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Foram encontradas 50 questões.

1318785 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Complete as lacunas do texto seguintes e assinale a alternativa correta.

As ( ................ ) são plantas que não apresentam vasos condutores de seiva, ou seja, não possuem xilena e floema. Sua fase dominante no ciclo de vida é a fase de gamet6fito, ou seja, a fase do ciclo de vida responsável pela produção de gametas. As ( ................ ) são plantas que possuem o xilema e o floema como tecidos especializados na condução. O surgimento desses tecidos foi passival graças ao surgimento da lignina, que garante resistência aos elementos do xilema e células do esderênquima. As ( ................ ) sao plantas vasculares (apresentam vasos condutores) com sementes que apresentam como caracteristica mais marcante a presença de flores e frutos. As ( ................ ) fazem parte do grupo das plantas vasculares com sementes, entretanto, observa-se a ocorrência de sementes sem a presença de frutos envolvendo-as. Não se observa a presença de flores, sendo, em alguns casos, o estr6bilo chamado erroneamente dessa forma, sendo encontrados estr6bilos capazes de produzir pólen e estr6bllos capazes de produzir 6vulos.

 

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1302576 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Complete as lacunas do texto seguinte e assinale a alternativa correta.

"Os ( ................ ) são áreas de solos hipersalinos situadas nas regiões entre marés superiores, inundadas apenas pelas marés de sizígias, que apresentam satinidade superior a 150 (cento e cinquenta) partes por 1.000 (mil), desprovidas de vegetação vascular. Uma ( .................... )é um afloramento natural do lençol freático que apresenta perenidade e dá Inicio a um curso d'água. Um ( ................ ) representa um ecossistema litorâneo que ocorre em terrenos baixos, sujeitos à ação das marés, formado por vasas lodosas recentes ou arenosas, às quais se associa, predominantemente, a vegetação natural conhecida como mangue, com Influência fluvlomarlnha, t1plca de solos limosos de regiões estuarinas e com dispersão descontlnua ao longo da costa brasileira, entre os Estados do Amapà e de Santa Catarina. Uma ( ................ ) é um depósito arenoso paralelo à linha da costa, de forma geralmente alongada, produzido por processos de sedimentação, onde se encontram diferentes comunidades que recebem influência marinha, com cobertura vegetal em mosaico, encontrada em praias, cordões arenosos, dunas e depressões. apresentando, de acordo com o estágio sucessional, estrato herbáceo, arbustivo e arbóreo este último mais interiorizado."

 

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“Operadoras pedem leilão do 5G apenas em 2021.". (Fonte: “https://www.oliberal.com/ economia/operadoras-: pedem-leilao- ' do-5g-apenas-em-2021-1.209043). Analise as afirmativas seguintes sobre o caso noticiado em Verdadeira (V) ou Falsa (F) e marque a alternativa com a sequência correta:

I- As operadoras de telecomunicações Oi, Vivo e Tim manifestaram na quinta-feira seu desejo de que o leilão da internet de quinta geração (5G) ocorra só mais adiante.

II -O secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Julio Semeghini (PSDBSP), reiterou que a intenção do governo é realizar o certame o “mais rápido possível, em 2020.

I - F; II -V

 

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Uma UPA recém inaugurada dispõe de 4 Médicos, 6 Enfermeiros 5 Técnicos de Enfermagem. De quantas maneiras seu Diretor pode escalar uma equipe de plantão composta por 1 Médico, 2 Enfermeiros e 2 Técnicos de Enfermagem?

 

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Leia o texto com atenção e responda o que se pede no comando da questão.

Genialidade Brasileira.

Confusão. Sempre confusão. Espírito crítico de antologia universal. Lado a lado todas as épocas, todas as escolas, todos os matizes. Tudo embrulhado. Tudo errado. E tudo bom. Tudo ótimo. Tudo genial.

Olhem a mania nacional de classificar palavreado de literatura. Tem adjetivos sonoros? É literatura. Os períodos rolam bonito? Literatura. O final é pomposo? Literatura, nem se discute. Tem asneiras? Tem. Muitas? Santo Deus. Mas são grandiloquentes? Se são. Pois então é literatura e da melhor. Quer dizer alguma cousa? Nada. Rima, porém? Rima. Logo é literatura.

O Brasil é o único país de existência geograficamente provada em que não ser literato é inferioridade. Toda gente se sente no dever indeclinável de fazer literatura. Ao menos uma vez ao ano e para gosto doméstico. E toda gente pensa que fazer literatura é falar ou escrever bonito. Bonito entre nós às vezes quer dizer difícil. Às vezes tolo. Quase sempre eloquente.

O cavalheiro que encerra a sua oração com um Na antiga Roma ou como disse Barroso Na célebre batalha é orador. Orador, só? Não. Orador de gênio. O cavalheiro que termina o seu soneto com um Ó sol! É raio! Ó luz! Ó nume! Ó astro! É poeta. Também genial. E assim por diante.

Só a gente se agarrando com Nossa Senhora da Aparecida.

Essa falsa noção da genialidade brasileira é a mesma do Brasil, primeiro país no mundo. Não há cidadão perdido em São Luiz do Paraitinga ou São João do Rio do Peixe que não esteja convencido disso. E porque o Brasil é o campeão do universo e o brasileiro o batuta da terra, tudo quanto aqui nasce e existe há de ser forçosamente o que há de melhor neste mundo de Cristo e de nós também. Todos os adjetivos arrebatados e apoteóticos são poucos para tamanha grandeza e tamanha lindeza. Ninguém pode conosco. Nós somos os cueras mesmo.

Qualquer coisinha assume aos nossos olhos de mestiços tropicais proporções magnificentes, assustadoras, insuperáveis, nunca vistas. O Brasil é o mundo. O resto é bobagem. Castro Alves bate Vítor Hugo na curva. O problema da circulação em São Paulo absorve todas as atenções estudiosas. Sem nós a Sociedade das Nações dá em droga. Vocês vão ver. Wagner é canja para Carlos Gomes. Em Berlim como em Sydney, em Leningrado como em Nagasaki só temos admiradores invejosos. O universo inteiro nos contempla. Êta nós!

É por isso que seria excelente de vez em quando uma cartinha como aquela de Remy de Gourmont a Figueiredo Pimentel. Um pouco de água gelada nesta fervura auriverde. Para que o trouxa brasileiro caia na realidade. E deixe-se dessa história de gênio, grandeza, importância e riquezas incomparáveis que é bobagem.

E não é verdade.

(MACHADO, Alcântara. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de janeiro: Objetiva, 2007.)

“Escrevendo para a França o senhor escreve para um povo mais ou menos cético que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá então ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros." (Remy de Gourmont)

Sobre o fragmento: “Na célebre batalha é orador.”, é incorreto “afirmar:

 

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De acordo com a Lei Orgânica do Município de Tailândia/PA, analise as assertivas seguintes em Verdadeira (V) ou Falsa (F) e marque a alternativa correta. A criação, a incorporação, a fusão ou o desmembramento de distritos dar-se-á por lei municipal específica, atendidos alguns requisitos previstos no art. 16, dentre eles:

I- população da área objeto da medida proposta superior a mil habitantes.

II- centro urbano constituído com número de casas superior a 200 (duzentas)

I - F; I -V

I - F; F - F

I - V; II - V

 

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Eduarda tá aprendendo a utilizar as teclas de atalho do MS . Word 2010, em sua configuração padrão, e digitou um trabalho | importante para sua escola, porém, percebeu que faltava alinhar | todo o seu texto para direita, para isso, ela usou o comando:

 

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24 operários trabalhando durante 18 dias construíram 30 metros de uma ponte. Quantos operários com a mesma capacidade de trabalho podem construir durante 24 dias, 50 metros da mesma ponte?

 

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Leia o texto com atenção e responda o que se pede no comando da questão.

Genialidade Brasileira.

Confusão. Sempre confusão. Espírito crítico de antologia universal. Lado a lado todas as épocas, todas as escolas, todos os matizes. Tudo embrulhado. Tudo errado. E tudo bom. Tudo ótimo. Tudo genial.

Olhem a mania nacional de classificar palavreado de literatura. Tem adjetivos sonoros? É literatura. Os períodos rolam bonito? Literatura. O final é pomposo? Literatura, nem se discute. Tem asneiras? Tem. Muitas? Santo Deus. Mas são grandiloquentes? Se são. Pois então é literatura e da melhor. Quer dizer alguma cousa? Nada. Rima, porém? Rima. Logo é literatura.

O Brasil é o único país de existência geograficamente provada em que não ser literato é inferioridade. Toda gente se sente no dever indeclinável de fazer literatura. Ao menos uma vez ao ano e para gosto doméstico. E toda gente pensa que fazer literatura é falar ou escrever bonito. Bonito entre nós às vezes quer dizer difícil. As vezes tolo. Quase sempre eloquente.

O cavalheiro que encerra a sua oração com um Na antiga Roma ou como disse Barroso Na célebre batalha é orador. Orador, s6? Não. Orador de gênio. O cavalheiro que termina o seu soneto com um Ó sol! É raio! Ó luz! Ó nume! Ó astro! É poeta. . Também genial. E assim por diante.

Só a gente se agarrando com Nossa Senhora da Aparecida.

Essa falsa noção da genialidade brasileira é a mesma do Brasil, primeiro país no mundo. Não há cidadão perdido em São Luiz do Paraitinga ou São João do Rio do Peixe que não esteja convencido disso. E porque o Brasil é o campeão do universo e o brasileiro o batuta da terra, tudo quanto aqui nasce e existe há de ser forçosamente o que há de melhor neste mundo de Cristo e de nós também. Todos os adjetivos arrebatados e apoteóticos são poucos para tamanha grandeza e tamanha lindeza. Ninguém pode conosco. Nós somos os cueras mesmo.

Qualquer coisinha assume aos nossos olhos de mestiços tropicais proporções magnificentes, assustadoras, insuperáveis, nunca vistas. O Brasil é o mundo. O resto é bobagem. Castro Alves bate Vítor Hugo na curva. O problema da circulação em São Paulo absorve todas as atenções estudiosas. Sem nós a Sociedade das Nações dá em droga. Vocês vão ver. Wagner é canja para Carlos Gomes. Em Berlim como em Sydney, em Leningrado como em Nagasaki só temos admiradores invejosos. O universo inteiro nos contempla. Êta nós!

É por isso que seria excelente de vez em quando uma cartinha como aquela de Remy de Gourmont a Figueiredo Pimentel. Um pouco de água gelada nesta fervura auriverde. Para que o trouxa brasileiro caia na realidade. E deixe-se dessa | história de gênio, grandeza, importância e riquezas incomparáveis que é bobagem.

E não é verdade.

(MACHADO, Alcântara. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de janeiro: Objetiva, 2007.)

“Escrevendo para a França o senhor escreve para um povo mais ou menos cético que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá então ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros." (Remy de Gourmont)

Certos aumentativos e diminutivos são empregados para exprimir carinho, afeto, são os afetivos. Às vezes, entretanto, exprimem desprezo, pouco caso, pejorativos, como em:

 

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Leia o texto com atenção e responda o que se pede no comando da questão.

Genialidade Brasileira.

Confusão. Sempre confusão. Espírito crítico de antologia universal. Lado a lado todas as épocas, todas as escolas, todos os matizes. Tudo embrulhado. Tudo errado. E tudo bom. Tudo ótimo. Tudo genial.

Olhem a mania nacional de classificar palavreado de literatura. Tem adjetivos sonoros? É literatura. Os períodos rolam bonito? Literatura. O final é pomposo? Literatura, nem se discute. Tem asneiras? Tem. Muitas? Santo Deus. Mas são grandiloquentes? Se são. Pois então é literatura e da melhor. Quer dizer alguma cousa? Nada. Rima, porém? Rima. Logo é literatura.

O Brasil é o único país de existência geograficamente provada em que não ser literato é inferioridade. Toda gente se sente no dever indeclinável de fazer literatura. Ao menos uma vez ao ano e para gosto doméstico. E toda gente pensa que fazer literatura é falar ou escrever bonito. Bonito entre nós às vezes quer dizer difícil. As vezes tolo. Quase sempre eloquente.

O cavalheiro que encerra a sua oração com um Na antiga Roma ou como disse Barroso Na célebre batalha é orador. Orador, s6? Não. Orador de gênio. O cavalheiro que termina o seu soneto com um Ó sol! É raio! Ó luz! Ó nume! Ó astro! É poeta. . Também genial. E assim por diante.

Só a gente se agarrando com Nossa Senhora da Aparecida.

Essa falsa noção da genialidade brasileira é a mesma do Brasil, primeiro país no mundo. Não há cidadão perdido em São Luiz do Paraitinga ou São João do Rio do Peixe que não esteja convencido disso. E porque o Brasil é o campeão do universo e o brasileiro o batuta da terra, tudo quanto aqui nasce e existe há de ser forçosamente o que há de melhor neste mundo de Cristo e de nós também. Todos os adjetivos arrebatados e apoteóticos são poucos para tamanha grandeza e tamanha lindeza. Ninguém pode conosco. Nós somos os cueras mesmo.

Qualquer coisinha assume aos nossos olhos de mestiços tropicais proporções magnificentes, assustadoras, insuperáveis, nunca vistas. O Brasil é o mundo. O resto é bobagem. Castro Alves bate Vítor Hugo na curva. O problema da circulação em São Paulo absorve todas as atenções estudiosas. Sem nós a Sociedade das Nações dá em droga. Vocês vão ver. Wagner é canja para Carlos Gomes. Em Berlim como em Sydney, em Leningrado como em Nagasaki só temos admiradores invejosos. O universo inteiro nos contempla. Êta nós!

É por isso que seria excelente de vez em quando uma cartinha como aquela de Remy de Gourmont a Figueiredo Pimentel. Um pouco de água gelada nesta fervura auriverde. Para que o trouxa brasileiro caia na realidade. E deixe-se dessa | história de gênio, grandeza, importância e riquezas incomparáveis que é bobagem.

E não é verdade.

(MACHADO, Alcântara. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de janeiro: Objetiva, 2007.)

“Escrevendo para a França o senhor escreve para um povo mais ou menos cético que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá então ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros." (Remy de Gourmont)

Assinale a alternativa em que o vocábulo é sinônimo de "divindade."

 

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