Magna Concursos

Foram encontradas 25 questões.

Leia atentamente o texto para responder a questão.
QUE PROFISSIONAIS QUEREMOS?
Não sei quanto a vocês, leitores, mas eu quero em todos os campos o melhor profissional. Eu mereço, vocês merecem, todos merecemos, não importa nossa classe social, cor da pele, ascendência, cultura.
Quando digo todos me refiro também aos moradores dos povoadinhos mais remotos, das aldeias sobre palafitas, das encostas deslizantes de tantos morros e beiras de rio que as chuvaradas levam embora ano após ano – algumas continuam como estavam há muito tempo, pois nada se fez.
Todos merecemos o melhor, começando pelos professores das crianças. Com salário digno, com escola que não esteja em ruínas – onde existirem escolas. O número de abandonados pela educação é incalculável.
Quero os melhores engenheiros: que consigam projetar e fiscalizar a construção de pontes sólidas, edifícios firmes, casas confiáveis – também casas populares, porque todos, incluindo os menos favorecidos, merecem o melhor. Estradas transitáveis, e mais que isso, boas – ligando até cidadezinhas afastadas: todos precisamos do melhor, e disso devem cuidar os governos.
Quero políticos ótimos, interessados no bem de seus eleitores, quando forem eleitos, pois muitos conseguem seu lugar sem um voto sequer, por artes de regras bizarras que tanta coisa regem no Brasil.
Quero os melhores policiais, bem preparados, bem armados, psicologicamente bem orientados, e apoiados pela sociedade e pela Justiça, para poderem cumprir o seu dever.
Mas na medicina, ah, na medicina, é que eu quero os melhores profissionais: depois do árduo curso de seis anos, mais uma residência de dois, eventualmente mais especialização, e mestrado, e quem sabe doutorado, para saberem mais e cuidarem melhor de nós, seus pacientes. Mas que sejam valorizados em sua carreira, e que tenham locais onde seja possível trabalhar: outro dia um profissional atuando em uma área menos privilegiada se queixava na imprensa de que não havia nem aspirina nem água no local de trabalho, e foi embora.
Muitos estão nessas condições. A mais alta autoridade em saúde no país declarou (estava na imprensa) que não se importaria de ser atendida por médicos reprovados no Revalida. Fiquei pasma. Então para que médicos? Para que cursos de medicina? Para que essa profissão sacrificada e exigente, se dá na mesma sermos atendidos por aqueles que não passaram num exame básico?
Será mais simples largarmos esse luxo de profissionais formados e aprovados: vamos recorrer só a curandeiros, pajés, benzedeiras – com todo o meu respeito por eles. Dispensar as faculdades de medicina, de direito, de engenharia e outras mais.
E, quem sabe, as escolas, já que o estudo por aqui é cada vez mais negligenciado, dos primeiros anos às universidades: em lugar de exigentes, os currículos estão mais para brincadeira, os professores, atemorizados, não querem reprovar ninguém, muito menos suspender ou expulsar, por pior que seja o delito cometido por algum aluno – quem sabe, vai um processo de algum pai contra o mestre ou a escola.
Fica a indagação que nos pode fazer qualquer menino de quem exigimos que cumpra sua tarefa: preparar-se para a vida e alguma profissão. A pergunta é: para que estudar se posso entrar na universidade alegando fatores favoráveis ao não estudo? Se cada vez mais o nível do ensino é rebaixado em lugar de ser elevado desde os primeiros anos escolares para que todos cresçam e possam ter uma vida melhor, sejam mais capazes e felizes e o país progrida e cresça na única maneira real, pela educação de todos, e não pela ilimitada tolerância ao medíocre e ao insuficiente?
Questões que anos atrás seriam inusitadas povoam nossas perplexidades e conversas: onde vamos parar? Que nível de profissionais teremos dentro de pouco tempo, em todas as áreas? Certamente não os bem preparados, aprovados, confirmados, que possam atender às naturais e legítimas expectativas de quem, como todos nós, merece o melhor.
(LUFT, Lya. Que profissionais queremos? Revista Veja, 24 de novembro de 2013.)
Entre os aspectos criticados pela autora, NÃO se encontra:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1406351 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Provas:
Assinale a alterantiva CORRETA relativa ao tratamento diretamente observado (TDO) da tuberculose na atenção básica:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Leia atentamente o texto para responder a questão.
QUE PROFISSIONAIS QUEREMOS?
Não sei quanto a vocês, leitores, mas eu quero em todos os campos o melhor profissional. Eu mereço, vocês merecem, todos merecemos, não importa nossa classe social, cor da pele, ascendência, cultura.
Quando digo todos me refiro também aos moradores dos povoadinhos mais remotos, das aldeias sobre palafitas, das encostas deslizantes de tantos morros e beiras de rio que as chuvaradas levam embora ano após ano – algumas continuam como estavam há muito tempo, pois nada se fez.
Todos merecemos o melhor, começando pelos professores das crianças. Com salário digno, com escola que não esteja em ruínas – onde existirem escolas. O número de abandonados pela educação é incalculável.
Quero os melhores engenheiros: que consigam projetar e fiscalizar a construção de pontes sólidas, edifícios firmes, casas confiáveis – também casas populares, porque todos, incluindo os menos favorecidos, merecem o melhor. Estradas transitáveis, e mais que isso, boas – ligando até cidadezinhas afastadas: todos precisamos do melhor, e disso devem cuidar os governos.
Quero políticos ótimos, interessados no bem de seus eleitores, quando forem eleitos, pois muitos conseguem seu lugar sem um voto sequer, por artes de regras bizarras que tanta coisa regem no Brasil.
Quero os melhores policiais, bem preparados, bem armados, psicologicamente bem orientados, e apoiados pela sociedade e pela Justiça, para poderem cumprir o seu dever.
Mas na medicina, ah, na medicina, é que eu quero os melhores profissionais: depois do árduo curso de seis anos, mais uma residência de dois, eventualmente mais especialização, e mestrado, e quem sabe doutorado, para saberem mais e cuidarem melhor de nós, seus pacientes. Mas que sejam valorizados em sua carreira, e que tenham locais onde seja possível trabalhar: outro dia um profissional atuando em uma área menos privilegiada se queixava na imprensa de que não havia nem aspirina nem água no local de trabalho, e foi embora.
Muitos estão nessas condições. A mais alta autoridade em saúde no país declarou (estava na imprensa) que não se importaria de ser atendida por médicos reprovados no Revalida. Fiquei pasma. Então para que médicos? Para que cursos de medicina? Para que essa profissão sacrificada e exigente, se dá na mesma sermos atendidos por aqueles que não passaram num exame básico?
Será mais simples largarmos esse luxo de profissionais formados e aprovados: vamos recorrer só a curandeiros, pajés, benzedeiras – com todo o meu respeito por eles. Dispensar as faculdades de medicina, de direito, de engenharia e outras mais.
E, quem sabe, as escolas, já que o estudo por aqui é cada vez mais negligenciado, dos primeiros anos às universidades: em lugar de exigentes, os currículos estão mais para brincadeira, os professores, atemorizados, não querem reprovar ninguém, muito menos suspender ou expulsar, por pior que seja o delito cometido por algum aluno – quem sabe, vai um processo de algum pai contra o mestre ou a escola.
Fica a indagação que nos pode fazer qualquer menino de quem exigimos que cumpra sua tarefa: preparar-se para a vida e alguma profissão. A pergunta é: para que estudar se posso entrar na universidade alegando fatores favoráveis ao não estudo? Se cada vez mais o nível do ensino é rebaixado em lugar de ser elevado desde os primeiros anos escolares para que todos cresçam e possam ter uma vida melhor, sejam mais capazes e felizes e o país progrida e cresça na única maneira real, pela educação de todos, e não pela ilimitada tolerância ao medíocre e ao insuficiente?
Questões que anos atrás seriam inusitadas povoam nossas perplexidades e conversas: onde vamos parar? Que nível de profissionais teremos dentro de pouco tempo, em todas as áreas? Certamente não os bem preparados, aprovados, confirmados, que possam atender às naturais e legítimas expectativas de quem, como todos nós, merece o melhor.
(LUFT, Lya. Que profissionais queremos? Revista Veja, 24 de novembro de 2013.)
Todos as estratégias argumentativas foram usadas pela autora para defender as suas ideias, EXCETO
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1400800 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Provas:
Uma paciente de quarenta e cinco anos de idade, internada no pronto-socorro com diagnóstico preliminar de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), apresentou quadro de agitação, alteração da amplitude e frequência respiratória = 40 irpm, sudorese, cianose, oscilação da pressão arterial e rebaixamento do nível de consciência. A gasometria arterial indicou PaO2 = 40mmHg, pH = 7,50 e PaCO2= 60mmHg, e as providências específicas foram realizadas para se estabilizar esse quadro.
Considerando o caso clínico acima, marque a alternativa CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1399741 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Provas:
Anualmente são realizadas campanhas de vacinação do idoso, promovidas pelo Ministério da Saúde no Brasil. Com relação à imunização para doenças pulmonares, é CORRETO afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1396553 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Provas:
Entre as doenças que afetam o aparelho reprodutor feminino, aquela que é considerada uma doença sexualmente transmissível (DST) é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1396460 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Provas:
Conhecida desde a antiguidade, a raiva, especialmente a transmitida por cães e gatos, é uma doença que continua sendo um problema de saúde pública. Acerca desse tema, analise as afirmativas e assinale com V as verdadeiras e F as falsas.
( ) Embora não haja relato conhecido de imunidade natural humana, alguns mamíferos não são susceptíveis à infecção pelo vírus da raiva.
( ) Todo caso humano suspeito de raiva é de notificação individual, compulsória e imediata, em âmbito municipal, estadual e nacional.
( ) No tratamento da mencionada doença, parte da aplicação do soro perifocal deve ser feita no local da infecção (porta de entrada). O restante deve ser aplicado pela via endovenosa, diluído em solução fisiológica 0,9% lento.
( ) O vírus rábico é neurotrófico e sua ação no sistema nervoso central causa um quadro clínico de encefalite aguda, decorrente de sua multiplicação entre os neurônios.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1392974 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Provas:
Evidencia os principais fatores de risco para a doença coronariana:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1375236 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Provas:
Paciente do sexo feminino, 52 anos, branca, queixa-se de tosse, surgida há 3 meses, sem febre, sem hiporexia, ou queda do estado geral. Refere cansaço e falta de ar durante o dia, com exacerbação durante noite. Ocasionalmente, acorda com tosse e sibilância. Em sua história familiar, consta pai com histórico de tuberculose pulmonar há 43 anos, falecido devido à insuficiência cardíaca. Mãe hígida. História pregressa de asma persistente na infância. Apresenta um filho com história de asma brônquica. Nega etilismo e tabagismo. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, hidratada, corada, IMC: 21 kg/m2, pressão arterial: 110/70 mmHg, frequência cardíaca: 72 bpm, ausculta respiratória com sibilos expiratórios, eupneica, sem esforço.
Assinale a alternativa que melhor se aplica ao diagnóstico e conduta para essa paciente.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Leia atentamente o texto para responder a questão.
QUE PROFISSIONAIS QUEREMOS?
Não sei quanto a vocês, leitores, mas eu quero em todos os campos o melhor profissional. Eu mereço, vocês merecem, todos merecemos, não importa nossa classe social, cor da pele, ascendência, cultura.!$ ^{(B)} !$
Quando digo todos me refiro também aos moradores dos povoadinhos mais remotos, das aldeias sobre palafitas, das encostas deslizantes de tantos morros e beiras de rio que as chuvaradas levam embora ano após ano – algumas continuam como estavam há muito tempo, pois nada se fez.
Todos merecemos o melhor, começando pelos professores das crianças. Com salário digno, com escola que não esteja em ruínas – onde existirem escolas. O número de abandonados pela educação é incalculável.
Quero os melhores engenheiros: que consigam projetar e fiscalizar a construção de pontes sólidas, edifícios firmes, casas confiáveis – também casas populares, porque todos, incluindo os menos favorecidos, merecem o melhor. Estradas transitáveis, e mais que isso, boas – ligando até cidadezinhas afastadas: todos precisamos do melhor, e disso devem cuidar os governos.
Quero políticos ótimos, interessados no bem de seus eleitores, quando forem eleitos, pois muitos conseguem seu lugar sem um voto sequer, por artes de regras bizarras que tanta coisa regem no Brasil.
Quero os melhores policiais, bem preparados, bem armados, psicologicamente bem orientados, e apoiados pela sociedade e pela Justiça, para poderem cumprir o seu dever.
Mas na medicina, ah, na medicina, é que eu quero os melhores profissionais: depois do árduo curso de seis anos, mais uma residência de dois, eventualmente mais especialização, e mestrado, e quem sabe doutorado, para saberem mais e cuidarem melhor de nós, seus pacientes. Mas que sejam valorizados em sua carreira, e que tenham locais onde seja possível trabalhar: outro dia um profissional atuando em uma área menos privilegiada se queixava na imprensa de que não havia nem aspirina nem água no local de trabalho, e foi embora.
Muitos estão nessas condições. A mais alta autoridade em saúde no país declarou (estava na imprensa) que não se importaria de ser atendida por médicos reprovados no Revalida. Fiquei pasma. Então para que médicos? Para que cursos de medicina? Para que essa profissão sacrificada e exigente, se dá na mesma sermos atendidos por aqueles que não passaram num exame básico?!$ ^{(D)} !$
Será mais simples largarmos esse luxo de profissionais formados e aprovados: vamos recorrer só a curandeiros, pajés, benzedeiras – com todo o meu respeito por eles. Dispensar as faculdades de medicina, de direito, de engenharia e outras mais.
E, quem sabe, as escolas, já que o estudo por aqui é cada vez mais negligenciado!$ ^{(A)} !$, dos primeiros anos às universidades: em lugar de exigentes, os currículos estão mais para brincadeira, os professores, atemorizados, não querem reprovar ninguém, muito menos suspender ou expulsar, por pior que seja o delito cometido por algum aluno!$ ^{(C)} !$ – quem sabe, vai um processo de algum pai contra o mestre ou a escola.
Fica a indagação que nos pode fazer qualquer menino de quem exigimos que cumpra sua tarefa: preparar-se para a vida e alguma profissão. A pergunta é: para que estudar se posso entrar na universidade alegando fatores favoráveis ao não estudo? Se cada vez mais o nível do ensino é rebaixado em lugar de ser elevado desde os primeiros anos escolares para que todos cresçam e possam ter uma vida melhor, sejam mais capazes e felizes e o país progrida e cresça na única maneira real, pela educação de todos, e não pela ilimitada tolerância ao medíocre e ao insuficiente?
Questões que anos atrás seriam inusitadas povoam nossas perplexidades e conversas: onde vamos parar? Que nível de profissionais teremos dentro de pouco tempo, em todas as áreas? Certamente não os bem preparados, aprovados, confirmados, que possam atender às naturais e legítimas expectativas de quem, como todos nós, merece o melhor.
(LUFT, Lya. Que profissionais queremos? Revista Veja, 24 de novembro de 2013.)
“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, [...]” (Art. 5.º da CF)
Marque a alternativa em que a autora ratifica o artigo da Constituição Federal acima citado.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas