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A frase em que não há sentido conotativo está em:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1238499 Ano: 2019
Disciplina: Educação Artística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Sabemos que, na Junção de muitos pontos, tio próximos que impossibilitem aos olhos identificá-los separadamente, obtemos um elemento que chamamos de linha. São exemplos de linhas, exceto.

 

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1238484 Ano: 2019
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA

Sobre a Impor1ancia da flexibilidade, assinale a alternativa correta:

 

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1237965 Ano: 2019
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Marque a alternativa que define uma das caracteristicas da ciência da Informação.

 

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Leia com atenção o texto e responda o que se pede no comando da questão

A obrigação de se fazer feliz é sua.

Não faz muito tempo que o meu sonho era ter 18 anos. Eu achava que uma tatuagem e um alargador transformariam 8 minha vida. Eu tinha certeza absoluta que poder entrar em todas as festas. beber ou chegar tarde em casa faria total diferença para mim. para os meus dias. Todas aquelas coisas soavam divertidíssimas e empolgantes aos meus olhos um tanto quanto impressionados com a vida adulta.

Hoje, meu braço é tatuado, minha orelha carrega um alargador, ninguém pergunta mais se eu tenho idade para beber ou se importa se eu virar três noites seguidas sem dormir, mas minha vida não se tomou nada parecida com o parque de dlver50es que eu Imaginava que fosse. Não que eu não goste do traço, da marca permanente no meu corpo, não que o alargador que me ajudou a superar meu trauma por ter uma orelha grande não seja especial, não que eu não suporte o sabor de vodca ou sinta sono às duas da manhã e já Implore para ir para casa, mas é que eu pensei que Isso tudo seria mais legal.

Com o passar dos anos, com o ganhar da maturidade, uma coisa em que quase nenhum pré-adolescente pensa, mas com a qual todo adulto sofre, é o senso de responsabilidade, além da necessidade de ser bem-sucedido. Hoje, as pessoas meio que enterraram o ·fazer por amor" das escolhas profissionais. A onda da vez é "fazer por dinheiro" para ter dinheiro para fazer por amor".

Nos meus tempos de colégio, os testes vocacionais diziam que era para eu me Imaginar dez anos à frente e pensar se estaria feliz com aquela opção de trabalho. Mas olha, veja bem, é díficil pedir isso a qualquer pessoa que só tem como responsabilidade tirar dez na prova de Química. É difícil exigir isso de quem só morre de preguiça de praticar esportes ainda mais com as aulas de Educação Física obrigatórias. É dificil exigir que alguém com tantos sonhos escolha um sonho só.

Agora, no presente, sou um Jovem de vinte e poucos anos que trabalha quarenta horas semanais. Que tem horários marcados para chegar, sair, almoçar, voltar, chegar, sair e, enfim ter liberdade. Sim, meu amigo, depois de uma certa Idade, aquele paraíso de horas livres para fazer o que você quiser, vai, quase sempre, se restringir entre as seis da tarde e as sete e vinte da manha. Ou pior. entre meia noite e o segundo alarme do despertador. Depois disso, é a hora da sua parcela capitalista trabalhar para pagar os boletos dos sonhos que você faz enquanto procrastina.

Quase todos nós perdemos tempo demais. Isso não é uma suposição, É uma afirmação. É uma observação. A grande maioria das pessoas que conheço gasta os dias esperando os dias passaram. Esperando as horas avançarem, as semanas acabarem, os meses terminarem, os anos virarem, mas elas não esperam quase nada de si. Elas querem que os relógios deem conta de conquistar a vida por elas.

A vida é só um sopro. A vida é curta demais. A vida passa rápido demais para você deixar de ser ator, atriz, cantor(a), dançarino(a), veterinário(a), dentista, enfermeiro(a), nutricionista, psicólogo(a), esportista, arquiteto(a), tatuador(a), desenhista, cronista, cartunista, artista ou o que mais couber nessa lista, só porque alguém disse a você que é errado ou não dá dinheiro ou que não é o melhor para a sua história.

A vida, cara pessoa do outro lado do papel, é curta demais para a gente deixar para comer a sobremesa depois do almoço, para não assistir a desenho animado ou para continuar deitado no sofá em vez de levantar e Ir aprender a tocar violão.

A vida, essa que está, neste segundo, fazendo seu coração bater, é rara demais para ser triste. Para ser o que der para ser. Para ser qualquer coisa. Para ser esse calvário interminável onde a gente passa mais tempo reclamando do que realmente sendo feliz.

O expediente acabar não vai trazer a felicidade. A semana acabar não vai trazer a felicidade. O mês acabar não vai trazer a felicidade. O ano acabar não vai trazer a felicidade. Mas você pode Ir até ela. Então, simplesmente, vá. Nem que seja só com a roupa do corpo. Quando a gente tem um sorriso enorme estampado no rosto, ninguém liga para a estampa da nossa camiseta.

Meu único conselho para você é: siga sua intuição. Dê mais ouvidos a ela e ligue menos para as criticas das pessoas, principalmente as que não acreditarem no seu sonho. Elas se acham especialistas quando se trata da vida alheia, mas não conseguem sequer resolver os próprios problemas. A obrigação de se fazer feliz é sua.

(ROCHA, Matheus. Pressa de ser feliz. Crônica de um ansioso. p.109,110,111)

Analise as afirmações sobre o sétimo parágrafo e assinale a alternativa correta:

I - " A vida é um sopro." é metáfora.

II - " A vida" apresenta-se em repetição anafórica.

III - "curta" e "rápido" são exemplos de antítese.

IV - As vírgulas separam elementos de enumeração no terceiro período do parágrafo.

 

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1237931 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA

Identifique a alternativa que completa adequadamente a definição seguinte:

" é conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico. (MEC, 2010)".

 

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1237907 Ano: 2019
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA

A eficiência nos movimentos corporais que se realiza nos conteúdos da Educação Física depende do desenvolvimento as habilidades corporais, as chamadas qualidades físicas, como, por exemplo:

 

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1237905 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Uma sequência com 10 termos forma uma Progressão Aritmética. O maior valor é 38 e o menor é 2. Qual a mediana dessa sequência?

 

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1237901 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA

Com base na psicogênese da alfabetização, em que nível está a criança da escrita seguinte (letras maiúsculas)?

Enunciado 1237901-1

(Fonte: MORAIS, 2012, p. 64)

 

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Leio o texto e responda o que se pede no comando da questão:

ÁGUA PARA O ALÉM

A devoção às vitimas do incêndio que destruiu o edifício

Joelma

Visitantes do Cemitério São Pedro costumam regar túmulos na esperança de "refrescar" os mortos.

Indio arrancou uma pitanga do pé, revirou a fruta na boca, cuspiu o caroço e indicou com o nariz uma fileira de sepulturas. “Aquelas almas ali estão vivas”, afirmou sem nenhuma hesitação. “Elas são muito legais.” O moreno atarracado referia-se às “Treze Almas do Joelma”. Assim ficaram conhecidos os ocupantes de treze túmulos que se perfilam num dos maiores cemitérios paulistanos, o São Pedro. Bombeiros descobriram os corpos dentro de um elevador no edifício Joelma, em 1º de fevereiro de 1974. Na manhã daquele dia, um incêndio varreu o prédio comercial de 25 andares, matou 191 pessoas e horrorizou o país. À época, não se identificaram dezenas de cadáveres, incluindo os do elevador, tamanha a desfiguração imposta pelas labaredas. “Somente Deus conhece seus nomes. Descansem em paz”, enuncia uma placa de bronze afixada perto dos jazigos. Logo, porém, os mortos ganharam celebridade no anonimato. A crendice popular lhes associou os atributos de benditos, iluminados, sabidos, milagreiros. Legais, enfim.

Naquele 2 de novembro, Dia de Finados, o movimento em torno dos sepulcros se mostrava intenso. O calor, idem. Mas os copos, garrafas e galões cheios que circulavam por lá não se destinavam à hidratação dos vivos. “Dá uma vontade de jogar água em cima, sabe?”, explicou Francisca Confessor de Lima, após regar túmulo por túmulo. “Refrescar as almas” que arderam no edifício é gesto habitual entre os que as cultuam. Enquanto molhava as lápides, a sexagenária – que se proclamava católica – rogava pelo “de sempre”: emprego e saúde para a família. “As Treze Almas nunca me faltaram”, garantiu, fervorosa.

Nas imediações das velas, o umbandista Raphael Vinicius de Almeida – um rapaz de 16 anos – vestia-se completamente de branco e usava dois acessórios comuns às religiões afro-brasileiras: o filá, espécie de gorro, e o alaká, pano que se pendura num dos ombros e cruza o tronco. O adolescente havia colocado um filão de pão francês em cada tumba, junto de copos plásticos com água até a borda.

Em tamanho natural, um Cristo de gesso protege a saída da área onde se encontram as treze sepulturas. Vândalos investiram contra a estátua em várias ocasiões. Na última, arrancaram-lhe as mãos, depois recolocadas. A Nossa Senhora presente no altar da igrejinha tampouco escapou da selvageria. É a sexta ou sétima imagem desde a inauguração da capela (os funcionários já perderam as contas dos ataques). Não raro, por receio de assalto, há quem prefira nem entrar na parte reservada aos túmulos quando vai orar pelos mortos. “Paro diante das grades e rezo dentro do carro mesmo, olhando para todos os lados”, contou Patrícia Carla dos Santos, numa segunda-feira. “Venho de tarde e procuro ir embora antes das cinco e meia, porque depois fica muito perigoso.”

Consagrada pelo catolicismo às almas do purgatório, a segunda-feira é o dia em que o cemitério mais recebe visitas – excetuando-se, claro, o feriado de Finados. Uma média de 350 pessoas passa por ali semanalmente, de acordo com a prefeitura. A segunda-feira é também o único dia útil em que Francisco Edmilson da Silva, o “Sem- Terra”, deixa a capela aberta. O jardineiro, que ganhou o apelido após morar com a mulher numa ocupação em Mato Grosso, encarrega-se de manter em ordem as lápides das Treze Almas. Retira os copos d’água deixados sobre os jazigos (“para evitar focos de dengue”) e joga fora as embalagens de leite longa vida (“para não juntar rato nem barata”).

Muitos dos que morreram durante o incêndio trabalhavam no banco Crefisul, hoje extinto, que alugara boa parte do Joelma. Foi no 12º andar que uma faísca no ar-condicionado deflagrou o fogo. Entre nove e quase onze da manhã, homens e mulheres em trajes de escritório se amontoaram no topo do prédio à espera de socorro. Alguns, não suportando o calor e a fumaça, se atiraram antes de a ajuda chegar. Captado ao vivo pela tevê, o desespero de tantos profissionais diplomados acabou contribuindo para disseminar a crença de que as Treze Almas são sabidas e auxiliam os estudiosos. Aprovados no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, por exemplo, ainda mantêm a tradição de colocar placas de agradecimento ao redor dos túmulos. Segundo os frequentadores do cemitério, já houve muitas mais. Se antes os agraciados encomendavam uma treze na de placas para não ficar em dívida com nenhum dos espíritos, agora se restringem a uma só. A crise econômica não poupou nem mesmo as promessas.

Pendurado nas grades, um paninho branco exibia uma frase bordada que também expressava devoção: “Ana agradece as 13 almas bendita por graça recebida.” Surpreendentemente, a autora da mensagem – Ana Guedes, de 71 anos – materializou-se em meio às campas. Ela foi rezar pela nora, que amargava dificuldades financeiras. “Acredita que, num teste de emprego, pediram para a coitada vender um palito de fósforo usado?”, indignava-se. Em 2012, Guedes amarrou a toalhinha no gradil com o intuito de celebrar uma dádiva concedida à mesma nora. “Você está inteiro, hein?”, falou para o pano um tanto encardido. Depois, alisando-o, reiterou: “É das almas. Aqui deixei, aqui vai ficar.”

Piaui, fevereiro, 137, Namir, Mônica

“Consagrada pelo catolicismo às almas do purgatório (...)". O emprego do acento grave deve-se:

 

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