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Um dos cuidados básicos utilizados na prevenção das úlceras de pressão nos pacientes acamados é a mudança de decúbito. Para tanto, precisa-se ter o conhecimento das posições. Quando um paciente encontra-se deitado sobre o leito com o tórax e o abdome voltados para cima, esta posição denomina-se:
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A interdisciplinaridade se refere a uma concepção de curriculo baseada na:
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Para Luckesi (2011), planejar não é uma ação espontânea, mas sim:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
Entre os bovinos, existem várias opções de raças e cruzamentos destinadas à produção de leite. Relacione a coluna da descrição das raças com a coluna das raças e assinale a alternativa correta.
Descrição das raças
I - Raça Européia de dupla-aptidão (produção de leite e de carne)
II - Raça Européia pura, especialmente selecionada para produção de leite
III- Raça Zebú Leiteira
IV· Vacas mestiças, derivadas do cruzamento de raça Européia (E) com uma raça Zebú
Raças
( ) Tricross
( ) Sindi
( ) Holandesa
( ) Simental
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Leia com atenção o texto e responda o que se pede no comando da questão
A obrigação de se fazer feliz é sua.
Não faz muito tempo que o meu sonho era ter 18 anos. Eu achava que uma tatuagem e um alargador transformariam 8 minha vida. Eu tinha certeza absoluta que poder entrar em todas as festas. beber ou chegar tarde em casa faria total diferença para mim. para os meus dias. Todas aquelas coisas soavam divertidíssimas e empolgantes aos meus olhos um tanto quanto impressionados com a vida adulta.
Hoje, meu braço é tatuado, minha orelha carrega um alargador, ninguém pergunta mais se eu tenho idade para beber ou se importa se eu virar três noites seguidas sem dormir, mas minha vida não se tomou nada parecida com o parque de dlver50es que eu Imaginava que fosse. Não que eu não goste do traço, da marca permanente no meu corpo, não que o alargador que me ajudou a superar meu trauma por ter uma orelha grande não seja especial, não que eu não suporte o sabor de vodca ou sinta sono às duas da manhã e já Implore para ir para casa, mas é que eu pensei que Isso tudo seria mais legal.
Com o passar dos anos, com o ganhar da maturidade, uma coisa em que quase nenhum pré-adolescente pensa, mas com a qual todo adulto sofre, é o senso de responsabilidade, além da necessidade de ser bem-sucedido. Hoje, as pessoas meio que enterraram o ·fazer por amor" das escolhas profissionais. A onda da vez é "fazer por dinheiro" para ter dinheiro para fazer por amor".
Nos meus tempos de colégio, os testes vocacionais diziam que era para eu me Imaginar dez anos à frente e pensar se estaria feliz com aquela opção de trabalho. Mas olha, veja bem, é díficil pedir isso a qualquer pessoa que só tem como responsabilidade tirar dez na prova de Química. É difícil exigir isso de quem só morre de preguiça de praticar esportes ainda mais com as aulas de Educação Física obrigatórias. É dificil exigir que alguém com tantos sonhos escolha um sonho só.
Agora, no presente, sou um Jovem de vinte e poucos anos que trabalha quarenta horas semanais. Que tem horários marcados para chegar, sair, almoçar, voltar, chegar, sair e, enfim ter liberdade. Sim, meu amigo, depois de uma certa Idade, aquele paraíso de horas livres para fazer o que você quiser, vai, quase sempre, se restringir entre as seis da tarde e as sete e vinte da manha. Ou pior. entre meia noite e o segundo alarme do despertador. Depois disso, é a hora da sua parcela capitalista trabalhar para pagar os boletos dos sonhos que você faz enquanto procrastina.
Quase todos nós perdemos tempo demais. Isso não é uma suposição, É uma afirmação. É uma observação. A grande maioria das pessoas que conheço gasta os dias esperando os dias passaram. Esperando as horas avançarem, as semanas acabarem, os meses terminarem, os anos virarem, mas elas não esperam quase nada de si. Elas querem que os relógios deem conta de conquistar a vida por elas.
A vida é só um sopro. A vida é curta demais. A vida passa rápido demais para você deixar de ser ator, atriz, cantor(a), dançarino(a), veterinário(a), dentista, enfermeiro(a), nutricionista, psicólogo(a), esportista, arquiteto(a), tatuador(a), desenhista, cronista, cartunista, artista ou o que mais couber nessa lista, só porque alguém disse a você que é errado ou não dá dinheiro ou que não é o melhor para a sua história.
A vida, cara pessoa do outro lado do papel, é curta demais para a gente deixar para comer a sobremesa depois do almoço, para não assistir a desenho animado ou para continuar deitado no sofá em vez de levantar e Ir aprender a tocar violão.
A vida, essa que está, neste segundo, fazendo seu coração bater, é rara demais para ser triste. Para ser o que der para ser. Para ser qualquer coisa. Para ser esse calvário interminável onde a gente passa mais tempo reclamando do que realmente sendo feliz.
O expediente acabar não vai trazer a felicidade. A semana acabar não vai trazer a felicidade. O mês acabar não vai trazer a felicidade. O ano acabar não vai trazer a felicidade. Mas você pode Ir até ela. Então, simplesmente, vá. Nem que seja só com a roupa do corpo. Quando a gente tem um sorriso enorme estampado no rosto, ninguém liga para a estampa da nossa camiseta.
Meu único conselho para você é: siga sua intuição. Dê mais ouvidos a ela e ligue menos para as criticas das pessoas, principalmente as que não acreditarem no seu sonho. Elas se acham especialistas quando se trata da vida alheia, mas não conseguem sequer resolver os próprios problemas. A obrigação de se fazer feliz é sua.
(ROCHA, Matheus. Pressa de ser feliz. Crônica de um ansioso. p.109,110,111)
Observe o uso do hífen em "pré- adolescente" e assinale a alternativa em que há erro no emprego:
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Quantos elementos possui o conjunto?
!$ M = \left \{ x\,\in\,N^* | 3x - 2 \le 25 \right \} !$
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
The cautlonary politlcal tale of lutand', la,t McDonald',
burger that slmpty won't roto even after 10 years
(lhe Washington Post)
By Rick Noack
(2 de novembro de 2019 09:00:32 BRT)
One of Northem Europa's arguably most dlstinctive exports is ·slow TV": real-tlme recordings of traln Joumeys, feny crossings cr the mlgratlon of relndeer, which regularfy draw record audiences.
Arnong perhaps the most successful - and leasl exclting _ examples of lhal genre is the 'live stream of a McOonalds cheeseburger With fries . AI lts peak, It drew 2 milllon viewers a month. lhe only element on lhe saeen thal moves, however,ls lhe time display.
The burgerlooks the sarna way. hour afterhour.
As ofthls week, it has Iooked IIkethatfor 10 years.
Purchased hours before the corporatlon pulled out of the country in 2009, in the wake of lcaland's devastating financiai crisls, the lasl survtving McOonald's burger has become much more than a burger. To some, It stands for the greed and excessive capitalism that "created an economic collapse that was so bad lhat even McDonald's had to close down,· sald HjOrtur Smârason, 43, who purchased the fateful burger in 2009. To others, the eerily fresh look of the 10-year-old meal has served as a wamlng against the excesstve consumption of fast food.
McDonald's has attempted lo debunk the myth that its burgers do not decompose, argulng there Is a sclentlflc explanation for lcaland's never-rottlng burger.
Wlthout sufficient molsture - ellher In the food itself ar the environment - bacteria and mold may not grow and therefore, decomposition Is unlikely,· a company statement read. (McOonald's did not respond to a request for comment.)
The company may have debunked the mylhs surrounding the burger's fresh look, but 10 years on, the political symbolism of lhe corporatlon's withdrawal trom lceland and the last remnant of Its pasl there appear more relevantthan ever.
Clouds over Iceland's economy
After a painful recovery, lceland's economy onca again was thrown Into turmoil this year when lhe nation's budget WOWairfine went bankrupt. Ovemight, a crucial factor in lceland's recovery - the tourism Industry, which now accounts for about 10 percent of lceland's gross domestic product - faced a sudden drop In visltor5. About a third ofthem had traveled to lceland with WOW Alr. At the same time, the China-U.S. trade war began to weigh more heavily on the country.
Ten years after a devastatlng crisis, some lcelanders had deja vu, throwing them back to the days when the natlon of around 300,000 witnessed ali of its major private banks default.
But in the months since, lceland's economy has surprisingly rebounded ; tourism bookings have remained largely steady, as other air1ines have 1IIIed WOW Alr's gap.
"The economy is doing much better than expected,· said Erna BjOrg Sverrisdóttir, chlef economisl of Iceland'sArion Bank, who credited larger central bank reserves and low debt, among other factors.
The long-sought arrival of a fast-food giant
lceland was in a very different position in 1993, when McOonald's opened its first restaurant in the country. Ralher than focusing on resilience and government lntervention - as has been the case since 2008 - lceland was then laying the groundwof1( for what would cause lhe system's collapse two decades on.
It embraced frae market ideais like few olher countries. Theeoonomy boomed.
As free market capltalism produced stunning growth around the world, lhe sight of wortd leaders openlng McDonald's restaurants became somewhat of a symbol forthe victory of capitalism Qver socialism, Just years after lhe fali of the Berlin Wall.
In Britain, then-Prime Minlster Margaret Thatcher became known as an outspoken tan ofthe corporation.
Meanwhile, in lcaland. images from that time show the country's prime mlnister, Davio Oddsson, biting into a burger on lhe day lhe companycelebrated its first lceland opening.
"It was a very cheerful moment,· said anthropologlst Kristln Loftsd6ttir, who has studied the history of lhe company In lcaland. lhe reasans for the country's enthusiasm were deeply rooted, shesaid.
"Iceland had for a Iong time been very anxlous about Its role withln the community of nations,· Loftsdóttirsaid. With a population the stze of a small U.S. clty, lceland was afraid there wouldn't be a place for II on the table of mature nations In the post-Soviel world. The arrival of McDonald's, she said, appeared to Indlcate a new chapter: lceland was modemlzing and had becoma -partofa global c:ommunity,- Loftsd6ttir sald.
That success story started to unravel as lhe financiai crisis began In 2007. Wilhln months, lceland was on lhe brink of economlc disaster. Bul It took two subsequent collapses - the breakdown of the country's banklng syslem, and lhe pulloul of McDonald's- for lcelanders to realize just how deep they had sunk Into crisis.
Operating in lceland had become too costly for McDonald's in lhe aftermath of lhe crisis: The currency coIlapsed, and inflatlon skyrockeled. McDonald's was tar from the only company to abandon lhe embattJed country, but to some, il felt IIke being thrown out of the Intemallonal community Ihey had WOI1I:ed 50 hard to be part of, loftsdóttir said.
For her book ·Crisis and Coloniality ai Europe's Margins: Creating Exotic Iceland,· loftsd6ttir interviewed a number of Individuais who wltnessed lhe 2008 crisis. To many of them, the closure of lhe restaurants was not so much a story aboul a company laying off its employees, but ralher of lhe collectlve fallure of a natlon.
"We cannol even operale a McDonald's,· loftsdóttir recalled one exasperated 50urce summarizing a widely shared sentiment ai lhe time.
A burgerforgotten on a garage shelf
On Oct. 31, 2009, marketing consultant Hjortur Smárason was among lhe lasl customers ai lhe Mcoonald's In lcaland's capital, ReykJavik. He walted In Une In front of the restaurant with olher lcelanders who wanled to purchase Ihelr last Mcoonald's mea!.
But Smárason had nol come to eal. He had read about online rumors of never-roning McDonald's burgers and wanted to putthe myth lo the tesl. He abought a cheeseburgerwilh fries, drove home and left lhe boxon a shelf in his garage.
Three years went by, in which Smárason fargot about the souvenlr of a bygone era. He had other problems to worry aboul.
The financiai crisis had hil him hard. "I losl ali my savings", he recalled. -My dients were golng bankrupt. I was trying to hang on to my house.·
Three years on, as he was preparing to move to Copenhagen, he came across lhe McOonald's meal In his garage.
"I was worried about whal I would find,· Smarason said.
When he opened lhe box, he was shocked - bul not for the reason he expected. Contrary to lhe rotten remnants he was prepared for, he found what appeared to be a fully Intact meal.
Smarason sensed he was holding a historical artifact. He reached out to lceland's National Museum, where the meal was put on prominent display soon after.
lceland's national broadcasting servlce plcked up lhe story, whlch socn circulated around lhe world.
In the years since, some vlsitors appear to have mistaken itfora fresh maal. Some frias are missing.
The remnants are naw on display In a small hotel In southem lceland, where they continue to attract tourists, Smarason said.
He still visits lhe burger regularty. The last time he saw It, he sald, it looked" as fresh as always.
Onty lhe paper It Is wrapped In has started to Iook a little yellow.
A pergunta deve ser respondida baseada no texto "The cautlonary poUtlcaJ tale of Iceland'. last McOonald's burger that slmply won't rot, ave" aftar 10 years".
De acordo com o texto, operar na Islândia havia se tomado muito caro para o McDonald's após a crise,ja que:
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Leia o texto com atenção e responda o que se pede no comando da questão.
Genialidade Brasileira.
Confusão. Sempre confusão. Espírito crítico de antologia universal. Lado a lado todas as épocas, todas as escolas, todos os matizes. Tudo embrulhado. Tudo errado. E tudo bom. Tudo ótimo. Tudo genial.
Olhem a mania nacional de classificar palavreado de literatura. Tem adjetivos sonoros? É literatura. Os períodos rolam bonito? Literatura. O final é pomposo? Literatura, nem se discute. Tem asneiras? Tem. Muitas? Santo Deus. Mas são grandiloquentes? Se são. Pois então é literatura e da melhor. Quer dizer alguma cousa? Nada. Rima, porém? Rima. Logo é literatura.
O Brasil é o único país de existência geograficamente provada em que não ser literato é inferioridade. Toda gente se sente no dever indeclinável de fazer literatura. Ao menos uma vez ao ano e para gosto doméstico. E toda gente pensa que fazer literatura é falar ou escrever bonito. Bonito entre nós às vezes quer dizer difícil. As vezes tolo. Quase sempre eloquente.
O cavalheiro que encerra a sua oração com um Na antiga Roma ou como disse Barroso Na célebre batalha é orador. Orador, s6? Não. Orador de gênio. O cavalheiro que termina o seu soneto com um Ó sol! É raio! Ó luz! Ó nume! Ó astro! É poeta. . Também genial. E assim por diante.
Só a gente se agarrando com Nossa Senhora da Aparecida.
Essa falsa noção da genialidade brasileira é a mesma do Brasil, primeiro país no mundo. Não há cidadão perdido em São Luiz do Paraitinga ou São João do Rio do Peixe que não esteja convencido disso. E porque o Brasil é o campeão do universo e o brasileiro o batuta da terra, tudo quanto aqui nasce e existe há de ser forçosamente o que há de melhor neste mundo de Cristo e de nós também. Todos os adjetivos arrebatados e apoteóticos são poucos para tamanha grandeza e tamanha lindeza. Ninguém pode conosco. Nós somos os cueras mesmo.
Qualquer coisinha assume aos nossos olhos de mestiços tropicais proporções magnificentes, assustadoras, insuperáveis, nunca vistas. O Brasil é o mundo. O resto é bobagem. Castro Alves bate Vítor Hugo na curva. O problema da circulação em São Paulo absorve todas as atenções estudiosas. Sem nós a Sociedade das Nações dá em droga. Vocês vão ver. Wagner é canja para Carlos Gomes. Em Berlim como em Sydney, em Leningrado como em Nagasaki só temos admiradores invejosos. O universo inteiro nos contempla. Êta nós!
É por isso que seria excelente de vez em quando uma cartinha como aquela de Remy de Gourmont a Figueiredo Pimentel. Um pouco de água gelada nesta fervura auriverde. Para que o trouxa brasileiro caia na realidade. E deixe-se dessa | história de gênio, grandeza, importância e riquezas incomparáveis que é bobagem.
E não é verdade.
(MACHADO, Alcântara. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de janeiro: Objetiva, 2007.)
“Escrevendo para a França o senhor escreve para um povo mais ou menos cético que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá então ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros." (Remy de Gourmont)
Remy de Gourmont, escritor francês, sugeriu um posicionamento literário a Figueredo Pimentel em que:
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A partir daquela famosa frase a "Não entendeu? Quer que eu desenhe?· percebemos a Importância de um desenho que transforma o visual e torna compreensivo o que não conseguimos entender. Sobre desenho, assinale a alternativa incorreta?
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Busca-se, a partir desta NOB/SUAS, lançar mão da combinação de critérios de partilha e de pactuação de resultados e metas para a gestão (gradualismo, com base nos resultados pactuados), para que seja possível equalizar; priorizar; e, projetar a universalização na trajetória da PNAS/2004. A combinação de critérios considera:
I - o porte populacional dos municípios.
II -a proporção de população vulnerável.
III -o cruzamento de indicadores socioterritoriais e de cobertura.
Estão corretos:
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