Foram encontradas 50 questões.
O texto a seguir deverá ser utilizado para responder a questão. “A prosperidade de alguns homens públicos no Brasil é uma prova evidente de que eles vêm lutando pelo progresso do nosso subdesenvolvimento.” ( Stanislaw Ponte Preta)
Justifica o emprego do acento no verbo vir:
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O texto a seguir deverá ser utilizado para responder a questão. “A prosperidade de alguns homens públicos no Brasil é uma prova evidente de que eles vêm lutando pelo progresso do nosso subdesenvolvimento.” ( Stanislaw Ponte Preta)
É adequado afirmar sobre o texto:
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Utilize o excerto seguinte para responder a questão: “É por isso que seria excelente de vez em quando uma cartinha como aquela de Remy de Gourmont a Figueredo Pimentel.”
O excerto apresenta, em relação à norma padrão, uma falha de:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
“Operadoras pedem leilão do 5G apenas em 2021.". (Fonte: “https://www.oliberal.com/ economia/operadoras-: pedem-leilao- ' do-5g-apenas-em-2021-1.209043). Analise as afirmativas seguintes sobre o caso noticiado em Verdadeira (V) ou Falsa (F) e marque a alternativa com a sequência correta:
I- As operadoras de telecomunicações Oi, Vivo e Tim manifestaram na quinta-feira seu desejo de que o leilão da internet de quinta geração (5G) ocorra só mais adiante.
II -O secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Julio Semeghini (PSDBSP), reiterou que a intenção do governo é realizar o certame o “mais rápido possível, em 2020.
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Uma UPA recém inaugurada dispõe de 4 Médicos, 6 Enfermeiros 5 Técnicos de Enfermagem. De quantas maneiras seu Diretor pode escalar uma equipe de plantão composta por 1 Médico, 2 Enfermeiros e 2 Técnicos de Enfermagem?
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Leia o texto com atenção e responda o que se pede no comando da questão.
Genialidade Brasileira.
Confusão. Sempre confusão. Espírito crítico de antologia universal. Lado a lado todas as épocas, todas as escolas, todos os matizes. Tudo embrulhado. Tudo errado. E tudo bom. Tudo ótimo. Tudo genial.
Olhem a mania nacional de classificar palavreado de literatura. Tem adjetivos sonoros? É literatura. Os períodos rolam bonito? Literatura. O final é pomposo? Literatura, nem se discute. Tem asneiras? Tem. Muitas? Santo Deus. Mas são grandiloquentes? Se são. Pois então é literatura e da melhor. Quer dizer alguma cousa? Nada. Rima, porém? Rima. Logo é literatura.
O Brasil é o único país de existência geograficamente provada em que não ser literato é inferioridade. Toda gente se sente no dever indeclinável de fazer literatura. Ao menos uma vez ao ano e para gosto doméstico. E toda gente pensa que fazer literatura é falar ou escrever bonito. Bonito entre nós às vezes quer dizer difícil. Às vezes tolo. Quase sempre eloquente.
O cavalheiro que encerra a sua oração com um Na antiga Roma ou como disse Barroso Na célebre batalha é orador. Orador, só? Não. Orador de gênio. O cavalheiro que termina o seu soneto com um Ó sol! É raio! Ó luz! Ó nume! Ó astro! É poeta. Também genial. E assim por diante.
Só a gente se agarrando com Nossa Senhora da Aparecida.
Essa falsa noção da genialidade brasileira é a mesma do Brasil, primeiro país no mundo. Não há cidadão perdido em São Luiz do Paraitinga ou São João do Rio do Peixe que não esteja convencido disso. E porque o Brasil é o campeão do universo e o brasileiro o batuta da terra, tudo quanto aqui nasce e existe há de ser forçosamente o que há de melhor neste mundo de Cristo e de nós também. Todos os adjetivos arrebatados e apoteóticos são poucos para tamanha grandeza e tamanha lindeza. Ninguém pode conosco. Nós somos os cueras mesmo.
Qualquer coisinha assume aos nossos olhos de mestiços tropicais proporções magnificentes, assustadoras, insuperáveis, nunca vistas. O Brasil é o mundo. O resto é bobagem. Castro Alves bate Vítor Hugo na curva. O problema da circulação em São Paulo absorve todas as atenções estudiosas. Sem nós a Sociedade das Nações dá em droga. Vocês vão ver. Wagner é canja para Carlos Gomes. Em Berlim como em Sydney, em Leningrado como em Nagasaki só temos admiradores invejosos. O universo inteiro nos contempla. Êta nós!
É por isso que seria excelente de vez em quando uma cartinha como aquela de Remy de Gourmont a Figueiredo Pimentel. Um pouco de água gelada nesta fervura auriverde. Para que o trouxa brasileiro caia na realidade. E deixe-se dessa história de gênio, grandeza, importância e riquezas incomparáveis que é bobagem.
E não é verdade.
(MACHADO, Alcântara. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de janeiro: Objetiva, 2007.)
“Escrevendo para a França o senhor escreve para um povo mais ou menos cético que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá então ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros." (Remy de Gourmont)
Sobre o fragmento: “Na célebre batalha é orador.”, é incorreto “afirmar:
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De acordo com a Lei Orgânica do Município de Tailândia/PA, analise as assertivas seguintes em Verdadeira (V) ou Falsa (F) e marque a alternativa correta. A criação, a incorporação, a fusão ou o desmembramento de distritos dar-se-á por lei municipal específica, atendidos alguns requisitos previstos no art. 16, dentre eles:
I- população da área objeto da medida proposta superior a mil habitantes.
II- centro urbano constituído com número de casas superior a 200 (duzentas)
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Eduarda tá aprendendo a utilizar as teclas de atalho do MS . Word 2010, em sua configuração padrão, e digitou um trabalho | importante para sua escola, porém, percebeu que faltava alinhar | todo o seu texto para direita, para isso, ela usou o comando:
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24 operários trabalhando durante 18 dias construíram 30 metros de uma ponte. Quantos operários com a mesma capacidade de trabalho podem construir durante 24 dias, 50 metros da mesma ponte?
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Leia o texto com atenção e responda o que se pede no comando da questão.
Genialidade Brasileira.
Confusão. Sempre confusão. Espírito crítico de antologia universal. Lado a lado todas as épocas, todas as escolas, todos os matizes. Tudo embrulhado. Tudo errado. E tudo bom. Tudo ótimo. Tudo genial.
Olhem a mania nacional de classificar palavreado de literatura. Tem adjetivos sonoros? É literatura. Os períodos rolam bonito? Literatura. O final é pomposo? Literatura, nem se discute. Tem asneiras? Tem. Muitas? Santo Deus. Mas são grandiloquentes? Se são. Pois então é literatura e da melhor. Quer dizer alguma cousa? Nada. Rima, porém? Rima. Logo é literatura.
O Brasil é o único país de existência geograficamente provada em que não ser literato é inferioridade. Toda gente se sente no dever indeclinável de fazer literatura. Ao menos uma vez ao ano e para gosto doméstico. E toda gente pensa que fazer literatura é falar ou escrever bonito. Bonito entre nós às vezes quer dizer difícil. As vezes tolo. Quase sempre eloquente.
O cavalheiro que encerra a sua oração com um Na antiga Roma ou como disse Barroso Na célebre batalha é orador. Orador, s6? Não. Orador de gênio. O cavalheiro que termina o seu soneto com um Ó sol! É raio! Ó luz! Ó nume! Ó astro! É poeta. . Também genial. E assim por diante.
Só a gente se agarrando com Nossa Senhora da Aparecida.
Essa falsa noção da genialidade brasileira é a mesma do Brasil, primeiro país no mundo. Não há cidadão perdido em São Luiz do Paraitinga ou São João do Rio do Peixe que não esteja convencido disso. E porque o Brasil é o campeão do universo e o brasileiro o batuta da terra, tudo quanto aqui nasce e existe há de ser forçosamente o que há de melhor neste mundo de Cristo e de nós também. Todos os adjetivos arrebatados e apoteóticos são poucos para tamanha grandeza e tamanha lindeza. Ninguém pode conosco. Nós somos os cueras mesmo.
Qualquer coisinha assume aos nossos olhos de mestiços tropicais proporções magnificentes, assustadoras, insuperáveis, nunca vistas. O Brasil é o mundo. O resto é bobagem. Castro Alves bate Vítor Hugo na curva. O problema da circulação em São Paulo absorve todas as atenções estudiosas. Sem nós a Sociedade das Nações dá em droga. Vocês vão ver. Wagner é canja para Carlos Gomes. Em Berlim como em Sydney, em Leningrado como em Nagasaki só temos admiradores invejosos. O universo inteiro nos contempla. Êta nós!
É por isso que seria excelente de vez em quando uma cartinha como aquela de Remy de Gourmont a Figueiredo Pimentel. Um pouco de água gelada nesta fervura auriverde. Para que o trouxa brasileiro caia na realidade. E deixe-se dessa | história de gênio, grandeza, importância e riquezas incomparáveis que é bobagem.
E não é verdade.
(MACHADO, Alcântara. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de janeiro: Objetiva, 2007.)
“Escrevendo para a França o senhor escreve para um povo mais ou menos cético que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá então ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros." (Remy de Gourmont)
Certos aumentativos e diminutivos são empregados para exprimir carinho, afeto, são os afetivos. Às vezes, entretanto, exprimem desprezo, pouco caso, pejorativos, como em:
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