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Das margens ao centro da família
Até o final do século 13, a infância não existia. As crianças eram consideradas apenas como homens de tamanho e capacidades reduzidas.
Como muitas delas morriam ainda pequenas, os adultos não tinham muito apego a elas. Durante muitos séculos, as crianças não eram nem retratadas, já que esse período da vida não era considerado digno de lembranças.
Nada era pensado em função dos pequenos. Só com o avanço do capitalismo, a partir do século 18, a criança passou a ser pensada e tratada de forma diferente. A partir do século 19, a criança se tornou o objeto principal da preocupação e atenção dos pais, com necessidades próprias que devem ser respeitadas.
Dos anos 1980 até os dias de hoje, a criança ganhou ainda mais importância e espaço, passando da margem ao centro da família. Surgiram programas só para elas, lojas de produtos infantis, marcas de roupas só para crianças, entre outros. Tudo isso colocou as crianças no centro das preocupações - e consumo - dos adultos.
(Cidade Nova. maio 2014. Adaptado)
De acordo com o texto, atualmente, as criançasAté o final do século 13, a infância não existia. As crianças eram consideradas apenas como homens de tamanho e capacidades reduzidas.
Como muitas delas morriam ainda pequenas, os adultos não tinham muito apego a elas. Durante muitos séculos, as crianças não eram nem retratadas, já que esse período da vida não era considerado digno de lembranças.
Nada era pensado em função dos pequenos. Só com o avanço do capitalismo, a partir do século 18, a criança passou a ser pensada e tratada de forma diferente. A partir do século 19, a criança se tornou o objeto principal da preocupação e atenção dos pais, com necessidades próprias que devem ser respeitadas.
Dos anos 1980 até os dias de hoje, a criança ganhou ainda mais importância e espaço, passando da margem ao centro da família. Surgiram programas só para elas, lojas de produtos infantis, marcas de roupas só para crianças, entre outros. Tudo isso colocou as crianças no centro das preocupações - e consumo - dos adultos.
(Cidade Nova. maio 2014. Adaptado)
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Jejum de internet, o remédio
para uma dependência crescente
Oito dias de acampamento na floresta sem tocar um computador nem um smartphone - um “jejum de internet" que serve como tratamento pioneiro no Japão para uma dependência que afeta cada vez mais japoneses, especialmente os jovens.
Uma dezena de adolescentes participou de forma voluntária, em agosto de 2014, do primeiro programa desse tipo iniciado no país asiático e que antes só tinha sido testado na vizinha Coreia do Sul, explicou o coordenador do projeto, o psiquiatra Susumu Higuchi. Os jovens se alojaram em cabanas perto do monte Fuji, praticaram atividades ao ar livre e prepararam suas próprias refeições, sempre acompanhados de três psicólogos.
Os participantes apresentavam sintomas de dependência à internet, definida pelo especialista como “um uso excessivo ou compulsivo" de dispositivos como computadores e smartphones, e com consequências psicológicas, sociais ou educativas. Entre esses sintomas se encontram os transtornos de sono ou alimentícios, além do déficit de atenção, a hiperatividade, a ansiedade e a depressão.
Em sua chegada ao acampamento, os adolescentes “tinham dificuldade para interagir entre si e com os psicólogos, mas depois se mostraram extrovertidos e desenvolveram laços íntimos entre si". Além disso, cada participante elaborou seu próprio plano para “conviver com os computadores e a internet de forma saudável", relatou Higuchi, segundo o qual, no entanto, “ainda é cedo" para avaliar os resultados do programa.
O “acampamento sem internet" começou por iniciativa do Ministério da Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia do Japão, devido a alarmantes estatísticas sobre a dependência à internet entre os jovens.
(Antonio Hermosín, http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/jeju.... Adaptado)
Segundo o texto, é correto afirmar quepara uma dependência crescente
Oito dias de acampamento na floresta sem tocar um computador nem um smartphone - um “jejum de internet" que serve como tratamento pioneiro no Japão para uma dependência que afeta cada vez mais japoneses, especialmente os jovens.
Uma dezena de adolescentes participou de forma voluntária, em agosto de 2014, do primeiro programa desse tipo iniciado no país asiático e que antes só tinha sido testado na vizinha Coreia do Sul, explicou o coordenador do projeto, o psiquiatra Susumu Higuchi. Os jovens se alojaram em cabanas perto do monte Fuji, praticaram atividades ao ar livre e prepararam suas próprias refeições, sempre acompanhados de três psicólogos.
Os participantes apresentavam sintomas de dependência à internet, definida pelo especialista como “um uso excessivo ou compulsivo" de dispositivos como computadores e smartphones, e com consequências psicológicas, sociais ou educativas. Entre esses sintomas se encontram os transtornos de sono ou alimentícios, além do déficit de atenção, a hiperatividade, a ansiedade e a depressão.
Em sua chegada ao acampamento, os adolescentes “tinham dificuldade para interagir entre si e com os psicólogos, mas depois se mostraram extrovertidos e desenvolveram laços íntimos entre si". Além disso, cada participante elaborou seu próprio plano para “conviver com os computadores e a internet de forma saudável", relatou Higuchi, segundo o qual, no entanto, “ainda é cedo" para avaliar os resultados do programa.
O “acampamento sem internet" começou por iniciativa do Ministério da Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia do Japão, devido a alarmantes estatísticas sobre a dependência à internet entre os jovens.
(Antonio Hermosín, http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/jeju.... Adaptado)
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Jejum de internet, o remédio
para uma dependência crescente
Oito dias de acampamento na floresta sem tocar um computador nem um smartphone - um “jejum de internet" que serve como tratamento pioneiro no Japão para uma dependência que afeta cada vez mais japoneses, especialmente os jovens.
Uma dezena de adolescentes participou de forma voluntária, em agosto de 2014, do primeiro programa desse tipo iniciado no país asiático e que antes só tinha sido testado na vizinha Coreia do Sul, explicou o coordenador do projeto, o psiquiatra Susumu Higuchi. Os jovens se alojaram em cabanas perto do monte Fuji, praticaram atividades ao ar livre e prepararam suas próprias refeições, sempre acompanhados de três psicólogos.
Os participantes apresentavam sintomas de dependência à internet, definida pelo especialista como “um uso excessivo ou compulsivo" de dispositivos como computadores e smartphones, e com consequências psicológicas, sociais ou educativas. Entre esses sintomas se encontram os transtornos de sono ou alimentícios, além do déficit de atenção, a hiperatividade, a ansiedade e a depressão.
Em sua chegada ao acampamento, os adolescentes “tinham dificuldade para interagir entre si e com os psicólogos, mas depois se mostraram extrovertidos e desenvolveram laços íntimos entre si". Além disso, cada participante elaborou seu próprio plano para “conviver com os computadores e a internet de forma saudável", relatou Higuchi, segundo o qual, no entanto, “ainda é cedo" para avaliar os resultados do programa.
O “acampamento sem internet" começou por iniciativa do Ministério da Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia do Japão, devido a alarmantes estatísticas sobre a dependência à internet entre os jovens.
(Antonio Hermosín, http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/jeju.... Adaptado)
É correto afirmar que o psiquiatra Susumu Higuchipara uma dependência crescente
Oito dias de acampamento na floresta sem tocar um computador nem um smartphone - um “jejum de internet" que serve como tratamento pioneiro no Japão para uma dependência que afeta cada vez mais japoneses, especialmente os jovens.
Uma dezena de adolescentes participou de forma voluntária, em agosto de 2014, do primeiro programa desse tipo iniciado no país asiático e que antes só tinha sido testado na vizinha Coreia do Sul, explicou o coordenador do projeto, o psiquiatra Susumu Higuchi. Os jovens se alojaram em cabanas perto do monte Fuji, praticaram atividades ao ar livre e prepararam suas próprias refeições, sempre acompanhados de três psicólogos.
Os participantes apresentavam sintomas de dependência à internet, definida pelo especialista como “um uso excessivo ou compulsivo" de dispositivos como computadores e smartphones, e com consequências psicológicas, sociais ou educativas. Entre esses sintomas se encontram os transtornos de sono ou alimentícios, além do déficit de atenção, a hiperatividade, a ansiedade e a depressão.
Em sua chegada ao acampamento, os adolescentes “tinham dificuldade para interagir entre si e com os psicólogos, mas depois se mostraram extrovertidos e desenvolveram laços íntimos entre si". Além disso, cada participante elaborou seu próprio plano para “conviver com os computadores e a internet de forma saudável", relatou Higuchi, segundo o qual, no entanto, “ainda é cedo" para avaliar os resultados do programa.
O “acampamento sem internet" começou por iniciativa do Ministério da Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia do Japão, devido a alarmantes estatísticas sobre a dependência à internet entre os jovens.
(Antonio Hermosín, http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/jeju.... Adaptado)
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Jejum de internet, o remédio
para uma dependência crescente
Oito dias de acampamento na floresta sem tocar um computador nem um smartphone - um “jejum de internet" que serve como tratamento pioneiro no Japão para uma dependência que afeta cada vez mais japoneses, especialmente os jovens.
Uma dezena de adolescentes participou de forma voluntária, em agosto de 2014, do primeiro programa desse tipo iniciado no país asiático e que antes só tinha sido testado na vizinha Coreia do Sul, explicou o coordenador do projeto, o psiquiatra Susumu Higuchi. Os jovens se alojaram em cabanas perto do monte Fuji, praticaram atividades ao ar livre e prepararam suas próprias refeições, sempre acompanhados de três psicólogos.
Os participantes apresentavam sintomas de dependência à internet, definida pelo especialista como “um uso excessivo ou compulsivo" de dispositivos como computadores e smartphones, e com consequências psicológicas, sociais ou educativas. Entre esses sintomas se encontram os transtornos de sono ou alimentícios, além do déficit de atenção, a hiperatividade, a ansiedade e a depressão.
Em sua chegada ao acampamento, os adolescentes “tinham dificuldade para interagir entre si e com os psicólogos, mas depois se mostraram extrovertidos e desenvolveram laços íntimos entre si". Além disso, cada participante elaborou seu próprio plano para “conviver com os computadores e a internet de forma saudável", relatou Higuchi, segundo o qual, no entanto, “ainda é cedo" para avaliar os resultados do programa.
O “acampamento sem internet" começou por iniciativa do Ministério da Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia do Japão, devido a alarmantes estatísticas sobre a dependência à internet entre os jovens.
(Antonio Hermosín, http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/jeju.... Adaptado)
Considere a seguinte passagem do texto:para uma dependência crescente
Oito dias de acampamento na floresta sem tocar um computador nem um smartphone - um “jejum de internet" que serve como tratamento pioneiro no Japão para uma dependência que afeta cada vez mais japoneses, especialmente os jovens.
Uma dezena de adolescentes participou de forma voluntária, em agosto de 2014, do primeiro programa desse tipo iniciado no país asiático e que antes só tinha sido testado na vizinha Coreia do Sul, explicou o coordenador do projeto, o psiquiatra Susumu Higuchi. Os jovens se alojaram em cabanas perto do monte Fuji, praticaram atividades ao ar livre e prepararam suas próprias refeições, sempre acompanhados de três psicólogos.
Os participantes apresentavam sintomas de dependência à internet, definida pelo especialista como “um uso excessivo ou compulsivo" de dispositivos como computadores e smartphones, e com consequências psicológicas, sociais ou educativas. Entre esses sintomas se encontram os transtornos de sono ou alimentícios, além do déficit de atenção, a hiperatividade, a ansiedade e a depressão.
Em sua chegada ao acampamento, os adolescentes “tinham dificuldade para interagir entre si e com os psicólogos, mas depois se mostraram extrovertidos e desenvolveram laços íntimos entre si". Além disso, cada participante elaborou seu próprio plano para “conviver com os computadores e a internet de forma saudável", relatou Higuchi, segundo o qual, no entanto, “ainda é cedo" para avaliar os resultados do programa.
O “acampamento sem internet" começou por iniciativa do Ministério da Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia do Japão, devido a alarmantes estatísticas sobre a dependência à internet entre os jovens.
(Antonio Hermosín, http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/jeju.... Adaptado)
O “acampamento sem internet” começou por iniciativa do Ministério da Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia do Japão, devido a alarmantes estatísticas sobre a dependência à internet entre os jovens.
A expressão em destaque introduz, com relação à primeira parte do enunciado, uma
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