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Foram encontradas 50 questões.

2140506 Ano: 2008
Disciplina: Geografia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Dentre as medidas a serem propostas, com relação aos problemas da água no mundo, citamos:
I. Represamento de rios e córregos próximos às cidades de maior concentração populacional.
II. Controle da expansão urbana, principalmente, em torno dos mananciais e das APP’S.
III. Proibição do despejo de esgoto industrial e doméstico, sem tratamento, nos rios e represas em geral.
IV. Transferência de volume de água entre bacias hidrográficas.
As medidas consideradas prioritárias, para preservação da qualidade dos recursos hídricos, são encontradas, somente, nos itens:
 

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2140489 Ano: 2008
Disciplina: Geografia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Classifique as fontes de energia, a seguir, como renováveis ou não renováveis.
( ) Petróleo, carvão mineral e urânio.
( ) Urânio e tório.
( ) Biomassa, hidráulica, solar.
Assinale a alternativa que contém a seqüência correta, de cima para baixo.
 

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2140486 Ano: 2008
Disciplina: Geografia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Na estrutura geológica brasileira, os tipos de terrenos em que se podem encontrar jazidas de minério de ferro e de manganês são
 

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2140485 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
Um Reino Cheio de Mistério
No dia 21 de setembro comemorou-se o Dia da Árvore, o que deve ter dado trabalho a muito menino do primário, do qual certamente exigiram uma redação sobre o tema: com a alma bocejando, os meninos devem ter dito que a árvore dá sombra, frutos etc.
Mas, ao que eu saiba, não se comemora o dia da planta, ou melhor, da plantação. E esse dia é importante para a experiência humana das crianças e dos adultos. Plantar é criar na Natureza. Criação insubstituível por outro tipo qualquer de criação.
Lembro-me de quando eu era menina e fui passar o dia numa granja. Foi um dia glorioso: lá plantei um pé de milho com muito amor e excitação. Depois, de quando em quando, eu pedia notícias do que havia criado.
Mais tarde, na Suíça, plantei um pé de tomates numa lata grande, bonita. Quando começaram a aparecer os ainda pequenos tomates verdes e duros achei inacreditável que eu mesma lhes tivesse provocado o nascimento: eu entrara no mistério da Natureza. Cada manhã, ao acordar, a primeira coisa que fazia era ir examinar minuciosamente a planta: é como se a planta usasse a escuridão da noite para crescer. Esperar que algo amadureça é uma experiência sem-par: como na criação artística em que se conta com o vagaroso trabalho do inconsciente. Só que as plantas são a própria inconsciência.
Nesse reino, que não é nosso, a planta nasce, cresce, amadurece e morre. Sem nenhum objetivo de satisfazer algum instinto. Ou estarei enganada, e há instintos os mais primários no reino vegetal? Meu tomateiro parecia ter tomates vermelhos porque assim queria, sem nenhuma outra finalidade que não a de ser vermelho, sem a menor intenção de ser útil. A utilização do tomate para se comer é problema dos humanos.
Um dos gestos mais belos e largos e generosos do homem, andando vagarosamente pelo campo lavrado, é o de lançar na terra as sementes.
E quando os tomates ficaram redondos, grandes e vermelhos? Chegara a hora da colheita. Não foi sem alguma emoção que vi num prato da mesa os tomates que eram mais meus que um livro meu. Só que não tive coragem de comê-los. Como se comê-los fosse um sacrilégio, uma desobediência à lei natural. Pois um tomateiro é arte pela arte. Sem nenhum proveito senão o de dar tomate.
O ritmo das plantas é vagaroso: é com paciência e amor que elas crescem.
Entrar no Jardim Botânico é como se fôssemos trasladados para um novo reino. Aquele amontoado de seres livres. O ar que se respira é verde. E úmido. É a seiva que nos embriaga de leve: milhares de plantas cheias da vital seiva. Ao vento as vozes translúcidas das folhas de plantas nos envolvem num suavíssimo emaranhado de sons irreconhecíveis. Sentada ali num banco, a gente não faz nada: fica apenas sentada deixando o mundo ser. O reino vegetal não tem inteligência e só tem um instinto, o de viver. Talvez essa falta de inteligência e de instintos seja o que nos deixa ficar tanto tempo sentada dentro do reino vegetal.
Lembro-me de que no curso primário a professora mandava cada aluno fazer uma redação sobre um naufrágio, um incêndio, o Dia da Árvore. Eu escrevia com a maior má vontade e com dificuldade: já então não sabia seguir senão a inspiração. Mas que seja esta a redação que em pequena me obrigavam a fazer.
(Clarice Lispector. A Descoberta do Mundo)
Como “minuciosamente”, está escrita corretamente:
 

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2140474 Ano: 2008
Disciplina: Pedagogia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
A Didática é um ramo de estudos da Pedagogia que
 

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2140463 Ano: 2008
Disciplina: História
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE

Inicialmente, na divisão político-administrativa de Tauá, o Distrito de Marruás passou a pertencer ao município de

 

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2139700 Ano: 2008
Disciplina: Geografia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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A bacia Amazônica é a maior do mundo, drenando cerca de 5,8 bilhões de quilômetros quadrados de terra das quais apenas 3,8 bilhões estão em território brasileiro. Sobre este importante manancial é INCORRETO afirmar que
 

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2139686 Ano: 2008
Disciplina: Geografia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Assinale a alternativa que contém, somente, pontos colaterais.
 

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2139671 Ano: 2008
Disciplina: Geografia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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O tipo de mapa, que melhor representa a profundidade dos rios, lagos e mares, é o
 

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2139669 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
Um Reino Cheio de Mistério
No dia 21 de setembro comemorou-se o Dia da Árvore, o que deve ter dado trabalho a muito menino do primário, do qual certamente exigiram uma redação sobre o tema: com a alma bocejando, os meninos devem ter dito que a árvore dá sombra, frutos etc.
Mas, ao que eu saiba, não se comemora o dia da planta, ou melhor, da plantação. E esse dia é importante para a experiência humana das crianças e dos adultos. Plantar é criar na Natureza. Criação insubstituível por outro tipo qualquer de criação.
Lembro-me de quando eu era menina e fui passar o dia numa granja. Foi um dia glorioso: lá plantei um pé de milho com muito amor e excitação. Depois, de quando em quando, eu pedia notícias do que havia criado.
Mais tarde, na Suíça, plantei um pé de tomates numa lata grande, bonita. Quando começaram a aparecer os ainda pequenos tomates verdes e duros achei inacreditável que eu mesma lhes tivesse provocado o nascimento: eu entrara no mistério da Natureza. Cada manhã, ao acordar, a primeira coisa que fazia era ir examinar minuciosamente a planta: é como se a planta usasse a escuridão da noite para crescer. Esperar que algo amadureça é uma experiência sem-par: como na criação artística em que se conta com o vagaroso trabalho do inconsciente. Só que as plantas são a própria inconsciência.
Nesse reino, que não é nosso, a planta nasce, cresce, amadurece e morre. Sem nenhum objetivo de satisfazer algum instinto. Ou estarei enganada, e há instintos os mais primários no reino vegetal? Meu tomateiro parecia ter tomates vermelhos porque assim queria, sem nenhuma outra finalidade que não a de ser vermelho, sem a menor intenção de ser útil. A utilização do tomate para se comer é problema dos humanos.
Um dos gestos mais belos e largos e generosos do homem, andando vagarosamente pelo campo lavrado, é o de lançar na terra as sementes.
E quando os tomates ficaram redondos, grandes e vermelhos? Chegara a hora da colheita. Não foi sem alguma emoção que vi num prato da mesa os tomates que eram mais meus que um livro meu. Só que não tive coragem de comê-los. Como se comê-los fosse um sacrilégio, uma desobediência à lei natural. Pois um tomateiro é arte pela arte. Sem nenhum proveito senão o de dar tomate.
O ritmo das plantas é vagaroso: é com paciência e amor que elas crescem.
Entrar no Jardim Botânico é como se fôssemos trasladados para um novo reino. Aquele amontoado de seres livres. O ar que se respira é verde. E úmido. É a seiva que nos embriaga de leve: milhares de plantas cheias da vital seiva. Ao vento as vozes translúcidas das folhas de plantas nos envolvem num suavíssimo emaranhado de sons irreconhecíveis. Sentada ali num banco, a gente não faz nada: fica apenas sentada deixando o mundo ser. O reino vegetal não tem inteligência e só tem um instinto, o de viver. Talvez essa falta de inteligência e de instintos seja o que nos deixa ficar tanto tempo sentada dentro do reino vegetal.
Lembro-me de que no curso primário a professora mandava cada aluno fazer uma redação sobre um naufrágio, um incêndio, o Dia da Árvore. Eu escrevia com a maior má vontade e com dificuldade: já então não sabia seguir senão a inspiração. Mas que seja esta a redação que em pequena me obrigavam a fazer.
(Clarice Lispector. A Descoberta do Mundo)
A expressão “sem-par”, significa
 

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