Foram encontradas 60 questões.
Alguns professores PEB II de uma escola municipal de Sorocaba constituíram um grupo de estudos e vêm discutindo algumas obras de Paulo Freire. Atualmente, o objeto de análise é a Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa (1996). Entre os diversos tópicos tratados nessa obra, Freire fala da possibilidade de o aluno e o professor “pensarem certo” e “chegarem à curiosidade epistemológica.” Sobre essa questão, cada professor compreendeu o texto de uma forma.
Assinale a alternativa cujo posicionamento do professor está, de fato, em consonância com o pensamento de Freire, exposto na obra que o grupo de estudos está discutindo.
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1515673
Ano: 2011
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n.º 9.394/96) estabelece, no artigo 26 e parágrafos, normas para os currículos do ensino fundamental e médio no território nacional.
Assinale a alternativa que corresponde ao disposto na referida lei sobre a composição do currículo.
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Para Marcuschi (Da fala para a escrita: atividades de retextualização), o conceito de letramento corresponde a
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Na obra Tecnologias do Conhecimento: Os desafios da Educação (Dowbor, 2001), o autor analisa de modo organizado os vários impactos que as mais recentes tecnologias do conhecimento têm sobre a educação.
Leia as afirmações a seguir, relacionadas ao tema.
I. No mundo atual, o conhecimento exerce uma função essencial, fazendo com que as instituições de ensino assumam um papel mais central na sociedade, e que o educador, que trabalha com o conhecimento, adquira um valor renovado.
II. Em nossa sociedade, que vem sendo chamada “sociedade do conhecimento”, o grande desafio para o educador está em auxiliar o estudante a pôr ordem no conjunto de informações desarticuladas que ele recebe a todo o momento.
III. As tecnologias do conhecimento são elementos transformadores da sociedade, mas constituem um problema unicamente para os professores, desorientados pelo caos informativo que elas geram; os alunos, frutos desse mundo tecnológico, lidam bem com a quantidade de informações que recebem.
O pensamento de Dowbor está expresso em
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Considere a tabela, adaptada de Koch & Elias (Ler e escrever estratégias de produção textual), para responder à questão
| I | II |
| contextualizada | descontextualizada |
| implícita | explícita |
| redundante | condensada |
| não planejada | planejada |
| predominância do modus pragmático | predominância do modus sintático |
| fragmentada | não fragmentada |
| incompleta | completa |
| pouco elaborada | elaborada |
| pouca densidade informacional | densidade informacional |
| predominância de frases curtas, simples ou coordenadas | predominância de frases complexas, com subordinação abundante |
| pequena frequência de passivas | emprego frequente de passivas |
| poucas nominalizações | abundância de nominalizações |
| menor densidade lexical | maior densidade lexical |
As colunas I e II correspondem, respectivamente, à
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Leia o texto.
... um artigo de jornal é produzido mediante rotinas complexas de natureza coletiva por um grupo cujos membros estão envolvidos variavelmente em seus diferentes estágios de produção – no acesso a fontes, tais como nas reportagens das agências de notícia, na transformação dessas fontes (frequentemente elas próprias já são textos) na primeira versão de uma reportagem, na decisão sobre o local do jornal em que entra a reportagem e na edição da reportagem.
(...)
Os textos também são consumidos diferentemente em contextos sociais diversos. Isso tem a ver parcialmente com o tipo de trabalho interpretativo que neles se aplica (tais como exame minucioso ou atenção dividida com a realização de outras coisas) e com os modos de interpretação disponíveis – por exemplo, geralmente não se leem receitas como textos estéticos ou artigos acadêmicos como textos retóricos, embora ambos os tipos de leitura sejam possíveis. O consumo, como a produção, pode ser individual ou coletivo: compare cartas de amor com registros administrativos.
(Norman Fairclough, Discurso e mudança social. Adaptado)
O texto discute
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Para responder à questão, leia o texto.
Nasce um escritor
O primeiro dever passado pelo novo professor de português foi uma descrição tendo o mar como tema. A classe inspirou, toda ela, nos mares de Portugal, descritos pelo poeta Camões. Prisioneiro no internato, eu vivia na saudade das praias do Pontal onde conhecera a liberdade e o sonho. O mar de Ilhéus foi o tema de minha descrição.
Padre Cabral levara os deveres para corrigir em sua cela. Na aula seguinte, entre risonho e solene, anunciou a existência de uma vocação autêntica de escritor naquela sala de aula. Pediu que escutassem com atenção o dever que ia ler. Tinha certeza, afirmou, que o autor daquela página seria no futuro um escritor conhecido. Não regateou elogios. Eu acabara de completar onze anos.
Passei a ser personalidade, ao lado dos futebolistas, dos campeões de matemática e de religião, dos que obtinham medalhas. (...)
Recordo com carinho a figura do jesuíta português erudito e amável. Menos por me haver anunciado escritor, sobretudo por me haver dado o amor aos livros, por me haver revelado o mundo da criação literária. Ajudou-me a suportar aqueles dois anos de internato, a fazer mais leve a minha prisão, minha primeira prisão.
(Jorge Amado, O menino Grapiúna. Adaptado)
O processo que diz respeito às diversas formas de introdução, no texto, de novas entidades ou referentes é chamado de referenciação. Quando tais referentes são retomados mais adiante ou servem de base para a introdução de novos referentes, tem-se o que se denomina progressão referencial.
(Koch & Elias, Ler e Escrever: estratégias de produção textual)
No texto de Jorge Amado, são elementos de progressão referencial:
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Leia o texto para responder à questão.
Se fizermos um estudo ou acompanhamento da imprensa durante certo tempo, por exemplo, cinco anos ou uma década, constataremos no movimento da criminalidade duas opiniões bastante comuns. A primeira delas é a de que a opinião veiculada pelos jornais sugere que há uma percepção coletiva do aumento da criminalidade que se expressa por opiniões do tipo: “alguns anos atrás podia-se caminhar nas ruas tranquilamente” ou “as casas podiam ficar de portas abertas”. Trata-se do medo generalizado de ser vítima da ofensa criminal – que antes não existia – e hoje, ao contrário, as pessoas se recolhem em suas casas, totalmente cercadas por dispositivos de segurança, e organizam seus contatos com os outros de modo a ficarem cercados do máximo de segurança possível. Enfim, entre a maioria, há percepção do aumento da criminalidade, que é associada à constatação da diversificação dos padrões de criminalidade. Verifica-se, ainda, que a criminalidade torna-se cada vez mais violenta. Enquanto antigamente, nos assaltos, o famoso meliante que pulava de telhado em telhado, extremamente hábil, era um indivíduo mais ou menos aberto ao diálogo, malandro, mas que podia ser contido pela palavra, hoje parece claro que não há diálogo possível. A criminalidade não apenas aumenta, como também torna-se cada vez mais violenta. Além disso, aparece a criminalidade organizada. Com essa evolução do crime, a imprensa não noticia o ladrão ou o indivíduo que provocou o assalto, mostra a criminalidade organizada. É o tráfico de drogas, são os sequestros, os assaltos a bancos, que de fato ocupam a atenção e se constituem no perigo.
Outro tema também frequente é o das causas dessa criminalidade. Jornalistas, autoridades e público são estimulados a refletir e a expressar opiniões a respeito das causas da criminalidade. Essas opiniões têm, na verdade, uma grande variabilidade. Mas, em linhas gerais, podemos dizer que, em períodos de grande crise social, há o que se denomina sociologização das causas, isto é, a crise econômica – falta de emprego, más condições de vida – explicaria a criminalidade. Quando a crise fica mais ou menos contida, a tendência é psicologizar as causas da criminalidade. Do social para o individual: os criminosos, indivíduos anti-sociais, são pouco habilitados para conviver numa sociedade altamente civilizada e urbanizada, justificando de certo modo a criminalidade.
(Sérgio Adorno. Violência, ficção e realidade.
Em: Mauro Wilton de Sousa (org.), Sujeito, o lado oculto do receptor)
No texto, o autor mostra que há
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“Imersas num processo de profundas mudanças sociais, cada vez mais rápidas e complexas, as cidades, assim como a educação, devem envolver-se num claro desenvolvimento estratégico” (in Gadotti, 2004) e num Projeto de Cidades Educadoras. Para a realização desse Projeto, precisam ser considerados alguns pressupostos e observações, tais como
I. toda cidade é por princípio educativa e educadora. Desse modo, todas as instituições participam da proposta de Cidade Educadora;
II. o conceito de Cidade Educadora incorpora e inter-relaciona os processos educativos formais, os não formais e os informais;
III. a explicitação do projeto político- pedagógico das diferentes organizações sociais é uma forma de viabilizar e potencializar os processos de mudança que se pretende na Cidade Educadora;
IV. o papel da escola num projeto de Cidade Educadora é contribuir para criar as condições que viabilizam a cidadania.
Com relação aos pressupostos ou observações citados para a elaboração do Projeto de Cidade Educadora, estão corretos apenas
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Rios (2001) afirma que se demanda às instituições sociais e, particularmente à escola, “desenvolver seu trabalho no sentido de colaborar na construção da cidadania democrática.” Explora o significado dessa demanda para a ação docente em seis itens de uma listagem que afirma ser aberta à reconstrução. No quarto item: “Construir a felicidadania, na ação docente, é instalar na escola e na aula uma instância de comunicação criativa”, a autora analisa filosoficamente que, na prática docente,
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