Foram encontradas 325 questões.
Na perspectiva de Luckesi (2011), em Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições, para que a avaliação sirva à democratização do ensino e cumpra uma perspectiva diagnóstica, entre outras ações, a avaliação diagnóstica
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Em Amar e brincar: fundamentos esquecidos do humano, Maturana e Zöller (in: Maturana et alii, 2004) afirmam que: “na criança, a consciência individual surge com o desenvolvimento de sua consciência corporal, quando ela
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Segundo Morin (2003), “a supremacia do conhecimento fragmentado de acordo com as disciplinas impede frequentemente que se opere o vínculo entre as partes e a totalidade e deve ser substituída por um modo de conhecimento capaz de apreender os objetos em seu contexto, sua complexidade, seu conjunto”. Para o autor, “existe uma inadequação cada vez mais ampla, profunda e grave entre, de um lado, os saberes desunidos, divididos, compartimentados e, de outro lado, as realidades ou os problemas cada vez mais multidisciplinares, transversais, multidimensionais, transnacionais, globais e planetários”.
De acordo com Morin, a educação deverá tornar evidente: o contexto, o global, o multidimensional, o complexo, para
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Segundo Martha Kohl de Oliveira (1995), Vygotsky trabalha um domínio da atividade infantil que tem explícita relação com o desenvolvimento, que é “o brinquedo”, sendo que quando o autor discute sobre o brinquedo, está se referindo à brincadeira de “faz de conta”. A esse respeito, tendo como referência a obra de Vygotsky, Oliveira afirma que:
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A equipe docente de uma escola municipal de ensino fundamental escreveu e apresentou um documento que, segundo Menegolla & Sant’Anna (citados por Padilha, 2017), “é um instrumento para sistematizar a ação concreta do professor, a fim de que os objetivos da disciplina sejam atingidos. É a previsão dos conhecimentos e conteúdos que serão desenvolvidos na sala de aula, a definição dos objetivos mais importantes, assim como, a seleção dos melhores procedimentos e técnicas de ensino, como também, dos recursos humanos e materiais que serão usados para um melhor ensino e aprendizagem”.
De acordo com os autores, esse instrumento é denominado
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Em Compreender e ensinar: por uma docência da melhor qualidade, Rios (2001) defende que para ser cidadão é necessário que o indivíduo tenha acesso ao saber historicamente acumulado e que possa, continuamente, recriar esse saber. Eis aí uma demanda da escola: “desenvolver seu trabalho no sentido de colaborar na construção da cidadania democrática.” Se a escola “se identifica com a possibilidade de instalação de uma vida digna e feliz para todos, pode-se dizer de outro modo o que se acabou de afirmar: a escola é um lugar de construção da felicidadania”. Para Rios, entre outras ações, construir felicidadania, na ação docente, é
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Em gêneros textuais & ensino (in: Dionísio, Machado, Bezerra orgs., 2005), Marcuschi apresenta a distinção entre gênero e tipo textual. De acordo com o autor, a esse respeito é correto afirmar que
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Veiga (2011) afirma que a análise dos elementos constitutivos do projeto político-pedagógico traz contribuições relevantes para a sua construção. E entre esses elementos estão: a estrutura organizacional, as finalidades da escola, a avaliação e o currículo. De acordo com a autora, é correto afirmar que “currículo
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Em Diálogo entre ensino e aprendizagem, Weisz (2002) afirma que para terem valor pedagógico e serem consideradas boas situações de aprendizagem, as atividades propostas devem reunir algumas condições e respeitar alguns princípios.
De acordo com a autora, um desses princípios é o seguinte:
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Hoffmann (2012) descreve o cenário de uma sala de aula com crianças de dois a três anos no ambiente da Educação Infantil: “uma professora lê um livro para quatro crianças, enquanto a outra professora da sala participa de uma brincadeira de casinha com duas meninas. Um dos meninos pede a uma delas para ir ao banheiro, enquanto uma funcionária informa, nesse momento, que o lanche está servido na sala ao lado. Elas cuidam, orientam, observam, conversam, chamam a atenção de dois meninos que brigam, organizam brinquedos, sem tirar os olhos de nenhuma das quinze crianças do grupo”. De acordo com Hoffmann, essa cena revela dois princípios que norteiam a avaliação na concepção mediadora, e um destes é o princípio
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