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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdeSubsistemasArt. 19-I: Subsistema de Atendimento e Internação Domiciliar
Segundo o Ministério da Saúde (BRASIL, 2017), define-se Atenção Domiciliar (AD) como modalidade de atenção à saúde, integrada à Rede de Atenção à Saúde (RAS), prestada em domicílio e caracterizada por um conjunto de ações de prevenção e tratamento de doenças, reabilitação, paliação e promoção à saúde, garantindo continuidade de cuidados.
Com o objetivo de identificar sentinelas de riscos sociais e individuais das famílias adscritas a uma equipe, refletindo o potencial de adoecimento de cada núcleo familiar, surgiu a Escala de Vulnerabilidade Familiar de Coelho e Savassi (2004).
Segundo essa escala, as sentinelas de risco: acamado, deficiência física, deficiência mental, baixas condições de saneamento e desnutrição grave apresentam escore de risco
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdeArts. 8º ao 14-B: Organização, Direção e Gestão
Em relação ao modelo de acesso avançado (AA) em unidades de saúde, assinale a alternativa correta.
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Na Portaria n° 2.436, de 21 de setembro de 2017, consta a operacionalização da atenção à saúde por meio da equipe de Consultório na Rua (eCR), responsável por articular e prestar atenção integral à saúde de pessoas em situação de rua ou com características análogas em determinado território.
Em relação à equipe de Consultório na Rua (eCR), assinale a alternativa correta.
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No que diz respeito ao Programa Saúde nas Escolas (PSE), é correto afirmar que
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Como membro da equipe de saúde da família, o técnico de enfermagem participa de atividades de educação em saúde. Ao participar de atividades com gestantes, no que diz respeito ao risco de contrair a toxoplasmose, deve enfatizar a adoção de medidas higienodietéticas recomendadas pelo Ministério da Saúde (2022), tais como
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.
- Planejamento e Gestão
Pesquisa mostra queda em tratamento e diagnóstico de câncer de mama
Publicado em 17/10/2022
O Panorama da Atenção ao Câncer de Mama no Sistema Único de Saúde (SUS), que avaliou procedimentos de detecção e tratamento da doença de 2015 a 2021 no Brasil, revelou dados que, segundo especialistas, são preocupantes.
Com apenas 17% de alcance, o país registrou, no ano passado, a menor taxa de cobertura mamográfica para mulheres entre 50 e 69 anos. Em 2019, quando também não tinha sido representativo, o percentual ficou em 23%. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que 70% da população feminina faça o exame anualmente a partir dos 40 anos.
De acordo com o estudo, idealizado pelo Instituto Avon, uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que defende os direitos fundamentais das mulheres, e pelo Observatório de Oncologia, mais de 437 mil mulheres passaram por procedimentos quimioterápicos no país entre 2015 e 2021. No período analisado, o Distrito Federal (DF) teve a pior taxa de cobertura mamográfica (4%), seguido por Tocantins, Acre e Roraima, com 6%.
Com a revelação de dados que indicam deficiência de políticas públicas para a saúde das mamas durante a pandemia de covid-19, a diretora-executiva do Instituto Avon ressaltou que é preocupante a perspectiva de mais mulheres chegarem ao SUS com diagnóstico avançado e, por isso, com menores chances de cura e de qualidade de vida. Os impactos da pandemia de 2020 a 2021, aliados à falta de prioridade em investimentos na saúde feminina, resultam em números que vão prejudicar diretamente a saúde das brasileiras nos próximos anos, afirmou, acrescentando que “o câncer de mama é a principal causa de morte por câncer entre as mulheres no país e, quando descoberto em estágio inicial, tem 95% de chances de cura”.
Em 2020, o Centro-Oeste foi a região com a mais acentuada queda do número de exames (50%). A Região Norte teve redução de 23% em 2020 e de 4% em 2021, comparado com o ano de 2019. Já em 2021 a maior redução foi na Região Sul (23%). A principal constatação da análise do perfil étnico racial é que a maior parte dos diagnósticos avançados (47%) é em mulheres negras. Apenas 24% dos exames de imagem das mamas foram realizados neste público. Em mulheres brancas, os resultados atingiram 37% das mamografias feitas pelo SUS e de 39% nos resultados de diagnósticos avançados. A conclusão é que os números comprovam importantes diferenças na atenção ao câncer de mama entre mulheres negras e brancas.
(“Pesquisa mostra queda em tratamento e diagnóstico de câncer de mama. http://exame.com. Acesso: 04.11.2022. Adaptado)
A situação apresentada no texto fere os princípios do SUS de
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I. a acompanhante, pessoa de sua livre escolha, nas consultas e exames;
II. a escolha do local de morte;
III. de, quando internado, receber visita de outros profissionais de saúde que não pertençam àquela unidade hospitalar, sendo permitido a esse profissional o acesso ao prontuário;
IV. à escolha de alternativa de tratamento, quando houver, e à consideração da recusa de tratamento proposto.
Assinale a alternativa que apresenta as afirmações corretas.
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