animais, com o planeta, com o universo.

A educação é eficaz quando consegue que cada um de nós se sinta motivado internamente a querer conhecer mais e a procurar mudar o seu comportamento, as atitudes e os valores ao longo da vida.

Aprendemos pouco, quando só focamos o lado profissional, quando só queremos aprender para ganhar mais dinheiro. Aprendemos pouco quando nos acomodamos e não acreditamos que possamos evoluir mais. Aprendemos pouco quando mostramos uma face externa para os outros que não corresponde ao que intimamente percebemos; aprendemos pouco quando não acreditamos que valha a pena perseverar no processo de crescer sempre, de entender melhor, de aceitar-se, de tentar as mudanças possíveis.

A educação é eficaz quando nos ajuda a enfrentar as crises, as etapas de incerteza, de decepção, de fracasso em qualquer área e nos ajuda a encontrar forças para avançar e achar novos caminhos de realização.

A educação é eficaz a longo prazo, no “Enade” da vida, quando, em determinados períodos, olhamos para trás e avaliamos o que construímos, onde avançamos, onde nos perdemos; e quando olhamos para o presente e analisamos se continuamos aprendendo, se nos sentimos pessoas mais amadurecidas emocionalmente, intelectualmente, eticamente.

Hoje estamos tão preocupados pelo julgamento social, que, muitas vezes, agimos como atores, representando papéis que nos desfiguram. A educação precisa insistir mais na aprendizagem a relacionar-nos com as nossas expectativas e contradições, na construção de uma identidade coerente, que integre o pessoal, o profissional e o social.

Assinale a alternativa que está em desacordo com o texto.

 

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204216 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Educar para fazer melhores escolhas
José Manuel Moran
Educador humanista inovador
Num mundo mais complexo e onde há tantas possibilidades em todos os campos, pessoais e profissionais, precisamos fazer cada vez mais escolhas. A educação pode ser um caminho fundamental para ter condições de fazer escolhas mais significativas no campo intelectual, emocional, profissional e social na construção de uma vida mais plena de sentido e realização.
A finalidade principal de aprender não é acumular informação, mas transformá-la em conhecimento que permita fazer opções interessantes entre idéias, valores, visões de mundo, com freqüência, conflitantes. Esse papel mais amplo não pode ser atribuído somente à escola, mas também à família, a cada instituição, à cidade como um todo (cidade educadora). Mas a escola tem focado mais a formação intelectual do que a vivência das práticas aprendidas; isto é, se preocupa em mostrar caminhos, sem acompanhar os resultados concretos (a realização pessoal, profissional, emocional). De que adianta saber muito, se somos infelizes, se temos dificuldades em assumir desafios, em sair de situações de opressão em alguns campos?
A educação – na sua dimensão pessoal – pode contribuir para que façamos escolhas significativas na construção de uma vida com sentido, que nos realize, que tenha valor aos nossos olhos e aos de outras pessoas. É fundamental construir um percurso de vida que valha a pena, que nos traga cada vez mais realização e que seja motivo de orgulho: realizamos algumas coisas interessantes: "contribuí para melhorar a vida de centenas de alunos", ou "criei uns filhos que estão aprendendo a seguir seu caminho"... Uma das maiores frustrações das pessoas é constatar que não construíram algo de que se orgulhem e que as realize, que deixaram passar o tempo e se acomodaram na mediocridade.
Podemos analisar o impacto da educação, a longo prazo, pela facilidade maior ou menor em enfrentar dificuldades, em fazer escolhas mais interessantes para nossa vida, na capacidade de modificar o que nos prende, o que nos complica na vida profissional, familiar, social; na constatação de que construímos uma vida que faz sentido e nos realiza.
Um dos campos mais importantes da educação pessoal é conseguir discernir o que vale a pena manter das visões de mundo que nos foram transmitidas pelos nossos pais e educadores na infância. Recebemos muitos valores prontos, formas de enxergar o mundo muito específicas. É importante ter condições de rever o que faz sentido depois que vamos crescendo e libertar-nos de muitos medos, preconceitos, deturpações, simplismos, que nos foram passados, muitas vezes com a melhor das intenções. Educar é ajudar a desconstruir o que não nos serve mais e reconstruir de forma mais ampla valores, emoções, visões de mundo mais condizentes com o nosso grau de percepção atual.
Muitos ficam tolhidos pelo medo, pela inércia, pelo comodismo de não pensar criticamente. Num mundo cada vez mais complexo, de brutais mudanças, mas onde há muitos valores que nos complicam (como o consumismo, o mostrar-se diferente do que se é) a educação humanista, integral, profunda é decisiva para ajudar a crescer na nossa realização pessoal, familiar, profissional e social.
Texto complementar do livro: A educação que desejamos: novos
desafios e como chegar lá. Ed. Papirus.
Assinale a alternativa que melhor substitui os termos grifados no trecho abaixo, fazendo as adaptações de concordância necessárias, sem alterar a informação do contexto em que está inserido.
Muitos ficam tolhidos pelo medo, pela inércia, pelo comodismo de não pensar criticamente.
 

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204215 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Sorocaba-SP

Educar para fazer melhores escolhas

José Manuel Moran

Educador humanista inovador

Num mundo mais complexo e onde há tantas possibilidades em todos os campos, pessoais e profissionais, precisamos fazer cada vez mais escolhas. A educação pode ser um caminho fundamental para ter condições de fazer escolhas mais significativas no campo intelectual, emocional, profissional e social na construção de uma vida mais plena de sentido e realização.

A finalidade principal de aprender não é acumular informação, mas transformá-la em conhecimento que permita fazer opções interessantes entre idéias, valores, visões de mundo, com freqüência, conflitantes. Esse papel mais amplo não pode ser atribuído somente à escola, mas também à família, a cada instituição, à cidade como um todo (cidade educadora). Mas a escola tem focado mais a formação intelectual do que a vivência das práticas aprendidas; isto é, se preocupa em mostrar caminhos, sem acompanhar os resultados concretos (a realização pessoal, profissional, emocional). De que adianta saber muito, se somos infelizes, se temos dificuldades em assumir desafios, em sair de situações de opressão em alguns campos?

A educação – na sua dimensão pessoal – pode contribuir para que façamos escolhas significativas na construção de uma vida com sentido, que nos realize, que tenha valor aos nossos olhos e aos de outras pessoas. É fundamental construir um percurso de vida que valha a pena, que nos traga cada vez mais realização e que seja motivo de orgulho: realizamos algumas coisas interessantes: "contribuí para melhorar a vida de centenas de alunos", ou "criei uns filhos que estão aprendendo a seguir seu caminho"... Uma das maiores frustrações das pessoas é constatar que não construíram algo de que se orgulhem e que as realize, que deixaram passar o tempo e se acomodaram na mediocridade.

Podemos analisar o impacto da educação, a longo prazo, pela facilidade maior ou menor em enfrentar dificuldades, em fazer escolhas mais interessantes para nossa vida, na capacidade de modificar o que nos prende, o que nos complica na vida profissional, familiar, social; na constatação de que construímos uma vida que faz sentido e nos realiza.

Um dos campos mais importantes da educação pessoal é conseguir discernir o que vale a pena manter das visões de mundo que nos foram transmitidas pelos nossos pais e educadores na infância. Recebemos muitos valores prontos, formas de enxergar o mundo muito específicas. É importante ter condições de rever o que faz sentido depois que vamos crescendo e libertar-nos de muitos medos, preconceitos, deturpações, simplismos, que nos foram passados, muitas vezes com a melhor das intenções. Educar é ajudar a desconstruir o que não nos serve mais e reconstruir de forma mais ampla valores, emoções, visões de mundo mais condizentes com o nosso grau de percepção atual.

Muitos ficam tolhidos pelo medo, pela inércia, pelo comodismo de não pensar criticamente. Num mundo cada vez mais complexo, de brutais mudanças, mas onde há muitos valores que nos complicam (como o consumismo, o mostrar-se diferente do que se é) a educação humanista, integral, profunda é decisiva para ajudar a crescer na nossa realização pessoal, familiar, profissional e social.

Texto complementar do livro: A educação que desejamos: novos

desafios e como chegar lá. Ed. Papirus.

Assinale a alternativa que reúne as afirmações corretas em relação às afirmações contidas no texto.

I. A realização, que é o sentido da vida, depende de escolhas significativas valorizadas por nós, independente do parecer dos outros.

II. Fazer opções interessantes entre idéias, valores, visões de mundo, depende de um trabalho educador conjunto entre escola, família e comunidade.

III. O papel da escola deve ir além, não apenas mostrar caminhos, mas acompanhar a concretização dos resultados, a realização pessoal, profissional e emocional do indivíduo.

IV. A capacidade de enfrentar problemas no âmbito pessoal, social ou profissional independe da educação.

É correto o que se afirma apenas em

 

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204213 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Sorocaba-SP

Educar para fazer melhores escolhas

José Manuel Moran

Educador humanista inovador

Num mundo mais complexo e onde há tantas possibilidades em todos os campos, pessoais e profissionais, precisamos fazer cada vez mais escolhas. A educação pode ser um caminho fundamental para ter condições de fazer escolhas mais significativas no campo intelectual, emocional, profissional e social na construção de uma vida mais plena de sentido e realização.

A finalidade principal de aprender não é acumular informação, mas transformá-la em conhecimento que permita fazer opções interessantes entre idéias, valores, visões de mundo, com freqüência, conflitantes. Esse papel mais amplo não pode ser atribuído somente à escola, mas também à família, a cada instituição, à cidade como um todo (cidade educadora). Mas a escola tem focado mais a formação intelectual do que a vivência das práticas aprendidas; isto é, se preocupa em mostrar caminhos, sem acompanhar os resultados concretos (a realização pessoal, profissional, emocional). De que adianta saber muito, se somos infelizes, se temos dificuldades em assumir desafios, em sair de situações de opressão em alguns campos?

A educação – na sua dimensão pessoal – pode contribuir para que façamos escolhas significativas na construção de uma vida com sentido, que nos realize, que tenha valor aos nossos olhos e aos de outras pessoas. É fundamental construir um percurso de vida que valha a pena, que nos traga cada vez mais realização e que seja motivo de orgulho: realizamos algumas coisas interessantes: "contribuí para melhorar a vida de centenas de alunos", ou "criei uns filhos que estão aprendendo a seguir seu caminho"... Uma das maiores frustrações das pessoas é constatar que não construíram algo de que se orgulhem e que as realize, que deixaram passar o tempo e se acomodaram na mediocridade.

Podemos analisar o impacto da educação, a longo prazo, pela facilidade maior ou menor em enfrentar dificuldades, em fazer escolhas mais interessantes para nossa vida, na capacidade de modificar o que nos prende, o que nos complica na vida profissional, familiar, social; na constatação de que construímos uma vida que faz sentido e nos realiza.

Um dos campos mais importantes da educação pessoal é conseguir discernir o que vale a pena manter das visões de mundo que nos foram transmitidas pelos nossos pais e educadores na infância. Recebemos muitos valores prontos, formas de enxergar o mundo muito específicas. É importante ter condições de rever o que faz sentido depois que vamos crescendo e libertar-nos de muitos medos, preconceitos, deturpações, simplismos, que nos foram passados, muitas vezes com a melhor das intenções. Educar é ajudar a desconstruir o que não nos serve mais e reconstruir de forma mais ampla valores, emoções, visões de mundo mais condizentes com o nosso grau de percepção atual.

Muitos ficam tolhidos pelo medo, pela inércia, pelo comodismo de não pensar criticamente. Num mundo cada vez mais complexo, de brutais mudanças, mas onde há muitos valores que nos complicam (como o consumismo, o mostrar-se diferente do que se é) a educação humanista, integral, profunda é decisiva para ajudar a crescer na nossa realização pessoal, familiar, profissional e social.

Texto complementar do livro: A educação que desejamos: novos

desafios e como chegar lá. Ed. Papirus.

De acordo com as informações apreendidas do texto, pode-se afirmar que

 

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204212 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Sorocaba-SP

Folha Equilíbrio

Para educar é necessário ser impopular

Rosely Sayão

Outro dia a mãe de um garoto de sete anos contava que o filho vinha mostrando curiosidade em conhecer determinado tipo de revista para adultos e citava como exemplo a conhecida "Playboy". Os amiguinhos da escola comentavam freqüentemente com ele o que viam na revista, e, também por isso, a mãe estava em dúvida sobre como proceder com o filho nessa situação. Apesar de não ter sido explícita, a mãe queria mesmo era saber se deveria ou não deixar o filho ter acesso à revista.

Como estamos falando de uma criança de apenas sete anos, muitos pais já têm a resposta na ponta da língua: "Sete não!" Mas, se falássemos de garotos de 12, 13 anos, muitos pais não teriam dúvida: comprariam a revista para o filho. Aliás, muitos já fizeram isso quando a capa foi de uma garota conhecida deles pela TV. E, com maior naturalidade, os pais me disseram que, se não tivessem comprado a revista, o filho a teria visto na escola. Bela desculpa para explicar a omissão educativa!

Sim, provavelmente o filho teria visto na escola. Mas é muito diferente ver uma revista desse tipo – que tem uma advertência na capa avisando ser para maiores de 18 anos – escondido dos adultos do que recebê-la das mãos dos próprios pais.

Por que hoje tantos pais estão com esse tipo de dúvida? Vale ressaltar dois motivos. Proibir tem sido difícil, e mais difícil ainda tem sido remar contra a maré, ser diferente da maioria dos outros pais. Como educar é difícil! Há 30 anos, os pais achavam que sabiam a melhor maneira de educar os filhos. E, sem dúvidas e com todas as certezas, faziam o que achavam certo. Mas hoje, com tantas informações, com tantas teorias, os pais estão com todas as dúvidas e nenhuma certeza.

Mesmo assim, educar é preciso! E educar um filho significa, ainda, ensinar a ele todos os princípios, os valores, a moral e as virtudes que os pais valorizam. Por isso não deve importar aos pais se aquilo em que acreditam é considerado moderno ou não, careta ou não.

Seu filho vai reclamar quando você disser que ele não tem idade para ver a "Playboy"? Vai chamar você de careta e dizer que legais mesmo são os pais dos amigos? E vai procurar ver a revista assim mesmo? Vai. Não importa. O que importa é o ato educativo, e os pais não podem se omitir dessa responsabilidade.

Assinale a alternativa cuja atitude educativa faria com que os filhos considerassem seus pais “impopulares”, na época atual.

 

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204210 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Sorocaba-SP

Folha Equilíbrio

Para educar é necessário ser impopular

Rosely Sayão

Outro dia a mãe de um garoto de sete anos contava que o filho vinha mostrando curiosidade em conhecer determinado tipo de revista para adultos e citava como exemplo a conhecida "Playboy". Os amiguinhos da escola comentavam freqüentemente com ele o que viam na revista, e, também por isso, a mãe estava em dúvida sobre como proceder com o filho nessa situação. Apesar de não ter sido explícita, a mãe queria mesmo era saber se deveria ou não deixar o filho ter acesso à revista.

Como estamos falando de uma criança de apenas sete anos, muitos pais já têm a resposta na ponta da língua: "Sete não!" Mas, se falássemos de garotos de 12, 13 anos, muitos pais não teriam dúvida: comprariam a revista para o filho. Aliás, muitos já fizeram isso quando a capa foi de uma garota conhecida deles pela TV. E, com maior naturalidade, os pais me disseram que, se não tivessem comprado a revista, o filho a teria visto na escola. Bela desculpa para explicar a omissão educativa!

Sim, provavelmente o filho teria visto na escola. Mas é muito diferente ver uma revista desse tipo – que tem uma advertência na capa avisando ser para maiores de 18 anos – escondido dos adultos do que recebê-la das mãos dos próprios pais.

Por que hoje tantos pais estão com esse tipo de dúvida? Vale ressaltar dois motivos. Proibir tem sido difícil, e mais difícil ainda tem sido remar contra a maré, ser diferente da maioria dos outros pais. Como educar é difícil! Há 30 anos, os pais achavam que sabiam a melhor maneira de educar os filhos. E, sem dúvidas e com todas as certezas, faziam o que achavam certo. Mas hoje, com tantas informações, com tantas teorias, os pais estão com todas as dúvidas e nenhuma certeza.

Mesmo assim, educar é preciso! E educar um filho significa, ainda, ensinar a ele todos os princípios, os valores, a moral e as virtudes que os pais valorizam. Por isso não deve importar aos pais se aquilo em que acreditam é considerado moderno ou não, careta ou não.

Seu filho vai reclamar quando você disser que ele não tem idade para ver a "Playboy"? Vai chamar você de careta e dizer que legais mesmo são os pais dos amigos? E vai procurar ver a revista assim mesmo? Vai. Não importa. O que importa é o ato educativo, e os pais não podem se omitir dessa responsabilidade.

Assinale a alternativa correta em relação ao significado da palavra “impopular”, de acordo com o título e o desenvolvimento da matéria “Para educar é necessário ser impopular”.

 

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204208 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Sorocaba-SP

Folha Equilíbrio

Para educar é necessário ser impopular

Rosely Sayão

Outro dia a mãe de um garoto de sete anos contava que o filho vinha mostrando curiosidade em conhecer determinado tipo de revista para adultos e citava como exemplo a conhecida "Playboy". Os amiguinhos da escola comentavam freqüentemente com ele o que viam na revista, e, também por isso, a mãe estava em dúvida sobre como proceder com o filho nessa situação. Apesar de não ter sido explícita, a mãe queria mesmo era saber se deveria ou não deixar o filho ter acesso à revista.

Como estamos falando de uma criança de apenas sete anos, muitos pais já têm a resposta na ponta da língua: "Sete não!" Mas, se falássemos de garotos de 12, 13 anos, muitos pais não teriam dúvida: comprariam a revista para o filho. Aliás, muitos já fizeram isso quando a capa foi de uma garota conhecida deles pela TV. E, com maior naturalidade, os pais me disseram que, se não tivessem comprado a revista, o filho a teria visto na escola. Bela desculpa para explicar a omissão educativa!

Sim, provavelmente o filho teria visto na escola. Mas é muito diferente ver uma revista desse tipo – que tem uma advertência na capa avisando ser para maiores de 18 anos – escondido dos adultos do que recebê-la das mãos dos próprios pais.

Por que hoje tantos pais estão com esse tipo de dúvida? Vale ressaltar dois motivos. Proibir tem sido difícil, e mais difícil ainda tem sido remar contra a maré, ser diferente da maioria dos outros pais. Como educar é difícil! Há 30 anos, os pais achavam que sabiam a melhor maneira de educar os filhos. E, sem dúvidas e com todas as certezas, faziam o que achavam certo. Mas hoje, com tantas informações, com tantas teorias, os pais estão com todas as dúvidas e nenhuma certeza.

Mesmo assim, educar é preciso! E educar um filho significa, ainda, ensinar a ele todos os princípios, os valores, a moral e as virtudes que os pais valorizam. Por isso não deve importar aos pais se aquilo em que acreditam é considerado moderno ou não, careta ou não.

Seu filho vai reclamar quando você disser que ele não tem idade para ver a "Playboy"? Vai chamar você de careta e dizer que legais mesmo são os pais dos amigos? E vai procurar ver a revista assim mesmo? Vai. Não importa. O que importa é o ato educativo, e os pais não podem se omitir dessa responsabilidade.

Assinale a alternativa incorreta, de acordo com o que se depreende do texto.

 

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Questão presente nas seguintes provas
204205 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Sorocaba-SP

Folha Equilíbrio

Para educar é necessário ser impopular

Rosely Sayão

Outro dia a mãe de um garoto de sete anos contava que o filho vinha mostrando curiosidade em conhecer determinado tipo de revista para adultos e citava como exemplo a conhecida "Playboy". Os amiguinhos da escola comentavam freqüentemente com ele o que viam na revista, e, também por isso, a mãe estava em dúvida sobre como proceder com o filho nessa situação. Apesar de não ter sido explícita, a mãe queria mesmo era saber se deveria ou não deixar o filho ter acesso à revista.

Como estamos falando de uma criança de apenas sete anos, muitos pais já têm a resposta na ponta da língua: "Sete não!" Mas, se falássemos de garotos de 12, 13 anos, muitos pais não teriam dúvida: comprariam a revista para o filho. Aliás, muitos já fizeram isso quando a capa foi de uma garota conhecida deles pela TV. E, com maior naturalidade, os pais me disseram que, se não tivessem comprado a revista, o filho a teria visto na escola. Bela desculpa para explicar a omissão educativa!

Sim, provavelmente o filho teria visto na escola. Mas é muito diferente ver uma revista desse tipo – que tem uma advertência na capa avisando ser para maiores de 18 anos – escondido dos adultos do que recebê-la das mãos dos próprios pais.

Por que hoje tantos pais estão com esse tipo de dúvida? Vale ressaltar dois motivos. Proibir tem sido difícil, e mais difícil ainda tem sido remar contra a maré, ser diferente da maioria dos outros pais. Como educar é difícil! Há 30 anos, os pais achavam que sabiam a melhor maneira de educar os filhos. E, sem dúvidas e com todas as certezas, faziam o que achavam certo. Mas hoje, com tantas informações, com tantas teorias, os pais estão com todas as dúvidas e nenhuma certeza.

Mesmo assim, educar é preciso! E educar um filho significa, ainda, ensinar a ele todos os princípios, os valores, a moral e as virtudes que os pais valorizam. Por isso não deve importar aos pais se aquilo em que acreditam é considerado moderno ou não, careta ou não.

Seu filho vai reclamar quando você disser que ele não tem idade para ver a "Playboy"? Vai chamar você de careta e dizer que legais mesmo são os pais dos amigos? E vai procurar ver a revista assim mesmo? Vai. Não importa. O que importa é o ato educativo, e os pais não podem se omitir dessa responsabilidade.

Observe as afirmativas abaixo.

(11) Ser moderno, aceitar tudo que os outros pais fazem como algo “normal”, ainda que vá contra seus princípios, apenas para não entrar em confronto com o filho, não implica ser bom pai.

(15) O bom pai, preocupado em não ser chamado de careta, faz como o pai dos amiguinhos de seu filho, cedendo aos seus caprichos. Já que não vai conseguir evitar que ele veja a revista proibida para menores de 18 anos, é preferível ele mesmo comprar, pois as crianças são curiosas.

(26) Os pais têm muita preocupação em acertar na educação de seus filhos, buscam informações e teorias modernas para saberem como agir diante de determinadas situações, porém, ao invés disso, ficam cada vez mais inseguros.

(8) Educar, há 30 anos, era muito fácil, pois não havia tantas teorias, os pais sabiam que atitudes tomar com seus filhos e agiam da maneira correta.

Assinale a alternativa que corresponda à soma das afirmativas corretas em relação ao texto.

 

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