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Homem, 30 anos, portador de cardiomiopatia hipertrófica, apresenta dispneia aos esforços. No ecocardiograma foi demonstrado aumento importante da espessura septal (20 mm), dilatação do átrio esquerdo (44 mm) e gradiente sistólico máximo na via de saída do ventrículo esquerdo de 19 mmHg.
Entre os exames a seguir, o que pode demonstrar achados que justifiquem os sintomas do paciente é
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Os estudos clínicos atuais demonstram benefícios dos hipoglicemiantes orais para redução de mortalidade cardiovascular e hospitalização por insuficiência cardíaca. A droga que está associada a esse desfecho clínico é a
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Na avaliação perioperatória de um paciente portador de insuficiência cardíaca em classe funcional II (NYHA), a orientação correta associada ao procedimento cirúrgico é:
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Homem, 55 anos, com dor torácica atípica e sem história de eventos cardiovasculares prévios, realiza exames durante “checkup”. Apresenta placas ateroscleróticas não obstrutivas em angiotomografia de coronárias e Doppler de carótidas com presença de placa (< 50% de obstrução) em carótida interna direita.
De acordo com as diretrizes brasileiras atuais, o risco cardiovascular e a meta de colesterol LDL para esse paciente são, respectivamente:
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Jovem, sexo masculino, após episódio de síncope sem pródromo, ocorrida há cerca de 15 dias, enquanto estava febril, em tratamento para sinusite, comparece em consulta cardiológica. O paciente não faz uso de medicamentos, seu exame físico é normal e ele refere que o pai teve morte súbita aos 40 anos. Seu ECG de repouso está ilustrado a seguir.

A conduta correta para esse paciente é:
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Mulher, 48 anos, procura o pronto atendimento com queixa de dor torácica retroesternal há 1 semana, do tipo pontada, sem irradiação e de caráter progressivo e contínuo, evoluindo com dispneia aos esforços há 2 dias. Não refere antecedentes relevantes e não faz uso de medicações contínuas. Foi realizada a radiografia de tórax, ilustrada a seguir:

Na investigação dessa paciente, a alteração ecocardiográfica que se espera encontrar é:
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Homem, 81 anos, portador de arritmia cardíaca paroxística há 30 anos, faz uso de varfarina. Realizou, no retorno ambulatorial, o eletrocardiograma ilustrado a seguir.

Os últimos controles de INR do paciente estão ilustrados na tabela a seguir:

Assumindo que a função renal é normal, assinale a alternativa que apresenta a opção mais apropriada para esse paciente, neste momento.
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Leia o enunciado a seguir para responder à questão.
Homem, 66 anos, diabético há 32 anos, portador de hipertensão arterial, dislipidemia e doença arterial coronariana crônica, com infarto do miocárdio há 8 anos e angioplastia de resgate com 36h do evento agudo, retorna em consulta ambulatorial de rotina, totalmente assintomático do ponto de vista cardiovascular. Faz uso de metformina 1 000 mg 2x/dia, linagliptina 5 mg/dia, rosuvastatina 20 mg/dia, losartana 50 mg 2x/dia, hidroclorotiazida 25 mg/dia e AAS 100 mg/dia. Traz ecocardiograma atual que apresenta piora da fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE = 31%).
Com base nas diretrizes atuais, assinale a alternativa que apresenta a opção terapêutica mais indicada neste momento.
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Leia o enunciado a seguir para responder à questão.
Homem, 66 anos, diabético há 32 anos, portador de hipertensão arterial, dislipidemia e doença arterial coronariana crônica, com infarto do miocárdio há 8 anos e angioplastia de resgate com 36h do evento agudo, retorna em consulta ambulatorial de rotina, totalmente assintomático do ponto de vista cardiovascular. Faz uso de metformina 1 000 mg 2x/dia, linagliptina 5 mg/dia, rosuvastatina 20 mg/dia, losartana 50 mg 2x/dia, hidroclorotiazida 25 mg/dia e AAS 100 mg/dia. Traz ecocardiograma atual que apresenta piora da fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE = 31%).
Na investigação etiológica, o exame complementar que pode orientar a conduta subsequente é:
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Mulher, 36 anos, é avaliada em decorrência de elevações nos níveis pressóricos. Durante os últimos 3 meses, algumas medidas de pressão arterial, em estabelecimentos de saúde, tiveram média de 150 x 90 mmHg. Durante o mesmo período, três medidas de PA, obtidas fora dos serviços de saúde, tiveram média de 125 x 75 mmHg. Não há outros antecedentes pessoais ou familiares pertinentes e não faz uso de medicação específica. Exame físico no consultório: PA = 145 x 90 mmHg em ambos os braços; frequência cardíaca: 80 bpm; IMC: 22 kg/m2; o restante do exame é normal.
A conduta correta, nesse momento, é
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