Foram encontradas 60 questões.
Um triângulo de área 54 cm2 foi dividido em um retângulo e três triângulos: T1, T2 e T3, conforme mostra a figura.

A área do triângulo T3 é a mesma do retângulo, e a área do triângulo T2 é o triplo da área do triângulo T1. Sabendo que o triângulo T2 é isósceles, o perímetro do retângulo é igual a
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Em um quadrado ABCD, o ponto E divide o lado AB em duas partes, tais que uma parte é 3 cm maior do que a outra, conforme mostra a figura.

Sabendo que o segmento DE mede !$ \sqrt{53} !$ cm, o segmento CE mede
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Em uma empresa, no início de 2021, a razão entre o número de funcionários que faziam compras com dinheiro em cédulas e o número de funcionários que só compravam com cartões era 3/2. No fim de 2021, 54 funcionários passaram a só fazer compras com cartões e, dessa maneira, a razão indicada passou a ser 18/17. Considerando que em 2021 não houve mudanças no quadro de funcionários, o total dessas pessoas que ainda faziam compras com dinheiro em cédulas no fim de 2021 era
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Certo dia, em um centro de atletismo, 30 atletas do lançamento de disco foram divididos em dois grupos: iniciantes e experientes. Os atletas iniciantes eram em maior número e cada um deles fez 5 lançamentos. A soma de todos os lançamentos dos atletas iniciantes foi igual ao número de lançamentos que cada atleta experiente fez. Se nesse dia esses 30 atletas fizeram um total de 920 lançamentos, cada atleta experiente fez um número de lançamentos que está compreendido entre
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Em um escritório trabalham Alex, Beto e Caio. Certo dia, esses rapazes receberam um determinado número de documentos para serem arquivados. Alex iniciou o serviço e ele primeiro arquivou 5 documentos e depois arquivou um quinto do que sobrou. Em seguida, Beto arquivou 10 documentos e depois arquivou um quinto do que sobrou. Finalmente, Caio arquivou os documentos restantes. Sabendo que Alex e Beto arquivaram o mesmo número de documentos, o número de documentos que Caio arquivou foi
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8 bilhões em ação
Se as projeções da ONU estiverem corretas, acaba de nascer ou nascerá em algumas horas o octabilionésimo ser humano da Terra. Essa é uma boa e uma má notícia. A parte negativa não é difícil de compreender.
Embora temores de superpopulação causando fomes apocalípticas tenham ficado no passado, temos motivos legítimos para nos preocupar com a questão do clima e da sustentabilidade na exploração dos recursos naturais. É até concebível imaginar que uma combinação de autocontenção com avanços tecnológicos diversos nos leve a evitar os piores cenários, mas isso só parece possível com o sacrifício da justiça social. É que, se todos os habitantes do 3º Mundo passassem a viver materialmente melhor e atingissem padrões de consumo semelhantes aos dos norte-americanos, a pressão sobre o ambiente aumentaria magnificamente.
É, contudo, a parte positiva que me interessa mais. É bom que haja mais gente no planeta porque, como ensinava o economista Julian Simon, a riqueza são pessoas. Mais especificamente, o que torna a humanidade próspera são as ideias que as pessoas têm e os ganhos de produtividade que acarretam. Mais gente no planeta aumenta a probabilidade de surgirem ideias originais, que produzirão novas tecnologias e mais ciência.
Populações razoavelmente densas também são importantes para criar mercados grandes o suficiente para manter a economia girando e para assegurar a viabilidade de sistemas previdenciários.
Essas ideias, que já soaram exóticas, vão sendo assimiladas pelos países. A China, que até 2016 ainda insistia na política do filho único, percebeu a magnitude de seu erro e agora tenta, sem muito sucesso, incentivar seus cidadãos a gerar proles maiores. A solução, ainda que parcial, para o problema é tão óbvia quanto difícil de implementar: imigração.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 14.11.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o uso da vírgula na frase escrita a partir do texto está em conformidade com a norma-padrão da língua.
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8 bilhões em ação
Se as projeções da ONU estiverem corretas, acaba de nascer ou nascerá em algumas horas o octabilionésimo ser humano da Terra. Essa é uma boa e uma má notícia. A parte negativa não é difícil de compreender.
Embora temores de superpopulação causando fomes apocalípticas tenham ficado no passado, temos motivos legítimos para nos preocupar com a questão do clima e da sustentabilidade na exploração dos recursos naturais. É até concebível imaginar que uma combinação de autocontenção com avanços tecnológicos diversos nos leve a evitar os piores cenários, mas isso só parece possível com o sacrifício da justiça social. É que, se todos os habitantes do 3º Mundo passassem a viver materialmente melhor e atingissem padrões de consumo semelhantes aos dos norte-americanos, a pressão sobre o ambiente aumentaria magnificamente.
É, contudo, a parte positiva que me interessa mais. É bom que haja mais gente no planeta porque, como ensinava o economista Julian Simon, a riqueza são pessoas. Mais especificamente, o que torna a humanidade próspera são as ideias que as pessoas têm e os ganhos de produtividade que acarretam. Mais gente no planeta aumenta a probabilidade de surgirem ideias originais, que produzirão novas tecnologias e mais ciência.
Populações razoavelmente densas também são importantes para criar mercados grandes o suficiente para manter a economia girando e para assegurar a viabilidade de sistemas previdenciários.
Essas ideias, que já soaram exóticas, vão sendo assimiladas pelos países. A China, que até 2016 ainda insistia na política do filho único, percebeu a magnitude de seu erro e agora tenta, sem muito sucesso, incentivar seus cidadãos a gerar proles maiores. A solução, ainda que parcial, para o problema é tão óbvia quanto difícil de implementar: imigração.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 14.11.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que há palavra ou expressão empregada em sentido figurado.
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8 bilhões em ação
Se as projeções da ONU estiverem corretas, acaba de nascer ou nascerá em algumas horas o octabilionésimo ser humano da Terra. Essa é uma boa e uma má notícia. A parte negativa não é difícil de compreender.
Embora temores de superpopulação causando fomes apocalípticas tenham ficado no passado, temos motivos legítimos para nos preocupar com a questão do clima e da sustentabilidade na exploração dos recursos naturais. É até concebível imaginar que uma combinação de autocontenção com avanços tecnológicos diversos nos leve a evitar os piores cenários, mas isso só parece possível com o sacrifício da justiça social. É que, se todos os habitantes do 3º Mundo passassem a viver materialmente melhor e atingissem padrões de consumo semelhantes aos dos norte-americanos, a pressão sobre o ambiente aumentaria magnificamente.
É, contudo, a parte positiva que me interessa mais. É bom que haja mais gente no planeta porque, como ensinava o economista Julian Simon, a riqueza são pessoas. Mais especificamente, o que torna a humanidade próspera são as ideias que as pessoas têm e os ganhos de produtividade que acarretam. Mais gente no planeta aumenta a probabilidade de surgirem ideias originais, que produzirão novas tecnologias e mais ciência.
Populações razoavelmente densas também são importantes para criar mercados grandes o suficiente para manter a economia girando e para assegurar a viabilidade de sistemas previdenciários.
Essas ideias, que já soaram exóticas, vão sendo assimiladas pelos países. A China, que até 2016 ainda insistia na política do filho único, percebeu a magnitude de seu erro e agora tenta, sem muito sucesso, incentivar seus cidadãos a gerar proles maiores. A solução, ainda que parcial, para o problema é tão óbvia quanto difícil de implementar: imigração.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 14.11.2022. Adaptado)
Os termos destacados na frase do último parágrafo “Essas ideias, que já soaram exóticas, vão sendo assimiladas pelos países” são empregados como sinônimos, respectivamente, de
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8 bilhões em ação
Se as projeções da ONU estiverem corretas, acaba de nascer ou nascerá em algumas horas o octabilionésimo ser humano da Terra. Essa é uma boa e uma má notícia. A parte negativa não é difícil de compreender.
Embora temores de superpopulação causando fomes apocalípticas tenham ficado no passado, temos motivos legítimos para nos preocupar com a questão do clima e da sustentabilidade na exploração dos recursos naturais. É até concebível imaginar que uma combinação de autocontenção com avanços tecnológicos diversos nos leve a evitar os piores cenários, mas isso só parece possível com o sacrifício da justiça social. É que, se todos os habitantes do 3º Mundo passassem a viver materialmente melhor e atingissem padrões de consumo semelhantes aos dos norte-americanos, a pressão sobre o ambiente aumentaria magnificamente.
É, contudo, a parte positiva que me interessa mais. É bom que haja mais gente no planeta porque, como ensinava o economista Julian Simon, a riqueza são pessoas. Mais especificamente, o que torna a humanidade próspera são as ideias que as pessoas têm e os ganhos de produtividade que acarretam. Mais gente no planeta aumenta a probabilidade de surgirem ideias originais, que produzirão novas tecnologias e mais ciência.
Populações razoavelmente densas também são importantes para criar mercados grandes o suficiente para manter a economia girando e para assegurar a viabilidade de sistemas previdenciários.
Essas ideias, que já soaram exóticas, vão sendo assimiladas pelos países. A China, que até 2016 ainda insistia na política do filho único, percebeu a magnitude de seu erro e agora tenta, sem muito sucesso, incentivar seus cidadãos a gerar proles maiores. A solução, ainda que parcial, para o problema é tão óbvia quanto difícil de implementar: imigração.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 14.11.2022. Adaptado)
A noção expressa pelo termo destacado na frase “… acaba de nascer ou nascerá em algumas horas o octabilionésimo ser humano da Terra.” também é verificada no termo destacado em:
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8 bilhões em ação
Se as projeções da ONU estiverem corretas, acaba de nascer ou nascerá em algumas horas o octabilionésimo ser humano da Terra. Essa é uma boa e uma má notícia. A parte negativa não é difícil de compreender.
Embora temores de superpopulação causando fomes apocalípticas tenham ficado no passado, temos motivos legítimos para nos preocupar com a questão do clima e da sustentabilidade na exploração dos recursos naturais. É até concebível imaginar que uma combinação de autocontenção com avanços tecnológicos diversos nos leve a evitar os piores cenários, mas isso só parece possível com o sacrifício da justiça social. É que, se todos os habitantes do 3º Mundo passassem a viver materialmente melhor e atingissem padrões de consumo semelhantes aos dos norte-americanos, a pressão sobre o ambiente aumentaria magnificamente.
É, contudo, a parte positiva que me interessa mais. É bom que haja mais gente no planeta porque, como ensinava o economista Julian Simon, a riqueza são pessoas. Mais especificamente, o que torna a humanidade próspera são as ideias que as pessoas têm e os ganhos de produtividade que acarretam. Mais gente no planeta aumenta a probabilidade de surgirem ideias originais, que produzirão novas tecnologias e mais ciência.
Populações razoavelmente densas também são importantes para criar mercados grandes o suficiente para manter a economia girando e para assegurar a viabilidade de sistemas previdenciários.
Essas ideias, que já soaram exóticas, vão sendo assimiladas pelos países. A China, que até 2016 ainda insistia na política do filho único, percebeu a magnitude de seu erro e agora tenta, sem muito sucesso, incentivar seus cidadãos a gerar proles maiores. A solução, ainda que parcial, para o problema é tão óbvia quanto difícil de implementar: imigração.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 14.11.2022. Adaptado)
O autor do texto mostra-se favorável
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