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Este tipo de representação cartográfica é um instrumento eficaz para compreender os valores que os indivíduos
atribuem aos diferentes lugares. O espaço vivido é o conjunto dos lugares de vida de um indivíduo. A casa, o lugar
de trabalho, o itinerário de um a outro local formam os
componentes principais do espaço vivido. Trata-se de um
modo de representação cartográfica que procura conhecer as qualidades subjetivas que os indivíduos dão aos
lugares e que orientam suas práticas sociais.
(PONTUSCHKA, N. N. PAGANELLI, T. I. CACETE, N. H. Para Ensinar e Aprender Geografia)
Essa é a proposta do modo de representação cartográfica
(PONTUSCHKA, N. N. PAGANELLI, T. I. CACETE, N. H. Para Ensinar e Aprender Geografia)
Essa é a proposta do modo de representação cartográfica
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No processo de construção das representações gráficas, fundamental para o domínio de uma das linguagens
da Geografia, um momento importante diz respeito ao
desenvolvimento, no estudante do ensino fundamental,
das relações topológicas, projetivas e euclidianas.
(PONTUSCHKA, N. N. PAGANELLI, T. I. CACETE, N. H. Para Ensinar e Aprender Geografia)
As relações topológicas
(PONTUSCHKA, N. N. PAGANELLI, T. I. CACETE, N. H. Para Ensinar e Aprender Geografia)
As relações topológicas
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No processo de construção de conceitos geográficos
no ensino da Geografia, a passagem dos conceitos
cotidianos aos conceitos científicos é um aprendizado
que se efetiva com o desenvolvimento do raciocínio no
âmbito exterior e interior da escola. A hierarquização
dos conceitos mais gerais, mais inclusivos, dos conceitos intermediários e dos mais específicos, pouco inclusivos, enseja a elaboração dos mapas conceituais.
(PONTUSCHKA, N. N. PAGANELLI, T. I. CACETE, N. H. Para Ensinar e Aprender Geografia)
O mapa conceitual
(PONTUSCHKA, N. N. PAGANELLI, T. I. CACETE, N. H. Para Ensinar e Aprender Geografia)
O mapa conceitual
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Na proposta do BNCC para o 9o
ano do ensino fundamental, na unidade temática “Mundo do Trabalho”, o
objeto de conhecimento “Transformações do espaço
na sociedade urbano-industrial” apresenta a seguinte
habilidade:
(BRASIL. https://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/ geografia-no-ensino-fundamental-anos-finais-unidades-tematicasobjetos-de-conhecimento-e-habilidades)
(BRASIL. https://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/ geografia-no-ensino-fundamental-anos-finais-unidades-tematicasobjetos-de-conhecimento-e-habilidades)
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De acordo com o BNCC, na fase final do ensino fundamental, pretende-se garantir a continuidade e a progressão das aprendizagens do Ensino Fundamental – Anos
Iniciais em níveis crescentes de complexidade da compreensão conceitual a respeito da produção do espaço.
(BRASIL. https://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/ geografia-no-ensino-fundamental-anos-finais-unidades-tematicasobjetos-de-conhecimento-e-habilidades)
Trabalhando a análise de fenômenos geográficos em diferentes escalas, espera-se que os estudantes
(BRASIL. https://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/ geografia-no-ensino-fundamental-anos-finais-unidades-tematicasobjetos-de-conhecimento-e-habilidades)
Trabalhando a análise de fenômenos geográficos em diferentes escalas, espera-se que os estudantes
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Um dos aspectos notáveis da nova atenção da ciência
social americana para com o Oriente é o fato singular
de evitar a literatura. É possível ler montes de escritos
eruditos sobre o Oriente Próximo moderno sem jamais
encontrar uma única referência à literatura. O que parece
importar para o conhecimento da região são os “fatos”,
que um texto literário talvez perturbe.
(E.W. Said. Orientalismo: o Oriente como invenção do Ocidente, 1996)
De acordo com o autor, a referida omissão da ciência social estadunidense recente sobre o Oriente árabe ou islâmico tem como um de seus efeitos reais
(E.W. Said. Orientalismo: o Oriente como invenção do Ocidente, 1996)
De acordo com o autor, a referida omissão da ciência social estadunidense recente sobre o Oriente árabe ou islâmico tem como um de seus efeitos reais
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A Segunda Guerra colocou os povos negros em contato
com o caráter instrumental da técnica, multiplicada pela
violência exercida pelos povos brancos entre si. Talvez
o mais importante legado dessa experiência tenha sido
desnudar a desumanidade dos “civilizados”. Ora, não havia pois razão para aceitar que o sistema colonial fosse
necessário ou mesmo inevitável para que os “indígenas”
evoluíssem segundo os padrões ocidentais. O clima de
“arrebatamento imperial” estava seriamente abalado
entre os africanos. De algum modo tornava-se possível
vislumbrar o direito de os povos negros serem tratados
como semelhantes em um mundo compartilhado.
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de Aula: visita à História contemporânea, 2010)
O excerto apresenta, segundo a obra analisada, um fator decisivo para
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de Aula: visita à História contemporânea, 2010)
O excerto apresenta, segundo a obra analisada, um fator decisivo para
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O tráfico transaariano de escravos para o Magrebe e
depois para a Europa, permanente do século VIII ao XVI,
sugere o tema da escravidão interna ao continente africano. Mesmo com base em uma literatura ainda incipiente,
vale registrar algumas análises.
Quais mecanismos levaram à escravidão nas sociedades pré-coloniais africanas?
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de Aula: visita à História contemporânea, 2010. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, um dos mecanismos relacionados por Hernandez.
Quais mecanismos levaram à escravidão nas sociedades pré-coloniais africanas?
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de Aula: visita à História contemporânea, 2010. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, um dos mecanismos relacionados por Hernandez.
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A gênese da egiptomania é de difícil resgate. De um lado,
porque seu surgimento é muito antigo, iniciando no contexto umbilical da história da humanidade. De outro, pela
liberdade, multiplicidade, originalidade, beleza e variedades de técnicas empregadas.
A egiptomania, segundo Jean Marcel Humbert, é bem mais que uma simples mania. Consiste no empréstimo dos mais espetaculares elementos, da gramática de ornamentos que se constituía na essência original da arte do antigo Egito. Esses elementos decorativos são então trazidos novamente à vida através desses usos.
(Margaret Marchiori Bakos, Visões Modernas do Mundo Antigo: a Egiptomania. Em: Pedro Paulo A. Funari; Glaydson José da Silva; Adilton Luís (orgs.), História Antiga: contribuições brasileiras, 2009)
Segundo o artigo em análise, a egiptomania
A egiptomania, segundo Jean Marcel Humbert, é bem mais que uma simples mania. Consiste no empréstimo dos mais espetaculares elementos, da gramática de ornamentos que se constituía na essência original da arte do antigo Egito. Esses elementos decorativos são então trazidos novamente à vida através desses usos.
(Margaret Marchiori Bakos, Visões Modernas do Mundo Antigo: a Egiptomania. Em: Pedro Paulo A. Funari; Glaydson José da Silva; Adilton Luís (orgs.), História Antiga: contribuições brasileiras, 2009)
Segundo o artigo em análise, a egiptomania
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Em 1968, surge a coletânea de artigos, Brasil em perspectiva. Um capítulo de Boris Fausto sobre “A revolução
de 1930” discute as interpretações dessa revolução, pensando-as “dentro de uma dinâmica própria” do movimento e de suas contradições.
(Vavy Pacheco Borges, Anos trinta e política: história e historiografia. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
Para Fausto, a revolução de 1930
(Vavy Pacheco Borges, Anos trinta e política: história e historiografia. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
Para Fausto, a revolução de 1930
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