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Leia o texto para responder à questão.
Basta de desperdiçar comida
Quando se fala em insegurança alimentar no Brasil, frequentemente se aponta o paradoxo de um país que é considerado o “celeiro do mundo” onde milhões de pessoas passam fome. A rigor, não há contradição: se tantos brasileiros fustigados por um desempenho medíocre da economia nacional não têm emprego e renda para pagar pelos alimentos produzidos, então outras pessoas ao redor do mundo pagarão.
Tão ou mais chocante é o contraste entre a quantidade de pessoas que passam fome e a quantidade de comida jogada no lixo. Não só no Brasil, mas no mundo. Segundo a ONU, até 828 milhões de pessoas, quase 10% da população mundial, passam fome. Ao mesmo tempo, cerca de um terço de todo alimento produzido no mundo é perdido ou desperdiçado – o suficiente para alimentar 1 bilhão de pessoas.
Reduzir as perdas e desperdícios implicaria ganhos como o aumento da produtividade e do crescimento econômico; mais segurança alimentar e nutrição; e mitigação de impactos ambientais, em particular a redução da pressão sobre o uso de recursos naturais (terras e águas) e dos gases de efeito estufa emitidos pela comida em decomposição. Calcula-se que o desperdício de alimentos seja responsável por 8% a 10% das emissões globais, pelo menos o dobro das emissões da aviação.
De um modo geral, falta uma maior cooperação entre o poder público e a iniciativa privada, seja na formulação de dados e indicadores sobre a perda e desperdício, seja nas estratégias de redução, seja nas estratégias de resgate e reutilização, seja, por fim, na infraestrutura de compostagem e reciclagem (para os alimentos inaptos ao consumo humano).
Se tantos brasileiros passam fome, não é por falta de comida. O Brasil produz abundantemente. O que falta é renda. Além disso, entre produtores, vendedores e consumidores há um imenso desperdício. Neste caso, estão faltando inteligência, vontade e cooperação.
(https://opiniao.estadao.com.br/, 06.11.2022. Adaptado)
Considere as passagens do segundo parágrafo:
Não só no Brasil, mas no mundo.
Segundo a ONU, até 828 milhões de pessoas, quase 10% da população mundial, passam fome.
• … cerca de um terço de todo alimento produzido no mundo é perdido ou desperdiçado…

As expressões “Não só … mas”, “Segundo” e “ou” estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de:
 

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Basta de desperdiçar comida
Quando se fala em insegurança alimentar no Brasil, frequentemente se aponta o paradoxo de um país que é considerado o “celeiro do mundo” onde milhões de pessoas passam fome. A rigor, não há contradição: se tantos brasileiros fustigados por um desempenho medíocre da economia nacional não têm emprego e renda para pagar pelos alimentos produzidos, então outras pessoas ao redor do mundo pagarão.
Tão ou mais chocante é o contraste entre a quantidade de pessoas que passam fome e a quantidade de comida jogada no lixo. Não só no Brasil, mas no mundo. Segundo a ONU, até 828 milhões de pessoas, quase 10% da população mundial, passam fome. Ao mesmo tempo, cerca de um terço de todo alimento produzido no mundo é perdido ou desperdiçado – o suficiente para alimentar 1 bilhão de pessoas.
Reduzir as perdas e desperdícios implicaria ganhos como o aumento da produtividade e do crescimento econômico; mais segurança alimentar e nutrição; e mitigação de impactos ambientais, em particular a redução da pressão sobre o uso de recursos naturais (terras e águas) e dos gases de efeito estufa emitidos pela comida em decomposição. Calcula-se que o desperdício de alimentos seja responsável por 8% a 10% das emissões globais, pelo menos o dobro das emissões da aviação.
De um modo geral, falta uma maior cooperação entre o poder público e a iniciativa privada, seja na formulação de dados e indicadores sobre a perda e desperdício, seja nas estratégias de redução, seja nas estratégias de resgate e reutilização, seja, por fim, na infraestrutura de compostagem e reciclagem (para os alimentos inaptos ao consumo humano).
Se tantos brasileiros passam fome, não é por falta de comida. O Brasil produz abundantemente. O que falta é renda. Além disso, entre produtores, vendedores e consumidores há um imenso desperdício. Neste caso, estão faltando inteligência, vontade e cooperação.
(https://opiniao.estadao.com.br/, 06.11.2022. Adaptado)
No trecho do primeiro parágrafo – … se tantos brasileiros fustigados por um desempenho medíocre da economia nacional não têm emprego e renda… –, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
 

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Leia o texto para responder à questão.
Basta de desperdiçar comida
Quando se fala em insegurança alimentar no Brasil, frequentemente se aponta o paradoxo de um país que é considerado o “celeiro do mundo” onde milhões de pessoas passam fome. A rigor, não há contradição: se tantos brasileiros fustigados por um desempenho medíocre da economia nacional não têm emprego e renda para pagar pelos alimentos produzidos, então outras pessoas ao redor do mundo pagarão.
Tão ou mais chocante é o contraste entre a quantidade de pessoas que passam fome e a quantidade de comida jogada no lixo. Não só no Brasil, mas no mundo. Segundo a ONU, até 828 milhões de pessoas, quase 10% da população mundial, passam fome. Ao mesmo tempo, cerca de um terço de todo alimento produzido no mundo é perdido ou desperdiçado – o suficiente para alimentar 1 bilhão de pessoas.
Reduzir as perdas e desperdícios implicaria ganhos como o aumento da produtividade e do crescimento econômico; mais segurança alimentar e nutrição; e mitigação de impactos ambientais, em particular a redução da pressão sobre o uso de recursos naturais (terras e águas) e dos gases de efeito estufa emitidos pela comida em decomposição. Calcula-se que o desperdício de alimentos seja responsável por 8% a 10% das emissões globais, pelo menos o dobro das emissões da aviação.
De um modo geral, falta uma maior cooperação entre o poder público e a iniciativa privada, seja na formulação de dados e indicadores sobre a perda e desperdício, seja nas estratégias de redução, seja nas estratégias de resgate e reutilização, seja, por fim, na infraestrutura de compostagem e reciclagem (para os alimentos inaptos ao consumo humano).
Se tantos brasileiros passam fome, não é por falta de comida. O Brasil produz abundantemente. O que falta é renda. Além disso, entre produtores, vendedores e consumidores há um imenso desperdício. Neste caso, estão faltando inteligência, vontade e cooperação.
(https://opiniao.estadao.com.br/, 06.11.2022. Adaptado)
As informações do terceiro parágrafo do texto devem ser entendidas como
 

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2677325 Ano: 2023
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
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Como parte do tratamento não medicamentoso das dislipidemias, a Sociedade Brasileira de Cardiologia, no documento Atualização da Diretriz de Prevenção Cardiovascular (2019), recomenda, para indivíduos que apresentam valores de triglicérides > 500 mg/dL, percentual de perda de peso de
 

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2677324 Ano: 2023
Disciplina: Enfermagem
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
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A prescrição médica é:
Enunciado 3330180-1

Para preparar a medicação, o técnico de enfermagem (TE) dispõe de frascos de penicilina cristalina com 5000000 UI e equipos de microgotas. Considerando- -se que o TE utilizou 8 mL de diluente, o volume (V) e o gotejamento (G) são:
 

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2677323 Ano: 2023
Disciplina: Enfermagem
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
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Em um município com 70000 habitantes, considerando a criação e inauguração, em breve, de uma unidade CAPS II que prestará atendimento para transtornos mentais graves e persistentes, inclusive em casos de uso de substâncias psicoativas, a todas as faixas etárias, o enfermeiro responsável técnico foi solicitado para o cálculo de pessoal de enfermagem que deverá atuar nessa unidade. Após aplicar o método para dimensionamento de pessoal de enfermagem preconizado pelo Conselho Federal de Enfermagem, concluiu que seriam necessários, pelo menos, 36 profissionais de enfermagem, cuja distribuição percentual deve ser de, no mínimo,

 

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2677322 Ano: 2023
Disciplina: Enfermagem
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
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O Ministério da Saúde (2014) recomenda que, na consulta de enfermagem para a estratificação de risco para doenças cardiovasculares, seja utilizado o Escore de Framinghan como ferramenta. Essa estimativa baseia-se na presença de múltiplos fatores de risco, tais como:

 

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2677321 Ano: 2023
Disciplina: Enfermagem
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
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Indivíduos classificados como pré-hipertensos devem ser monitorados mais de perto porque estudos têm mostrado que apresentam maior risco de doença cardiovascular, doença arterial coronária e acidente vascular encefálico que a população com nível pressórico classificado como normal. Atualmente, classificam-se como pré-hipertensão os seguintes valores obtidos para pessoas com idade igual ou maior de 18 anos:

 

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2677320 Ano: 2023
Disciplina: Enfermagem
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
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Para responder às questões de números 54 a 56, considere o relato a seguir.

M.F., 18 anos, sexo masculino, portador de diabete tipo 1 há 12 anos, compareceu à consulta de enfermagem para acompanhamento. Informou ao enfermeiro que vinha fazendo uso regular da insulina, conforme prescrição médica, preferindo aplicá-la no abdome por considerar mais fácil e que, recentemente, havia recebido a caneta descartável com agulha de 4 mm para aplicação do medicamento, mas estava com dúvidas se a estava usando corretamente. Relatou ainda ao enfermeiro ser tabagista há 6 anos, consumindo 10 a 15 cigarros/dia e que, após ter tomado consciência dos malefícios que o cigarro causa, havia estabelecido que iria parar de fumar a partir do seu próximo aniversário, em uma semana. Ao realizar o exame físico de M.F. o enfermeiro obteve: temperatura = 36,8 ºC; pulso = 72 batimentos por minuto; respiração = 17 movimentos por minuto; pressão arterial = 128 X 84 mmHg e glicemia capilar (2 horas pós-prandial) = 176 mg/dL. À inspeção e palpação do abdome, observou área com acúmulo de gordura, formando nódulos endurecidos nas regiões direita e esquerda, a cerca de 5 cm do umbigo. Finalizando a consulta, o enfermeiro aplicou um instrumento para a avaliação quantitativa do grau de dependência física à nicotina e discutiu com M.F. o processo de cessação do tabagismo, além de fazer as orientações necessárias a respeito do uso correto da caneta.

No que diz respeito ao tabagismo, o instrumento que o enfermeiro deve utilizar para a avaliação quantitativa (I) e, de acordo com Prochaska, DiClemente e Norcross (1992), o estágio motivacional (EM) em que M.F. se encontra para a cessação do tabagismo são:

 

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2677319 Ano: 2023
Disciplina: Enfermagem
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
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Para responder às questões de números 54 a 56, considere o relato a seguir.

M.F., 18 anos, sexo masculino, portador de diabete tipo 1 há 12 anos, compareceu à consulta de enfermagem para acompanhamento. Informou ao enfermeiro que vinha fazendo uso regular da insulina, conforme prescrição médica, preferindo aplicá-la no abdome por considerar mais fácil e que, recentemente, havia recebido a caneta descartável com agulha de 4 mm para aplicação do medicamento, mas estava com dúvidas se a estava usando corretamente. Relatou ainda ao enfermeiro ser tabagista há 6 anos, consumindo 10 a 15 cigarros/dia e que, após ter tomado consciência dos malefícios que o cigarro causa, havia estabelecido que iria parar de fumar a partir do seu próximo aniversário, em uma semana. Ao realizar o exame físico de M.F. o enfermeiro obteve: temperatura = 36,8 ºC; pulso = 72 batimentos por minuto; respiração = 17 movimentos por minuto; pressão arterial = 128 X 84 mmHg e glicemia capilar (2 horas pós-prandial) = 176 mg/dL. À inspeção e palpação do abdome, observou área com acúmulo de gordura, formando nódulos endurecidos nas regiões direita e esquerda, a cerca de 5 cm do umbigo. Finalizando a consulta, o enfermeiro aplicou um instrumento para a avaliação quantitativa do grau de dependência física à nicotina e discutiu com M.F. o processo de cessação do tabagismo, além de fazer as orientações necessárias a respeito do uso correto da caneta.

No que diz respeito ao uso correto da caneta para aplicação da insulina, o enfermeiro deve esclarecer, entre outros itens, que

 

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