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Foram encontradas 563 questões.

3953243 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Este tipo de representação cartográfica é um instrumento eficaz para compreender os valores que os indivíduos atribuem aos diferentes lugares. O espaço vivido é o conjunto dos lugares de vida de um indivíduo. A casa, o lugar de trabalho, o itinerário de um a outro local formam os componentes principais do espaço vivido. Trata-se de um modo de representação cartográfica que procura conhecer as qualidades subjetivas que os indivíduos dão aos lugares e que orientam suas práticas sociais.
(PONTUSCHKA, N. N. PAGANELLI, T. I. CACETE, N. H. Para Ensinar e Aprender Geografia)
Essa é a proposta do modo de representação cartográfica
 

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3953242 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
No processo de construção das representações gráficas, fundamental para o domínio de uma das linguagens da Geografia, um momento importante diz respeito ao desenvolvimento, no estudante do ensino fundamental, das relações topológicas, projetivas e euclidianas.
(PONTUSCHKA, N. N. PAGANELLI, T. I. CACETE, N. H. Para Ensinar e Aprender Geografia)
As relações topológicas
 

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3953241 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
No processo de construção de conceitos geográficos no ensino da Geografia, a passagem dos conceitos cotidianos aos conceitos científicos é um aprendizado que se efetiva com o desenvolvimento do raciocínio no âmbito exterior e interior da escola. A hierarquização dos conceitos mais gerais, mais inclusivos, dos conceitos intermediários e dos mais específicos, pouco inclusivos, enseja a elaboração dos mapas conceituais.
(PONTUSCHKA, N. N. PAGANELLI, T. I. CACETE, N. H. Para Ensinar e Aprender Geografia)
O mapa conceitual
 

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3953240 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Na proposta do BNCC para o 9o ano do ensino fundamental, na unidade temática “Mundo do Trabalho”, o objeto de conhecimento “Transformações do espaço na sociedade urbano-industrial” apresenta a seguinte habilidade:
(BRASIL. https://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/ geografia-no-ensino-fundamental-anos-finais-unidades-tematicasobjetos-de-conhecimento-e-habilidades)
 

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3953239 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
De acordo com o BNCC, na fase final do ensino fundamental, pretende-se garantir a continuidade e a progressão das aprendizagens do Ensino Fundamental – Anos Iniciais em níveis crescentes de complexidade da compreensão conceitual a respeito da produção do espaço.
(BRASIL. https://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/ geografia-no-ensino-fundamental-anos-finais-unidades-tematicasobjetos-de-conhecimento-e-habilidades)
Trabalhando a análise de fenômenos geográficos em diferentes escalas, espera-se que os estudantes
 

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3953238 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Um dos aspectos notáveis da nova atenção da ciência social americana para com o Oriente é o fato singular de evitar a literatura. É possível ler montes de escritos eruditos sobre o Oriente Próximo moderno sem jamais encontrar uma única referência à literatura. O que parece importar para o conhecimento da região são os “fatos”, que um texto literário talvez perturbe.
(E.W. Said. Orientalismo: o Oriente como invenção do Ocidente, 1996)
De acordo com o autor, a referida omissão da ciência social estadunidense recente sobre o Oriente árabe ou islâmico tem como um de seus efeitos reais
 

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3953237 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
A Segunda Guerra colocou os povos negros em contato com o caráter instrumental da técnica, multiplicada pela violência exercida pelos povos brancos entre si. Talvez o mais importante legado dessa experiência tenha sido desnudar a desumanidade dos “civilizados”. Ora, não havia pois razão para aceitar que o sistema colonial fosse necessário ou mesmo inevitável para que os “indígenas” evoluíssem segundo os padrões ocidentais. O clima de “arrebatamento imperial” estava seriamente abalado entre os africanos. De algum modo tornava-se possível vislumbrar o direito de os povos negros serem tratados como semelhantes em um mundo compartilhado.
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de Aula: visita à História contemporânea, 2010)
O excerto apresenta, segundo a obra analisada, um fator decisivo para
 

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3953236 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
O tráfico transaariano de escravos para o Magrebe e depois para a Europa, permanente do século VIII ao XVI, sugere o tema da escravidão interna ao continente africano. Mesmo com base em uma literatura ainda incipiente, vale registrar algumas análises.
Quais mecanismos levaram à escravidão nas sociedades pré-coloniais africanas?
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de Aula: visita à História contemporânea, 2010. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, um dos mecanismos relacionados por Hernandez.
 

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3953235 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
A gênese da egiptomania é de difícil resgate. De um lado, porque seu surgimento é muito antigo, iniciando no contexto umbilical da história da humanidade. De outro, pela liberdade, multiplicidade, originalidade, beleza e variedades de técnicas empregadas.
A egiptomania, segundo Jean Marcel Humbert, é bem mais que uma simples mania. Consiste no empréstimo dos mais espetaculares elementos, da gramática de ornamentos que se constituía na essência original da arte do antigo Egito. Esses elementos decorativos são então trazidos novamente à vida através desses usos.
(Margaret Marchiori Bakos, Visões Modernas do Mundo Antigo: a Egiptomania. Em: Pedro Paulo A. Funari; Glaydson José da Silva; Adilton Luís (orgs.), História Antiga: contribuições brasileiras, 2009)
Segundo o artigo em análise, a egiptomania
 

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3953234 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Em 1968, surge a coletânea de artigos, Brasil em perspectiva. Um capítulo de Boris Fausto sobre “A revolução de 1930” discute as interpretações dessa revolução, pensando-as “dentro de uma dinâmica própria” do movimento e de suas contradições.
(Vavy Pacheco Borges, Anos trinta e política: história e historiografia. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
Para Fausto, a revolução de 1930
 

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